| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 73.189,00 |
| Fev/26 | R$ 73.351,00 |
| Jan/26 | R$ 73.727,00 |
| Dez/25 | R$ 75.232,00 |
| Nov/25 | R$ 75.346,00 |
| Out/25 | R$ 75.528,00 |
| Set/25 | R$ 75.771,00 |
| Ago/25 | R$ 75.931,00 |
| Jul/25 | R$ 76.053,00 |
| Jun/25 | R$ 76.130,00 |
| Mai/25 | R$ 76.283,00 |
| Abr/25 | R$ 76.352,00 |
Visão técnica e contextualização da Tabela FIPE para o Scania T-113 E 360, 6×4, 2 portas (diesel) de 1992
Quando falamos de seguros de frota, histórico de manutenção e avaliação de risco, a Tabela FIPE funciona como uma referência amplamente utilizada no Brasil para caminhões e outros veículos comerciais. No universo dos caminhões pesados, modelos da marca Scania costumam figurar entre as opções de maior robustez operacional, especialmente em operações que exigem tração firme, resistência em longas distâncias e compatibilidade com diferentes tipos de carga. A Tabela FIPE para o Scania T-113 E 360, configurado em 6×4 com cabine de 2 portas (2p) e propulsionado por diesel, de 1992, revela particularidades que importam tanto para a gestão de riscos quanto para o planejamento financeiro de uma empresa transportadora. A explicação a seguir contextualiza esse veículo dentro da tabela de valores, sem apresentar dados de preço, conforme a ética de uso deste espaço de publicação.
A ideia central é facilitar a compreensão de como as especificações técnicas influenciam a avaliação de risco na apólice de seguro, bem como orientar operadores logísticos, corretores e gestores de frota sobre as nuances desse tipo de caminhão antigo, ainda relevante para inúmeras operações urbanas e rodoviárias no Brasil. Em linhas gerais, o T-113 E 360 representa uma categoria de veículo com grande potencial de produtividade, mas que exige atenção especial em relação à despesa de manutenção, disponibilidade de peças e adequação a normas de segurança modernas. Abaixo, desmembramos a ficha técnica, exploramos a história da marca, discutimos a leitura da FIPE para esse modelo específico e apontamos caminhos práticos para quem administra seguros e frotas com esse tipo de caminhão.

Ficha Técnica do Scania T-113 E 360 6×4 2p (diesel) 1992
- Configuração: caminhão pesado com tração 6×4, cabine classificada como 2 portas (2p).
- Motorização: motor diesel com turbo e intercooler, potência nominal em torno de 360 cv, projeto voltado para alto torque em faixas médias e altas para cruzar com cargas pesadas.
- Transmissão: câmbio manual de múltiplas marchas, adequado a operações de carga elevada e terrenos variados, com seleção de marchas para trabalho de longo curso e deslocamentos urbanos com peso significativo.
- Aplicação típica: transporte de cargas pesadas em trechos longos ou operacionais que exigem tração estável, como carreagens de fora de estrada, logística de manufatura, distribuição de granéis a partir de centros de distribuição ou operações que exigem boa capacidade de reboque e resistência a condições adversas.
Observação importante sobre a ficha técnica: os detalhes exatos podem variar conforme a configuração original de fábrica, as opções escolhidas no momento da montagem (eixo, cabine, itens de conforto e de proteção), além de modificações ocorridas ao longo da vida útil do veículo. Por isso, ao consultar a FIPE para o seu veículo específico, é essencial observar o estado de conservação, o histórico de manutenções, a quilometragem e as alterações diversas que possam ter sido realizadas pela frota proprietária. A partir desse conjunto de informações, a avaliação na seguradora pode refletir com maior fidelidade o risco agregado do bem.
A marca Scania: legado de engenharia, inovação e serviço
A Scania é uma fabricante sueca de soluções em transporte, conhecida pela produção de caminhões, ônibus, motores e soluções de mobilidade avançadas. Fundada em 1891, a empresa consolidou-se ao longo de décadas como referência em engenharia pesada, com foco na confiabilidade, eficiência operacional e suporte técnico de longo prazo. A filosofia da Scania tem raízes em três pilares centrais: qualidade de construção, desempenho consistente e serviço de rede abrangente. Esses elementos formam a base de uma marca que, mesmo diante de mudanças de mercados e flutuações econômicas, mantém uma presença significativa em rotas de logística, construção pesada, mineração e setores que demandam transporte de grande porte.
Um dos traços distintivos da Scania é a ênfase em tecnologia aplicada ao desempenho. Ao longo dos anos, a marca investiu em motores mais eficientes, sistemas de gestão de frota, telemática e recursos de segurança que ajudam a reduzir custos operacionais, aumentar a disponibilidade da frota e melhorar a proteção de motoristas. A robustez estrutural de seus caminhões é muitas vezes associada a uma combinação de materiais resistentes, projetos de chassis robustos e sistemas de freios que respondem com confiabilidade sob cargas elevadas. No contexto de uma configuração 6×4, esse legado se traduz em capacidade de tração, estabilidade em desníveis e resistência à fadiga, qualidades que costumam justificar decisões no âmbito de seguros, manutenção e renovação de frota.
Embora o Scania T-113 E 360 seja um exemplar de uma linha antiga, a marca continua sendo reconhecida pela disponibilidade de peças, pela rede de assistência técnica e pela possibilidade de ajustes de configuração conforme as necessidades de operação. Isso influencia diretamente o aspecto financeiro da gestão de seguros: veículos com histórico de serviço e rede de suporte bem estabelecida tendem a ter processos de sinistro mais ágeis, custos de manutenção mais previsíveis e, às vezes, melhores condições de cobertura para programas de renovação de frota. Por esse motivo, entender o papel da marca na composição do risco é relevante para quem trabalha com avaliação de prêmios, apólices e gestão de ativos de transporte.
Como a Tabela FIPE ajuda na percepção de risco e na gestão de seguros
A Tabela FIPE funciona como uma base de referência que, entre outros usos, orienta corretores, seguradoras e clientes sobre o valor de reposição ou de referência de mercado de determinados modelos de veículo. Para caminhões como o Scania T-113 E 360 6×4 2p (diesel) de 1992, o valor referencial da FIPE pode servir como parâmetro para calibrar a indenização em casos de colisão ou roubo, bem como para fundamentar avaliações de quebra de estoque, venda de peças usadas e planejamento de substituição de ativos. Vale notar que o FIPE não determina o prêmio de seguro de forma isolada: o preço de referência é apenas uma peça do quebra-cabeça que envolve histórico de uso, estado de conservação, kilometragem, localização geográfica, perfil de operação (cargo, rota, tempo de uso diário), entre outros fatores.
Entre os elementos que influenciam a leitura da FIPE para esse veículo específico, destacam-se os seguintes aspectos:
Condição e histórico de uso: caminhões históricos tendem a apresentar variações mais acentuadas no valor de referência, uma vez que seu desgaste anula parte da eficiência original. A idade do veículo, somada à quilometragem real, pode reduzir o valor de reposição, afetando a percepção de risco por parte da seguradora. Manutenções regulares, liberação de certificados de inspeção veicular e a existência de histórico de acidentes também entram na fórmula de avaliação de seguro.
Configuração de eixo e aplicação: a configuração 6×4 implica maior complexidade do trem de força, com maior demanda de componentes e maior custo potencial de reposição. A cabina com duas portas facilita o acesso operacional, mas, em termos de seguro, aumenta a exposição a danos em vias públicas, carga e descarga, e manobras em espaços confinados. A natureza da operação — se envolve transporte de cargas perigosas, por exemplo — também exerce impacto significativo no prêmio.
Equipamentos de segurança e proteção: itens como freios, sistemas de airbags (quando disponíveis na linha de produção, ainda que raro em um modelo de 1992), dispositivos de retenção, iluminação de trabalho e sistemas de telemetria de frota podem influenciar a percepção de risco e, consequentemente, o custo do seguro. Mesmo que nem todos esses itens estivessem disponíveis na configuração original, a presença de melhorias ao longo da vida útil pode favorecer condições de cobertura com margens mais estáveis.
Condições de mercado e disponibilidade de peças: para modelos mais antigos, a disponibilidade de peças originais pode afetar o tempo de reparo e o custo de reposição. Em regiões onde a rede de assistência Scania é bem estabelecida, as operações de sinistro costumam ocorrer com maior agilidade, o que, por sua vez, pode influenciar positivamente as condições de contratação de seguros, especialmente para contratos de longa duração de frota.
Uso operacional e localização geográfica: caminhões que passam muito tempo rodando em rotas de longo curso, com carga pesada, tendem a ter desgaste acelerado de componentes, o que impacta a expectativa de vida útil de certas peças. Em contraste, aplicações mais curtas ou em ambientes urbanos com paradas frequentes também moldam o perfil de risco de forma distinta. A FIPE, nesse caso, é apenas um dos insumos; a seguradora ajusta prêmios com base no protocolo interno de avaliação de risco para cada veículo da frota.
Observações sobre seguro e gestão de frota para o Scania T-113 E 360 6×4
Para empresas que operam frotas com caminhões Scania T-113 E 360 6×4, a gestão de seguro deve considerar estratégias de proteção de ativos que vão além da apólice tradicional. Um plano de seguros eficaz costuma combinar Cobertura contra Colisão, Roubo e Danos a Terceiros com serviços adicionais que ajudam na mitigação de riscos operacionais. Entre essas medidas, destacam-se:
– Manutenção programada e controle de desgaste: a periodicidade de revisões críticas, substituição de componentes de alto desgaste e monitoramento de sinais de fadiga ajudam a manter o veículo em condições ideais. A TI de frota, com dados de telemetria, pode indicar padrões de condução que reduzem o risco de sinistros, oferecendo ganhos de eficiência para as propostas de seguro.
– Registro de histórico e documentação: manter registros completos de manutenções, recall, inspeções e certificações é essencial para justificar a boa gestão da frota. Documentação organizada facilita a avaliação pela seguradora, contribuindo para condições mais estáveis de prêmio em contratos de renovação.
– Treinamento de motoristas e práticas de condução segura: caminhões 6×4, com peso elevado e maior diâmetro de manobra, exigem conduta de condução específica. Investir em treinamento de motoristas pode impactar positivamente a sinistralidade, pois reduz a probabilidade de acidentes e mau uso de equipamentos.
– Proteção de ativos e segurança física: a adoção de dispositivos antirroubo, iluminação adequada em rotas de carga, travas reforçadas, monitoramento por GPS e georreferenciamento ajudam a reduzir perdas por roubo. Além disso, a proteção de cabines, carroceria e componentes críticos minimiza o custo de reparo em caso de incidentes.
Observações finais e convite à reflexão prática
Ao considerar a Tabela FIPE para o Scania T-113 E 360 6×4 2p (diesel) de 1992, é crucial manter a leitura contextualizada: este é um veículo de uma geração anterior, cuja configuração ainda é útil para operações específicas de frota, mas envolve particularidades de manutenção, disponibilidade de peças e custo de reparo. A FIPE oferece uma referência de mercado, mas o sucesso da proteção de ativos depende da correlação entre condição real do veículo, política de seguros da empresa e estratégias de gestão de risco implantadas. Ao planejar ou revisar a apólice de seguro, vale a prática de consultar o corretor com as informações atualizadas sobre o estado do veículo, a trajetória da frota e o plano de reposição ou renovação de ativos.
Para quem administra frotas com esse tipo de caminhão, entender o papel da marca Scania, a configuração técnica e as nuances da Tabela FIPE é parte fundamental de uma estratégia de proteção eficiente. A combinação entre um veículo robusto, uma rede de suporte ampla e uma gestão de riscos bem estruturada cria condições mais estáveis para tomada de decisão, reduzindo surpresas no orçamento anual da frota e ampliando as oportunidades de manter operações produtivas mesmo diante de eventualidades de mercado.
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