Valor FIPE Atual
R$ 109.180,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513067-0
Ano: 1998-3
MêsPreço
Mar/26R$ 109.180,00
Fev/26R$ 109.421,00
Jan/26R$ 109.663,00
Dez/25R$ 109.872,00
Nov/25R$ 110.038,00
Out/25R$ 110.303,00
Set/25R$ 110.658,00
Ago/25R$ 110.891,00
Jul/25R$ 111.069,00
Jun/25R$ 111.182,00
Mai/25R$ 111.406,00
Abr/25R$ 111.507,00

Guia detalhado sobre a Tabela FIPE para o SCANIA T-113 H 320, 4×2, 2p (diesel) de 1998 e suas implicações para seguros

O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguros de caminhões

A Tabela FIPE, elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, é o referencial mais utilizado no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Seu propósito é dar uma base uniforme para transações, políticas públicas e, especialmente, para o setor de seguros. No âmbito dos seguros de frota e de caminhões, a FIPE funciona como um referencial de valor de reposição ou de indenização em caso de sinistro, influenciando diretamente o custo do prêmio, a cobertura contratada e as regras de indenização. Para caminhões de grandes plataformas como o SCANIA T-113 H 320, 4×2, 2p (diesel) de 1998, a leitura da tabela FIPE não é apenas um número estático, mas um indicador de como o veículo se encaixa no mercado de caminhões usados ao longo dos anos. O valor de referência na FIPE leva em conta fatores como idade, desgaste, histórico de uso, classe de veículo (tração, cabine, número de eixos) e a percepção de depreciação típica em modelos similares. Por isso, seguradoras costumam utilizar o valor FIPE como base para chegar ao valor segurável, que por sua vez influencia o prêmio, as coberturas disponíveis e as cláusulas de indenização.

Neste contexto, compreender como a FIPE trata modelos de caminhão específicos ajuda operadores logísticos, frotistas e corretores de seguros a tomar decisões mais embasadas. Modelos como o T-113 H 320, de configuração 4×2, representam um segmento de transporte de cargas que exige robustez, confiabilidade e capacidade de operação em longas distâncias. A FIPE, por ser uma referência agregada, tenta capturar a essência prática do valor de reposição ao longo do tempo, mas é importante lembrar que o valor efetivo de mercado pode variar de acordo com disponibilidade de peças, demanda regional, condições da frota e histórico de manutenção. Por isso, a FIPE deve ser vista como uma ferramenta central, não como a única, na composição do valor segurável e na definição de coberturas ideais para cada operação.

Tabela FIPE SCANIA T-113 H 320 4×2 2p (diesel) 1998

Para quem administra uma frota ou trabalha com corretagem de seguros, a leitura crítica da FIPE envolve observar como diferentes componentes do veículo impactam o seu valor na tabela e, consequentemente, o cálculo de prêmio. aspectos como a configuração 4×2 influenciam não apenas a tração, mas também o custo de reposição de componentes de eixo, freios, cabine e transmissão. A compreensão desses aspectos ajuda a estabelecer limites de cobertura adequados, opções de proteção de carga, e eventual necessidade de incluir itens adicionais, como rastreamento, proteção contra roubo e seguro de carga acoplado à apólice de veículo.

Ficha técnica do SCANIA T-113 H 320 4×2 2p (diesel) 1998

A seguir, uma ficha técnica resumida para situar o SCANIA T-113 H 320 dentro do escopo da FIPE e de seguros, com itens-chave para avaliação de risco e de substituição:

  • Marca e modelo: Scania T-113 H 320, configuração 4×2, cabine com duas portas (2p)
  • Ano de fabricação/modelo de referência: 1998
  • Motorização: motor diesel de grande deslocamento, potência de aproximadamente 320 cv
  • Transmissão e tração: caixa de câmbio manual de múltiplas marchas, tração 4×2 (duas rodas motrizes na linha dianteira e traseira, com dois eixos)

Essa ficha técnica ressalta aspectos relevantes para seguros, como a configuração 4×2, que costuma ter requisitos diferentes de proteção de frete e de risco de capotamento em relação a configurações 6×2 ou 6×4. A presença de uma cabine de duas portas indica uma capacidade de ocupação mais básica, o que pode influenciar o cálculo de uso da frota e, portanto, o perfil de sinistralidade. A potência de 320 cv, combinada ao deslocamento do motor, sugere um caminhão com características para operações de média a longa distância, com demanda de manutenção periódica para o motor diesel de alto desempenho. Por fim, a data de fabricação, 1998, coloca o veículo em uma faixa etária que exige atenção especial na avaliação de depreciação, disponibilidade de peças e histórico de manutenção, desde a periodicidade de trocas de filtros até a substituição de componentes críticos.

Sobre a marca Scania

A Scania é uma das marcas mais reconhecidas no segmento de caminhões e ônibus, com origem na Suécia e presença global em redes de serviço, assistência técnica e repasse de peças. Ao longo de décadas, a Scania consolidou uma reputação baseada em engenharia robusta, durabilidade, eficiência de consumo e foco na segurança do motorista. No portfólio de caminhões, a empresa costuma oferecer uma linha ampla que atende desde entregas urbanas até operações de longo curso, com opções de cabines que variam entre configurações mais compactas a cabines maiores, pensadas para repouso e conforto em viagens longas. Para frotas que dependem de operação contínua, a rede de concessionárias Scania e as opções de serviço autorizado representam um ativo estratégico, diminuindo o tempo de parada e facilitando a manutenção programada. O foco da marca na inovação se traduz em avanços em motorizações eficientes, sistemas de gestão de frota, telemática e soluções de conectividade que ajudam a reduzir o custo total de propriedade, algo particularmente relevante para caminhões usados onde a confiabilidade e o custo de reposição de componentes pesam na planilha financeira.

Do ponto de vista técnico, a Scania investe na durabilidade de componentes críticos como motor, eixo, embreagem e sistema de freios, reconhecendo que caminhões de operação pesada exigem peças robustas e disponibilidade de assistência. Além disso, a marca tem tradição de promover upgrades que elevam a segurança e a eficiência, por meio de cabines com ergonomia aprimorada, sistemas de assistência ao condutor e opções de motor com menores emissões dentro de padrões internacionais. Para corretores de seguros, essa reputação de confiabilidade não apenas facilita a negociação de coberturas com clientes, mas também contribui para a consistência de parâmetros de risco, especialmente quando o veículo pertence a uma frota bem gerida com histórico de manutenção conforme manuais e revisões periódicas.

Como interpretar a Tabela FIPE na prática de seguros de caminhões

Ao planejar a proteção de um SCANIA T-113 H 320, 4×2, 2p (diesel) de 1998, compreender como a FIPE se relaciona com o seguro é essencial para evitar surpresas na indenização e para selecionar coberturas adequadas. A seguir, alguns pontos práticos que ajudam a traduzir o valor FIPE em decisões de seguro:

1) Valor segurável e prêmio: o valor segurável costuma ser fundado no valor FIPE de referência, que funciona como uma base para a indenização em caso de sinistro total ou de roubo. Quanto maior esse valor de referência, maior pode ser o prêmio correspondente, já que o risco de substituição por um veículo com características técnicas idênticas aumenta. No entanto, a FIPE não é a única variável; a idade do veículo, seu histórico de sinistros, uso (carga, território de operação) e as coberturas escolhidas também modulam o custo.

2) Indenização de reposição versus indenização integral: diferentes apólices usam diferentes critérios para indenização. Em muitos contratos, a indenização de reposição segue o valor FIPE, com limitações para veículos mais antigos; já a indenização integral pode adotar um valor de mercado estimado pela seguradora ou um valor de reposição, dependendo do contrato. Por isso, vale revisar, com o corretor, qual é o método adotado pela apólice para o seu caso específico.

3) Impacto da idade e da depreciação: caminhões com mais de duas décadas costumam apresentar depreciação significativa, o que pode reduzir o valor segurável ainda que o mercado de peças esteja disponível. Em cenários de frota, pode-se optar por manter um mix de veículos com diferentes idades para manter o custo total de seguro sob controle, aliado a programas de manutenção que preservem o valor de reposição.

4) Coberturas adicionais: para caminhões de uso comercial com valor FIPE considerável, é comum incluir coberturas de proteção de carga, garantia de assistência em viagem, rastreamento veicular e proteção contra roubo qualificado. A integração entre a política de seguro do veículo e a póliza de carga é especialmente relevante para quem opera longas distâncias, com implícitas necessidades de recuperação rápida do equipamento e da mercadoria transportada.

5) Atualizações mensais da FIPE: a FIPE é atualizada com frequência, o que pode impactar o valor segurável entre renovação e renovação. Por isso, é prudente revisar anualmente, com o apoio do corretor, se o valor segurável continua alinhado ao valor de mercado do caminhão e se ajustes de cobrança ou de coberturas são necessários para manter a proteção adequada sem exceder o orçamento.

6) Como a solução de seguros se encaixa na gestão de frota: para empresas com várias unidades, a consistência entre a FIPE de cada veículo e o plano de seguro facilita a gestão de custos. A integração de dados entre a frota, as avaliações periódicas e o histórico de sinistros facilita a renegociação de coberturas, a definição de limites de responsabilidade e a escolha de opções de proteção de risco de roubo, incêndio ou acidentes com terceiros.

Além desses pontos, é essencial que o corretor de seguros verifique o tipo de operação realizada pela frota, o tráfego habitual (rota principal, zonas urbanas, áreas com maior incidência de roubos) e o perfil do motorista. Esses elementos, associados ao valor FIPE, ajudam a construir uma cotação mais precisa e alinhada às necessidades operacionais. O SCANIA T-113 H 320, pela sua configuração de 4×2 e pela potência envolvida, tende a ser posicionado como veículo de média a longa distância, com exigência de robustez de componentes e confiabilidade para manter a programação de entregas sem interrupções. A partir dessa leitura, o corretor pode sugerir pacotes de proteção de motor, componentes de transmissão, pneus e freios, bem como investimentos em rastreamento para reduzir o custo de sinistros e facilitar a localização do veículo em situações de roubo.

Para facilitar a gestão do seguro, também vale considerar a combinação de coberturas com o tipo de operação de cada caminhão. Um veículo que realiza rotas de entrega contínua pode se beneficiar de uma proteção expandida contra roubo de carga, enquanto uma operação de longo curso pode exigir um