Valor FIPE Atual
R$ 81.837,00
↓ 2,0% vs mês anterior
FIPE: 513118-9
Ano: 1995-3
MêsPreço
Mar/26R$ 81.837,00
Fev/26R$ 83.508,00
Jan/26R$ 83.928,00
Dez/25R$ 84.350,00
Nov/25R$ 84.774,00
Out/25R$ 85.201,00
Set/25R$ 85.630,00
Ago/25R$ 86.061,00
Jul/25R$ 86.494,00
Jun/25R$ 86.929,00
Mai/25R$ 87.366,00
Abr/25R$ 87.806,00

Panorama técnico e histórico do SCANIA T-113 H 320 6×2 diesel (1995) na Tabela FIPE

Quando falamos de veículos pesados usados para transporte de carga, a tabela FIPE funciona como uma referência de mercado que ajuda corretores de seguros a entenderem o valor venal do bem ao longo do tempo. Embora o objetivo principal seja orientar a precificação de seguros, a FIPE serve como ponto de partida para entender a depreciação, a necessidade de manutenção e o risco associado a cada modelo específico. O SCANIA T-113 H 320, na configuração 6×2 e motor diesel, é um exemplar clássico que reforça como a combinação entre marca, uso e idade influencia diretamente as decisões de seguro, visando coberturas adequadas sem distorções de valor. A seguir, exploramos a ficha técnica, o papel da FIPE para caminhões como esse, além de aspectos históricos da marca e implicações práticas para custos de seguro e manutenção.

Ficha técnica resumida

  • Marca/Modelo: Scania T-113 H 320 — caminhão pesado com configuração 6×2
  • Ano de fabricação: 1995; Cabine: H (alta)
  • Motorização: Diesel, motor 6 cilindros em linha; potência nominal de 320 cv
  • Transmissão: Manual, com múltiplas velocidades (frequentemente na faixa de 9 a 12 marchas)

Contexto histórico e qualidade de engenharia da Scania

A Scania é uma fabricante sueca com uma longa tradição na construção de caminhões, ônibus e motores industriais. Fundada em 1891, a marca consolidou-se ao longo das décadas por meio de foco em robustez, confiabilidade e eficiência de motor. Modelos como o T-113 H 320 surgiram em uma era de transição entre tecnologias analógicas e os avanços que vieram com a eletrificação gradual de sistemas auxiliares e controles de veículo. O resultado é um caminhão que, para seu tempo, destacava-se pela relação entre potência, torque e capacidade de carga, características centrais para operações de transporte de longas distâncias e rotas expressas de carga pesada.

Tabela FIPE SCANIA T-113 H 320 6×2 2p (diesel) 1995

O conjunto de motor diesel de 320 cv combinado a uma configuração 6×2 transmite ao motorista a ideia de robustez necessária para manter produtividade em fretes volumosos. A cabine alta (H) favorece a visibilidade e o afastamento до ruído, além de facilitar a acomodação de motoristas com longas jornadas na estrada. Em termos de tecnologia, a Scania da época já oferecia soluções que ajudavam na eficiência de combustível e no controle de emissões, ainda que, em comparação com os padrões atuais, pudesse faltar alguns recursos de assistência à condução encontrados em veículos mais modernos. Para quem trabalha com seguro, esse histórico de engenharia aponta para uma relação entre desempenho/montagem e necessidade de manutenção preventiva rigorosa para preservar o valor do ativo ao longo do tempo.

Por que a FIPE é relevante para este modelo na corretora de seguros

A Tabela FIPE consolidou, ao longo dos anos, um referencial prontamente acessível para verificações de valor de mercado de usados. No caso de caminhões pesados como o T-113 H 320, a FIPE ajuda a compreender a depreciação ao longo de várias fases de vida útil – especialmente quando a frota é composta por veículos com histórico de uso em operações logísticas. O valor venal, definido pela FIPE, é utilizado pelas seguradoras como base para componentes de cobertura de casco (valor do veículo segurado), mas é importante reforçar que o prêmio final depende de múltiplos fatores: estado geral de conservação, quilometragem, intensidade de uso (carga efetiva, frequência de viagens), histórico de sinistros, região de operação, disponibilidade de peças de reposição e, é claro, o tempo de vida útil remanescente do veículo.

Para caminhões fabricados em 1995, como o T-113 H 320, a idade impacta o perfil de risco de maneira mais acentuada do que para veículos leves. A FIPE oferece uma linha de referência, mas cada seguradora agregará dados adicionais: histórico de manutenção (quando disponível), condições de uso (ex.: rota urbana vs. rodoviária), tipo de carga (perigosa, sensível, etc.) e mesmo as políticas internas de avaliação de conversão de idade em prêmios. Em essência, a FIPE funciona como uma âncora de valor, enquanto a cotação de seguro traduz esse valor em um conjunto de coberturas alinhadas à realidade operacional do veículo.

Contribuições da marca Scania para a confiabilidade do conjunto

Ao analisar um Scania T-113 H 320, vale destacar que a marca costuma oferecer uma rede de assistência técnica ampla, com disponibilidade de peças e mão de obra qualificada. Esse ecossistema de suporte é um fator relevante para seguradoras, pois reduz o tempo de imobilização do ativo após ocorrências operacionais, o que impacta positivamente no custo total de propriedade (TCO) ao longo da vida útil do caminhão. Além disso, histórico de manutenção bem registrado e uma rede de serviços eficientes costumam se traduzir em menor probabilidade de falhas graves e sinistros, o que pode refletir em prêmios mais estáveis ao longo do tempo para frotas que mantêm os serviços autorizados e checks periódicos em dia.

Implicações práticas para seguros deste modelo específico

Para corretores e gestores de frotas, modelos como o T-113 H 320 de 1995 exigem uma leitura cuidadosa do perfil de risco. O peso da idade do veículo aumenta a probabilidade de falhas mecânicas e de componentes de desgaste, o que eleva o custo potencial de reparos. Ao mesmo tempo, a potência de 320 cv e a configuração 6×2 indicam uma capacidade de mobilidade elevada para operações de carga que exigem desempenho estável em trechos longos, o que pode impactar positivamente a avaliação de risco quando o veículo é bem mantido. Em termos de seguro, os seguintes fatores ganham relevância ao precificar o T-113 H 320 nessa faixa etária:

– Valor venal estimado pela FIPE: serve como referência para coberturas de casco, com ajustes possíveis conforme o estado de conservação.
– Mantenabilidade: disponibilidade de peças e rede de assistência para a linha Scania aumenta a velocidade de reparo e reduz tempo de inatividade.
– Histórico de manutenção: caminhões com registros de manutenção periódica tendem a oferecer menor probabilidade de falhas graves.
– Uso da frota: rotas de transporte, tipo de carga, quilometragem anual e condições de operação influenciam a escolha de coberturas adicionais (roubo, incêndio, responsabilidade civil, entre outras).

Essas variáveis ajudam o corretor a desenvolver uma proposta de seguro que contemple não apenas o valor atual do ativo, mas também o custo potencial de substituição, reparo e perda de receita decorrente de imobilização. Em veículos com mais de 25 anos de idade, muitos clientes passam a buscar pacotes com coberturas graduadas, que combinem casco com assistência em viagem, proteção contra roubo e incêndio, e uma apólice de responsabilidade civil específica para operações de transporte de carga.

Considerações finais sobre o modelo na prática de gestão de riscos

O SCANIA T-113 H 320, na configuração 6×2 diesel de 1995, representa um caso clássico de ativo que equilibra potência, robustez e longevidade operacional. A decisão de manter ou retirar esse veículo da frota envolve equilíbrio entre custos de manutenção, disponibilidade de peças, produtividade da rota e o efeito de depreciação refletido na FIPE. Para corretores, entender esse equilíbrio é essencial para propor coberturas que protejam o negócio sem onerar demais o prêmio. A boa prática passa pela avaliação detalhada do histórico do veículo, inspeções periódicas, e pela adoção de soluções de seguro que considerem a idade do ativo, o perfil de uso e as condições de serviço da frota. Com esse conjunto, é possível oferecer uma cobertura mais alinhada às necessidades do operador logístico e às exigências regulatórias do setor.

Se você busca uma abordagem prática para o seu caso, considere a verificação de condições de sinistro, custos de reparo e a possibilidade de incluir garantias específicas de rastreamento, assistência 24h e serviços de contingência para fretes, que ajudam a manter a operação estável mesmo diante de imprevistos. A combinação entre uma avaliação de valor adequada pela FIPE e uma estratégia de proteção de risco ajustada ao uso real do veículo é fundamental para manter a integridade da frota e a rentabilidade das operações.

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