Valor FIPE Atual
R$ 84.118,00
↓ 0,5% vs mês anterior
FIPE: 513064-6
Ano: 1995-3
MêsPreço
Jan/26R$ 84.118,00
Dez/25R$ 84.541,00
Nov/25R$ 84.966,00
Out/25R$ 85.393,00
Set/25R$ 85.823,00
Ago/25R$ 86.255,00
Jul/25R$ 86.536,00
Jun/25R$ 86.971,00
Mai/25R$ 87.409,00
Abr/25R$ 87.849,00
Mar/25R$ 88.291,00
Fev/25R$ 88.735,00

Panorama técnico-histórico da SCANIA T113 E320 6×4 2p (diesel) de 1995 dentro da Tabela FIPE

Ao analisar uma referência da Tabela FIPE para a SCANIA T113 E320, ano 1995, com configuração 6×4 e cabine de 2 posições (2p) movida a diesel, é importante cruzar dados de engenharia, uso prático e o impacto desses atributos no seguro de frotas. Este texto busca oferecer uma visão educativa e prática para corretores de seguros, gestores de frota e profissionais que lidam com avaliações de risco associadas a caminhões pesados de meia-idade. Embora o foco seja a referência FIPE como base de avaliação, a compreensão de como cada elemento técnico influencia a apólice ajuda a formular coberturas mais adequadas, evitando surpresas em sinistros ou em renovação de contratos.

Ficha técnica essencial da SCANIA T113 E320 6×4 2p diesel (1995)

  • Motorização: diesel de 11,1 litros com potência nominal de 320 cavalos. Trata-se de uma unidade típica da família DS11, conhecida por entregar desempenho suficiente para deslocar carga expressiva em rotas rodoviárias e em trechos de estacionamento desafiadores. A combinação entre cubo de motor grande e turbocompressor favorece torque suficiente para ultrapassar trechos com peso elevado, o que é comum em operações de distribuição de cargas médias a pesadas, além de trabalhos de transporte de cargas especiais em áreas industriais.
  • Transmissão: câmbio manual de múltiplas marchas, com configuração tradicional da época e adequação para veículos de grande porte. Em tantos modelos da linha T, era comum encontrar mosaico de velocidades que permitia manter o motor próximo às faixas de operação eficientes, equilibrando consumo de combustível, capacidade de arrancada e controle em terrenos variados. A transmissão, associada ao eixo dianteiro/trasero, também respondia pela robustez exigida em rotas com desníveis, aclives e condições de pavimento menos estáveis.
  • Configuração de tração: 6×4, com três eixos, sendo dois deles tracionados. Esse arranjo confere maior tração e distribuição de peso, o que é crucial para operações com cargas pesadas e/ou em vias com piso irregular. A configuração 6×4 favorece a estabilidade em curvas, maior capacidade de frenagem em trechos de subida e melhor aderência em solos escorregadios, além de permitir empregar carrocerias com diferentes tipos de carga, desde contêineres até plataformas de madeira, metal ou madeira-agregada.
  • Cabine e peso: cabine para 2 pessoas (2p) com layout de dia, típico da linha T na versão de serviço pesado. A configuração de cabine reduz o espaço interior, priorizando ergonomia do motorista e espaço útil para a operação diurna, o que facilita manobras em pátios, portos ou centros logísticos. O peso bruto total (PBT) varia conforme a carroceria e o conjunto de equipamentos adicionais, ficando com faixas na casa dos 28.000 a 32.000 kg, dependendo da configuração de lastro, tanque de combustível, e componentes do conjunto de freios e suspensão. Essa faixa de PBT é relevante para determinar limites de responsabilidade, custos de operação e, consequentemente, as coberturas ideais na apólice de seguro.

Contexto de marca: Scania e a influência na gestão de seguros

A Scania é uma fabricante sueca reconhecida globalmente pela simbiose entre robustez, tecnologia de motor e soluções de gestão de frota. Em termos de seguro, a marca costuma influenciar três pilares importantes: confiabilidade mecânica, disponibilidade de peças e rede de serviço. Caminhões da linha T, especialmente com configuração 6×4, costumam exigir know-how técnico específico tanto na manutenção quanto no reparo pós-sinistro. A disponibilidade de peças originais Scania, bem como a abrangência de oficinas autorizadas, costuma reduzir tempos de imobilização e, por consequência, o custo indireto de sinistros para frotas que dependem de veículos em operação diária. Além disso, a percepção de valor residual mais estável pode impactar positivamente o prêmio, desde que a seguradora possa confirmar a procedência, histórico de manutenção e regularidade de inspeções técnicas.

Tabela FIPE SCANIA T-113 E 320 6×4 2p (diesel) 1995

Na prática, para uma referência FIPE como a SCANIA T113 E320 6×4 2p diesel de 1995, as seguradoras costumam considerar o conjunto motor/transmissão, a durabilidade de componentes de eixo e suspensão, o estado da cabine e a integridade de mecanismos de segurança — freios, ABS (quando equipado) e dispositivos de proteção de carga. Em muitos casos, o perfil de motorista, a finalidade da frota (distribuição urbana, transporte regional ou uso em operações pesadas) e o histórico de sinistros do veículo ou da empresa pesam tanto quanto a idade do veículo. Em termos de manutenção, uma rede de assistência com disponibilidade de peças originais Scania e serviços regulares de inspeção ajudam a manter o valor do veículo estável e reduzem a probabilidade de sinistros causados por falhas mecânicas.

É relevante observar que a Tabela FIPE funciona como referência de preço histórico, e não como garantia de valor para seguro. O papel dessa base é orientar o ajuste de prêmios, a avaliação de depreciação e a definição de limites de cobertura. Para veículos com mais de duas décadas, como o modelo de 1995 em questão, o reconhecimento da documentação de manutenção, a comprovação de uso adequado e o registro de inspeções periódicas ganham peso significativo ao compor o contrato de seguro. Em linhas gerais, a combinação entre a qualidade da marca, a robustez do conjunto motriz e a configuração de chassis influencia a percepção de risco pela seguradora, que, por sua vez, busca equilibrar disponibilidade de cobertura com custos operacionais para o segurado.

Aspectos práticos de uso, risco e cobertura para o modelo FIPE SCANIA

Ao planejar a proteção de uma SCANIA T113 E320 6×4 2p diesel de 1995, é essencial alinhar a apólice com o uso real da unidade e com o parque de veículos da frota. Entre os fatores que costumam impactar o prêmio e as condições de cobertura estão: a finalidade da operação (logística de distribuição, transporte de carga geral, ou uso especializado), a rota típica (urbana vs. rodoviária), a idade do veículo e a intensidade de quilometragem anual. Veículos dessa geração exigem atenção especial a itens como o estado do eixo traseiro, o sistema de freios (possibilidade de montagem de freios a disco em alguns modelos, caso equipado), suspensão e pneus, que influenciam o custo de manutenção e o risco de pane mecânica em operação. Além disso, a cabine representa um ponto sensível em termos de custo de reparo em caso de tombamento ou impacto, já que danos à estrutura podem exigir substituição ou recondicionamento, impactando o valor segurado e o tempo de reposição do veículo.

Para o corretor de seguros, é útil entender que o FIPE funciona como referência de preço e não substitui uma avaliação detalhada do estado atual do veículo. Quando a frota utiliza esse modelo específico, a experiência de condução, a estabilidade do motor em rota de carga, a capacidade de retomada de velocidade em pista com inclinação, bem como a percepção de risco de roubo em determinados itinerários, ganham relevância para a composição das coberturas. Em termos de seguros, as coberturas comumente recomendadas para caminhões pesados incluem danos a veículo (roubo, colisão, incêndio), responsabilidade civil, danos a carga, assistência 24h, e, dependendo do uso, opções adicionais de proteção a terceiros, proteção de motor e proteção de terceiros com carga. A natureza específica de cada contrato pode variar conforme a seguradora, o perfil da frota e as cláusulas de uso previstas na apólice.

Além disso, a idade do veículo exige uma gestão ativa de risco: manter o histórico de manutenção em dia, registrar inspeções técnicas periódicas, e documentar certificações de conformidade com normas de segurança. O custo de reparos para um veículo de 1995 pode ser influenciado pela disponibilidade de peças originais, pelo tempo de inatividade durante reparos e pela qualidade da assistência técnica na região onde a frota opera. Por essa razão, corretores e gestores de frota costumam enfatizar a importância de contratos com cobertura abrangente, que protejam não apenas o veículo, mas também a carga, a responsabilidade civil e a assistência emergencial, itens cruciais para reduzir o impacto financeiro de eventuais sinistros.

Um ponto adicional para a avaliação de seguros envolvendo a T-113 E320 6×4 2p é a avaliação de riscos operacionais específicos, como a probabilidade de desgaste de componentes de eixo, a necessidade de substituição de sistemas de frenagem com maior frequência, e a possibilidade de danos à cabine decorrentes de tombamento ou impactos com guias e barreiras em áreas rurais ou de trânsito intenso. A FIPE, sendo uma referência histórica, ajuda a posicionar o valor de reposição/indenização, mas a proteção efetiva depende de uma combinação de variáveis: histórico de manutenção, regularidade de inspeções, estado de pneus e suspensão, qualidade da rede de atendimento e, claro, a escolha de coberturas alinhadas ao modelo e à operação da frota.

Para equipes de gestão de riscos, aprender a interpretar essas nuances facilita a comunicação com seguradoras e facilita a construção de propostas mais realistas. Em particular, a SCANIA T113 E320 6×4 2p de 1995 tende a exigir atenção especial nos custos de reparo e na manutenção de longo prazo; ao mesmo tempo, sua estrutura robusta e a rede de suporte da marca costumamos ver, em muitos casos, uma relação custo-benefício favorável para frotas que operam em ambientes desafiadores ou que precisam de confiabilidade consistente para entregas, especialmente quando a localização geográfica exige serviços regulares de manutenção em curto prazo. Em síntese, a combinação de motor potente, configuração de tração robusta e cabine simples, quando gerida com um programa de seguro bem estruturado, pode oferecer proteção adequada para esse tipo de ativo com histórico de FIPE específico.

Concluindo, a Tabela FIPE para a SCANIA T113 E320 6×4 2p diesel de 1995 serve como referência central para comparação de anúncios e avaliação de ativos, mas a apólice ideal é aquela que reflete o uso prático, o estado real do veículo, a cobertura necessária para a carga e as particularidades da operação da frota. A verificação de documentação, a checagem de histórico de manutenção e o alinhamento entre as regras da seguradora e o comportamento da frota são passos fundamentais para construir uma proteção eficiente, minimizando riscos e despesas inesperadas ao longo da vida útil do veículo.

Se você estiver avaliando a proteção deste veículo específico, considere falar com um consultor de seguros que entenda as particularidades de caminhões pesados da década de 1990, especialmente quando associados a uma referência FIPE de 1995. Uma cotação adequada deve contemplar não apenas o valor do veículo, mas também a natureza da operação, as rotas, as condições de trânsito locais e o histórico de manutenção. A abordagem correta ajuda a manter a frota operando com menor tempo de inatividade e com custos sob controle.

Chamada sutil para cotação: para garantir que sua proteção esteja alinhada com as características desta SCANIA T113 E320 6×4 2p diesel de 1995, peça uma cotação com a GT Seguros e avalie opções pensadas para frotas com esse perfil.