| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 69.515,00 |
| Fev/26 | R$ 69.669,00 |
| Jan/26 | R$ 69.823,00 |
| Dez/25 | R$ 69.957,00 |
| Nov/25 | R$ 70.063,00 |
| Out/25 | R$ 70.233,00 |
| Set/25 | R$ 70.460,00 |
| Ago/25 | R$ 70.610,00 |
| Jul/25 | R$ 70.724,00 |
| Jun/25 | R$ 70.796,00 |
| Mai/25 | R$ 70.939,00 |
| Abr/25 | R$ 71.004,00 |
Guia prático para interpretar a Tabela FIPE do Scania T-113 E 310 6×4 com cabine 2 portas (diesel) de 1996
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para caminhões usados
A Tabela FIPE funciona como um referencial de preços médios de veículos usados no Brasil, reunindo dados de negociações reais e consolidando um valor de referência para cada modelo, ano e versão. Ao falar de caminhões como o Scania T-113 E 310, a avaliação a partir da FIPE ajuda proprietários, frotistas e corretoras a entenderem o valor de reposição ou de venda, além de embasar a definição de coberturas de seguro com maior precisão. É importante esclarecer que a FIPE não dita um preço único em todas as situações: o valor pode variar conforme a condição do veículo, a kilometragem, a conservação da carroceria e a existência de peças originais, entre outros fatores. Nesse contexto, a tabela funciona como uma referência estável, que orienta negociações, impostos e, principalmente, a tomada de decisão sobre a proteção contratual.
Para quem atua no segmento de seguros, compreender a estrutura da FIPE facilita a comunicação com clientes que desejam segurar ativos de transportes de carga. Caminhões com especificações técnicas fortes, como o 6×4 de cabine simples, costumam apresentar particularidades de risco que influenciam o prêmio. Por isso, além do valor de referência, é fundamental considerar o estado de conservação, o histórico de manutenções e o tipo de operação que o veículo realiza no dia a dia. A boa prática é usar a FIPE como base, e inserir informações adicionais relevantes no momento da cotação para seguro, de forma objetiva e clara.

Ficha técnica resumida do Scania T-113 E 310 (1996)
- Segmento e configuração: caminhão pesado com tração 6×4, cabine simples de 2 portas, projetado para rodar com carroceria flat, baú ou carga seca conforme a necessidade de cada operação.
- Motor e desempenho: motor diesel de alta cilindrada, turboalimentado e com injeção direta, capaz de entregar potência nominal em torno de 310 cv, com torque robusto adequado para trabalho de transporte de cargas pesadas em estradas e trechos urbanos com rampas moderadas.
- Transmissão e eixo: transmissão manual de múltiplas marchas (comum em caminhões dessa era) acoplada a um sistema de tração que distribui a força para as rodas traseiras, compondo o conjunto 6×4 típico dessa configuração. A relação de marchas varia conforme a versão, visando equilíbrio entre velocidade de cruzeiro e torque em subidas.
- Carroceria, peso e capacidade: peso bruto total (PBT) típico para esse tipo de veículo fica na faixa de muitos milhares de quilos, com capacidade de carga útil compatível com operações de frete de grande porte. A cabine 2 portas facilita o acesso rápido ao posto de condução, especialmente em operações de longas distâncias. A configuração 6×4, aliada a uma carroceria apropriada, oferece bom equilíbrio entre tração, estabilidade e capacidade de tração de reboques ou semirreboques conforme o uso pretendido.
A marca Scania: tradição, inovação e presença no transporte brasileiro
A Scania é uma referência mundial em soluções de transporte pesado, reconhecida pela robustez de seus motores, pela engenharia focada em eficiência de combustível e pela confiabilidade de seus conjuntos mecânicos. No Brasil, a marca encontrou um ambiente fértil para atuação, com demanda por caminhões capazes de enfrentar cargas expressivas, quilômetros de rodovia e condições de carga variável. A reputação da Scania está associada a redes de assistência técnica bem estruturadas, disponibilidade de peças originais e tecnologia que busca reduzir o tempo de ociosidade de frotas, fator crítico para operações logísticas.
Além da performance, a Scania tem histórico de investimento em soluções de gestão de frota, telemetria e serviços que ajudam empresas a monitorar consumo, desgaste e padrões de uso, características que influenciam o custo total de propriedade. Em veículos com configuração 6×4, como o T-113 E 310, o equilíbrio entre motor forte, transmissão confiável e chassis adequado para diferentes tipos de carroceria é determinante para atender tanto operações de frete regional quanto de longa distância com demanda por potência de tração estável em vias desafiadoras.
Implicações da FIPE para seguros de caminhões 6×4 como o T-113 E 310
Ao planejar a proteção de um caminhão desse porte, o corretor exige uma visão clara não apenas do preço de referência, mas também dos fatores de risco associados. A FIPE ajuda a situar o valor de reposição ou de indenização proporcional, o que é essencial para o cálculo de prêmios, franquias e limites de cobertura. Porém, a natureza do risco para esse tipo de veículo envolve mais do que o valor atual; fatores operacionais – como o tipo de carga, o itinerário (médio ou longo curso), as regiões de atuação e o regime de manutenção – influenciam diretamente a avaliação de risco. Caminhões com tração 6×4 costumam apresentar maior exigência de manutenção de freios, suspensão, sistema de direção e o eixo traseiro, devido ao esforço repetido em operações de carga pesada e condições de rodagem diversas.
Portanto, ao comparar condições de seguro, vale considerar:
– História de sinistros e incidentes anteriores, que pode impactar o prêmio e as condições da apólice.
– Quilometragem anual estimada e intensidade de uso (frete de carga pesada, longas distâncias ou trajetos com muitos trechos urbanos).
– Estado geral de conservação da cabine, motor, sistema de transmissão e freios, já que desgaste excessivo aumenta o risco de falhas mecânicas.
– Valor de reposição ou indenização desejado, respeitando a referência da FIPE para o modelo específico, ano e configuração.
Dicas práticas para quem possui ou negocia uma Scania T-113 E 310 1996
Operar e manter um caminhão dessa geração requer atenção a aspectos que vão além da mecânica. A seguir, quatro orientações que ajudam a preservar o valor do ativo e reduzem riscos na contratação de seguros:
- Manutenção preventiva regular: siga o plano de revisões recomendado pela Scania ou pelo fabricante da carroceria. Verificações periódicas de motor, sistema de freios, alinhamento de suspensão e componentes do eixo são cruciais para evitar falhas catastróficas em trechos longos.
- Conservação da cabine e carroceria: mantenha a cabine com tratamento anticorrosivo, revise vedação de portas e janelas, e trate qualquer sinal de ferrugem. Um interior bem conservado também reduz o desgaste geral do veículo.
- Gestão de pneus e rodas: câmbio 6×4 demanda atenção especial aos pneus dianteiros e traseiros, incluindo rodízio periódico, alinhamento e monitoramento da profundidade de piso para evitar desperdícios de combustível e aumenta a estabilidade de condução.
- Documentação e histórico de serviço: mantenha em dia licenças, certificados de inspeção técnico-operacional, além do registro de manutenções com datas, peças originais e quilometragem correspondente. Uma documentação bem organizada facilita a avaliação pelo seguro, além de facilitar eventuais negociações de venda ou de garantia estendida.
Considerações finais sobre seguro para esse perfil de veículo
Para quem atua em corretagem, entender o conjunto FIPE, as especificações técnicas e o histórico de uso ajuda a personalizar a proteção de forma adequada. Caminhões 6×4 com motor robusto e carrocerias versáteis costumam exigir coberturas que contemplam danos a terceiros, colisões, incêndio, roubo/furto e, dependendo da operação, riscos específicos como intempéries que afetam a carroceria de carga. Além disso, é comum avaliar opções de proteção para acessórios e equipamentos da carroceria, bem como coberturas para responsabilização civil decorrente de operações logísticas. A escolha de franquias, limites e a necessidade de assistência 24 horas variam conforme o perfil da frota, a região de atuação e as exigências contratuais do contrato com o cliente. Em qualquer cenário, uma leitura atenta da relação entre o valor de referência da FIPE, o estado do veículo e o uso operacional é o caminho mais seguro para chegar a um acordo de seguro justo e eficiente.
Para aqueles que buscam tranquilidade adicional na proteção de um ativo tão relevante para a operação logística, vale considerar uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação personalizada pode ajustar coberturas às necessidades, equilibrando custo-benefício e segurança operacional.
