| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 88.722,00 |
| Dez/25 | R$ 87.844,00 |
| Nov/25 | R$ 90.100,00 |
| Out/25 | R$ 91.519,00 |
| Set/25 | R$ 91.813,00 |
| Ago/25 | R$ 92.007,00 |
| Jul/25 | R$ 92.155,00 |
| Jun/25 | R$ 95.318,00 |
| Mai/25 | R$ 95.510,00 |
| Abr/25 | R$ 93.846,00 |
| Mar/25 | R$ 92.917,00 |
| Fev/25 | R$ 91.998,00 |
Entenda a Tabela FIPE para o Scania T-113 H 310: interpretação, ficha técnica e implicações para seguros (1993)
A Tabela FIPE funciona como referência consolidada no Brasil para o valor de veículos usados, incluindo caminhões e semirreboques. Ela é amplamente utilizada por seguradoras, concessionárias, bancos e empresas de financiamento para embasar avaliações, propostas de seguro e reposição em caso de sinistro. Quando pensamos em modelos históricos como o Scania T-113 H 310, 4×2, 2 portas, com motor diesel, ano de 1993, a FIPE oferece um referencial que ajuda a calibrar o prêmio e as coberturas associadas, sem substituir uma avaliação feita por peritos ou pela própria seguradora. Este post explora o que a Tabela FIPE representa para esse modelo específico, apresenta uma ficha técnica resumida e discute fatores relevantes para seguro, manutenção e gestão de riscos ao longo da vida útil do veículo.
O que a Tabela FIPE representa para caminhões antigos
A Tabela FIPE é um conjunto de valores médios coletados a partir de transações de compra e venda de veículos usados. No caso de caminhões e veículos pesados, essa referência é útil para estabelecer o “valor de referência de mercado”, que serve de base para o cálculo de prêmios de seguro, para definição de cobertura de reposição ou indenização, e para avaliações em processos de financiamento. No entanto, é fundamental compreender que o valor tabelado não substitui uma avaliação personalizada. O estado de conservação, a quilometragem, a configuração do chassi, histórico de acidentes, alterações de fábrica e acessórios instalados podem alterar significativamente o valor de reposição ou de mercado. Em modelos como o Scania T-113 H 310, 4×2, 2 portas, diesel, ano 1993, as seguradoras costumam considerar o conjunto de fatores que envolvem caminhões antigos: idade do veículo, disponibilidade de peças, facilidade de manutenção, rede de assistência técnica e custo de reposição de componentes críticos.

Para quem atua na corretagem de seguros, entender a origem do valor FIPE e como ele é aplicado na prática é essencial. Em linhas gerais, o processo envolve: (1) identificação do modelo e da configuração exata; (2) verificação de faixas etárias e condições de uso; (3) ajustamento com base no estado de conservação e histórico de sinistros; (4) aplicação de percentuais de depreciação por idade, quando aplicável, para cenários de reposição direta vs. indenização parcial; e (5) integração com outros fatores de risco, como finalidade de uso, carga transportada, rotas e zonas de operação. Assim, a FIPE atua como referencial, mas a apólice final pode incluir cláusulas adicionais que reflitam o perfil específico do veículo e da operação.
Ficha técnica do Scania T-113 H 310 (4×2, 2 portas, diesel) – referência histórica
- Marca/Modelo: Scania T-113 H 310
- Ano/Versão: 1993, configuração 4×2, cabine com 2 portas, motor diesel
- Motorização: motor diesel de alta capacidade, com potência nominal de 310 cv
- Transmissão: manual, com conjunto de marchas apropriado à linha T-113, visando uso rodoviário de carga
Observação: a ficha técnica apresentada acima resume as características típicas associadas a um Scania T-113 H 310 na configuração 4×2, 2 portas, diesel, do início dos anos 1990. Em casos reais, pequenas variações podem ocorrer conforme o mercado, o país de origem da configuração de fábrica, a existência de opções de cabine ou de acessórios instalados pelo operador. Para fins de seguro, é comum que o perito avalie também itens como estado do motor, sistema de freios, estado da transmissão, condição dos eixos, suspensão, cabine e alinhamento, bem como a integridade estrutural do chassi.
Sobre a marca Scania
A Scania é uma fabricante sueca de caminhões, ônibus e motores industriais, reconhecida globalmente pela robustez, durabilidade e pela rede de suporte técnico de suas peças e assistência. Fundada em 1891, a marca consolidou ao longo das décadas um portfólio que atende desde transportes de carga pesada até soluções logísticas customizadas. Em termos de confiabilidade, a Scania se destacou pela engenharia voltada a alta disponibilidade operacional, o que é particularmente relevante para frotas que dependem de caminhões para prazos de entrega rigorosos. Mesmo décadas após o lançamento, muitos modelos Scania ainda circulam com ótimos índices de disponibilidade, quando mantidos com atenção à manutenção programada, inspeções regulares e substituições de componentes críticos conforme as recomendações técnicas. Essa reputação influencia, de maneira indireta, as avaliações de seguro: operadores que contam com uma marca reconhecida costumam ter maior previsibilidade de desempenho, menor probabilidade de falhas graves não previstas e uma base de peças com maior disponibilidade no mercado, fatores que, entre outros, ajudam na definição de coberturas e no dimensionamento de custos de reposição.
Para quem atua na corretagem de seguros, entender o histórico da marca auxilia na comunicação com o cliente: caminhões Scania costumam ser associados a custos de reparo previsíveis, diante de uma rede de assistência ampla, excelência em gestão de frota e tempo de resposta de suporte. No entanto, como qualquer veículo de idade avançada, o T-113 H 310 de 1993 exige atenção redobrada à manutenção, ao desgaste de componentes, à disponibilidade de peças originais e à eventual necessidade de reflorestamento de sistemas (como freios, suspensão e transmissão) para manter a operação segura e confiável.
Implicações da idade e da configuração para o seguro
Ao considerar o seguro de um Scania T-113 H 310 de 1993, a idade do veículo é um fator decisivo na apuração de prêmio e nas opções de cobertura. Caminhões com muitos anos de uso costumam ter maior probabilidade de desgaste em componentes críticos, o que pode impactar o custo de manutenção, o risco de falhas e, consequentemente, o valor de indenização em caso de sinistro. A configuração 4×2, com duas portas, oferece um equilíbrio entre mobilidade e capacidade de carga, mas também impõe questões de desgaste específico de chassis, suspensão e eixo dianteiro. Além disso, o histórico de uso (rota, tipo de carga, tempo de operação) influencia a probabilidade de eventos adversos, como acidentes de trânsito ou danos por condições climáticas adversas.\n
Para orientar o seguro, as seguradoras costumam analisar:
– Dados de uso: finalidade da operação (logística regional, distribuição urbana, transporte de cargas especiais) e frequência de viagens. Cargas transportadas, peso bruto total (PBT) permitido, e infraestrutura das rotas (estradas com pavimento ruim, curvas acentuadas, trechos com peso de ponte podem exigir maior atenção de freios e suspensão).
– Manutenção e histórico de manutenção: registros de revisões, substituições de componentes críticos, inspeções de freio, estado de pneus, alinhamento, e histórico de falhas. Um histórico de manutenção consistente pode atenuar riscos percebidos pelas seguradoras, refletindo-se em prêmios mais estáveis ao longo do tempo.
– Condição da cabine e conforto do motorista: cabines bem conservadas influenciam o conforto e a segurança, reduzindo a probabilidade de falhas por fadiga do motorista ou problemas de visibilidade. Esse aspecto também pesa na avaliação de risco, já que a condução segura depende de uma Cabine em bom estado, iluminação adequada e visibilidade clara.
– Reputação de peças e disponibilidade de assistência técnica: o Scania tem rede de atendimento consolidada, mas peças para modelos mais antigos podem exigir planejamento de reposição e logística. A disponibilidade de peças originais, bem como opções de peças compatíveis e de reposição, pode influenciar tanto o custo de manutenção quanto a rapidez de reparo, refletindo-se no custo total de propriedade.
Como o FIPE se relaciona aos seguros de caminhões clássicos
Para caminhões clássicos como o T-113 H 310, o FIPE serve como referência para estabelecer uma base de valor de reposição ou indenização, quando o contrato prevê reposição integral ou parcial. A seguradora pode usar o valor FIPE como ponto de partida para a indenização, mas também considera o estado atual do veículo, o histórico de manutenção, a quilometragem e o custo de aquisição de peças originais ou equivalentes. Em muitos casos, o prêmio do seguro pode ser ajustado por fatores de uso definido pela frota — por exemplo, se o caminhão opera em áreas de alta roubo ou se realiza transporte de cargas de alto valor agregado. Além disso, a FIPE, por natureza, é uma referência de mercado estável, mas pode não refletir com exatidão flutuações locais ou especiais de demanda de reposição de modelos de nicho, o que leva as seguradoras a complementarem com avaliações técnicas.*
Para clientes que gerem frotas ou que operam caminhões antigos, é recomendável manter atualizados os dados de uso, manter um histórico de manutenção robusto e conversar com a corretora para entender como cada cláusula de seguro pode impactar o prêmio, especialmente em itens como cobertura de danos a terceiros, incêndio, roubo e danos elétricos. A visão integrada entre TI (informação de frota), manutenção e seguro facilita a gestão de custos ao longo da vida do veículo, permitindo decisões mais embasadas sobre renovação de frotas, reposição de ativos ou ajuste de coberturas conforme a evolução das condições de mercado.
Considerações finais e sugestão prática para a gestão de seguro
Para quem administra uma frota que inclui Scania T-113 H 310 4×2 de 1993, algumas práticas simples podem auxiliar na gestão de risco e na negociação de seguros:
– Mantenha um dossiê claro de manutenção: registre revisões, peças trocadas, estado dos freios, pneus e suspensão. Isso facilita a avaliação de risco por parte da seguradora e pode suavizar o impacto de idade sobre o prêmio.
– Documente o uso da frota: rotas, áreas de operação e tipo de carga ajudam a demonstrar padrão de uso e potencial exposição a riscos específicos, o que pode influenciar a escolha de coberturas adequadas.
– Considere opções de proteção: além de coberturas básicas, avalie coberturas adicionais como proteção de valor a partir de reposição ou indenização conforme FIPE, com cláusulas que contemplem peças originais e mão de obra de rede autorizada, para reduzir o custo de reparo e manter a disponibilidade operacional do veículo.
– Compare com a GT Seguros: realizar uma cotação com a GT Seguros pode trazer uma visão clara das opções de coberturas, limites, franquias e condições específicas para caminhões de idade such as T-113 H 310. Com a orientação adequada, você pode escolher uma solução que combine custo-benefício com o nível de proteção necessário para manter a operação estável e segura.
Em resumo, a Tabela FIPE atua como referencial essencial para entender o valor de mercado do Scania T-113 H 310 4×2, 2 portas, diesel, de 1993, servindo de base para decisões de seguro e reposição. Embora o valor FIPE seja uma referência útil, a avaliação de risco, a condição do veículo e o histórico operacional continuam a desempenhar papel central na determinação de coberturas, prêmios e condições contratuais. Ao alinhar informações técnicas precisas com a visão de gestão de risco, é possível assegurar uma proteção adequada para uma das peças mais importantes da operação de transporte: o veículo.
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