| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 106.618,00 |
| Fev/26 | R$ 106.166,00 |
| Jan/26 | R$ 106.700,00 |
| Dez/25 | R$ 106.566,00 |
| Nov/25 | R$ 106.699,00 |
| Out/25 | R$ 106.838,00 |
| Set/25 | R$ 107.375,00 |
| Ago/25 | R$ 107.915,00 |
| Jul/25 | R$ 108.478,00 |
| Jun/25 | R$ 108.316,00 |
| Mai/25 | R$ 108.861,00 |
| Abr/25 | R$ 109.409,00 |
Guia detalhado sobre a Tabela FIPE para o Scania T-113 H 360 6×2 2p (diesel) 1995
A Tabela FIPE atua como referência de valor de mercado para veículos usados no Brasil e é amplamente utilizada por seguradoras para orientar o cálculo de coberturas, indenizações em caso de sinistro e reposição de ativos. No contexto de caminhões pesados, como o Scania T-113 H 360 com configuração 6×2 e cabine de duas portas, a FIPE oferece um ponto de partida objetivo para entender o que é considerado pelo mercado ao fechar contratos de seguro. Este artigo não traz números de preço neste momento, pois os valores são inseridos automaticamente no topo do post. O objetivo aqui é explicar como a tabela funciona, quais elementos ela contempla e como isso impacta, de forma educativa, a avaliação de risco e a proteção do seu veículo nas tratativas com a seguradora.
O que é a Tabela FIPE e qual o seu papel no seguro de caminhões usados
A Tabela FIPE é uma base de dados sistematizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, que lista valores médios de veículos usados no Brasil, com atualização mensal. Esses valores não representam o preço de venda atual de um veículo específico, mas sim uma referência de mercado para uma condição média de conservação, idade e configuração. Para caminhões como o Scania T-113 H 360 6×2 2p diesel de 1995, a FIPE considera aspectos técnicos relevantes da linha, incluindo motor, transmissão, número de portas, tração e o ano de fabricação, entre outros. O uso dessa referência facilita a padronização entre seguradoras e clientes, evitando variações extremas que poderiam ocorrer se cada empresa utilizasse apenas estimativas internas.

É importante entender que o valor FIPE pode divergir do preço de venda real de cada unidade, pois varia conforme a condição física, a disponibilidade de peças, histórico de manutenção, reformas na carroceria, alterações na configuração de eixo e até mesmo o histórico de sinistros. Por essa razão, as seguradoras costumam usar a FIPE como referência base para a indenização de veículo e para orientar a definição de coberturas e limites, especialmente em seguradoras de grande porte que operam com padrões amplamente reconhecidos. Em contratos de seguro de caminhões pesados, esse marco ajuda a estabelecer o valor de reposição ou o valor de indenização em caso de perda total, além de influenciar o custo premium anual. A leitura da FIPE, portanto, não substitui uma avaliação técnica detalhada do veículo, que pode incluir inspeção física, fotos, laudos de manutenção e documentação de histórico, mas garante consistência entre as partes envolvidas.
Ao trabalhar com o Scania T-113 H 360 6×2 2p (diesel) 1995, é fundamental considerar que o estado de conservação, o tipo de uso, a kilometragem, a cabine e a configuração de eixo impactam o valor de referência. Em muitos casos, caminhões com manutenção regular, documentação em dia e serviços autorizados de fábrica tendem a se aproximar mais dos valores médios da FIPE. Por outro lado, veículos com uso intenso, alterações estruturais não originais, ferrugem severa, ou histórico de colisões podem exigir ajustes na avaliação do seguro, ainda que o valor FIPE sirva como base inicial. Essa dinâmica reforça a importância de uma avaliação de risco bem fundamentada pelo corretor e pela seguradora, para que a proteção abranja de forma adequada o patrimônio e a capacidade de operação do veículo.
Ficha técnica do Scania T-113 H 360 6×2 2p (diesel) 1995
Abaixo está uma síntese da ficha técnica para referência, destacando aspectos que costumam influenciar o valor de referência na FIPE e, consequentemente, a precificação do seguro. Observação: os dados apresentados são organizados para fins educativos e norteiam a compreensão da Tabela FIPE no contexto do modelo citado. A essência da avaliação permanece a análise de configuração, motor e estado de conservação, entre outros fatores.
- Potência nominal: 360 cv — conferindo ao conjunto motor-câmbio a capacidade de deslocamento com carga significativa, característica marcante da linha T-113H.
- Motorização: diesel com injeção direta — motor robusto, desenvolvido para suportar trabalho pesado e longos períodos de operação.
- Transmissão: manual com várias marchas — configuração típica para cavalos de força elevada, proporcionando controle em diferentes regimes de operação (carregamento, tração, subida de contorno de rota).
- Configuração de eixo: 6×2, cabine com duas portas — tração em dois eixos traseiros, com cabine de duas portas, comum em caminhões de distribuição de longas distâncias e aplicações de transporte de carga.
Os itens acima representam, de forma sintética, aquilo que tende a ter maior peso na avaliação de referência para o FIPE no caso de uma máquina robusta como o Scania T-113 H 360. A partir desses elementos, a seguradora calibrará não apenas o valor de reposição, mas também aspectos operacionais, como a necessidade de coberturas específicas para componentes de alto custo (motor, transmissão, diferencial) e as adequações de proteção para o uso típico de caminhões pesados e de longa duração na malha rodoviária brasileira.
Sobre a marca Scania: legado, inovação e confiabilidade no segmento de pesados
A Scania é uma fabricante sueca com mais de um século de experiência no desenvolvimento de caminhões, ônibus e motores. O portfólio da marca é reconhecido pela robustez, eficiência de motor, tecnologias de segurança e conforto de condução. No setor de caminhões pesados, a Scania tem se destacado pela durabilidade de seus motores, pela arquitetura modular de seus veículos e pela oferta de soluções de telemetria, gestão de frota e assistência técnica que conectam motorista, operação e manutenção de forma integrada. A presença da Scania no Brasil, com uma rede de concessionárias, centros de serviço autorizados e programas de manutenção programada, facilita a manutenção de modelos históricos, como o T-113 H, além de facilitar a reposição de peças originais quando necessário. Essa disponibilidade de rede e suporte técnico pode influenciar positivamente não apenas o desempenho do veículo, mas também a percepção de valor a longo prazo na FIPE e, por consequência, na apólice de seguro.
Além do desempenho mecânico, a identidade da Scania está associada à engenharia de cabines com foco no condutor: ergonomia, espaço interior, disposição de controles e sistemas de conforto que reduzem a fadiga em jornadas extensas. Tais características não apenas melhoram a experiência de condução, mas também impactam fatores de risco para o seguro, como a probabilidade de acidentes decorrentes de cansaço ou desconforto. A confiabilidade histórica da marca e seu ecossistema de serviços ajudam a construir uma percepção de menor risco em operações bem gerenciadas, o que, por sua vez, pode influenciar positivamente as condições de cobertura e o custo do seguro ao longo dos anos.
Como a FIPE influencia o cálculo do seguro de caminhões usados
Para seguradoras, a FIPE serve como um referencial objetivo de valor de mercado, especialmente útil em veículos usados com configurações de alto peso e histórico de uso variável. Quando a seguradora determina o valor segurado para o Scania T-113 H 360 6×2 2p diesel de 1995, ela pode adotar a FIPE como parâmetro-base de indenização em caso de sinistro, especialmente em opções de cobertura de “valor de reposição” ou “valor de mercado”. Além disso, a FIPE também auxilia na adequação de coberturas adicionais, como proteção de componentes críticos (motor, câmbio, eixo traseiro), bem como na determinação de franquias proporcionais ao risco apresentado pelo veículo antigo. Vale lembrar que o valor de referência não substitui uma avaliação específica do estado de conservação do veículo, que pode ser exigida para reajustes, por exemplo, quando o veículo apresenta alterações não originais ou histórico de manutenção irregular.
Outro ponto relevante é que a FIPE pode variar conforme o estado de conservação e a idade do veículo. Caminhões datados de 1995, como o T-113 H 360, costumam depender bastante do histórico de manutenção, da documentação regular, da integridade estrutural, bem como da qualidade da carroceria e da cabine. Uma conservação mais próxima do padrão original tende a manter o valor de referência estável, enquanto intervenções estéticas ou mecânicas que aumentem o valor de reposição podem exigir revisões na cobertura. Por fim, a região de atuação do veículo pode influenciar as condições operacionais, como disponibilidade de peças de reposição e serviços de manutenção especializados, o que também pode refletir nos ajustes de prêmio oferecidos pela seguradora.
O que considerar ao segurar um Scania T-113 H 360 6×2 2p (diesel) 1995
Para quem administra ou utiliza um caminhão dessa geração, algumas práticas ajudam a manter uma proteção alinhada com a realidade de uso e com a referência FIPE. A seguir, pontos-chave em linguagem educativa, que ajudam a compreender o equilíbrio entre custo do seguro, proteção do patrimônio e a continuidade das operações:
1) Manutenção regular e documentação organizada: manter o plano de manutenção em dia, com registro de revisões, peças originais e notas fiscais, é fundamental para sustentar o valor justo na FIPE. A documentação de inspeções técnicas, troca de componentes críticos e laudos de conformidade facilita o processo de negociação com a seguradora e pode reduzir o custo do seguro ao longo do tempo.
2) Estado da carroceria e integridade operacional: danos à pintura, ferrugem, avarias na cabine ou danos estruturais podem impactar o valor de referência e, consequentemente, o prêmio. Um veículo bem conservado tende a apresentar menor risco de perdas e, portanto, pode conquistar condições mais estáveis e competitivas de seguro.
3) Garantias de proteção e telemetria: soluções modernas de gestão de frotas, sensores de monitoramento de motor, telemetria e diagnósticos à distância ajudam a demonstrar prática de operação segura e mantêm o controle sobre padrões de condução que reduzem a probabilidade de sinistros, contribuindo para uma cotação mais alinhada com o risco real.
4) Escolha de coberturas proporcionais ao uso: para um caminhão antigo, vale considerar opções como cobertura de incêndio, roubo/furto, colisão, responsabilidade civil contra terceiros, bem como proteções para componentes de alto custo. A escolha cuidadosa das coberturas, acompanhada de uma boa avaliação FIPE, ajuda a evitar pagamentos de prêmios desnecessários e assegura proteção efetiva para as operações.
Ao planejar a proteção de um Scania T-113 H 360 com configuração 6×2 e cabine de duas portas, lembre-se de que a Tabela FIPE é apenas uma peça do quebra-cabeça de seguro. A soma entre o estado do veículo, o histórico de uso, a infraestrutura de manutenção, a rede de serviço disponível e as coberturas contratadas determina a experiência de seguro na prática. Ter um corretor de seguros experiente para orientar esse processo faz diferença, não apenas na escolha de coberturas, mas também na leitura de ajustes de prêmio que, muitas vezes, refletem o equilíbrio entre custo e proteção real.
Em todos os cenários, manter o Scania T-113 H 360 6×2 2p diesel de 1995 bem cuidado, com documentação em dia e uma estratégia de seguro alinhada ao uso diário, contribui para uma experiência mais estável ao longo do tempo. A FIPE continuará a ser um referencial confiável para as seguradoras, mas a soma de boas práticas de manutenção, escolha de coberturas adequadas e relacionamento transparente com o corretor é o que, de fato, sustenta uma proteção que acompanha as necessidades da operação e a evolução do veículo.
Para uma cotação personalizada, conte com a GT Seguros. Elaboramos propostas levando em conta o seu Scania T-113 H 360 6×2 2p diesel de 1995, o estado de conservação, a utilização prevista e o seu perfil de risco, buscando equilíbrio entre proteção robusta e custo de prêmio adequado.
