| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 95.919,00 |
| Dez/25 | R$ 96.102,00 |
| Nov/25 | R$ 96.247,00 |
| Out/25 | R$ 95.295,00 |
| Set/25 | R$ 97.240,00 |
| Ago/25 | R$ 97.445,00 |
| Jul/25 | R$ 97.602,00 |
| Jun/25 | R$ 97.701,00 |
| Mai/25 | R$ 97.898,00 |
| Abr/25 | R$ 97.774,00 |
| Mar/25 | R$ 97.921,00 |
| Fev/25 | R$ 98.423,00 |
Guia técnico e histórico do modelo Scania T-113 H 310 em 4×2 2p (diesel) de 1994, com foco na referência FIPE
Este artigo aborda o que a Tabela FIPE traz para o modelo Scania T-113 H 310, na configuração 4×2 com cabine de duas portas (2p) e motor diesel, ano de referência 1994. A ideia é oferecer uma visão educativa sobre como a referência de mercado influencia a avaliação de risco, o valor de reposição e as bases para o seguro, sem apresentar valores de preço neste momento. Ao longo do texto, você encontrará uma ficha técnica resumida, informações sobre a marca Scania e considerações práticas para quem trabalha com corretagem de seguros de veículos pesados.
Entendendo a referência FIPE para veículos pesados da Scania
A Tabela FIPE representa uma referência pública de venda de veículos usados, consolidando dados de mercado como modelo, ano de fabricação, versão, motorização, entre outros atributos. Para caminhões pesados e semileves, como o Scania T-113 H 310, a FIPE atua como um parâmetro inicial que orienta seguradoras, compradores e lojistas na avaliação de valor de reposição, indemnização por sinistro e critérios de aceitação de propostas de seguro. É importante entender que o valor de referência da FIPE pode não refletir exatamente o preço de venda em um negócio específico, pois depende da configuração exata do veículo, do estado de conservação, da quilometragem, da indisponibilidade de peças e de fatores regionais de demanda e oferta.

Para o corretor de seguros, conhecer a composição da Tabela FIPE para esse modelo envolve reconhecer que o Scania T-113 H 310 4×2, com cabine de duas portas, é um veículo de linha pesada com vocação rodoviária, voltado a operações de transporte de carga em via pública. Esses aspectos influenciam diversas variáveis da apólice, como o risco de sinistro, a probabilidade de desgaste estrutural e os custos de reparo em caso de acidente. Além disso, a idade do veículo (neste caso, referência de 1994) tende a impactar o prêmio, pela combinação de desgaste, disponibilidade de peças originais e histórico de manutenções. Por fim, o uso típico — frete de longo curso, logística de cargas, condições de estrada e trechos urbanos — pode alterar o custo de cobertura e as exclusões aplicáveis em cada contrato.
Ao trabalhar com esse tipo de máquina, o inspetor de aseguradoras costuma considerar itens como a integridade da estrutura, estado da cabine, condições do motor diesel, sistema de transmissão, freios e suspensão, bem como o histórico de acidentes e intervenções. Em resumo, a FIPE oferece uma referência de mercado que serve como base, mas o valor efetivo para fins de seguro depende de uma avaliação técnica mais detalhada, alinhada à ficha de manutenção, ao kilometraje e à configuração específica do veículo naquele lote de fabricação.
Ficha técnica resumida do Scania T-113 H 310 4×2 2p
Abaixo, apresentamos os pontos-chave que costumam compor a ficha técnica para o modelo em questão. Lembre-se de que variações de fábrica, cabines e equipamentos adicionais podem alterar alguns itens; a oferta de dados neste tópico busca sintetizar o que costuma ser relevante para seguro e avaliação de mercado, sem fixar números universais para todas as versões daquele ano.
- Motor a diesel com configuração de 6 cilindros em linha, típico de motores de grande capacidade usados na linha T da Scania.
- Deslocamento próximo de 11,0 a 11,3 litros, associado a potência nominal em torno de 310 cavalos, adequado para cargas pesadas em rodovia.
- Transmissão manual, com várias marchas (em muitas configurações de 1994, até 9 velocidades), promovendo bom equilíbrio entre torque de partida e eficiência em longas distâncias.
- Tração 4×2, com cabine Day Cab de duas portas, indicada para operação rodoviária de longo curso e entregas em via pública, mantendo espaço para dois ocupantes na condução.
Dados adicionais que costumam acompanhar a ficha técnica, embora variem conforme a versão específica, incluem a capacidade de carga útil, o peso bruto total (PBT), o peso vazio, as dimensões da dianteira e traseira, bem como informações sobre freios, suspensão e aerodinâmica. Em veículos de época como o T-113 H 310, essas especificações são influenciadas pela configuração do conjunto motor-transmissão, pela cabine escolhida pela transportadora e pela variant de itens de segurança disponíveis na fábrica daquele lote. Por isso, ao consultar a FIPE ou ao preparar uma apólice, vale confirmar a versão exata com documentos oficiais ou com o fabricante para evitar variações que impactem o seguro.
Impacto da idade, conservação e uso na avaliação de risco para seguro
A idade do veículo é um fator relevante para o seguro de caminhões, especialmente para modelos com configuração clássamente reconhecida como “trecho antigo” no mercado. No caso de um Scania T-113 H 310, 1994, a seguradora tende a considerar:
– A manutenção regular: histórico de revisões, troca de itens críticos (trilho de suspensão, sistema de freios, embreagens, correias, filtros, Fluid checks), e registros de inspeções periódicas. Veículos com documentação de serviço bem mantida costumam apresentar menor probabilidade de falhas graves durante a vigência da apólice.
– Quilometragem e uso: caminhões usados para frete rodoviário de longo curso costumam ter padrões de desgaste diferentes dos usados apenas em trajetos urbanos. Carregamentos frequentes, condições de estrada, rotas com trechos de subidas e ociosidade entre entregas influenciam o perfil de risco.
– Dados de sinistralidade e histórico de sinistros: histórico de colisões, tombos ou avarias relacionados ao motor e à transmissão pode impactar prêmios, bem como o tratamento de franquias e coberturas específicas, como proteção contra terceiros, casco, e itens de risco operacional.
– Disponibilidade de peças e custos de reparo: modelos antigos podem exigir peças de reposição específicas, com variação de preço ao longo do tempo. A dificuldade de reposição pode influenciar o custo de reparos e, por consequência, o prêmio de seguro.
Além disso, é comum que seguradoras analisem o estado geral da carroceria, cabine, sistema elétrico, rodas e pneus, bem como a presença de dispositivos de segurança, como freio auxiliar, controle de estabilidade ou retarder, quando disponíveis no equipamento original. Cada um desses elementos pode afetar o custo da apólice e as condições de cobertura, principalmente para casos de sinistro com finalidade de carga e responsabilidade civil.
Práticas de manutenção que ajudam a reduzir prêmios de seguro
Para quem administra uma frota ou possui um Scania T-113 H 310 de 1994, algumas práticas simples e consistentes de manutenção costumam contribuir para prêmios mais estáveis e condições de cobertura mais favoráveis. Entre elas:
– Manutenção programada: seguir um plano de revisões recomendado pelo fabricante, com registro detalhado de cada serviço e peças substituídas. Documentação organizada facilita a comprovação de bom estado em renovação de contrato.
– Verificação do motor e do sistema de injeção: manter a taxa de compressão estável, substituir filtros e checar a tubulação de alimentação ajuda a evitar falhas que poderiam gerar custos elevados de reparo.
– Estado da transmissão e da suspensão: acompanhar o desgaste de embreagens, correntes, molas, buchas e membranas reduz o risco de avarias disruptivas na operação de frete e aumenta a confiabilidade da frota.
– Inspeção de freios e pneus: manter discos e pastilhas em condições ideais, bem como pneus com profundidade adequada, reduz riscos de acidentes e melhora a segurança operacional. Um conjunto de freios eficiente é crucial para caminhões pesados, especialmente em descidas longas ou trechos de morro.
Ao incorporar essas práticas à rotina de manutenção, empresas e proprietários podem não apenas manter a confiabilidade do Scania T-113 H 310, mas também favorecerem condições de seguro mais estáveis ao longo do tempo, com potenciais impactos positivos no custo total de propriedade.
Considerações finais e como a GT Seguros pode apoiar
Com o histórico de FIPE para o Scania T-113 H 310 em mente, e levando em conta a natureza específica do veículo — 4×2, 2p, diesel, ano 1994 — é possível estruturar uma cobertura de seguros que considere tanto o valor de reposição quanto os riscos operacionais inerentes a caminhões antigos. Um corretor experiente leva em conta o estado de conservação, a manutenção, a quilometragem, o tipo de carga e o trajeto de uso para moldar uma apólice que proteja adequadamente o veículo, o motorista e a carga transportada.
Se você busca orientação especializada para proteger esse modelo específico, pense na importância de uma cotação sob medida com a GT Seguros. Avaliaremos as necessidades da sua operação, incluindo coberturas de casco, responsabilidade civil, proteção de carga e serviços adicionais, para oferecer uma solução que combine segurança, competitividade e tranquilidade em suas operações de transporte.
