Valor FIPE Atual
R$ 106.123,00
↑ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513070-0
Ano: 1995-3
MêsPreço
Fev/26R$ 106.123,00
Jan/26R$ 105.891,00
Dez/25R$ 106.444,00
Nov/25R$ 106.604,00
Out/25R$ 106.209,00
Set/25R$ 104.127,00
Ago/25R$ 104.347,00
Jul/25R$ 104.516,00
Jun/25R$ 104.621,00
Mai/25R$ 104.831,00
Abr/25R$ 104.927,00
Mar/25R$ 105.085,00

Panorama técnico e histórico do SCANIA T-113 H 360 4×2 Top-Line (1995) na leitura da Tabela FIPE

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para padronizar valores de mercado de veículos, servindo de base para seguros, avaliações de reparos e negociações. Quando falamos de um modelo clássico como o SCANIA T-113 H 360 4×2 Top-Line, ano-modelo 1995, o cenário se torna ainda mais interessante: tratamo-nos de um veículo cuja segurança jurídica de cobertura depende, muitas vezes, de como a seguradora interpreta o valor de mercado daquele exemplar específico. O que a FIPE faz, na prática, é oferecer uma referência estatística que, embora não substitua uma avaliação técnica individual, ajuda a calibrar o risco, a indenização e a cobertura contratada. Para quem atua como corretor de seguros, entender esse mecanismo é essencial para orientar o cliente sobre o que está incluso e o que pode exigir ajustes no contrato.

Nesse contexto, o T-113 H 360 4×2 Top-Line representa uma combinação típica dos caminhões pesados da década de 1990: potência expressiva, cabine que priorizava conforto do motorista em longas jornadas e uma configuração de eixo que favorecia a aplicação em rotas de média a longa distância com carga significativa. Ao analisar a Tabela FIPE, é importante considerar não apenas o valor base indicado para aquele veículo, mas também os fatores que influenciam o custo de seguro: idade do veículo, histórico de sinistros, uso pretendido (transporte de carga geral, cargas especiais, fretamento), região de operação e disponibilidade de peças de reposição. Abaixo, exploramos a ficha técnica, o contexto da marca e as implicações práticas para seguro, manutenção e gestão de risco.

Tabela FIPE SCANIA T-113 H 360 4×2 Top-Line 2p (diesel) 1995

Ficha técnica resumida do SCANIA T-113 H 360 4×2 Top-Line (1995)

  • Configuração de chassi e veículo: caminhão pesado 4×2 com cabine Top-Line, 2 portas, adequado para operações de longo curso, com foco em conforto do motorista e visibilidade.
  • Motorização: motor a diesel turboalimentado, seis cilindros em linha, pouca ou nenhuma eletrônica de gestão de motor de última geração presente hoje, típico da engenharia dos anos 1990, com potência nominal de 360 cv.
  • Transmissão: manual, com várias marchas, comum em caminhões de linha pesada da época para equilibrar torque de retomadas com eficiência de combustível em jornadas intermunicipais e entre cidades.
  • Deslocamento aproximado e torque: motor de grande deslocamento, com torque elevado para assegurar arrancadas e penetrações em subidas com carga, valor que pode oscilar conforme a configuração original de fábrica e o nível de desgaste.

Observação sobre a ficha técnica: as especificações exatas podem variar conforme o mercado, o tipo de carroceria, a configuração de eixos e os equipamentos de fábrica instalados em determinadas unidades. No histórico do T-113 H, o foco está na combinação entre alta potência, robustez de construção e cabina concebida para longas jornadas. Em termos de manutenção, a disponibilidade de peças originais para um veículo de 1995 exige atenção especial à rede de reposição, aos padrões de engenharia da época e às adaptações que o mercado de peças pode ter incorporado ao longo dos anos.

Sobre a marca: Scania e a tradição de caminhões de alto desempenho

A Scania AB é uma fabricante sueca com mais de um século de história no segmento de transporte pesado. Fundada em 1891, a empresa consolidou-se como referência em caminhões, ônibus e motores industriais. O nome Scania tornou-se sinônimo de robustez, confiabilidade e engenharia voltada para o desempenho em condições extremas, especialmente em longas jornadas rodoviárias e operações logísticas complexas. A identidade da marca está enraizada na ideia de que o veículo precisa oferecer torque suficiente para empurrar cargas pesadas com segurança, aliada a uma cabine que minimize o cansaço do motorista ao longo de horas de direção contínua.

Ao longo das décadas, a Scania manteve uma linha de desenvolvimento que prioriza o equilíbrio entre eficiência, durabilidade e disponibilidade de manutenção. Mesmo com os avanços tecnológicos, a essência da engenharia Scania permanece: motores de alta potência, sistemas de transmissão projetados para absorver picos de torque, chassis rígidamente construídos e uma busca pela confiabilidade em ambientes de transporte de carga. Em termos mercadológicos, a marca também se beneficiou de estratégias de rede de concessionárias e assistência técnica que asseguram a disponibilidade de peças, um fator crítico para frotas que dependem de uptime para cumprir prazos e contratos. Com o T-113 H 360 4×2 Top-Line, temos uma expressão dessa tradição: um veículo capaz de entregar desempenho consistente, desde que receba manutenção adequada e inspeções regulares.

Impacto da Tabela FIPE na avaliação de seguros e na gestão de risco

Para seguradoras, a Tabela FIPE funciona como um referencial objetivo que facilita a precificação de coberturas, indenizações e revitalização de frotas. No caso de modelos antigos ou com especificidades de cabine e motor, o valor registrado pela FIPE serve como um piso para o cálculo de coberturas básicas. Contudo, a avaliação de risco em seguros de caminhões da década de 1990 envolve variáveis adicionais: estado de conservação, histórico de sinistros, tipo de operação (carga perigosa, perecível, geral), infraestrutura de remontagem (se há modificações no sistema de freios, pneus, componentes de suspensão), disponibilidade de peças originais e o tempo de resposta da rede de assistência técnica. Em termos práticos, o valor FIPE não é apenas um número fixo; ele funciona como base para uma modelagem de risco que considera de forma integrada o perfil técnico do veículo, o custo de reposição de componentes e a probabilidade de interrupção de operação em caso de sinistro.

Ao avaliar um SCANIA T-113 H 360 4×2 Top-Line de 1995, a seguradora observa aspectos como: idade do veículo, grau de preservação da mecânica, histórico de trocas de componentes críticos (turbo, bomba de combustível, sistema de freios), padrões de desgaste do interior da cabine Top-Line e a probabilidade de disponibilidade de peças de reposição no mercado. A FIPE, nesse contexto, funciona como uma referência para ajustar a indenização de apenas o veículo, mas a apólice pode trazer cláusulas adicionais para proteção de componentes específicos, como reboque, carrocerias, semirreboques, ou itens de alto custo de reposição. A leitura adequada dessa referência ajuda o corretor de seguros a orientar o cliente sobre o que é coberto, quais exclusões podem existir e como o valor de mercado pode influenciar o custo mínimo de proteção e a franquia em caso de sinistro.

Manutenção, peças de reposição e hábitos de operação para esse modelo

Veículos veteranos, como o T-113 H 360, exigem planejamento de manutenção mais cuidadoso, com foco em componentes que costumam representar maior risco operacional com o passar dos anos. A disponibilidade de peças originais ou equivalentes de qualidade é um pilar para manter a viabilidade econômica da operação. Além disso, a escolha entre operar com manutenção em concessionárias licenciadas e oficinas independentes deve considerar a acessibilidade de técnicos com experiência em caminhões Scania, a disponibilidade de peças e o custo total de propriedade ao longo do tempo. Em termos de operação, a configuração 4×2, associada a uma cabine Top-Line, favorece o conforto do motorista em rotas de distância, mas requer atenção com o consumo de combustível, especialmente em trechos com subidas, cargas altas ou condições de tráfego que exigem aceleração constante. Assim, hábitos como planejamento de rotas, monitoramento de consumo e manutenção preditiva ajudam a reduzir o risco de falhas imprevisíveis durante o serviço contratado.

Nesse cenário, alguns tópicos práticos ganham destaque para quem tem esse veículo na frota ou planeja adquirir um exemplar de FIPE referência. Primeiro, a gestão de pneus deve considerar desgaste desigual, sobretudo em modelos com tração traseira e peso elevado na cabine. Segundo, o sistema de freios precisa ser verificado com maior rigor, já que a segurança em operações de transporte depende diretamente da confiabilidade de freios, ABS (quando presente) e o estado das lonas ou discos. Terceiro, os fluidos do motor, sistema de arrefecimento e a qualidade do combustível são determinantes para a vida útil do motor, principalmente em regiões com variações de temperatura ou disponibilidade de combustível de qualidade inferior. Por fim, a cabine Top-Line, ao oferecer conforto e ergonomia para o motorista, também influencia na produtividade: motoristas bem acomodados tendem a manter a atenção e o desempenho em jornadas longas, o que, por consequência, reduz o risco de falhas operacionais decorrentes do físico e da fadiga.

Para quem administra uma frota de caminhões com histórico semelhante, é crucial manter um registro de manutenção detalhado, acompanhado de dados de uso. Esses registros ajudam a demonstrar à seguradora a boa gestão de risco, o que pode favorecer condições de seguridade, como descontos por histórico de sinistros baixos ou programas de telemetria que promovem maior controle sobre a operação e a condução do veículo. Em suma, a Tabela FIPE para o SCANIA T-113 H 360 4×2 Top-Line de 1995 funciona como uma referência confiável, mas a prática de seguro mais eficaz depende de transparência, manutenção regular e um entendimento claro dos custos reais de operação ao longo do tempo.

Conselhos para entender o custo de seguro e como a FIPE ajuda na decisão

Para clientes e corretores, compreender como a FIPE influencia a decisão de seguro é essencial. A tabela não indica apenas o preço de compra; ela serve como base para estimar o valor de reposição ou indenização em caso de sinistro, influenciando também a seleção de coberturas adicionais, como danos a terceiros, incêndio, roubo, colisão, e proteção de peças especiais. Em veículos mais antigos, pode haver a necessidade de coberturas ajustadas, com franquias diferenciadas, assistência 24 horas e opções de guincho para veículos de difícil reposição. Além disso, como o modelo T-113 H 360 4×2 Top-Line é parte de um nicho de caminhões pesados, o seguro pode exigir documentação adicional, como histórico de manutenção, comprovante de regularidade com a vistoria de veículo pesado, e, em alguns casos, inspeção técnica específica para confirmar o estado de motor, transmissão e suspensão.

Por fim, vale destacar que a FIPE é uma referência que ajuda na negociação entre proprietário, corretor e seguradora, mas não substitui a avaliação de riscos que exige, frequentemente, um olhar técnico mais detalhado. Em situações com peças de reposição escassas, ou quando o veículo possui alterações não originais, pode ocorrer ajuste no valor coberto ou na franquia. Assim, a melhor prática é alinhar expectativas: discuta com o corretor a finalidade da proteção, tenha documents atualizados sobre o veículo e, se possível, apresente histórico de manutenção para facilitar a avaliação de risco. A FIPE permanece como uma bússola, orientando a continuidade da operação com segurança e previsibilidade.

Resumo prático: a Tabela FIPE para o SCANIA T-113 H 360 4×2 Top-Line 1995 oferece uma referência de valor para seguro, mas a cobertura eficaz depende de uma avaliação holística que considere o estado do veículo, o uso previsto e a disponibilidade de peças. Clientes e corretores devem usar essa referência como base, complementando com informações técnicas e de operação para chegar a um contrato de seguro que proteja o patrimônio com eficiência econômica e tranquilidade operacional.

Ao planejar a proteção desse tipo de veículo, vale a pena considerar perguntas-chave com o cliente: qual é a operação principal (longas distâncias, rotas urbanas, transporte de cargas especiais)? Qual é o histórico de manutenção e quais são as peças críticas que exigem reposição com maior frequência? O que justifica a escolha por coberturas adicionais (roubo, incêndio, danos a terceiros) e qual o nível de franquia desejado? A resposta para essas perguntas ajuda a construir uma apólice sob medida, que aproveita ao máximo a referência FIPE sem perder de vista as especificidades do SCANIA T-113 H 360 4×2 Top-Line de 1995.

Ao final, a ideia central é alinhar a expectativa de custo de proteção com a realidade de manutenção e operação. A FIPE oferece o silêncio de uma base confiável; a prática de seguro, o som de uma proteção pensada para o dia a dia da frota. E, para quem busca complementar a proteção com uma abordagem de mercado atual, a GT Seguros oferece opções de cotação que podem alinhar valor, coberturas e tranquilidade para o seu veículo tradicional ou clássico.

Se você está atento ao cenário de seguro para esse clássico moderno de 1995, considere feitos de proteção sob medida: a cotação com a GT Seguros pode ser o passo inicial para garantir a tranquilidade necessária para a sua operação, mantendo a viabilidade econômica da frota e a confiança dos seus contratos.