Valor FIPE Atual
R$ 60.792,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513118-9
Ano: 1991-3
MêsPreço
Jan/26R$ 60.792,00
Dez/25R$ 60.908,00
Nov/25R$ 61.000,00
Out/25R$ 61.147,00
Set/25R$ 61.344,00
Ago/25R$ 61.474,00
Jul/25R$ 61.573,00
Jun/25R$ 61.635,00
Mai/25R$ 61.759,00
Abr/25R$ 61.815,00
Mar/25R$ 61.908,00
Fev/25R$ 61.946,00

Contexto técnico e uso da Tabela FIPE para o Scania T-113 H 320 6×2 2p (diesel) de 1991

Visão geral do modelo e seu papel no transporte de carga

Quando falamos de tabelas FIPE aplicadas a caminhões veteranos, como o Scania T-113 H 320 fabricado por volta de 1991, entramos em um universo onde a avaliação do veículo não depende apenas do estado atual de conservação, mas também da história de uso, da disponibilidade de peças e da reputação da marca no segmento de logística pesada. O T-113 H 320 é um exemplo clássico da linha Scania T, conhecida por associar robustez, confiabilidade e capacidade de trabalho em condições desafiadoras. O número 320 refere-se à potência nominal, em cavalos, que, no contexto da época, atendia ao desempenho exigido por operações que combinam transporte de cargas pesadas com longas distâncias rodoviárias e, em muitos casos, uso de eixo auxiliar em 6×2 para aumentar a capacidade de tração em subidas íngremes ou em vias menos favorecidas.

Modelos como esse ganham destaque quando discutimos seguros de caminhões porque a configuração 6×2 com cabine de dois lugares reflete um equilíbrio entre capacidade de carga, conforto do motorista e riscos operacionais. A FIPE utiliza referências históricas para estabelecer valores de venda e indenização que ajudam seguradoras e proprietários a estimar o custo de reposição ou reparo, bem como a base de cálculo de prêmios. Embora a tabela não determine o preço final de um seguro, ela serve como norte para entender o valor de reposição ou de mercado, o que impacta diretamente na cobertura adequada, no valor segurado e na franquia associada a eventuais sinistros. Abaixo, exploramos a ficha técnica do veículo para entender o que este exemplar representava em termos de engenharia e aplicação prática, sem perder de vista a lógica de cálculos das seguradoras associadas à FIPE.

Tabela FIPE SCANIA T-113 H 320 6×2 2p (diesel) 1991

Ficha técnica do Scania T-113 H 320 6×2 2p (1991)

  • Fabricante e modelo: Scania T-113 H 320
  • Ano de referência: 1991
  • Configuração de eixo: 6×2 (trator com eixo tracionado adicional para maior captação de carga)
  • Cabine: 2 portas (2p)
  • Motorização: diesel, 6 cilindros em linha
  • Potência nominal: 320 cv
  • Cilindrada: aproximadamente 12,0–12,7 litros (valor típico para esse patamar de motor Scania na época)
  • Transmissão: manual, com várias marchas (configuração comum na era, permitindo bom controle de torque em trechos de subida e em operações de carga pesada)
  • Configuração de freios: freio a ar (comandos de parada confiável em operações de alto peso)
  • Tipo de chassis e eixo: estruturado para suportar carga elevada com 6×2, incluindo eixo auxiliar em muitos conjuntos de tração
  • Capacidade de carga e PBT (Peso Bruto Total): projetado para operações de alta tonelagem; valores operacionais típicos variam conforme a configuração do conjunto (padrões de fábrica sugerem PBT na faixa de 25.000 a 28.000 kg para configurações de 6×2 com eixo auxiliar)

Essa ficha técnica oferece uma visão estruturada das principais características, que ajudam a entender por que modelos históricos como o T-113 H 320 costumam aparecer com relevância em avaliações de FIPE para fins de seguro. A potência de 320 cv, associada ao torque disponível em faixas altas, facilita o desempenho em curvas acentuadas, subidas de serras longas e manobras com carga significativa. A configuração 6×2, por sua vez, implica em um conjunto de suspensão e de eixo que exige atenção redobrada na condução e na manutenção, especialmente em vias com pavimento irregular ou em rotas de transporte de longo curso. Do ponto de vista de seguros, esse conjunto de especificações influencia diretamente o custo de cobertura, as cláusulas de proteção de carga, bem como a necessidade de serviços de assistência e telemetria para monitoramento de uso.

A marca Scania: legado, qualidade de engenharia e confiabilidade

Fundada na Suécia, a Scania é reconhecida globalmente por sua vocação para caminhões pesados e ônibus de alto desempenho. O legado da marca vai além da simples fabricação de veículos: envolve uma filosofia de engenharia voltada para a durabilidade, economia de combustível através de tecnologias de gestão de motores e transmissão, e uma rede de serviços que facilita o atendimento em operações de frota, manutenção programada e reposição de peças originais. No segmento de caminhões de alta tonelagem, a Scania se tornou sinônimo de confiabilidade, robustez e facilidade de recondicionamento – atributos que, na prática, ajudam a estabilizar o custo total de propriedade ao longo do ciclo de vida do veículo. Em termos de seguro, isso se traduz em aspectos como menor probabilidade de falhas catastróficas em certas condições de operação, melhor histórico de confiabilidade para horas de uso e maior previsibilidade de custos com manutenção, o que pode impactar positivamente a gestão de riscos e as apólices de casco, bem como as demais coberturas associadas aos veículos da marca.

Outra dimensão relevante é a presença da Scania no Brasil e a maturidade de seus serviços de assistência técnica e peças originais. Mesmo modelos antigos, como o T-113 H 320, quando encontrados em frotas de transporte de carga, tendem a se beneficiar de contratos de manutenção que preservam o valor residual e mantêm o desempenho previsto pela especificação de fábrica. Esse cuidado, por sua vez, se reflete na escolha de coberturas que priorizam reparos de qualidade, retaguarda de peças originais e redes de atendimento que asseguram disponibilidade de peças e mão de obra qualificada. A história da marca é, portanto, um elemento de confiança não apenas para o usuário, mas para quem avalia o risco sob uma perspectiva de seguro, já que veículos bem mantidos costumam apresentar menor frequência de sinistros e maior previsibilidade de custos de substituição ou reparo.

Como a Tabela FIPE influencia a cotação de seguros para esse modelo

A Tabela FIPE funciona como um parâmetro de referência para o valor de mercado do veículo e, portanto, impacta diretamente na avaliação de indenização ou na base de cálculo de algumas coberturas. No caso de caminhões de média a alta tonelagem, como o Scania T-113 H 320 6×2, o valor FIPE serve para orientar, entre outros usos, o cálculo de:

  • Valor de reposição em caso de perda total ou sinistro;
  • Limites de cobertura de casco para reboque, reparo e substituição de veículo;
  • Níveis de franquias compatíveis com o risco agregado ao conjunto 6×2 com cabine de duas portas;
  • Aproximação de custo de peças originais e mão de obra especializada na rede de assistência;

É importante destacar que a FIPE não determina por si só o prêmio. O prêmio é resultado de uma combinação entre o valor segurado, o perfil de risco da operação, a idade do veículo, o histórico de sinistros, as coberturas contratadas e as condições de uso. Para caminhões com configurações especiais — como o 6×2 com eixo auxiliar, que normalmente operam em rotas com variações de pavimento e trechos de alta demanda — as seguradoras costumam observar a severidade do uso, o regime de operação (industrial, distribuição, transporte de cargas especiais), a frequência de sinistralidade e o tempo de disponibilidade de serviço da frota. Esses fatores, aliados ao valor FIPE, ajudam a compor uma apólice que cubra tanto o veículo quanto a carga transportada, sem expor o proprietário a custos desnecessários em cenários de furto, colisão ou terceiros.

Implicações práticas para seguros: coberturas, riscos e decisões

Para um Scania T-113 H 320 6×2 com cabine de dois lugares, algumas considerações costumam orientar as escolhas de seguro:

  • Gestão de risco: veículos pesados com alto valor de reposição tendem a exigir limites maiores de cobertura para casco, com inclusão de danos elétricos, mecânicos e estruturais que não se limitam a colisões simples.
  • Proteção de carga: a natureza da operação pode exigir coberturas específicas para mercadorias de alto valor, riscos de roubo em trânsito ou danos a mercadoria durante o manuseio.
  • Assistência 24h: programas que incluem guincho, reboque e eventual substituição de veículo ajudam a manter a continuidade operacional em longas jornadas, reduzindo perdas de produtividade.
  • Telemetria e monitoramento: a adoção de rastreamento e telemetria pode influenciar positivamente o prêmio, pois fornece dados reais sobre uso e comportamento do veículo, além de facilitar ações rápidas em caso de sinistro.

Quando uma seguradora consulta a FIPE para esse modelo específico, o objetivo é alinhar o valor segurado ao preço de reposição que seria exigido para recuperar o veículo ou substituí-lo por outro igual em condições similares. Para frotas que dependem de disponibilidade de caminhões 6×2 em regime contínuo, esse alinhamento é crucial para evitar lacunas entre o valor segurado e o que, de fato, seria necessário para recompor o investimento em um novo ativo equivalente.

Fatores de risco e coberturas recomendadas em operações com esse veículo

Para o Scania T-113 H 320 6×2, as seguintes diretrizes ajudam a estruturar uma proteção adequada sem extrapolar o orçamento de seguro:

  • Cobertura casco total com proteção a danos causados por colisões, capotamento, incêndio e roubo total.
  • Proteção de carga compatível com o tipo de mercadoria transportada, incluindo itens frágeis ou de alto valor agregado.
  • Responsabilidade civil contra danos a terceiros, conforme exigências legais e necessidade de cobrir danos materiais e pessoais em sinistros que envolvam o veículo.
  • Assistência 24h com cobertura de guincho, trajeto de retorno e, se possível, substituição do veículo em caso de indisponibilidade prolongada.

Além disso, a manutenção de um histórico de manutenção regular, preservação de peças originais e uma documentação organizada (histórico de serviced, notas fiscais de reposição, inspeções periódicas) ajudam a demonstrar prudência na gestão do veículo, o que tende a favorecer condições mais estáveis de prêmio ao longo do tempo. Em termos de FIPE, manter o veículo próximo do valor de referência facilita a reposição com produtos equivalentes à original e reduz a necessidade de ajustes frequentes de cobertura apenas por variações de preço de mercado.

Dicas para manter a apólice atualizada e alinhada com o valor FIPE

Para proprietários de Scania T-113 H 320 ou frotas com esse tipo de veículo, algumas práticas simples costumam fazer diferença na hora de renovar o seguro:

  • Atualize o valor segurado anualmente com base na referência FIPE, especialmente após reformas, upgrades ou substituição de componentes importantes.
  • Atribua limites adequados de coberturas de casco e carga de acordo com a operação real, evitando sub ou supercesso de proteção.
  • Considere investir em telemetria e monitoramento de uso para demonstrar comportamento de condução seguro e para reduzir o risco de sinistro.
  • Revisite as cláusulas de utilização, restrições de rotas, e períodos de operação para manter a apólice compatível com a prática atual da frota.

Ao alinhar o valor FIPE com as coberturas escolhidas e ao manter a documentação em dia, o proprietário de uma unidade SCANIA T-113 H 320 tende a obter uma apólice mais estável, com menor necessidade de reajustes repentinos e com respostas mais rápidas em casos de sinistros, o que reduz o tempo de inatividade e protege a continuidade das atividades logísticas da empresa.

Convergência entre uso, valor FIPE e decisões de seguro

O vínculo entre o uso real do veículo, o valor referenciado pela FIPE e as opções de seguro se fortalece quando há uma compreensão clara de como cada elemento influencia o custo e a cobertura. Caminhões com alto desempenho, potência de 320 cv e a configuração pesada 6×2 exigem avaliação cuidadosa do risco de roubo, danos a carga e danos estruturais em eventuais impactos. Esse cenário reforça a necessidade de coberturas amplas que protejam não apenas o ativo físico, mas também o fluxo de trabalho, a integridade da carga e, quando possível, a continuidade de operações. A FIPE funciona como um norte para estimar o custo de reposição, mas a proteção real depende de uma combinação de políticas de seguro que considere o perfil de uso, o histórico da frota e os aspectos operacionais da empresa.

Se, ao renovar, você perceber que o seu Scania T-113 H 320 ficou mais exposto a riscos específicos — como maior exposição a roubo em rotas de maior demanda ou maior necessidade de reposição rápida de peças — vale a pena reavaliar as coberturas com a corretora para assegurar que a proteção esteja acompanhando esse cenário. O objetivo é manter o equilíbrio entre custo de prêmio e a tranquilidade administrativa de manter a operação em funcionamento, com o mínimo de interrupção em caso de sinistro.

Em resumo, a Tabela FIPE para o Scania T-113 H 320 6×2 2p (diesel) de 1991 não é apenas um número isolado. Ela funciona como referência para entender o valor de reposição, orientar coberturas e facilitar a negociação com as seguradoras. O conjunto de características técnicas, a reputação da marca e o perfil de uso da frota tradicionalmente se somam para oferecer uma base sólida para a tomada de decisão. A partir disso, a gestão de risco fica mais assertiva e a proteção financeira se torna mais robusta, especialmente para operações que dependem de disponibilidade e desempenho constante de uma frota pesada como essa.

Se você está buscando uma abordagem sob medida para a proteção do seu Scania T-113 H 320, a escolha certa é comparar opções com uma corretora que entenda o peso da operação e a importância de manter a frota operando com segurança. E, se quiser explorar planos que equilibrem valor de reposição, cobertura de carga e assistência integrada, considere fazer uma cotação com a GT Seguros — uma opção que pode alinhar proteção adequada ao seu orçamento, com foco na continuidade do seu negócio e tranquilidade para o motorista.