| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 89.338,00 |
| Fev/26 | R$ 89.535,00 |
| Jan/26 | R$ 89.985,00 |
| Dez/25 | R$ 90.438,00 |
| Nov/25 | R$ 90.574,00 |
| Out/25 | R$ 91.030,00 |
| Set/25 | R$ 91.488,00 |
| Ago/25 | R$ 91.948,00 |
| Jul/25 | R$ 92.411,00 |
| Jun/25 | R$ 92.876,00 |
| Mai/25 | R$ 93.343,00 |
| Abr/25 | R$ 93.813,00 |
Como interpretar a Tabela FIPE para o SCANIA T-113 E 320 6×4 2p (diesel) 1997
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados, inclusive caminhões pesados como o SCANIA T-113 E 320 6×4 2p (diesel) 1997. Para quem atua como corretor de seguros, compreender como essa referência é estruturada e quais variáveis influenciam seus números ajuda a embasar avaliações de risco, o dimensionamento de coberturas e a comunicação com clientes que desejam saber o que estão segurando. Este artigo explora o entrelaçamento entre a Tabela FIPE, o modelo específico citado e as implicações para seguros, com foco educativo e informativo. Vamos além do preço: vamos entender o que de fato impacta o valor de um caminhão antigo e como isso se traduz em proteção adequada.
Contexto e relevância da Tabela FIPE para caminhões Scania
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) mantém uma base de dados que consolida preços médios observados em transações de veículos usados no mercado brasileiro. Em termos simples, a tabela serve como uma referência para o valor referencial de venda, compra, aluguel e, especialmente, para a análise de seguro. Para caminhões de grande porte, como o SCANIA T-113 E 320, esse referencial é útil como ponto de partida para entender o valor recuperável em caso de sinistro, além de subsidiar a definição de prêmio com base na importância do bem segurado. No entanto, é fundamental entender que a FIPE não determina um preço fixo: o valor de negociação real pode variar conforme fatores específicos do veículo, do histórico de uso e do cenário de mercado no momento da avaliação. A partir dessa ideia, a ficção de valor na prática é um equilíbrio entre o que a tabela sugere e o que o veículo realmente representa em termos de estado, de funcionalidade e de condições de uso.

Ficha Técnica resumida do SCANIA T-113 E 320 6×4 2p (diesel) 1997
- Motor: seis cilindros em linha, turboalimentado, diesel; potência aproximadamente 320 cv; torque em torno de 1.200 Nm, variando conforme configuração e calibração.
- Transmissão/Tração: transmissão manual com múltiplas marchas; configuração de tração 6×4 (três eixos, sendo dois traseiros motrizes) adequada para carga pesada e deslocamentos longos.
- Configuração e carroceria: cabine de duas portas; chassi robusto projetado para cargas volumosas e alta demanda de uso industrial; opções de carroceria variada conforme a aplicação (carga geral, containers, rodoviários, entre outros).
- Peso e capacidade: Peso Bruto Total (PBT) típico para esse conjunto varia conforme carroceria e regulamentação local, com faixas comuns entre o extremo superior de caminhões pesados; a configuração 6×4 permite capacidade de carga considerável, adequada para transporte de cargas pesadas em longas distâncias.
Como a FIPE reflete as variações de valorização e o que isso significa para aluguel e seguro
A Tabela FIPE utiliza uma metodologia que considera, entre outros fatores, o tempo de uso, a idade do veículo, a depreciação esperada com o passar dos anos e as condições de mercado. No caso de caminhões pesados como o SCANIA T-113 E 320, a idade do chassis e a robustez do conjunto mecânico costumam ser pontos centrais para entender o valor de referência. Além disso, itens como a condição estética da cabine, o estado dos componentes da transmissão, o desempenho do sistema de freios, a estabilidade do trem de força e o histórico de manutenções impactam o quanto o veículo pode se aproximar ou divergir do valor indicado pela FIPE. Em termos práticos, isso significa que dois caminhões com a mesma nomenclatura de modelo e ano podem apresentar valores FIPE distintos ao serem avaliados por uma seguradora, justamente por divergências no estado de conservação, na quilometragem, no tipo de serviço ao qual foram destinados (carga seca, contêineres, transporte de líquidos, etc.) e na documentação de manutenção.
Quando corretores de seguros utilizam a FIPE como referência, eles costumam considerar a tabela como um referencial de mercado. O objetivo é estimar o valor segurável de maneira que, em caso de sinistro, a indenização tenha aderência ao que o mercado entende por justo para aquele veículo na data da avaliação. Por outro lado, a FIPE não substitui a avaliação individual do veículo. Em veículos com particularidades — como proteções adicionais, modificações de carroceria, equipamentos de telemetria, ou sistemas de segurança especiais —, é comum que o valor segurado seja ajustado de forma diferenciada para refletir a realidade daquele conjunto específico. Em suma, a FIPE serve como base, mas a seguradora pode, com base em políticas internas e nos dados do veículo, ajustar o valor para evitar distorções entre o que é segurado e o que, de fato, pode ser recuperado em um sinistro.
Fatores determinantes que influenciam o valor FIPE para o SCANIA T-113 E 320 6×4 2p
Para entender por que o valor FIPE pode variar entre veículos do mesmo modelo, é importante reconhecer os fatores que costumam influenciar esse ajuste. Entre eles, destacam-se:
1) Quilometragem acumulada: caminhões que rodaram menos têm maior probabilidade de manter condições mecânicas melhores e, por isso, podem estar mais próximos de faixas de valor mais altas. Em contrapartida, aquele histórico de uso intenso com percursos longos tende a reduzir o valor de revenda devido ao desgaste acumulado e aos custos de manutenção.
2) Condição de motor, transmissão e freios: o estado funcional do trem de força, combinado com a integridade do sistema de freios e com a resposta da suspensão, influencia fortemente a percepção de valor. Peças de desgaste elevado, vazamentos, ruídos anormais ou manutenções incompletas reduzem o valor de mercado e, por consequência, o valor referencial da FIPE para aquele veículo específico.
3) Documentação e histórico de manutenção: históricos completos, com notas de serviço, trocas de fluidos e registros de revisões, costumam conferir maior confiabilidade ao veículo, mantendo o conteúdo valorado pela FIPE em patamares mais estáveis. A presença de documentação de recall, atualizações de software e de sistemas de segurança também pode favorecer o reconhecimento de valor pela seguradora.
4) Condição da carroceria e de acessórios: a presença de danos estruturais, ferrugem, estado de pintura, integridade das portas, janelas, iluminação e a condição da carroceria influenciam o que a FIPE pode interpretar como valor de mercado. Equipamentos adicionais, como sistemas de telemetria, sensores de apoio à condução ou plataformas elevatórias, podem atuação
