| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 474.991,00 |
| Dez/25 | R$ 475.896,00 |
| Nov/25 | R$ 476.611,00 |
| Out/25 | R$ 477.758,00 |
| Set/25 | R$ 479.292,00 |
| Ago/25 | R$ 480.301,00 |
| Jul/25 | R$ 481.071,00 |
| Jun/25 | R$ 481.553,00 |
| Mai/25 | R$ 482.519,00 |
| Abr/25 | R$ 482.954,00 |
| Mar/25 | R$ 483.680,00 |
| Fev/25 | R$ 483.971,00 |
Guia técnico aplicado à Tabela FIPE para o SCANIA R-620 A 6×4 HIGHLINE 2p (E5) 2017
Introdução à marca Scania e o peso da Tabela FIPE no seguro de caminhões
A Scania é uma referência global no segmento de caminhões e soluções de transporte de cargas. A marca ganhou reconhecimento pela robustez de seus veículos, pela rede de assistência técnica em diversos países e pela filosofia de engenharia orientada à durabilidade, à eficiência de combustível e ao conforto do motorista. Em linhas de atuação com frotas de transporte de cargas, a escolha de um modelo como o R-620 A 6×4 HIGHLINE 2p está diretamente ligada a estratégias de logística, que precisam conciliar capacidade de carga, confiabilidade operacional e custos de seguro sob controle.
A Tabela FIPE, por sua vez, funciona como referência de mercado para o valor de reposição ou de indenização em contratos de seguro. Embora seja um índice de mercado, a forma como as seguradoras utilizam esse parâmetro envolve a comparação com o valor de mercado atual, a idade do veículo, a quilometragem e o estado de conservação. Em caminhões pesados, como o SCANIA R-620 A 6×4 HIGHLINE 2p (E5) de 2017, o valor FIPE pode influenciar o prêmio, limites de cobertura, bem como as opções de cobertura contra roubo, colisão, incêndio e dano a terceiros. Entender esse vínculo é fundamental para quem administra frotas, pois permite alinhar o custo do seguro ao valor real do ativo e à criticidade da operação.

Neste artigo, exploramos a ficha técnica do veículo, a relevância da FIPE para a segurabilidade e, ainda, dicas para otimizar a proteção da sua frota. Tudo isso com foco educativo, para que compradores, gestores e motoristas entendam como a avaliação de risco se traduz em escolhas de cobertura, franquias e programas de prevenção.
Ficha técnica do SCANIA R-620 A 6×4 HIGHLINE 2p (E5) 2017
A seguir, apresentamos um resumo técnico organizado em tópicos que ajudam na compreensão de características relevantes para seguro e operação. Observação: os valores são apresentados como tipicamente observados neste tipo de configuração, podendo variar conforme o lote, a região e as especificações de fábrica ou de concessionária.
- Parâmetros de motorização
- Motor diesel de seis cilindros em linha, com turbo e injeção eletrônica
- Deslocamento próximo de 12,7 litros
- Potência máxima de 620 cv
- Emissões Euro 5
- Transmissão e tração
- Transmissão semiautomática I-Shift com 12 velocidades
- Tração 6×4, adequada para transporte de grandes cargas em vias rodoviárias e interfase com estradas de menor condicionamento
- Sistema de retardador para controle de velocidade em descidas, contribuindo para a segurança operacional
- Gestão eletrônica de câmbio integrada, com resposta de mudança de marcha pensada para otimizar torque e consumo
- Cabine, dimensões e capacidade
- Cabine HIGHLINE com configuração de 2 portas, foco no conforto e na ergonomia do motorista para longas jornadas
- Layout pensado para reduzir fadiga, com assentos ajustáveis e espaço para descanso durante operações noturnas
- Tanques de combustível de grande capacidade (varia conforme a configuração), favorecendo autonomia em rotas extensas
- Peso bruto total (PBT) típico para caminhões dessa configuração, com possibilidade de até aproximadamente 32.000 kg
- Segurança, sistemas e infraestrutura de suporte
- Freios com ABS, BAS e sistema de frenagem eletrônico, garantindo controle de estabilidade em diferentes condições
- Sistema de estabilidade eletrônico (ESP) para auxiliar em curvas e manobras com carga elevada
- Pneus compatíveis com rodagem de alto desempenho em estrada, geralmente em configuração 315/80 R22.5 ou similar
- Estrutura de proteção de cabine e integração com sistemas de telemetria e rastreamento, suportando estratégias de proteção de frota
- Valor de reposição versus valor de mercado: a FIPE reflete o preço de mercado, mas as apólices podem considerar cenários de reposição com base em peças, disponibilidade e rede de concessionárias. Isso pode influenciar o valor segurado e, por consequência, o prêmio.
- Idade do veículo e depreciação: com caminhões de 2017, a depreciação prevista pode impactar o custo da cobertura. Veículos com histórico de manutenção regular costumam manter melhor o equilíbrio entre prêmio e proteção.
- Quilometragem e uso operacional: frotas com trajetos frequentes, bairros com maior risco ou áreas de maior incidência de sinistros tendem a refletir prêmios diferentes, mesmo com o mesmo valor FIPE.
- Estado de conservação e histórico de sinistros: a condição da carroceria, do motor e dos sistemas de segurança influencia o prêmio final, além de condicionantes como telemetria e monitoramento remoto.
- Manutenção preventiva programada: siga o cronograma recomendado pelo fabricante, com verificações periódicas de motor, transmissão, sistema de freios, suspensão, pneus e iluminação. A manutenção regular reduz falhas mecânicas que poderiam resultar em sinistros ou em reparos caros cobertos pela apólice.
- Telemetria e rastreamento: instale sistemas de monitoramento que apresentam dados em tempo real sobre velocidade, frenagem, localização e temperatura. Esses dados ajudam na gestão de risco, podem reduzir prêmios com programas de seguro baseados em uso e fornecem evidência em caso de incidentes.
- Proteção contra roubo e vandalismo: adote dispositivos antifurto, travas de rodas, alarmes e sensores de portas. Em áreas de maior risco, iluminação externa e câmeras podem atuar como dissuasores, reduzindo perdas.
- Treinamento de condutores e políticas de uso: promova capacitação em condução econômica e segura, com foco em técnicas de frenagem, curvas e gestão de carga. Motoristas bem treinados reduzem desgaste, consumo de combustível e incidentes, impactando positivamente o custo total de seguro.
- Estabeleça um inventário detalhado da frota com identificação de cada veículo pela placa, número de chassi, configuração de cabine e ano de fabricação. A organização facilita a atualização de coberturas e a verificação de sinistros.
- Integre inspeções regulares de cabine, motor e sistema de transmissão com registros de manutenção. A documentação facilita a avaliação de risco pela seguradora e pode resultar em condições mais favoráveis de prêmio.
- Implemente uma política de gestão de combustível e de carga para evitar sobrecarga, o que pode aumentar o risco de falhas mecânicas e incidentes.
- Considere planos de proteção diferenciados para ações de proteção de frota, como a opção de cobertura contra danos a terceiros com cobertura adicional para cargas em transporte, que podem refletir de forma mais precisa a operação.
- Correlacione o valor FIPE com o estado atual do veículo: veículos bem conservados tendem a apresentar prêmios mais estáveis e condições de cobertura mais vantajosas.
- Analise a finalidade da frota: operações de longo curso com maior exposição em estradas e na entrega de cargas sensíveis podem exigir coberturas mais amplas, mesmo com FIPE estável.
- Considere o uso de franquias proporcionais: franquias mais altas podem reduzir o prêmio, especialmente quando o veículo apresenta excelente histórico de manutenção.
- Esteja atento a pacotes de proteção complementar: assistência 24h, carro reserva, cobertura de carga e proteção de equipamentos podem ser valiosos, dependendo da criticidade da operação.
Essa ficha técnica apresenta itens chave que costumam influenciar o cálculo de seguro: a potência associada à gravidade da carga, a tração para manobras em pista, a cabina de conforto para permanências longas e os recursos de freios e estabilidade que reduzem o risco de sinistro. Embora a tabela FIPE não substitua a avaliação técnica do veículo, ela atua como referência de mercado que, somada à condição do veículo, quilometragem e histórico de uso, ajuda a formatação de uma apólice adequada às suas necessidades.
Como a Tabela FIPE impacta a apólice de seguro neste modelo
A Tabela FIPE funciona como norteadora do valor de referência para indenização de perdas em seguros contra roubo, colisão e danos. Quando o veículo é utilizado pela gestão de riscos ou na renovação de apólices, as seguradoras costumam considerar o valor de mercado referenciado pela FIPE para determinar o montante de referência de indenização e para calibrar o prêmio, especialmente quando não há depreciação acelerada por idade de veículo, uso da frota e estado de conservação observado pela vistoria técnica.
No caso do SCANIA R-620 A 6×4 HIGHLINE 2p (E5) 2017, alguns aspectos merecem atenção especial:
Em resumo, a FIPE não é o único dado, mas é um componente essencial da construção da apólice. A combinação entre o valor de mercado indicado pela FIPE, a idade do veículo, o estado da frotal e as políticas de gestão de risco da empresa determina o equilíbrio entre custo de seguro e nível de proteção desejado pela operação.
Cuidados vocacionados para proteger o SCANIA R-620 A 6×4 HIGHLINE
Proteger um caminhão de alto desempenho envolve uma combinação de manutenção proativa, gestão de riscos e proteção física. Abaixo estão diretrizes que ajudam a reduzir a probabilidade de sinistros e, consequentemente, o custo total com seguros ao longo do tempo.
Dicas para melhorar a segurabilidade de frotas com SCANIA R-620 A 6×4 HIGHLINE
A seguir, apresentamos orientações práticas que ajudam a alinhar a proteção com as necessidades operacionais de uma frota que utiliza esse modelo de caminhão:
Estratégias de leitura da Tabela FIPE na prática para aprovação de seguros
A relação entre o valor FIPE e o seguro pode ser entendida como uma combinação de fatores de risco. Ao planejar a proteção do SCANIA R-620 A 6×4 HIGHLINE, leve em conta:
Considerações finais e uma sugestão de cotação
O SCANIA R-620 A 6×4 HIGHLINE 2p (E5) 2017 representa um patamar de eficiência operacional para transportes de carga de grande porte. A Tabela FIPE, aliada a uma análise cuidadosa da condição do veículo, idade, histórico de uso e gestão de risco da frota, ajuda a formular uma apólice que combine custo adequado com proteção eficaz. O desenvolvimento de uma estratégia de seguro para caminhões envolve a escolha de coberturas que considerem riscos de roubo, colisão, incêndio, danos a terceiros e interrupção de operação, sempre com base em dados objetivos sobre o valor de mercado e o estado real do ativo.
Ao planejar sua proteção veicular, tenha em mente que uma abordagem educativa e proativa pode reduzir custos ao longo do tempo, desde que alinhada às necessidades de operação da frota e às exigências das seguradoras. A integração entre gestão de risco, manutenção e proteção contratual resulta em uma solução mais estável para o negócio de transporte.
Se você busca proteção especializada para a sua frota, avalie opções com a GT Seguros para uma cotação sob medida.
