| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 105.677,00 |
| Fev/26 | R$ 104.631,00 |
| Jan/26 | R$ 103.596,00 |
| Dez/25 | R$ 105.711,00 |
| Nov/25 | R$ 106.873,00 |
| Out/25 | R$ 107.431,00 |
| Set/25 | R$ 105.582,00 |
| Ago/25 | R$ 106.133,00 |
| Jul/25 | R$ 105.083,00 |
| Jun/25 | R$ 104.351,00 |
| Mai/25 | R$ 103.318,00 |
| Abr/25 | R$ 101.293,00 |
Panorama técnico e histórico do Scania T-113 H 360 4×2 2p (diesel) 1994 e o uso da Tabela FIPE
Ao tratar de seguros para caminhões e utilitários pesados, compreender a base de avaliação prática da Tabela FIPE é essencial. No caso específico do T-113 H 360, fabricado pela SCANIA no início dos anos 1990, a referência de preço apresentada pela FIPE ajuda seguradoras e proprietários a alinharem expectativas de cobertura, de indenização e de mensalidades. Este texto mergulha na ficha técnica, no contexto da marca, no papel da FIPE para o seguro e em prática de gestão de risco para quem opera um veículo com características próprias de um veículo de transporte de carga com motor a diesel de alta potência. Abaixo, você encontrará uma visão educativa, com foco no modelo SCANIA T-113 H 360, enfatizando aspectos que costumam impactar a avaliação de risco, a determinação de prêmios e a escolha de coberturas apropriadas.
Ficha técnica do Scania T-113 H 360
O Scania T-113 H 360 é um caminhão de tração 4×2 com cabine de duas portas, produzido na década de 1990. A designação “T-113 H 360” remete a uma configuração de alta potência para uso em transporte rodoviário de carga leve a média dentro do universo de caminhões pesados da época. A seguir, um resumo conceitual da ficha técnica típica associada a esse modelo:

- Fabricante e modelo: Scania T-113 H 360
- Ano de referência: 1994 (linhas de produção que atendiam ao mercado brasileiro na metade da década de 1990)
- Categoria: Caminhão pesado de uso rodoviário, com tração 4×2
- Cabine: 2 portas (cabine simplificada, adequada para operações de transporte de carga)
Motor e desempenho, bem como especificações de transmissão, costumam variar conforme configurações de fábrica e adaptações regionais. Em termos conceituais, o T-113 H 360 emprega um motor diesel de grande deslocamento para proporcionar torque suficiente para a movimentação de cargas consideráveis em vias pavimentadas. A potência indicada pela designação “360” sugere uma faixa de 360 cavalos de potência, característica comum para modelos dessa linha em séries de alta performance da Scania. A transmissão tende a ser manual, com múltiplas marchas para adequar o regime de rotação às condições de estrada, carga e terreno, enquanto a suspensão e os eixos são configurados para equilibrar estabilidade, conforto do motorista e capacidade de carga. Lembre-se: as especificações exatas podem variar conforme ano de fabricação, país de envio, opções de cabine e modificações posteriores feitas pelo operador ou pela concessionária de venda e serviço.
É importante notar que, apesar de a Tabela FIPE trazer uma referência de preço para o veículo, ela não é um valor fixo e pode ser influenciada por fatores como estado de conservação, quilometragem, histórico de manutenções, disponibilidade de peças originais e modificações de uso. Na prática de seguros, esse valor referência serve como referência de mercado para orientar a indenização em casos de sinistro e pode impactar o cálculo de prêmio, coberturas e responsabilidades, sem substituir uma vistoria técnica específica ou a avaliação de um perito confiável.
Sobre a marca Scania: tradição, qualidade e rede de suporte
A Scania é uma marca mundialmente reconhecida por seus caminhões de alta durabilidade, eficiência de motor e foco em soluções de transporte de longo curso. Fundada na Suécia, a empresa construiu ao longo de décadas uma reputação associada a confiabilidade, tecnologia de motorizações robustas e redes de serviço espalhadas por diversos países. No Brasil, a presença da Scania se consolidou com uma rede de concessionárias e centros de serviço que atendem desde a manutenção de rotina até intervenções mais complexas em caminhões pesados. Essa tradição de serviço é um ponto relevante para seguradoras, pois facilita a obtenção de peças originais, histórico de reparos e apoio técnico, fatores que, em muitos casos, reduzem o risco operacional de falhas inesperadas em frota de caminhões de carga. Além disso, a Scania tem investido em plataformas de telemetria, governança de frota e programas de manutenção preventiva, contribuindo para maior previsibilidade de consumo de combustível, desgaste de componentes e disponibilidade de veículos para operações críticas.
Para quem opera um Scania T-113 H 360, a vantagem de uma marca com forte presença no mercado é a rede de assistência técnica que costuma facilitar inspeções periódicas, revisões de motor, checagens de transmissão e alinhamento de componentes. Em termos de seguros, a confiabilidade associada a uma marca com histórico de desempenho ajuda a reduzir a frequência de sinistros em alguns casos e pode influenciar positivamente as condições de cobertura, especialmente quando há registros consistentes de manutenção e de inspeções. Por outro lado, caminhões de maior idade exigem atenção especial: itens de desgaste, disponibilidade de peças originais para modelos mais antigos e custos de mão de obra podem impactar tanto o valor de reposição quanto o custo de coberturas adicionais, como assistência 24h, proteção contra roubo e guincho, entre outras opções.
Avaliação pela FIPE e o papel da Tabela FIPE no seguro de caminhões
A Tabela FIPE funciona como uma referência de mercado amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de veículos usados, incluindo modelos de caminhões pesados e de cabine simples. Em seguros, o valor referencial de FIPE pode ser utilizado para indicar, por exemplo, o montante base de indenização em caso de sinistro total ou parcial, bem como para calibrar o prêmio, levando em conta o risco de desvalorização, idade do veículo, histórico de uso e condicionamento atual. Para o Scania T-113 H 360, o estabelecimento de uma referência FIPE ajuda a balizar a cobertura de danos estruturais, perda total e até a reposição de peças originais no caso de danos que comprometam a funcionalidade do conjunto motor-transmissão. Vale destacar que FIPE não é o único fator determinante na apólice: as seguradoras costumam considerar também o alcance da cobertura, o perfil de uso (frota própria, aluguel, fretamento, uso regional), o histórico de sinistros, o plano de manutenção e, às vezes, uma avaliação técnica específica para veículos com idade avançada. Em suma, a FIPE atua como uma base estável de referência, enquanto a apólice traduz adequadamente o risco de cada operação e as particularidades de cada veículo.
Para quem observa o universo de seguros de caminhões usados, entender o que a FIPE representa é essencial: o valor de referência ajuda a definir limites de indenização, faixas de prêmio e condições de carência, mas não substitui uma vistoria técnica que possa detectar desgaste de componentes críticos (motor, sistema de transmissão, eixos, freios, suspensão) que, por si só, podem justificar ajustes de prêmio ou de coberturas. Em veículos com mais de duas décadas de uso, é comum que estejam presentes históricos de manutenção mais detalhados, o que tende a favorecer uma avaliação mais precisa pela seguradora e, consequentemente, uma proposta de seguro mais adequada ao perfil de risco do T-113 H 360.
Fatores práticos de seguro para o Scania T-113 H 360 4×2
Ao planejar a proteção de um caminhão antigo com esse perfil, alguns fatores práticos costumam pesar na decisão de coberturas e no dimensionamento de prêmios:
Estado de conservação e histórico de manutenções: veículos com manutenção regular, registros completos e peças originais geralmente recebem avaliações mais estáveis. Um histórico bem documentado facilita a comprovação de que o veículo foi mantido conforme as especificações do fabricante, o que é apreciado pelas seguradoras.
Uso operacional: a finalidade do veículo (frota de entrega regional, transporte de cargas em longas distâncias, deslocamento entre operações) influencia o risco de acidentes, desgaste de componentes e consumo de combustível. Caminhões destinados a operações mais intensivas requerem coberturas que considerem riscos de quebra de motor, falhas de transmissão e danos a freios, entre outros.
Peças e disponibilidade: para modelos antigos, a disponibilidade de peças originais pode afetar o tempo de reparo e o custo de reparação. Seguradoras consideram a probabilidade de substituição por peças genuínas versus alternativas do mercado paralelo, o que impacta prêmios e prazos de indenização.
Medidas de proteção e gestão de risco: itens como rastreamento e telemetria, alarmes, caminhão guarnecido, estacionamentos seguros com vigia, bem como políticas de manutenção preventiva, podem reduzir a exposição a roubos, furtos e falhas mecânicas. Tais recursos costumam influenciar positivamente as condições da apólice, oferecendo descontos ou condições diferenciadas para o proprietário.
Condições de segurabilidade: veículos com idade avançada precisam de avaliação técnica mais criteriosa para aprovar cobertura. Em alguns casos, seguradoras podem exigir vistorias periódicas, laudos de inspeção e comprovação de reparos realizados em oficinas autorizadas.
Boas práticas para proprietários e seguradoras
Para assegurar uma relação segura entre o proprietário, a seguradora e o veículo, algumas práticas são recomendadas:
1) Manutenção constante e documentação organizada: mantenha um cronograma de revisões, guarde notas de serviço, substituições de peças críticas e laudos de inspeção. A documentação facilita a verificação de condições do veículo e reduz incertezas na avaliação da apólice.
2) Investimento em proteção adicional: considere recursos de proteção contra roubo, rastreamento e monitoramento de uso. Esses mecanismos não apenas aumentam a segurança do veículo, como também podem reduzir prêmios ao demonstrar menor risco para a seguradora.
3) Planejamento de uso e operação: se o veículo é empregado em rotas com maior probabilidade de incidentes, avaliar coberturas adicionais, como assistência 24h, cobertura de danos a terceiros, proteção de carga e cobertura de danos a acessórios pode trazer maior tranquilidade operacional.
4) Avaliação periódica da necessidade de cobertura: a FIPE e as condições de mercado podem mudar com o tempo. Reavalie anualmente a base de indenização, o valor segurado, franquias, carências e limites de cobertura para manter a proteção alinhada ao uso e ao valor de mercado do veículo.
Enfim, a compreensão da relação entre a Tabela FIPE, a ficha técnica e as condições de operação do Scania T-113 H 360 4×2 é a base para uma proteção adequada. Ao alinhar o valor segurado com a realidade de uso, manter a documentação em dia e investir em medidas de proteção, proprietários tendem a obter prêmios mais justos e forma de atendimento mais eficaz em caso de sinistro.
Se estiver buscando proteção com foco em caminhões antigos e com perfil próximo ao SCANIA T-113 H 360, a GT Seguros oferece opções de cotação que contemplam aspectos específicos desse tipo de veículo, com condições pensadas para frota e uso individual. Para assegurar o seu veículo com tranquilidade, faça uma cotação com a GT Seguros.
