| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 85.684,00 |
| Dez/25 | R$ 85.848,00 |
| Nov/25 | R$ 85.977,00 |
| Out/25 | R$ 86.184,00 |
| Set/25 | R$ 86.461,00 |
| Ago/25 | R$ 86.643,00 |
| Jul/25 | R$ 86.782,00 |
| Jun/25 | R$ 86.869,00 |
| Mai/25 | R$ 87.044,00 |
| Abr/25 | R$ 87.123,00 |
| Mar/25 | R$ 87.254,00 |
| Fev/25 | R$ 87.307,00 |
Visão geral da Tabela FIPE para o Scania T-113 E 360 6×4 2p (diesel) de 1993
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para caminhões pesados
A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados, incluindo caminhões de grande porte como o Scania T-113 E 360 6×4. Ela é mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) e serve como base para diversas operações comerciais, desde compra e venda até definição de seguros, financiamentos e avaliações de sinistros. Embora o valor FIPE resuma uma média de transações registradas, ele não representa exatamente o preço de venda em cada caso. Fatores como quilometragem, estado de conservação, histórico de manutenção, modificações no veículo, configuração de cabine, acessórios agregados e a demanda regional podem puxar o valor para cima ou para baixo em relação ao índice geral.
Para caminhões pesados com motor diesel, como o Scania T-113 E 360 6×4, a FIPE considera não apenas o ano de fabricação, mas também a versão e a configuração de tração. O código 360, presente no nome do modelo, costuma indicar uma potência elevada para a linha T-113 E, o que tende a influenciar a percepção de valor devido à capacidade de carga, desempenho em terrenos desafiadores e versatilidade de uso. Em termos de seguro, esse valor de referência é fundamental para estimar o valor de reposição ou de indenização em caso de sinistros, bem como para orientar a quantia segurada e o prêmio correspondente.

É importante reforçar que a Tabela FIPE atua como uma referência estável, mas não substitui uma avaliação técnica do veículo. Caminhões com mais de duas décadas de uso — como é o caso do Scania T-113 E 360, fabricado em 1993 — podem apresentar variações estruturais e de desgaste que não aparecem na primeira vista. Nesse contexto, corretores de seguros costumam cruzar o valor FIPE com inspeção técnica, histórico de manutenção, estado da cabine e do chassi, além de informações sobre a carga transportada e o uso diário do veículo para chegar a uma cotação de seguro mais precisa e alinhada ao risco envolvido.
Sobre a Scania: legado e relevância no segmento de caminhões pesados
A Scania é reconhecida mundialmente pela robustez, pela engenharia focada em economia de combustível e pela filosofia de serviço que inclui uma extensa rede de assistência técnica, peças originais e programas de manutenção preditiva. No Brasil, a marca consolidou uma posição de destaque no segmento de caminhões pesados, atendendo tanto o transporte de cargas quanto operações de construção, mineração e logística de grande porte. Os caminhões Scania são muitas vezes escolhidos por empresas que precisam de confiabilidade para operações contínuas, disponibilidade de peças e rede de assistência que minimize o tempo de inatividade.
Para o Scania T-113 E 360 6×4 2 portas, ano de 1993, a reputação da marca se soma a uma configuração de alto desempenho para atividades que exigem tração em três eixos, com boa capacidade de carga e robustez estrutural. Em termos de seguro, a marca transmite uma percepção de confiabilidade ao mercado, o que pode influenciar avaliações de risco favoráveis em algumas seguradoras, sobretudo quando há um histórico consistente de manutenção, calibração de componentes de freio, suspensão e sistema elétrico. Por outro lado, caminhões antigos e de uso intenso exigem maior cuidado com a preservação de itens sensíveis, como motor, transmissão e diferencial, bem como com o custo de reposição de peças originais, que tende a ser superior em veículos de padrão premium como os Scania.
Além da qualidade intrínseca, a Scania investe em suporte técnico, treinamentos para operadores e soluções de monitoramento de frota que ajudam as transportadoras a reduzir despesas operacionais ao longo do tempo. Essa abordagem é relevante para seguradoras, pois o histórico de uso eficiente, acompanhamentos de manutenção e a adoção de práticas de condução econômica estão ligados à minimização de sinistros e à longevidade da frota, fatores que influenciam positivamente a avaliação de risco e as condições de seguro ofertadas.
Ficha técnica do Scania T-113 E 360 6×4 2p (diesel) 1993
A seguir, apresento uma síntese técnica para contextualizar as características mais relevantes desse modelo específico, sem entrar em números que possam variar conforme a configuração de cada unidade. A ideia é orientar moradores de frota, corretores e proprietários na compreensão do que estrutura o veículo, especialmente do ponto de vista de seguro e de avaliação no FIPE.
- Configuração de chassi e tração: caminhão pesado com eixo dianteiro e dois eixos traseiros impulsionados (6×4), adequado para cargas elevadas e terrenos desafiadores, típico de aplicações rodoviárias e fora de estrada moderadamente exigentes.
- Cabine e portas: cabine de duas portas, com espaço para motoristas e comandos acessíveis, adequada para turnos longos e operação diária em bases logísticas, portos e obras.
- Motorização: diesel, com nomenclatura E360 associada a uma faixa de potência elevada para a época, projetada para oferecer torque estável em regimes de trabalho de caminhão pesado, especialmente em colinas, subidas íngremes e trechos com pavimento irregular.
- Transmissão e itens de transmissão: caixa de câmbio manual de várias marchas, com robustez necessária para manter a cadência de marchas em situações de carga e para suportar operações que exigem puxar carretas ou reboques de peso considerável, além de diferencial traseiro calibrado para tração em 6×4.
Desempenho, manutenção e custos operacionais
O Scania T-113 E 360 6×4, fabricado em 1993, representa uma geração de caminhões em que a engenharia de motor e transmissão privilegiava confiabilidade e capacidade de trabalho contínuo. Em termos de desempenho, esse tipo de veículo costuma entregar boa força de arranque e resposta em subidas, o que é essencial para operações de transporte de cargas volumosas e pesadas. Entretanto, por se tratar de um modelo antigo, a manutenção regular se torna ainda mais crucial para evitar falhas que possam comprometer a disponibilidade da frota.
Custos de operação para esse caminhão variam conforme a aplicação, o estado de conservação, a disponibilidade de peças originais e a experiência do motorista. Itens de manutenção como freios, suspensão, sistema de embreagem, turbocompressor (quando presente), sistema de arrefecimento e hardware elétrico devem receber atenção especial, já que falhas nesses componentes podem gerar perdas significativas de tempo e consumo adicional de combustível. A idade do veículo implica, ainda, em maior suscetibilidade a desgaste de componentes como junta de cabeça, anéis de pistão e válvulas, que, se não monitorados, podem impactar a performance e o consumo de diesel.
Do ponto de vista de seguros, a idade do veículo tende a aumentar o prêmio, principalmente se não houver um histórico claro de manutenção preventiva. Por outro lado, a Scania, com sua rede de assistência técnica, pode oferecer pacotes de manutenção programada que ajudam a reduzir o risco de sinistros e, consequentemente, os custos com reparos. Ao planejar a proteção, corretores costumam exigir documentação que comprove a regularidade de manutenções, além de avaliações técnicas que atestem o bom estado de componentes críticos como motor, câmbio, freios, eixo e chassis.
Aplicações práticas e cenários de uso
O Scania T-113 E 360 6×4 2p é adequado para operações que exigem robustez de tração, capacidade de carga e confiabilidade em condições de estrada mistas, incluindo trechos de rodovia, vias urbanas de grande movimento e, ocasionalmente, estradas de terra ou de acesso industrial. Em operações de logística de contêineres, transporte de carga fracionada em regiões com demanda elevada e atividades de construção, esse tipo de veículo costuma desempenhar um papel estável, ajudando a manter a produtividade da frota. A configuração 6×4 facilita o transporte de semirreboques leves a moderados, desde que o peso bruto total não exceda a capacidade estabelecida pelo fabricante e as leis locais.
Para equipes de seguros, é essencial considerar não apenas a capacidade de carga, mas também como a frota é gerenciada. Um histórico de manutenção em dia, com inspeções periódicas e substituição de peças conforme o manual do fabricante, reduz consideravelmente o risco de sinistros mecânicos. Já para proprietários que utilizam o veículo em regimes de operação com paradas longas, é vital manter uma rotina de conservação da aeronave de combustível, higiene do motor e proteção contra a corrosão, especialmente em zonas litorais ou com climatologia adversa.
Impacto da FIPE no seguro e na tomada de decisão
Quando o assunto é seguro de caminhões, a referência de valor FIPE serve como base para estimar o valor de reposição ou indenização em situações de sinistro. A partir dessa referência, as seguradoras definem a cobertura adequada, o valor segurado e o prêmio. Em modelos antigos como o Scania T-113 E 360 6×4, a FIPE ajuda a calibrar o risco financeiro de manter o veículo (por exemplo, se o custo de reposição com peças originais permanece viável) versus manter o veículo em operação com suporte de peças remanufaturadas ou alternativas. No entanto, o prêmio não depende apenas do valor FIPE: ele também considera o histórico de sinistros, o uso (carga seca, perecível, perigosa, etc.), o local de operação, a idade do motorista, a tipologia da carga e as opções de proteção escolhidas (cobertura contra colisão, incêndio, roubo, danos a terceiros, etc.).
Para quem administra uma frota de caminhões Scania, entender o papel da FIPE é fundamental para manter a competitividade do seguro sem comprometer a proteção da operação. Em alguns casos, seguradoras podem oferecer descontos para planos que incluam monitoramento de frota, telemetria e programas de manutenção preventiva, já que essas ações reduzem a probabilidade de ocorrências e aumentam a previsibilidade de custos.
Considerações práticas para proprietário e corretor de seguros
Ao lidar com um Scania T-113 E 360 6×4 2p (diesel) de 1993, certas práticas ajudam a tornar a cobertura mais alinhada com a realidade operacional. Considere os seguintes pontos ao planejar a proteção:
- Documentação de manutenção: mantenha registros de revisões, trocas de óleo, filtros, pastilhas de freio, estado de pneus e inspeções elétricas. A documentação reforça a confiabilidade da unidade na avaliação de risco.
- Histórico de sinistros: tenha um registro claro de ocorrências anteriores e das ações corretivas tomadas. Um histórico limpo pode favorecer condições de prêmio mais competitivas.
- Uso da frota: descreva com precisão o tipo de operação (logística urbana, longa distância, obras de infraestrutura, transporte de cargas especiais) para que a seguradora avalie os riscos específicos do cenário.
- Proteções adicionais: considere coberturas complementares, como proteção contra roubo/furto, danos a carga, responsabilidade civil de terceiros e cabine contra vandalismo, alinhando o pacote às necessidades reais da operação.
Em termos de mercado, convém fazer uma apresentação objetiva da situação do veículo: ano de fabricação, configuração 6×4, duas portas, motor diesel e a exigência de peças de reposição originais. Essas informações ajudam o corretor a estabelecer o melhor conjunto de coberturas, limites e franquias, bem como a estimar com mais precisão o custo total da proteção. Além disso, vale ressaltar que, para veículos com histórico robusto de manutenção, a seguradora pode aceitar condições mais favoráveis, como franquias mais moderadas ou pacotes com serviços de assistência 24 horas e opções de reposição em caso de perda total.
Conclusão e chamada para ação
O Scania T-113 E 360 6×4 2p (diesel) de 1993 representa uma combinação de robustez, capacidade de carga e tradição de engenharia que marcou época no segmento de caminhões pesados. Ao explorar a Tabela FIPE, corretores e proprietários podem obter uma referência útil para orientar negociações, avaliações de seguro e decisões de aquisição ou reposição. Entretanto, é essencial reconhecer que a realidade do mercado depende de muitos fatores dinâmicos — estado do veículo, histórico de manutenção, localização e condições de uso — que podem ampliar ou reduzir o impacto do valor de referência. Ao planejar a proteção do seu Scania, priorize uma abordagem que una o conhecimento técnico, a realidade operacional da frota e a gestão inteligente de riscos.
Se você está buscando opções de proteção que se ajustem ao seu cenário específico, vale considerar uma cotação com a GT Seguros.
