| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 80.446,00 |
| Dez/25 | R$ 79.650,00 |
| Nov/25 | R$ 79.770,00 |
| Out/25 | R$ 79.963,00 |
| Set/25 | R$ 80.911,00 |
| Ago/25 | R$ 81.082,00 |
| Jul/25 | R$ 81.213,00 |
| Jun/25 | R$ 81.296,00 |
| Mai/25 | R$ 81.460,00 |
| Abr/25 | R$ 80.701,00 |
| Mar/25 | R$ 80.065,00 |
| Fev/25 | R$ 79.273,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para o SCANIA T-113 H 320 4×2 Top-Line 2p Diesel de 1994
Contexto da marca SCANIA
A Scania é uma das marcas mais emblemáticas no segmento de caminhões e chassis para uso comercial pesado. Fundada na Suécia no início do século XX, a empresa consolidou-se pela qualidade de engenharia, confiabilidade de seus motores e pelo ecossistema de serviços que acompanha as operações de frotistas e transportadoras. Nas décadas de 1980 e 1990, a Scania expandiu significativamente sua presença global, desenvolvendo linhas de caminhões para diferentes mercados, com ênfase em eficiência de combustível, durabilidade de componentes e reparabilidade em serviços autorizados. Quando pensamos no T-113 H 320 4×2 Top-Line 2p diesel produzido em 1994, enquadramos um veículo que, embora antigo, carrega os pilares que tornaram a marca referência de confiabilidade para atividades de transporte de carga e logística de longo curso. A escolha por uma marca com histórico sólido costuma influenciar a percepção de risco para seguradoras, bem como o comportamento de depreciação ao longo do tempo, pontos cruciais para a precificação de seguros baseada na Tabela FIPE. Além disso, o legado da Scania em termos de rede de assistência técnica e disponibilidade de peças condiciona, direta ou indiretamente, a viabilidade de manutenção preventiva, fator que, por sua vez, impacta a percepção de risco no momento da contratação de coberturas.
Ficha técnica do SCANIA T-113 H 320 4×2 Top-Line 2p
A seguir, apresentamos uma ficha técnica resumida para o modelo característico da linha T-113 com motor 320 e configuração 4×2, com cabine Top-Line e duas portas, fabricado em 1994. Este conjunto técnico é relevante para entender o comportamento do veículo na operação, bem como para a avaliação de risco por parte de seguradoras e corretores.

- Motor: diesel, em linha, turboalimentado com intercooler; deslocamento típico em torno de 9,0 L; potência de aproximadamente 320 cv; torque na casa de 1.350 Nm, com faixa de torque disponível em regime adequado de operação.
- Transmissão e tração: câmbio manual de 9 marchas; tração 4×2, adequado para operações rodoviárias com reboques leves a médios, conforme configuração original de fábrica; sistema de freios de serviço e assistência compatíveis com a idade do veículo.
- Cabine e configuração: Top-Line, duas portas; cabine projetada para uso de dupla função entre motorista e operador de veículo, com foco em conforto relativo para jornadas mais longas, espaço de armazenamento e ergonomia básica da época.
- Dados estruturais e de uso: veículo com peso bruto total (PBT) típico para caminhões de porte médio a pesado em formação 4×2, capaz de condução em vias urbanas, rodovias e trechos com demanda de carga significativa; tanque de combustível com capacidade adequada ao percurso típico de fretamento regional a nacional, sem especificação exata de litros para não confundir com dados sensíveis de desempenho.
A Tabela FIPE e o papel dela na precificação de seguros para veículos de carga
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) oferece um referencial de avaliação de preço de veículos usados no Brasil, servindo como base para cálculos de indenização de seguros, depreciação e avaliação de garantias. Mesmo em modelos de caminhões de frota antiga, como o SCANIA T-113 H 320 4×2 Top-Line 2p diesel de 1994, a FIPE funciona como um ponto de referência essencial para cálculos de valor venal. A lógica por trás dessa referência é simples: a seguradora avalia o custo de reposição ou de indenização com base em valores de mercado atuais, ajustados pela idade, condição, histórico de manutenção e disponibilidade de peças. Em veículos comerciais pesados, o valor de substituição ou de indenização pode não ser apenas o preço de um exemplar novo, mas a soma de fatores que envolvem custo de reposição, dificuldade de encontrar peças específicas para uma idade avançada e a maturidade da rede de assistência. Por isso, a Tabela FIPE não é apenas uma curiosidade: é um componente-chave que orienta as telefonadas de cotação, os critérios de subscrição e as propostas de cobertura.
Para um veículo como o SCANIA T-113 H 320 4×2 Top-Line 2p diesel de 1994, a FIPE auxilia a corretora de seguros a definir uma linha de base de valor do investimento inicial e o correspondente risco de depreciação ao longo do tempo. Quanto maior a defasagem entre o valor atual de mercado e o valor de reposição, maior tende a ser o prêmio, dependendo das políticas de cada seguradora. Além disso, a FIPE ajuda a comparar modelos parecidos dentro do mesmo ano de fabricação ou entre anos próximos, permitindo que o corretor oriente o cliente sobre opções de coberturas, franquias e limites de indenização. Em termos práticos, isso significa que a FIPE é parte de um ecossistema de dados que envolve histórico de sinistros, uso (carga, rota, tempo de serviço), perfil do motorista, localização geográfica e medidas de proteção adicionais instaladas no veículo.
Como a FIPE impacta a avaliação de risco para este modelo específico
Para o SCANIA T-113 H 320 4×2 Top-Line 2p diesel de 1994, a avaliação de risco para seguros envolve avaliar a combinação de idade, condições de uso, histórico de manutenções e a disponibilidade de peças de reposição. A idade do veículo é um fator crítico: veículos com mais de duas décadas costumam apresentar maiores custos de manutenção, disponibilidade de peças e consumo de combustível mais elevado, o que tende a impactar o prêmio. A presença de uma cabine Top-Line com duas portas sugere um layout de uso que pode favorecer operações de fretamento regional ou de distribuição de cargas, em que as rotas podem incluir deslocamentos frequentes entre armazéns e centros urbanos. A FIPE, ao suprir um referencial de valor de mercado, permite que a seguradora leve em consideração a depreciação relativa daquele modelo específico de 1994, ao lado de fatores como demanda de mercado para peças, disponibilidade de assistência técnica e histórico de sinistros de frotas que operaram veículos semelhantes. Em termos práticos, o uso do FIPE na prática de seguros costuma convergir com quesitos de cobertura, incluindo reparos em rede autorizada, substituição de componentes críticos e limites de indenização para colisões, incêndio, furto e roubo. O objetivo é assegurar que o contrato de seguro reflita de forma realista o custo de reposição ou de indenização, evitando excessos ou lacunas que prejudiquem a continuidade das operações da frota.
Pontos de atenção para o corretor e para o proprietário na hora de segurar um Scania T-113 H 320 4×2 Top-Line 2p
Ao tratar de seguros para caminhões com esse perfil, alguns pontos ganham relevo. Abaixo estão quatro considerações úteis para orientar a cotação e a abrangência da cobertura:
- Histórico de manutenção: veículos com prontas para operação
