| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 127.511,00 |
| Dez/25 | R$ 127.754,00 |
| Nov/25 | R$ 127.946,00 |
| Out/25 | R$ 128.254,00 |
| Set/25 | R$ 128.666,00 |
| Ago/25 | R$ 128.937,00 |
| Jul/25 | R$ 129.144,00 |
| Jun/25 | R$ 128.575,00 |
| Mai/25 | R$ 128.073,00 |
| Abr/25 | R$ 126.879,00 |
| Mar/25 | R$ 128.158,00 |
| Fev/25 | R$ 127.568,00 |
Visão detalhada da referência FIPE para o SCANIA T-113 H 360 4×2 2p diesel, ano 1998
Quando pensamos em seguros de veículos pesados, como caminhões e semirreboques, a Tabela FIPE desempenha um papel importante para entender o valor referencial de mercado. Embora esse número não substitua uma avaliação técnica ou uma vistoria completa, ele fornece um norte confiável para cálculos de cobertura, depreciação e, principalmente, para a negociação de apólices com corretoras e seguradoras. No caso específico do SCANIA T-113 H 360 4×2 2p diesel de 1998, a leitura da FIPE ajuda a contextualizar o peso do patrimônio, a idade do veículo e as particularidades de uso. A seguir, exploramos a ficha técnica, o histórico da marca, a forma como a FIPE se aplica a esse modelo e como esses elementos impactam a proteção veicular oferecida pela GT Seguros.
Ficha técnica resumida
- Fabricante e modelo: Scania T-113 H 360, configuração 4×2, cabine com 2 portas, uso típico em transporte de carga pesada.
- Propulsão: motor a diesel, potência nominal de 360 cavalos (hp), adequado para trajetos de longa distância e operações de alto peso.
- Transmissão e trem de força: transmissão com várias marchas, projetada para carregar e puxar cargas expressivas, com foco em torque elevado para arrancadas e manutenção de velocidade sob carga.
- Configuração de eixo e tração: 4×2, duas rodas motrizes na linha traseira, adequado para rotas urbanas e rodoviárias com restrições de peso, comum em frotas de transportes de carga.
Sobre a marca Scania: tradição, inovação e robustez
A Scania é uma fabricante sueca reconhecida internacionalmente por sua abordagem voltada à robustez, confiabilidade e eficiência no transporte de cargas pesadas. Fundada em 1891, a marca construiu uma reputação sólida ao longo de décadas de atuação em diversos segmentos do transporte rodoviário, da distribuição de produtos à logística de grande porte. O portfólio da Scania costuma ser associado a motores de alto torque, tecnologia de gestão de motor avançada, sistemas de injeção eletrônica de última geração e soluções de telemetria que ajudam as frotas a acompanhar consumo, manutenção e desempenho em tempo real.

Para o universo de seguros, essa consistência de desempenho se traduz em alguns fatores-chave. Primeiramente, caminhões da Scania costumam apresentar custos de reparo e disponibilidade de peças de reposição bastante previsíveis, o que facilita a modelagem de risco para seguradoras. Em segundo lugar, a rede de serviço e assistência técnica da marca, frequentemente presente em grandes centros, reduz o tempo de imobilização em caso de quebra, o que é um componente relevante na avaliação de risco operacional. Por fim, a reputação de valor de revenda pode influenciar na determinação de taxa de depreciação na apólice, ainda que o cálculo definitivo dependa de várias variáveis, incluindo quilometragem, estado de conservação e histórico de sinistros.
É importante destacar que, ao considerar o SCANIA T-113 H 360 4×2 2p diesel, a seguradora avalia não apenas o veículo em si, mas também o contexto de uso. Caminhões com destinos de operação pesada, como transporte de carga de alto peso em trechos com rebaixos de estrada, podem exigir coberturas adicionais para componentes específicos, como suspensão, eixo, sistema de freios e componentes do motor sob situações de esforço. A Scania, nesse cenário, oferece versões com distintas opções de motor, transmissão e cabine, o que possibilita aos gestores de frota ajustar especificações ao perfil de uso e às exigências regulatórias locais.
Como a Tabela FIPE se aplica a esse modelo específico
A Tabela FIPE opera como um referencial de preço de compra e venda de veículos usados no Brasil. Ela reúne dados de transações reais, coletadas mensalmente, para compor um valor médio de mercado por modelo, ano, versão e estado de conservação. Quando falamos do SCANIA T-113 H 360 4×2 2p diesel, ano 1998, a FIPE entrega um valor de referência que ajuda a calibrar o valor a ser considerado pela seguradora na hora de estabelecer a cobertura básica, as coberturas adicionais (como roubo, incêndio, colisão, responsabilidade civil, entre outras) e a determinação de limites de indenização em caso de sinistro.
É fundamental entender que a FIPE não é um preço de venda efetivo ou o preço de new de um veículo. Em caminhões antigos, com histórico de uso e com variações de manutenção, o valor registrável na FIPE pode divergir do preço praticado em negociações entre compradores e vendedores. Por isso, corretores de seguros costumam complementar a leitura da FIPE com vistorias técnicas, avaliação de remarques de peças, estado de pneus, condições de freios, histórico de regularidade de manutenção e dados de quilometragem. Essas informações ajudam a compor uma visão mais completa de risco, refletida nas tabelas de prêmio e nas coberturas disponíveis pela GT Seguros.
A prática comum é que a FIPE sirva como ancoradouro para a “cobertura básica” de indenização, enquanto as cláusulas adicionais podem compensar variações de depreciação real, perdas parciais, furtos e danos a componentes sensíveis do motor, transmissão e eixo. Em termos práticos, quanto mais alta a fidelidade entre o estado atual do veículo e o valor de referência da FIPE, menor a incerteza para a seguradora na hora de calcular o prêmio. Em contrapartida, veículos com histórico de sinistros, baixa manutenção ou uso em rotas com condições extremas podem exigir um ajuste de prêmio mesmo quando o valor FIPE for, por exemplo, relativamente estável ao longo do tempo.
Impacto da FIPE na apólice e nas escolhas de cobertura
Para o SCANIA T-113 H 360 4×2 2p diesel, o valor FIPE influencia diversos aspectos da apólice de seguro, especialmente quando se estrutura a cobertura para risco de terceiros, danos físicos ao veículo e roubo. Abaixo estão os pontos centrais, explicados de forma educativa para quem gerencia frotas ou busca entender o raciocínio da corretora.
1) Limites de indenização: a FIPE serve como referência para estabelecer um teto de indenização em caso de perda total. Se o veículo for avaliado com base no valor FIPE, a seguradora tende a calibrar o valor máximo resgatável, evitando distorções entre o custo de reposição e o valor de indenização. Esse equilíbrio busca manter a viabilidade do contrato ao longo de anos, especialmente para caminhões de grande idade, como o modelo de 1998.
2) Prêmios proporcionais ao risco: a idade do veículo, associada ao estado de conservação, impacta diretamente no prêmio. Veículos mais antigos costumam exigir maior probabilidade de depreciação acelerada e maior probabilidade de falhas mecânicas. O resultado é um prêmio que reflita o custo de reparo potencial e a probabilidade de sinistros, com a FIPE oferecendo uma base estável para esse cálculo.
3) Coberturas adicionais: para caminhões pesados, opções como “roubo e furto qualificado”, “proteção contra incêndio”, “cobertura de danos a terceiros” e “acidentes com terceiros” podem ser associadas a cláusulas específicas. O valor FIPE, ao ser usado como referência, ajuda a entender qual é o nível de proteção que compensa os riscos envolvidos, sem subestimar ou supervalorizar o patrimônio.
4) Avaliação de depreciação: a depreciação real depende de muitos fatores, incluindo a disponibilidade de peças, a idade da frota, a frequência de manutenção e o histórico de desgaste. A FIPE funciona como uma linha de base que pode ser ajustada pela avaliação técnica da frota. Assim, a seguradora pode requerer inspeções periódicas para confirmar o estado do veículo ao longo do tempo, o que ajuda a manter o equilíbrio entre custo de seguro e proteção efetiva.
Fatores de risco e como a FIPE influencia a cotação
A cotação de seguro para o SCANIA T-113 H 360 4×2 2p diesel depende de uma mistura de informações técnicas, operacionais e históricas. A FIPE entra como um dos componentes que ajudam a padronizar o valor do veículo, mas não atua isoladamente. Abaixo, apresento uma síntese dos fatores que costumam influenciar a cotação, com foco no modelo em questão. Não há números de preço aqui, apenas a lógica de cálculo de risco que embasa a decisão da seguradora.
Estado de conservação e manutenção: caminhões de 1998 podem ter variações significativas na condição de motor, transmissão, suspensão e freios. A presença de manutenção regular, com registro de trocas de óleo, filtros, correias e peças críticas, tende a reduzir o risco de sinistro e, consequentemente, o prêmio.
Quilometragem e rotina de uso: veículos que percorrem longas distâncias com cargas viajam mais, o que aumenta o desgaste de componentes. Rodar em trechos com pavimento ruim também pode impactar a vida útil de suspensão, eixos e pneus. A FIPE ajuda a equilibrar o impacto da idade com o estado atual do veículo, refletindo o valor de mercado esperado para o modelo específico.
Histórico de sinistros: um histórico com menos ocorrências tende a gerar prêmios mais estáveis. Sinistros frequentes ou de severidade alta podem aumentar o custo da proteção. As seguradoras costumam considerar o histórico como indicador de comportamento operacional, que, por sua vez, se traduz na avaliação de risco de futuro sinistro.
Perfil operacional da frota: rotas urbanas, longas distâncias, uso para transporte de cargas perigosas ou de alto peso podem exigir coberturas específicas (cobertura de danos por colisão, proteção de carga, etc.). A FIPE, ao oferecer o referencial de valor, se integra ao contexto operacional para definir a necessidade de coberturas adicionais, limiares de indenização e cláusulas de responsabilidade civil.
Como interpretar a leitura da FIPE para uma cotação mais alinhada à realidade
Para clientes e gestores de frota, compreender a leitura da FIPE facilita a tomada de decisão na hora de solicitar uma cotação. O objetivo é alinhar o valor de referência com o perfil do veículo e com o destino da seguradora. Aqui vão algumas orientações práticas:
— Mantenha a documentação em dia: registros de manutenção, notas fiscais de peças e trocas ajudam a demonstrar estado de conservação e reduzem o componente de incerteza na avaliação de risco.
— Considere o valor real de reposição: para caminhões com alta disponibilidade de peças e rede de serviço, a reposição pode ser mais rápida e com custo previsível. Em contrapartida, veículos com dificuldades de reposição podem exigir ajustes de prêmio ou cobertura adicional para danos a componentes críticos.
— Verifique o estado da carreta e do semirreboque (se houver): o conjunto de tração, a estrutura do chassi, condições de freios e pneus são determinantes para o custo da proteção. A FIPE, ao estabelecer o valor do veículo, deve ser interpretada juntamente com estas condições para evitar distorções entre prêmio e proteção oferecida.
— Pondere benefícios de serviços inclusos: muitos contratos de seguro para veículos pesados oferecem serviços adicionais, como assistência em estrada, veículo reserva, monitoramento de telemetria e consultoria de gestão de frotas. A FIPE funciona como âncora para o valor, mas é a combinação de cobertura, serviços e suporte que define o verdadeiro custo-benefício da apólice.
Conclusão: a importância da FIPE na proteção do SCANIA T-113 H 360 4×2 2p diesel (1998)
A Tabela FIPE para o SCANIA T-113 H 360 4×2 2p diesel, ano 1998, funciona como um farol para corretores, proprietários de frota e tomadores de seguro. Ela oferece um patamar de referência que, quando combinado com a ficha técnica, com a avaliação de manutenção, histórico de uso e operação, permite construir uma apólice mais precisa, tanto em termos de cobertura quanto de custo. Embora o valor FIPE não traduza diretamente o preço de reposição nem o valor de venda atual, ele estabelece uma base inequívoca para entender o patamar de proteção necessário para esse tipo de veículo de transmissão pesada, que exige atenção especial pela natureza de sua operação, pela idade e pelo regime de uso. Em uma época em que a gestão de riscos é cada vez mais estratégica para frotistas, a integração entre dados de mercado (como a FIPE) e a avaliação técnica contribui para contratos mais justos, com menor risco de lacunas de cobertura ou de subseguro.
Se você busca uma proteção que combine alinhamento com o valor de referência e cobertura ajustada às suas necessidades operacionais, considere conversar com a GT Seguros. Uma cotação bem estruturada pode trazer tranquilidade para a sua frota, assegurando que o SCANIA T-113 H 360 4×2 2p diesel (1998) receba a proteção adequada ao longo de sua vida útil de uso.
