| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 135.329,00 |
| Dez/25 | R$ 136.010,00 |
| Nov/25 | R$ 136.215,00 |
| Out/25 | R$ 138.995,00 |
| Set/25 | R$ 139.694,00 |
| Ago/25 | R$ 139.932,00 |
| Jul/25 | R$ 138.547,00 |
| Jun/25 | R$ 141.375,00 |
| Mai/25 | R$ 141.056,00 |
| Abr/25 | R$ 139.184,00 |
| Mar/25 | R$ 138.259,00 |
| Fev/25 | R$ 136.891,00 |
Guia abrangente da T-113 H 360 em 6×2 (diesel) de 1998: ficha técnica, FIPE e impactos no seguro
Este artigo explora a T-113 H 360 em configuração 6×2, modelo presente na Tabela FIPE para caminhões Scania, com foco na ficha técnica, no uso da referência FIPE para seguros e nas particularidades de assegurar um veículo pesado com esse perfil. Embora o assunto envolva fatores de preço, neste espaço evitaremos valores monetários, concentrando-nos em características técnicas, histórico de mercado e orientações para quem contrata seguros com base na prática comum entre seguradoras. A Scania é uma referência global na indústria de caminhões, e entender as especificações do modelo T-113 H 360 ajuda a tomar decisões seguras ao planejar aquisição, manutenção ou renovação de seguro.
Sobre a marca Scania: tradição, inovação e suporte técnico
A Scania é reconhecida mundialmente pela robustez, durabilidade e pela engenharia voltada ao transporte de cargas pesadas. Sua tradição remete a décadas de evolução tecnológica, com foco em motores eficientes, sistemas de freios avançados e soluções que impactam diretamente na confiabilidade da frota. Além da qualidade de engenharia, a Scania investe em redes de atendimento técnico, disponibilidade de peças originais e programas de manutenção que ajudam empresas a reduzir paradas não planejadas. Em termos de seguro, veículos da marca costumam ter parâmetros de avaliação que consideram históricos de serviço, disponibilidade de suporte técnico em rota e facilidade de reposição de componentes, o que, por sua vez, influencia cotação e condições de cobertura. A seguir, destacam-se pontos que costumam aparecer na percepção de valor de uma Scania TT, T-series ou similares no mercado de seguros:

- Reconhecimento de confiabilidade: motores duráveis e sistemas de gestão de torque que promovem menor desgaste em operações pesadas.
- Rede de assistência: suporte de assistência 24h em campanhas nacionais e regionais, com disponibilidade de peças originais).
- Open de serviço e peças: disponibilidade de peças em tempo hábil, com redes autorizadas que reduzem o tempo de reparo.
- Eficiência de operação: soluções de telemática e gestão de frota que ajudam o operador a monitorar consumo e performances, contribuindo para melhor planejamento de seguro e de risco.
Ficha técnica detalhada da T-113 H 360 6×2 (diesel) de 1998
A T-113 H 360 é um exemplar da linhagem T da Scania, projetada para operações de carga pesada em longas distâncias, com foco em desempenho estável, força de tração e durabilidade em condições desafiadoras. A seguir, uma descrição técnica consolidada para entender o perfil deste veículo clássico, utilizado em operações logísticas e de transporte de carga geral.
- Configuração de chassis: 6×2, com dois eixos traseiros retilíneos, incluindo um eixo auxiliar (tag) que permite suportar cargas maiores e oferecer mais flexibilidade para reboques ou semi-reboques. Essa configuração é comum em caminhões de grande porte que precisam equilibrar peso, tração e estabilidade, especialmente em terrenos variados.
- Motorização: motor diesel de seis cilindros em linha, turboalimentado, com deslocamento próximo de 11,0 litros. Este conjunto combina robustez para aplicações pesadas com capacidade de resposta em diversos regimes de carga e velocidade.
- Potência e torque: potência nominal de 360 cv (cavalo-vapor), com torque máximo em torno de 1.700 Nm. Tais especificações situam a T-113 H 360 entre as opções de alto desempenho para aplicações que exigem força de arranque e capacidade de reboque em subida, além de manter desempenho consistente ao longo da jornada.
- Transmissão e freios: transmissão manual com várias marchas, projetada para suportar o regime de trabalho de caminhões pesados. Em termos de freios, o conjunto costuma incluir freios ABS e retarder, que ajudam no controle de frenagem em descidas longas e reduzem o desgaste de pastilhas, contribuindo para a segurança operacional.
É importante observar que, embora a T-113 H 360 seja um veículo já com anos de uso, seu conjunto de especificações — motor, transmissão, eixo 6×2 e sistemas de frenagem — está alinhado às exigências de operações que demandam potência, estabilidade e capacidade de carga. A disponibilidade de peças originais e de técnicos especializados da rede Scania favorece a manutenção adequada, o que, por consequência, repercute na confiabilidade de manter o ritmo de entrega sem interrupções não programadas. Em termos de conforto de operação, a cabine e os controles da linha T costumam privilegiar ergonomia e visibilidade, aspectos relevantes para o dia a dia do motorista e para a gestão de riscos do seguro, como a previsibilidade de manobras, a redução de acidentes e a gestão de sinistros.
Entendendo a Tabela FIPE para caminhões Scania: o que é possível extrair do registro 1998
A Tabela FIPE é um referencial diário utilizado por seguradoras, instituições de crédito e concessionárias para estimar o valor de mercado de veículos no Brasil. Para caminhões de idade, como a T-113 H 360 6×2 de 1998, a FIPE leva em conta fatores que vão além da mera data de fabricação. Entre os elementos que costumam influenciar o valor de referência estão o estado geral do veículo, quilometragem, histórico de manutenção, configurações de eixo e cabine, bem como a demanda por peças originais para reposição. O objetivo é oferecer uma referência estável, que possa ser utilizada como base para seguros, financiamentos e operações de compra e venda, mantendo o foco em padrões de mercado e na depreciação típica de caminhões usados. Em termos práticos, a FIPE funciona como um índice diário que captura a variação de preço de um conjunto de modelos parecidos dentro de um intervalo de ano/versões, permitindo que seguradoras determinem prêmios com maior aderência ao risco real da frota.
Para caminhões antigos ou com configurações específicas, a leitura da FIPE pode exigir atenção especial a alguns pontos. A presença de um eixo auxiliar (tag) na configuração 6×2, por exemplo, tende a influenciar a avaliação, pois envolve maior complexidade mecânica, consumo potencialmente maior de combustível e custos de reposição de peças. Além disso, o estado de conservação, itens de segurança ativos, histórico de manutenção e disponibilidade de peças originais podem alterar o patamar de referência na FIPE. Em conjunto, esses fatores ajudam a desenhar uma imagem mais fiel do custo total de propriedade, que, por consequência, impacta a avaliação de risco para a seguradora.
Para quem trabalha com seguros, entender o que a FIPE sinaliza sobre uma T-113 H 360 6×2 de 1998 ajuda a calibrar o prêmio com mais precisão, evitando surpresas na vigência da apólice. É comum que seguradoras usem a FIPE como primeira referência e, a partir dela, ajustem o valor de cobertura com base no perfil operacional do veículo, uso regional, histórico de sinistros e demais particularidades da frota. Em resumo, a FIPE serve como uma bússola, mas a navegação real depende dos atributos do veículo, da rotina de uso e das políticas internas de cada seguradora.
Implicações para o seguro da T-113 H 360 6×2 (1998): fatores de risco e oportunidades de proteção
A contratação de seguro para uma Scania T-113 H 360 6×2, ano de 1998, envolve avaliar riscos inerentes a caminhões mais antigos e com configuração de alta capacidade. Entre os fatores de risco que costumam ser considerados pelas seguradoras estão a idade do veículo, o estado de conservação, a quilometragem e a exposição a ambientes com variações climáticas ou operacionais que acelerem o desgaste de componentes críticos. A presença de eixo auxiliar pode ter impacto adicional no custo de seguro, já que aumenta a complexidade do conjunto de tração e, possivelmente, o custo de reparos.
Para gerenciar o custo do seguro sem abrir mão da proteção, algumas práticas costumam ser recomendadas. Manter um histórico de manutenção documentado, com registros de revisões, trocas de peças originais e aprovação de upgrades técnicos (quando cabível) ajuda as seguradoras a perceber menor probabilidade de falhas. A escolha de coberturas adequadas — como casco (cobertura total contra danos ao veículo), responsabilidade civil, proteção a terceiros, incêndio, roubo e sequestramento, bem como eventual retenção de franquias — também influencia significativamente o equilíbrio entre cobertura desejada e custo de
