Valor FIPE Atual
R$ 113.365,00
↓ 0,5% vs mês anterior
FIPE: 513104-9
Ano: 1996-3
MêsPreço
Jan/26R$ 113.365,00
Dez/25R$ 113.935,00
Nov/25R$ 114.508,00
Out/25R$ 115.084,00
Set/25R$ 115.663,00
Ago/25R$ 116.245,00
Jul/25R$ 116.830,00
Jun/25R$ 116.947,00
Mai/25R$ 117.182,00
Abr/25R$ 117.288,00
Mar/25R$ 117.878,00
Fev/25R$ 118.471,00

Guia de interpretação da Tabela FIPE para a Scania T-113 H 360 4×2 Top-L com 3 Eixos (1996) e seus impactos na seguradora

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no mercado de seguros para estimar o valor de reposição de veículos, incluindo caminhões e esse tipo de veículo pesado. Em seguradoras, o valor listado pela FIPE funciona como um parâmetro para determinar prêmios, coberturas e limites de indenização, bem como para orientar avaliações de sinistros. Quando falamos de um modelo específico como a Scania T-113 H 360 4×2 Top-L com configuração de 3 eixos do ano 1996, o corretor de seguros precisa entender não apenas o número de cavalos, mas também fatores de uso, desgaste, histórico de manutenção e a configuração de eixo que afeta a riscos de acidentes, de roubo e de danos. Este artigo não aborda valores de mercado ou valores de reposição, apenas oferece um panorama técnico e conceitual para contextualizar como a FIPE se relaciona com seguros costuma tratar esse tipo de veículo.

Sobre a marca Scania: tradição, tecnologia e rede de atendimento

A Scania é uma fabricante sueca de caminhões, ônibus e motores diesel reconhecida globalmente pela robustez, pela engenharia de precisão e pela orientação à eficiência econômica em operações de transporte. Desde a sua fundação, a marca desenvolveu soluções voltadas à melhoria de produtividade e à redução do custo por quilômetro rodado, fatores que costumam interessar diretamente às seguradoras e aos gestores de frotas. Em termos de tecnologia, a Scania investe em elementos que ajudam no monitoramento de desempenho, na confiabilidade de componentes críticos (como motor, transmissão e sistema de freios) e na ergonomia da cabine, o que favorece menos falhas operacionais e maior conforto aos motoristas em jornadas de longa distância. Além disso, a presença de uma rede de serviço autorizada em diversas regiões facilita a manutenção preventiva, o que, por consequência, pode influenciar positivamente os índices de sinistralidade ao longo do tempo. Quando se avalia uma Scania T-113 H 360 4×2 Top-L (1996), o corretor analisa não apenas o aspecto mecânico, mas o histórico do fabricante em termos de durabilidade, disponibilidade de peças e suporte técnico, elementos que influenciam a periculosidade e o custo de seguro.

Tabela FIPE SCANIA T-113 H 360 4×2 Top-L. 3-Eixos 2p (die.) 1996

Para quem gerencia frotas ou utiliza esse tipo de veículo em operações de logística, entender a reputação da marca como parceira de manutenção é tão relevante quanto o desempenho de um motor específico. A Scania tem, historicamente, uma reputação de manter seus caminhões operando com intervalos de manutenção previsíveis e com disponibilidade de peças, o que ajuda a estimular programas de seguro baseados em telemetria e em descontos por bom desempenho. Em termos de cobertura, a seguradora pode considerar itens como a probabilidade de falha mecânica, a facilidade de reparo no local ou em oficina autorizada e a possibilidade de reposição de componentes originais — fatores que, ao serem favoráveis, podem impactar positivamente as condições de contrato.

Ficha técnica da Scania T-113 H 360 4×2 Top-L. 3-Eixos 2p (die.) 1996

Abaixo está uma síntese técnica essencial para entender o que caracteriza o modelo descrito pela FIPE e como esse conjunto tecnológico pode influenciar o seguro. Observação: a configuração textual adota as informações associadas ao código-modelo “T-113 H 360” com a cabine Top-L, em variação ano/modelo 1996, na configuração indicada pela FIPE como 4×2 Top-L, com 3 eixos e motor diesel. O objetivo é oferecer uma visão clara para o processo de avaliação de risco e de cálculo de prêmios pela seguradora.

  • Motor e potência: diesel, 6 cilindros em linha, turbocompressor com intercooler, potência nominal em torno de 360 cavalos.
  • Transmissão e tração: câmbio manual de várias marchas aliado à tração 4×2, com diferencial traseiro adequado à condução de caminhões de porte médio a pesado; configuração amplamente empregada em transportes rodoviários de média e longa distância.
  • Cabine: Top-L, com acabamento voltado ao conforto do motorista e espaço para acomodação de descanso quando aplicável, característica comum em versões de longo curso da linha Scania.
  • Configuração de eixos e peso: 3 eixos, conforme a identificação FIPE, com a designação 2p (diesel) associada à tipologia de motor e ao conjunto de transmissão; o conjunto é adequado para operações que exigem boa capacidade de carga e estabilidade em rodagem diurna e noturna.

Essa ficha técnica resumida ajuda a situar o veículo no repertório de caminhões de peso intermediário a pesado disponíveis na FIPE para o segmento de frota. Em termos de seguros, cada item da ficha técnica pode se traduzir em diferentes classes de risco: o motor de alto desempenho pode exigir mecânicas mais rígidas de monitoramento, a transmissão de múltiplas marchas pode influenciar o custo de reparos e disponibilidade de peças, e a cabine Top-L impacta em conforto, conforto térmico e ergonomia — fatores que, por si sós, afetam a capacidade de manter operações contínuas sem interrupções técnicas.

Contexto da Tabela FIPE para caminhões com esse perfil

A Tabela FIPE classifica veículos segundo categorias que variam com o tempo, levando em consideração a idade do modelo, o tipo de carroceria, a configuração de eixos, o tipo de combustível (diesel no caso), e, dentro de cada faixa, o desgaste aparente. Para caminhões como a Scania T-113 H 360 4×2 Top-L com 3 eixos, o valor de referência na FIPE não é apenas uma cifra estática: ele serve de referência para o cálculo de depreciação, para conhecer o valor de reposição de peças em caso de sinistro e para apoiar decisões de renovação de frota. O corretor de seguros utiliza esse parâmetro para estimar o custo de indenização com base nas políticas vigentes, bem como para ajustar coberturas como a de incêndio, colisão, roubo/furto e responsabilidade civil. Importante notar que a FIPE é um referencial técnico e estatístico, não necessariamente o valor de venda ou de compra atual no mercado, que pode superar ou ficar aquém dessa estimativa dependendo do estado de conservação, da quilometragem e da demanda regional.

Além disso, o seguro de caminhões costuma considerar fatores adicionais ligados à operação: o tipo de carga, o trajeto percorrido, a expedição de roteiros urbanos versus rodoviários, a regularidade de manutenção e a instalação de equipamentos de telemetria. Em modelos com motor de alta potência, como o 360 cv da T-113 H, as seguradoras costumam valorar com maior rigor o histórico de revisões, pois o custo de reparo de componentes críticos pode ser mais elevado. Ainda que a FIPE forneça a referência de idade, é comum que as apólices deem tratamento diferenciado conforme a faixa etária do veículo para carros, caminhões e ônibus com mais de 5, 10 ou 15 anos, com regras específicas para renovação de apólice, franquias e coberturas adicionais.

Impactos práticos na seguradora ao avaliar o modelo da T-113 H 360

Ao avaliar um veículo como a Scania T-113 H 360 4×2 Top-L com 3 eixos, a seguradora observa principalmente três pilares: o estado de conservação, a frequência de uso e a gestão de risco da operação. Primeiro, o estado de conservação envolve inspeções de motor, transmissão, sistema de freios e componentes do chassi. A partir de dados da FIPE, o segurador pode calibrar a probabilidade de falhas graves e o custo médio de reparo. Em segundo lugar, o tipo de uso — se o caminhão opera principalmente em trafego urbano com paradas frequentes ou em longas jornadas em rodovias — impacta a probabilidade de desgaste acelerado de componentes e a taxa de sinistralidade. Por fim, a gestão de risco, incluindo a implementação de telemetria, manutenção preventiva documentada e histórico de incidentes, pode fungir como um fator de redução de prêmio