Valor FIPE Atual
R$ 282.777,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513208-8
Ano: 2011-3
MêsPreço
Jan/26R$ 282.777,00
Dez/25R$ 283.316,00
Nov/25R$ 283.742,00
Out/25R$ 284.425,00
Set/25R$ 285.339,00
Ago/25R$ 285.940,00
Jul/25R$ 286.399,00
Jun/25R$ 286.686,00
Mai/25R$ 287.261,00
Abr/25R$ 287.520,00
Mar/25R$ 287.952,00
Fev/25R$ 288.125,00

Visão detalhada da Tabela FIPE aplicada ao Scania R580 nas opções 4×2/3-eixos e 6×2 2p (diesel) de 2011

Contexto da FIPE e sua relevância para seguradoras e proprietários de caminhões

A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para a avaliação de veículos usados no Brasil. Embora muitos proprietários pensem exclusivamente em preço de venda, para o setor de seguros ela cumpre um papel ainda mais estratégico: oferece um indicador padronizado do valor de reposição ou de referência para o capital segurado, o que influencia diretamente o cálculo de prêmios, franquias e coberturas. No cotidiano das corretoras, entender o que a FIPE representa ajuda a orientar o cliente sobre responsabilidades, riscos e planejamento financeiro ao manter ou renovar a apólice de um caminhão pesado como o Scania R580, observado em suas variantes 4×2 com 3-eixos ou 6×2 2p, na configuração diesel do ano 2011.

Quando se trabalha com frotas e caminhões de maior porte, as seguradoras costumam considerar não apenas o preço de aquisição ou avaliação de mercado, mas também fatores como a idade do veículo, o estado de conservação, o histórico de sinistros e as particularidades da operação (cargas, rotas, regime de trabalho). A FIPE agrega uma base estável para a comparação entre unidades semelhantes, ajudando o segurado a compreender o quanto aquele veículo pode representar em termos de risco ativo e custo de reposição. Assim, para um Scania R580 nas versões citadas, a leitura cuidadosa da tabela e a atualização periódica do valor referencial ajudam a manter a proteção alinhada com a realidade de uso e com as exigências regulatórias.

Tabela FIPE SCANIA R-580 A 4×2 3-Eixos/ A 6×2 2p (diesel) 2011

Além disso, vale enfatizar que as variações entre anos (na prática, a diferença entre 2011 e outras épocas) refletem mudanças de mercado, de disponibilidade de peças, de tecnologia embarcada, e de depreciação associada a caminhões de tecnologia semelhante. A boa prática de seguros para frotas envolve revisões periódicas da cobertura, de modo a manter o capital segurado compatível com o valor de reposição estimado pela FIPE. Em termos educativos, compreender essa dinâmica auxilia gestores de risco a planejar renovação de frota, realocar recursos e avaliar estratégias de financiamento com mais segurança.

Ficha técnica do Scania R580 A 4×2 3-Eixos / A 6×2 2p (diesel) 2011

Abaixo apresentamos um retrato técnico das configurações mais comuns associadas ao Scania R580 utilizado em operações de transporte de cargas, no ano de 2011, com as duas possibilidades clássicas de configuração de eixos: 4×2 com estrutura de três eixos e 6×2 com duas pontes ativas de tração. Esta ficha técnica tem o objetivo de oferecer ao leitor uma visão educativa sobre o que esperar de um veículo dessa categoria, sem entrar em especificações de preço. As informações aqui descritas ajudam a entender o desempenho, a capacidade de carga e as características de engenharia que impactam a segurabilidade e as opções de coberturas.

  • Motor e desempenho: diesel de alta potência, com potência nominal em torno de 580 cv. O torque é elevado, situando-se na faixa provável de entre 2.600 e 2.900 Nm, o que favorece arrancadas pesadas, subida de morros e arraste de cargas consideráveis. Essa configuração de motor é parte crítica no dimensionamento de riscos para seguro, pois implica maior demanda de frete, maior exigência de componentes de transmissão e de suspensão, além de necessidade de treinamento adequado do motorista para maneio seguro.
  • Configuração de eixo e tração: opções de 4×2 com 3-eixos, voltadas para operação com reboque leve ou peso bruto total moderado, e a configuração 6×2 2p, com dois eixos de tração adicionais que aumentam a capacidade de carga e a estabilidade em manobras com carretas. A escolha entre esses arranjos influencia a alocação de riscos, o tipo de combustível, o desgaste de componentes e o perfil de manutenção exigido pela frota.
  • Transmissão: câmbio manual de 12 velocidades, com opção de câmbio automatizado (conhecido como Opticruise ou equivalente, dependendo da linha de transmissão). Essa característica impacta diretamente no conforto do motorista, na economia de combustível em longas viagens e no regime de manutenção da transmissão, fatores que também influenciam o custo total de propriedade (TCO) e as condições de coberturas de seguro contratadas.
  • Dimensões, peso e capacidade: o veículo está dentro de uma faixa de peso bruto total típica para caminhões pesados da época, com chassis desenhado para acomodar diferentes tipos de implementos e reboques. A configuração 4×2 com 3-eixos e a 6×2 2p permitem adaptar o conjunto a diversas operações, desde transporte de carga geral até cargas pesadas em rodovias com trajeto de longas distâncias. Os fatores de dimensionamento influenciam a gestão de risco quanto a frenagem, estabilidade, desgaste de pneus e manutenção preventiva.

É importante observar que as fichas técnicas de veículos pesados podem variar conforme a configuração específica, país de operação, pacote de equipamentos, e ano de fabricação. Em 2011, o Scania R580 já era reconhecido no mercado por combinar robustez, conforto do motorista e tecnologia de gestão de potência com foco em eficiência de combustível e confiabilidade — elementos que, no universo de seguros, costumam se traduzir em opções de coberturas mais alinhadas ao risco real de cada operação.

Como a FIPE orienta a precificação de seguros para caminhões Scania R580

Ao considerar o Scania R580 nas variantes 4×2 e 6×2 2p, a seguradora observa o valor de referência calculado pela FIPE como uma linha de base para o capital segurado. Esse valor não representa uma cotação de venda,

Considerações técnicas sobre a Tabela FIPE para Scania R580 (2011) nas configurações 4×2 3-Eixos e 6×2 2p

O papel da FIPE na precificação de seguros para caminhões Scania R580

A Tabela FIPE funciona como uma referência de mercado que orienta o cálculo do capital segurado utilizado pelas seguradoras para caminhões, inclusive para o Scania R580 nas variantes 4×2 3-eixos e 6×2 2p, com motor diesel. Ela não representa, por si só, uma cotação de venda, mas oferece um valor médio de mercado do veículo usado em determinado mês, levando em conta a configuração, o ano de fabricação, o estado de conservação, a localização geográfica e outros fatores que influenciam a percepção de risco. Para o setor de seguros, esse valor de referência serve como linha de base para estimar o provável valor de reposição ou de indenização em caso de sinistro, ajustando-se conforme a apólice, a finalidade operacional e as coberturas contratadas.

Ao comparar as configurações 4×2 3-eixos e 6×2 2p, a FIPE tende a refletir variações de preço por fatores como dispersão de demanda, disponibilidade de peças, adaptabilidade de cada configuração a diferentes operações e o valor residual esperado ao longo dos anos. Em termos práticos, a seguradora utiliza o valor FIPE como referência para calibrar o prêmio, o valor do capital segurado e os limites de cobertura de cada item do contrato. Em operações com ativos pesados, a discrepância entre o preço de mercado do veículo e o valor de recondicionamento ou de reposição pode influenciar a decisão por coberturas adicionais, como garantia estendida, proteção contra roubo, incêndio e danos elétricos, além de franquias proporcionais à criticidade da operação.

Para entender a aplicação no caso do Scania R580, é relevante observar que a configuração 4×2 3-eixos tende a ter um valor FIPE diferente daquela de 6×2 2p, em função da demanda do mercado por versões com três eixos, que impactam o custo de aquisição, a modularidade de implementos e o perfil de uso em rodovias. Em 2011, o Scania R580 já era reconhecido por oferecer robustez, conforto e tecnologia de gestão de potência; tais atributos, quando avaliados pela FIPE, costumam refletir em uma curva de depreciação que influencia o valor de referência utilizado na precificação de seguros. A diferença entre as duas variantes pode se traduzir em variações de prêmio, desde que o perfil de operação, o mileage histórico e as condições de manutenção sejam levados em conta pela seguradora.

Metodologia da FIPE e aplicação prática na seguradora

A FIPE realiza levantamento mensal para compilar o preço de mercado de veículos usados, agrupando dados por fabricante, modelo, versão, ano de fabricação, estado de conservação e bairro de circulação, entre outros parâmetros. No caso de caminhões pesados como o Scania R580, o levantamento considera diferentes configurações mecânicas — incluindo motores diesel, potências equivalentes, disposições de eixo e acabamentos de cabine —, bem como a disponibilidade de acessórios e opcionais comuns à frota de transporte de até alta carga. O resultado é uma tabela que informa um preço médio ponderado que, embora represente uma condição de mercado, não é uma cotação específica de venda para qualquer unidade individual.

Quando uma seguradora utiliza a FIPE para estabelecer o capital segurado, alguns elementos costumam entrar como ajustes: a idade do veículo, o histórico de manutenção, a quilometragem acumulada, o estado de conservação, as alterações em relação ao padrão de fábrica (implantações de carrocerias, reboques, implementos especializados, dispositivos de segurança adicionais) e a região onde o veículo opera. Além disso, a FIPE é atualizada mensalmente, o que implica que o valor de referência pode oscilar com o tempo; por isso, as seguradoras costumam verificar a data de referência da tabela FIPE utilizada na cotação para evitar defasagens que distorçam o seguro.

Outra dimensão relevante é a diferenciação entre o valor de reposição e o valor de indenização. Em seguros de frota, o capital segurado pode ser definido com base no valor de reposição atual, no custo de aquisição de um veículo semelhante novo ou no valor de mercado atual estimado pela FIPE, com ajustes para impostos, fretes, impostos regionais e condições específicas de garantia contratual. Em versões 4×2 3-eixos e 6×2 2p, a escolha entre reposição por similar ou por valor de mercado pode levar a variações no prêmio, nas coberturas necessárias e nas franquias aplicáveis.

Aplicação prática para o Scania R580: impactos nas coberturas e nos prêmios

Para caminhões de grande porte, a cotação baseada na FIPE costuma influenciar diretamente as decisões sobre coberturas de casco, responsabilidade civil, proteção de encargos de frete, assistência 24 horas e cobertura para danos a reboques e implementos. O prazo de validade da cobertura, bem como a política de reajuste anual, é influenciado pela flutuação do valor de referência na FIPE. Quando o veículo opera em regimes de regime de manutenção da transmissão e em longas jornadas, fatores de custo como frete, combustível, desgaste de componentes, repostas de motor e desgaste de pneus são monitorados pela seguradora para ajustar o prêmio de forma a refletir o risco real da operação. Assim, dependendo da configuração (4×2 3-eixos ou 6×2 2p), o risco de sinistro pode variar em termos de estabilidade, estabilidade de frenagem, manobras com implementos e mobilidade em curvas, o que, por sua vez, é capturado pela avaliação externa e pela parametrização do prêmio.

Além disso, as seguradoras costumam levar em conta o perfil da operação: frota regional, longas distâncias, uso em rodovias com traçado de maior peso ou em áreas urbanas com paradas frequentes. O Scania R580, reconhecido pela combinação de potência, eficiência de combustível e confiabilidade, pode apresentar boa aceitação de coberturas com base em seu histórico de confiabilidade. No entanto, a variação de preço da FIPE entre as duas configurações pode exigir uma avaliação cuidadosa de cada caso, para evitar subseguro ou superseguro. Em suma, a FIPE funciona como uma referência objetiva, enquanto a seguradora aplica ajustes finos conforme o contexto operacional, a idade, o estado de conservação e o uso específico do veículo.

Procedimentos práticos para consulta da FIPE na precificação de seguros

  • Identificar a configuração do veículo: 4×2 3-eixos ou 6×2 2p, diesel, ano 2011, Scania R580.
  • Verificar o código FIPE correspondente ao modelo, mês e ano de referência da cotação.
  • Considerar o estado de conservação atual, a quilometragem e o histórico de manutenções para eventual ajuste do valor de referência.
  • Analisar se há implementos, carrocerias ou módulos adicionais que modifiquem o valor de reposição, mesmo que subsidiários, e como isso impacta o capital segurado.
  • Construir o quadro de Coberturas: casco, incêndio, roubo, danos a terceiros, responsabilidade civil eixo, guincho, assistência jurídica, entre outras que componham a apólice.
  • Levar em conta as condições regionais de operação, a disponibilidade de peças de reposição Scania e o custo de mão de obra especializada para manutenção de componentes críticos.
  • Avaliar a necessidade de franquias proporcionais ou fixas, alinhadas ao grau de risco de operação (p.ex., longas viagens versus trechos urbanos com paradas frequentes).

É comum que as seguradoras apresentem uma simulação inicial baseada na FIPE com variações de até 5% a 15% para refletir o estado do veículo e a natureza da operação. A partir dessa base, o corretor ou o gestor de seguro pode ajustar coberturas, limites, franquias e adicionais de proteção para chegar a uma solução que atenda ao perfil da frota e aos objetivos da gestão de riscos da empresa operadora. A integração entre a leitura da FIPE, o histórico do veículo e as condições de operação é fundamental para evitar distorções que comprometam a proteção adequada do investimento.

Variações regionais e de ano: o que observar na prática

O valor de referência da FIPE para o Scania R580 pode apresentar oscilações significativas em função da região de operação. Mercados com maior demanda por caminhões pesados usados podem manter prêmios mais elevados em determinadas faixas etárias, enquanto regiões com maior disponibilidade de peças e de serviços autorizados podem favorecer valores mais estáveis. Além disso, a idade do veículo, o desgaste natural de componentes do motor diesel, a idade da transmissão e o estado geral da carroceria influenciam a avaliação de depreciação utilizada pela FIPE e, por extensão, pela seguradora. Em contextos de frota com longa duração de serviço e alto custo de manutenção, a empresa pode optar por uma apólice com cláusulas de renovação automática, com reajustes condicionados à variação do mercado, para manter a cobertura compatível com o valor de reposição.

Outro ponto relevante é que o modelo 2011 pode apresentar particularidades de configuração, como a disponibilidade de melhorias de eficiência energética, sistemas de telemática para gestão de frota, e opções de transmissão com diferentes modos de engrenagem. Tais elementos costumam afetar a percepção de risco, o que pode se traduzir em cenários de ajuste de prêmio. Trata-se de uma prática comum no seguro de caminhões pesados: manter o valor de referência alinhado ao mercado, mas adaptar o conjunto de coberturas às necessidades operacionais da frota, para consolidar proteção sem deixar custos desproporcionais.

Implicações para o planejamento de seguros e para o custo total de propriedade (TCO)

Quando se considera o custo total de propriedade de uma frota com Scania R580, o capital segurado representado pela FIPE é apenas uma parte do quebra-cabeça. O prêmio de seguros adiciona uma parcela relevante ao TCO, especialmente em operações com longas distâncias, alta quilometragem anual e uso intensivo de implementos ou reboques. A depender das coberturas contratadas, o custo de seguro pode variar com base no valor de reposição ou de mercado, no perfil de risco da operação, na idade do veículo, na região de operação e na experiência do motorista. A FIPE, nesse contexto, funciona como uma âncora para o valor do capital segurado, mas as condições de cobrança, as franquias, as deduções por sinistro e as coberturas adicionais definem o custo efetivo para a empresa.

Para o fluxo de gestão de risco, é comum que gestores de frota realizem revisões trimestrais ou semestrais da apólice, confrontando o valor FIPE com a idade do veículo, a substituição de componentes específicos, a existência de planos de manutenção preventiva e a adoção de tecnologias de rastreamento e telemetria. Tais elementos ajudam a manter o equilíbrio entre proteção adequada e custo controlado. A boa prática envolve também manter documentação atualizada, como certificados de inspeção veicular, histórico de manutenções, comprovantes de calibragem de pneus, registros de substituição de componentes críticos e avaliações de risco periódicas para a operação de cada unidade da frota.

Boas práticas para segurados: maximizando a adequação do valor FIPE à proteção

  • Atualizar o cadastro da frota com a configuração exata de cada veículo (4×2 3-eixos ou 6×2 2p), incluindo especificações do motor, potência, sistemas de freios, cabine e implementos acoplados.
  • Manter o veículo em condições que preservem o valor de referência, com manutenção preventiva regular, troca de itens críticos de forma programada e registro de serviços.
  • Documentar melhorias ou alterações que possam impactar o valor de reposição, sejam acessórios, reboques, carrocerias técnicas ou dispositivos de segurança adicionais.
  • Avaliar periodicamente a adequação da soma segurada ao valor atual de mercado, com base na atualização da FIPE, para evitar subseguro ou superseguro.
  • Adotar políticas de gestão de risco consistentes, incluindo treinamentos aos motoristas, inspeções regulares de pneus e freios, e procedimentos de resposta a sinistros para reduzir perdas e mitigar custos futuros.

Conclusão: integrando FIPE, configuração e seguro para o Scania R580

O uso da Tabela FIPE na precificação de seguros para o Scania R580, especialmente nas variantes 4×2 3-eixos e 6×2 2p, representa uma prática consolidada para calibrar o capital segurado e orientar o desenho de coberturas coerentes com o risco real da operação. A diferença entre configurações, o status de conservação, a idade e o regime de operação influenciam a leitura de depreciação e, por consequência, o prêmio final. Por meio de uma leitura cuidadosa da FIPE aliada a um plano de manutenção sólido, é possível equilibrar proteção com custo, assegurando que a frota permaneça operativa com mínimo impacto financeiro em caso de sinistro ou de necessidade de reposição. A gestão responsável de frota, aliada a uma apólice bem ajustada, contribui para a estabilidade financeira da operação em longo prazo, mantendo o Scania R580 como ativo estratégico da empresa no trânsito de cargas pesadas pelo Brasil.

Para quem busca uma solução integrada de proteção que leve em conta as especificidades do Scania R580, a orientação especializada pode fazer a diferença. A GT Seguros oferece análises técnicas, simulações com base na FIPE e propostas que contemplam a realidade de cada operação, buscando equilíbrio entre custo e coberturas essenciais para caminhões pesados. Entre em contato para uma avaliação objetiva, personalizada e descomplicada, alinhada ao seu perfil de frota e às exigências regulatórias, com foco em reduzir desperdícios e aumentar a tranquilidade operacional.