Valor FIPE Atual
R$ 66.343,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513114-6
Ano: 1994-3
MêsPreço
Jan/26R$ 66.343,00
Dez/25R$ 66.470,00
Nov/25R$ 66.570,00
Out/25R$ 66.731,00
Set/25R$ 66.946,00
Ago/25R$ 67.087,00
Jul/25R$ 67.195,00
Jun/25R$ 67.263,00
Mai/25R$ 67.398,00
Abr/25R$ 67.459,00
Mar/25R$ 67.561,00
Fev/25R$ 67.602,00

Scania T-113 E 310 6×4: visão técnica, histórico da marca e impactos na cotação de seguros (1994)

Contexto da marca Scania e seu papel no segmento de caminhões pesados

A Scania é uma fabricante sueca com mais de um século de experiência no desenvolvimento de soluções de transporte pesadas. Conhecida por seus motores robustos, durabilidade e rede global de assistência técnica, a marca se tornou referência para frotas que dependem de confiabilidade em operações de longo curso e de distribuição de cargas pesadas. A linhagem T, em especial, ficou marcada pela integração entre motor potente, tração robusta e cabine pensada para operabilidade em condições exigentes. Mesmo em era tecnológica atual, muitos modelos T fabricados na década de 1990 ainda aparecem em frotas de transporte regional e de distribuição, mantendo relevância por sua capacidade de carga, disponibilidade de peças e serviço de manutenção abrangente. A escolha por veículos dessa geração costuma estar associada a contratos de frota que visam equilíbrio entre custo de aquisição, vida útil e custo de manutenção, aspectos centrais para quem gerencia seguros de caminhões pesados.

Ficha técnica do Scania T-113 E 310 6×4 2p diesel 1994

A seguir, apresentam-se especificações típicas para a configuração T-113 E 310 com tração 6×4, cabine de dois lugares e motor a diesel, fabricado em meados da década de 1990. Vale reforçar que variações por ano/modelo e por versão podem ocorrer, e versões com ajustes de eixo, cabine ou tanque de combustível podem alterar alguns números.

Tabela FIPE SCANIA T-113 E 310 6×4 2p (diesel) 1994
  • Motor e desempenho: seis cilindros em linha, aproximadamente 9,0 litros de deslocamento, potência nominal em torno de 310 cv (hp); torque máximo na faixa de 1.300–1.350 Nm, favorecendo retomadas com cargas pesadas e desempenho em subidas fortes.
  • Transmissão e tração: transmissão manual de 9 velocidades, com sincronizadores, acoplada a uma linha de tração 6×4 (duas rodas traseiras acionadas), adequada para distribuição de peso em eixos adicionais e terrenos desafiadores.
  • Cabine e capacidade: cabine de dois lugares (2p), tipicamente diurna, com direcionalização e ergonomia voltadas à operação de motorista em longas jornadas; peso bruto total (PBT) estimado em torno de 28.000 kg, com capacidade de carga útil variando conforme configuração de eixo e entre-eixos; comprimento total aproximado entre 9,5 e 9,8 metros.
  • Capacidade de combustível e dimensões: tanque de combustível com capacidade estimada entre 300 e 500 litros, dependendo da configuração, o que influencia a autonomia em rotas de média e longa distância; dimensões externas compatíveis com o segmento de caminhões pesados, visando compatibilidade com pontes rodoviárias e áreas de manobra.

Desempenho, durabilidade e uso típico do modelo 1994

O Scania T-113 E 310, na configuração 6×4, é pensado para operações que exigem força de tração aliada a uma boa capacidade de carga. O conjunto motor-treliça entrega torque significativo, especialmente útil em rampas, portarias logísticas com variações de piso ou em rotas com subidas acentuadas. A relação entre potência e peso da aeronave de carga facilita deslocamentos estáveis em velocidades de cruzeiro compatíveis com rodovias, sem exigir esforços excessivos do motor em regimes elevados de rotação. Em termos de manutenção, modelos dessa geração costumam exigir atenção regular à lubrificação, sistema de freio (em caminhões pesados, freios a ar), componentes de eixo e suspensão. A disponibilidade de peças originais Scania e serviços autorizados ajuda a manter a disponibilidade operacional, fator decisivo para frotistas que dependem de baixa indisponibilidade do equipamento.

Do ponto de vista de operação, caminhões 6×4 com cabine de dois lugares costumam atuar em transporte regional de cargas pesadas, entregas de materiais de construção, distribuição de equipamentos e similares. A configuração de eixos traseiros acionados oferece melhor tração em pistas com piso molhado ou irregular, embora o consumo de combustível seja superior a de configurações 4×2 ou 6×2. É comum que frotas com esse tipo de veículo adotem rotas com paradas programadas para manutenção preventiva, a fim de manter o desempenho estável ao longo de longos períodos de operação. Além disso, a idade média do conjunto operacional deve ser considerada na hora de planejar revisões, eventuais upgrades de segurança e a nostalgia de confiabilidade associada à engenharia Scania.

A Tabela FIPE e o valor de referência para seguros de caminhões

A Tabela FIPE é amplamente utilizada como referência para a valoração de veículos usados no Brasil e, por consequência, para a composição de valores seguráveis. Em seguros de caminhões, esse referencial ajuda a estimar o valor de reposição ou de avaliação de riscos em apólices de terceiros, compreendendo o custo de danos ou perda total. No entanto, para veículos com mais de duas décadas de uso, as seguradoras costumam incorporar também o histórico de manutenção, sinistros anteriores, estado de conservação, frequência de uso (frota própria versus aluguel), bem como a disponibilidade de peças de reposição e a rede de assistência técnica. Assim, mesmo que a FIPE ofereça uma linha de referência, o preço efetivo para a apólice pode variar conforme o perfil da frota, o uso regional, o tipo de mercadoria transportada, a idade e o estado geral do veículo. Essa combinação de fatores ajuda as seguradoras a precificar adequadamente os prêmios, as franquias e as coberturas adicionais, assegurando proteção frente a diversos cenários, desde danos causados por colisões até ocorrências de roubo e incêndio, bem como responsabilidade civil.

Cuidados e considerações de seguro para caminhões antigos

Ao considerar uma seguradora para um Scania T-113 E 310 6×4 de 1994, vale observar alguns pontos que costumam influenciar o custo e as condições da apólice:

• Manutenção documentada: manter um histórico de revisões, substituições de componentes críticos e registros de peças ajuda a demonstrar boa condição do veículo, o que pode reduzir o prêmio.

• Perfil de uso: rotas de longo curso com paradas em áreas bem assistidas costumam resultar em condições de seguro mais estáveis, em comparação a operações em áreas com maior risco de roubo ou desgaste acelerado.

• Coberturas essenciais: para caminhões clássicos da FIPE, costuma-se buscar cobertura de responsabilidade civil obrigatória, danos a terceiros, incêndio, roubo e colisão, além de assistência 24h e proteção para carga quando aplicável.

• Valor de reposição e franquias: considerando a idade do veículo, o seguro pode trabalhar com valor de reposição a partir de fontes técnicas, uso de franquias proporcionais e possibilidades de coberturas adicionais para peças de reposição originais ou alternativas de terceiros.

Para orientar a tomada de decisão, é útil discutir com especialistas que entendam do mercado de seguro para frota antiga, avaliando cenários de utilização, depreciação estimada e condições de renovação ou substituição de ativos dentro do portfólio de caminhões.

Se você está buscando uma análise de seguro que leve em conta as especificidades deste modelo, vale considerar uma cotação com a GT Seguros, que oferece orientações personalizadas para frotas e veículos pesados com foco em proteção adequada ao perfil da operação.