Valor FIPE Atual
R$ 70.777,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 513118-9
Ano: 1993-3
MêsPreço
Mar/26R$ 70.777,00
Fev/26R$ 70.078,00
Jan/26R$ 70.971,00
Dez/25R$ 70.270,00
Nov/25R$ 69.978,00
Out/25R$ 70.344,00
Set/25R$ 70.698,00
Ago/25R$ 71.984,00
Jul/25R$ 72.346,00
Jun/25R$ 72.710,00
Mai/25R$ 72.764,00
Abr/25R$ 73.130,00

Como interpretar a Tabela FIPE para o Scania T-113 H 320 6×2 diesel de 1993 e entender o impacto no seguro

A Tabela FIPE funciona como referência nacional para a avaliação de veículos usados, especialmente no contexto de seguros, financiamentos e transações de venda. Quando falamos de caminhões pesados fabricados na virada dos anos 1990, como o Scania T-113 H 320, a leitura da FIPE exige um olhar cuidadoso sobre a idade, o desgaste, a disponibilidade de peças originais e o histórico de uso. Este conteúdo não traz valores monetários, pois a indicação de preço fica a cargo do sistema no topo do post, mas oferece uma compreensão detalhada de como a tabela age na prática para seguradoras, corretores e proprietários. Com a explicação a seguir, você entenderá por que determinados fatores técnicos do Scania T-113 H 320 influenciam o custo do seguro e a forma como a seguradora analisa o risco ao longo da vida útil do veículo.

O que torna a marca Scania referência no setor de transporte pesado

A Scania é uma das marcas mais reconhecidas mundialmente em caminhões e soluções de transporte de carga. Fundada na Suécia, a Scania consolidou-se ao longo de décadas com foco em robustez, engenharia voltada para rotas de longa distância e uma rede de serviços que facilita a manutenção, o que, por consequência, impacta positivamente na confiabilidade da frota. Ao pensar em seguros, esse histórico de confiabilidade pode influenciar a percepção de risco, já que veículos com boa disponibilidade de peças, assistência técnica eficiente e baixo índice de falhas costumam apresentar menor probabilidade de sinistros. Além disso, a Scania possui uma tradição de incorporar tecnologia de gestão de frota e de motorizações que favorecem o desempenho em operações pesadas, o que, em termos de seguro, pode reduzir a necessidade de intervenções frequentes e tornar a recuperação de sinistros mais previsível para as seguradoras.

Tabela FIPE SCANIA T-113 H 320 6×2 2p (diesel) 1993

Para caminhões antigos, a relação entre marca, disponibilidade de peças e histórico de serviço é especialmente relevante. No século passado, a rede de concessionárias Scania manteve linhas de atendimento que, mesmo diante de mudanças de mercado, buscou preservar a disponibilidade de peças originais e opções de retoma de veículos usados. Esse cenário favorece avaliações de valor de reposição ou de referência de mercado feitas pela FIPE, ainda que sempre haja variações regionais e de configuração do veículo. Em resumo, o valor de referência influencia o dimensionamento do prêmio, as franquias e as condições de cobertura ao longo do tempo.

Visão geral do Scania T-113 H 320 6×2 (1993)

O Scania T-113 H 320 é um caminhão pesado típico da linha T da Scania, projetado para operações de transporte de carga que exigem robustez, estabilidade e bom desempenho em trechos longos. O ano de referência de 1993 coloca o veículo em uma geração com avanços mecânicos significativos, mas ainda com tecnologia anterior à padronização de algumas características encontradas em modelos mais novos. A configuração 6×2 indica três eixos, com dois eixos traseiros com tração e um eixo frontal não motriz, o que atende bem a operações de carga pesada em rodovias e estradas com boa infraestrutura. Abaixo, itens-chave para a compreensão dessa configuração, em formato de pontos breves:

  • Configuração de tração 6×2: três eixos, sendo dois traseiros com tração, adequado para distribuição de peso em carretas e carga volumosa.
  • Motorização: diesel, 6 cilindros em linha, turboalimentado, concebido para potência adequada a operações de transporte de longas distâncias.
  • Potência nominal: aproximadamente 320 cv, oferecendo torque substancial para curvas de subida, arrancadas com carga e manutenção de velocidade em trechos montanhosos.
  • Transmissão: geralmente manual, com várias marchas, adaptada ao perfil de operação de caminhões da época, com foco em durabilidade e confiabilidade sob condições de serviço pesado.

É importante notar que números exatos de torque, deslocamento e capacidades variavam conforme a configuração específica montada pelo proprietário, o país de operação e as opções de equipamento. Ainda assim, a descrição acima resume as características amplamente associadas ao T-113 H 320 6×2 do período, servindo como referência para entender como esse veículo se enquadra na Tabela FIPE e, por consequência, no cenário de seguros.

Ficha técnica (principais especificações do modelo 1993)

A ficha técnica, no contexto da FIPE e das seguradoras, foca nos elementos que costumam influenciar o valor de reposição, o risco de sinistro e as condições de cobertura. Abaixo estão os itens relevantes, apresentados de forma compacta para facilitar a leitura e a aplicação prática na avaliação de risco e de prêmios:

  • Ano de fabricação: 1993
  • Motorização: diesel, 6 cilindros em linha, turboalimentado
  • Potência nominal: 320 cv
  • Configuração de transmissão/tração: 6×2 com dois eixos traseiros motrizes; câmbio com múltiplas marchas

Observação: a FIPE trabalha com faixas de valores que consolidam dados de mercado e reposição para veículos de uso comum. Em veículos mais antigos, especialmente caminhões pesados, o valor de referência pode depender de fatores como condição do motor, estado da transmissão, histórico de manutenção, quilometragem média e disponibilidade de peças originais no mercado. Por isso, além da leitura da tabela, as seguradoras costumam considerar relatórios de inspeção técnica, comprovantes de serviços e histórico de sinistros para dimensionar o prêmio e as coberturas adequadas.

A relação entre a FIPE e a apólice de seguro

A Tabela FIPE atua como referência de mercado, influenciando diretamente questões relevantes à apólice de seguro, como valor de reposição e depreciação. Em caminhões com mais de 25 anos, o veículo pode estar sujeito a particularidades: peças históricas, disponibilidade de componentes originais, necessidade de restaurações ou modificações para atender às normas locais de trânsito e de segurança. Abaixo estão algumas implicações práticas para quem contrata ou renovapolíticas de seguro com base na FIPE:

  • Definição do valor de reposição: a FIPE serve como referência de referência de mercado para reposição de peças ou do veículo completo, o que afeta o quanto a seguradora pagará em caso de sinistro total ou de perda total.
  • Depreciação: veículos na faixa de idade da T-113 H 320 costumam apresentar depreciação acelerada em relação a modelos mais modernos; a FIPE ajuda a dimensionar esse efeito para o prêmio e para futuros ajustes de cobertura.
  • Avaliação de risco: o estado de conservação, a frequência de uso e a manutenção preventiva influenciam o risco de falhas que geram sinistros, algo que as seguradoras consideram ao comparar o valor FIPE com o valor de mercado atual.
  • Custos de peças e disponibilidade: para caminhões antigos, a disponibilidade de peças originais pode impactar a avaliação de risco de sinistro e o custo de reparo, refletindo-se na cotação de prêmio.

Boas práticas para segurados que possuem ou avaliam um Scania T-113 H 320 6×2 (1993)

Para quem administra um seguro de um caminhão antigo, algumas práticas ajudam a tornar a cotação mais estável e benéfica ao longo do tempo. Abaixo seguem sugestões objetivas, com foco na relação entre FIPE, custo de seguro e qualidade de uso da frota:

  • Documentação completa: mantenha atualizados os comprovantes de manutenção, notas técnicas, histórico de serviços e inspeções. Documentos bem organizados favorecem a avaliação de risco e a credibilidade do estado do veículo junto à seguradora.
  • Histórico de sinistros e uso: registre o uso real do caminhão (horas de operação, rotas, tipo de carga) e qualquer sinistro anterior. Um histórico limpo pode refletir em prêmios mais estáveis ao longo do tempo.
  • Manutenção preventiva programada: o investimento em revisões periódicas e peças originais tende a reduzir falhas graves e, por consequência, o número de dias de indisponibilidade da frota, o que também é visto pela seguradora na hora da renovação.
  • Atualização de dados de uso: se houver alterações no padrão de operação (trechos mais exigentes, aumento de carga ou mudanças na rota), atualize a seguradora. Isso ajuda a manter o prêmio alinhado ao risco real do veículo.

Considerações finais sobre seguro, FIPE e o Scania T-113 H 320

Compreender a interface entre a Tabela FIPE, a ficha técnica de um caminhão clássico como o Scania T-113 H 320 6×2 diesel de 1993 e as práticas de seguro é essencial para proprietários e corretores de seguros. A FIPE oferece uma referência de mercado que, quando combinada com a condição prática do veículo, permite às seguradoras dimensionar prêmios, franquias e coberturas de forma mais precisa. Modelos reais, com histórico de manutenção, peças originais e um estado geral de conservação, tendem a apresentar avaliações de risco mais estáveis do que casos com informações escassas. Por outro lado, caminhões antigos exigem atenção redobrada: a boa comunicação entre proprietário, corretor e seguradora facilita a obtenção de coberturas que protejam de forma adequada o interesse de quem opera a frota, sem surpresas no momento de uma eventual indenização.

Ao considerar a contratação ou renovação de seguro para o Scania T-113 H 320 6×2 diesel de 1993, vale investir em um diálogo claro sobre o que está incluso na cobertura, como a FIPE é aplicada, quais são as condições de depreciação ao longo do tempo e como cada item pode impactar o custo total do seguro. Uma abordagem transparente facilita escolhas mais informadas, reduzindo ruídos durante o processo de cotação e contribuindo para uma gestão de frota mais eficiente.

Se você busca entender melhor como esse modelo específico se encaixa nas suas necessidades de proteção e orçamento, considere falar com a GT Seguros para uma cotação personalizada. Uma avaliação detalhada ajuda a alinhar a proteção do veículo com as exigências da operação e o seu orçamento.