| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 108.989,00 |
| Fev/26 | R$ 109.230,00 |
| Jan/26 | R$ 109.471,00 |
| Dez/25 | R$ 109.680,00 |
| Nov/25 | R$ 109.846,00 |
| Out/25 | R$ 110.112,00 |
| Set/25 | R$ 110.467,00 |
| Ago/25 | R$ 110.700,00 |
| Jul/25 | R$ 110.878,00 |
| Jun/25 | R$ 110.989,00 |
| Mai/25 | R$ 111.212,00 |
| Abr/25 | R$ 111.314,00 |
Visão detalhada sobre a Tabela FIPE para o modelo SCANIA T-114 GB 330 4×2 NZ 2p diesel 2002
Para quem atua no universo de seguros de caminhões e frotas, entender como a Tabela FIPE se aplica a modelos como a SCANIA T-114 GB 330 4×2 NZ 2p (diesel) 2002 é fundamental. Embora o foco inicial de uma cotação seja o valor de reposição ou o custo da indenização, a FIPE funciona como referência de mercado para avaliação de ativos usados, contribuindo para a calibragem de premiações, limites de cobertura e condições de sinistro. Em termos práticos, conhecer essa referência ajuda a corretora e o segurado a alinhar expectativas, discutir cenários de risco e planejar a proteção com mais embasamento. Neste artigo, vamos explorar a ficha técnica do veículo, a história da marca e os aspectos relevantes para a mensuração de risco no seguro, sempre mantendo o foco específico no exemplar descrito pela Tabela FIPE. A ideia é oferecer uma visão educativa e prática, unindo dados técnicos, contexto de marca e impactos operacionais no seguro, sem confundir com valores de mercado que podem variar conforme o tempo e o uso.
Ficha técnica do SCANIA T-114 GB 330 4×2 NZ 2p (diesel) 2002
- Potência e motor: motor diesel de seis cilindros em linha, turboalimentado, com potência aproximada de 330 cv (243 kW) e torque na casa de 1500 a 1700 Nm, configurado para desempenho em rodovias e operações de frete de média e longa distância.
- Transmissão e tração: transmissão com várias marchas (tipicamente entre 9 e 12 velocidades), eixo traseiro com configuração 4×2, adequada para rodovias asfaltadas e operações de carga em áreas urbanas com boa manobrabilidade da cabine. A sigla NZ indica uma configuração de cabine/porta descrita no conjunto da linha, com 2 portas.
- Dimensões e capacidades: configuração de peso bruto total (PBT) típica do segmento, com faixa aproximada entre 16 e 20 toneladas para esse tipo de eixo 4×2, distribuição de carga estável e boa resposta em trechos de subida moderada. A capacidade de carga útil varia conforme a configuração adicional de semi-reboque ou carrocerias específicas utilizadas pela frota.
- Conforto, cabine e sistemas de serviço: cabine com 2 portas, ergonomia orientada ao motorista, opções de conforto que eram comuns na década, incluindo sistemas básicos de ar-condicionado, instrumentos robustos e suspensões pensadas para longas jornadas. Os sistemas de freios, estabilidade e suspensão passaram por aperfeiçoamentos ao longo da produção, com variações conforme o lote e a configuração de cada veículo na linha T da Scania.
A marca Scania: tradição, inovação e rede de suporte
A Scania é uma fabricante sueca consolidada no segmento de caminhões pesados, ônibus e motores para uso industrial. Fundada no século XX, a empresa construiu uma reputação sólida por entregar robustez, modularidade e eficiência em aplicações que demandam alta confiabilidade, uptime e capacidade de operação em jornadas extensas. A linha T, que inclui diferentes configurações de peso, eixo e cabine, representa o compromisso da marca com soluções versáteis para transporte de cargas pesadas em ambientes rodoviários e interurbanos. Um dos pilares da Scania é a ideia de modularidade: a empresa favorece plataformas que permitem combinações entre motor, transmissão, eixos e cabines, promovendo facilidade de manutenção e personalização de acordo com a atividade da frota. Além disso, a rede de serviços Scania — concessionárias, oficinas autorizadas, peças originais e programas de manutenção — é um diferencial que impacta diretamente na avaliação de risco para seguros. Quando o veículo é parte de uma frota, a capacidade de manter ciclos de troca de óleo, inspeções periódicas e revisões preventivas reduz o risco de falhas graves, o que costuma ser levado em conta pelas seguradoras ao calcular prêmios e condições de cobertura. A marca também se destaca pela ênfase em segurança, com inovações em sistemas de freios, controle de tração e ergonomia de cabine, elementos que influenciam positivamente a experiência de operação, a satisfação do motorista e a redução de incidentes.

Implicações da FIPE para seguro e gestão de riscos
Embora o objetivo de apresentar a Tabela FIPE seja oferecer uma referência de uso prático na gestão de seguros, é importante compreender que o foco não é apenas atribuir um preço. A FIPE serve como referência de mercado para avaliação de ativos usados, auxiliando a seguradora a calibrar o risco associado a um veículo específico dentro de uma frota. No caso da SCANIA T-114 GB 330 4×2 NZ 2p diesel, o histórico de idade, uso e condições de manutenção ficam evidentes quando associados à referência FIPE, ajudando a definir termos de cobertura, franquias e limites por sinistro. Em caminhões pesados, fatores como o desgaste do motor, a condição da transmissão, a integridade do sistema de freios e o estado da suspensão influenciam diretamente o risco de quebra e, consequentemente, o custo da proteção. Além disso, o perfil operacional da frota — se o veículo circula em trechos com trepidação, condições de clima extremos ou rotas com variações de altitude — é fator determinante para a projeção de riscos e para as disposições de assistência 24h, substituição de veículo e cobertura de danos a terceiros.
Fatores operacionais que impactam o seguro deste modelo
Para quem administra frota ou opera com um veículo da linha T da Scania, compreender como o seguro reage a fatores específicos do T-114 GB 330 4×2 NZ 2p (diesel) 2002 é essencial. Primeiramente, a idade do veículo costuma influenciar a, muitas vezes, maior propensão a falhas relacionadas a componentes de desgaste, como o sistema de disposição de combustível, a turbina, o motor e a transmissão, especialmente se o histórico de manutenções não for sólido. Em segundo lugar, a quilometragem acumulada ao longo do tempo é um indicador direto de desgaste acelerado de peças móveis; caminhões que operam com viagens longas frequentes exigem mais inspeções e, por consequência, podem ter ajustes diferentes na apólice. Em terceiro lugar, o tipo de carga e o trajeto de operação afetam o nível de risco: transporte de cargas perigosas ou operações em áreas com frequentes contagens de frete e paradas, combates com o clima adverso ou estradas ruins podem aumentar as possibilidades de sinistro ou de desgaste prematuro. Por fim, o histórico de manutenção, a disponibilidade de manutenções preventivas e o cumprimento de inspeções de rotina aparecem como elementos que reduzem a probabilidade de falhas graves, o que, em termos de seguro, costuma se traduzir em condições mais estáveis ou em custos proporcionais mais favoráveis a uma frota bem cuidada.
Além disso, o uso de tecnologia de telemetria, rastreadores e softwares de gestão de frota tem se destacado como ferramenta de mitigação de riscos. Ao monitorar aspectos como consumo de combustível, padrões de aceleração/desaceleração, horários de serviço e comportamento do motorista, é possível reduzir o desgaste, antecipar manutenções e melhorar a segurança viária. Essas práticas não apenas ajudam a manter a conformidade com as normas de operação, mas também podem influenciar positivamente as condições da apólice, com descontos ou ajustes condicionais conforme o histórico de gestão do risco.
Por fim, vale mencionar que, independentemente da idade, a qualidade da documentação, a transparência sobre o histórico de sinistros e a aderência às regras de operação da frota são pontos relevantes para o corretor. Em especial para o modelo em foco, a integração entre a ficha técnica, o histórico da marca e a prática de gestão de riscos pode resultar em uma cobertura melhor enquadrada, com proteção adequada para o veículo, o motorista e a carga, sem abrir mão de uma carteira de riscos bem dimensionada pela seguradora.
Se você está buscando uma visão prática para a implementação de uma proteção eficiente, lembre-se de que a escolha da cobertura ideal envolve mais do que o simples valor referencial da FIPE. É necessário alinhar o tipo de cobertura com as operações diárias da frota, o perfil do motorista e as rotinas de manutenção. A Scania, com sua tradição de robustez e rede de suporte, oferece uma base sólida para esse alinhamento, desde que acompanhado de boas práticas de gestão e de uma avaliação cuidadosa dos riscos.
Concluindo, a Tabela FIPE para a SCANIA T-114 GB 330 4×2 NZ 2p diesel 2002 serve como uma referência de mercado útil para corretores e gestores de frotas ao discutir seguros, reposição e avaliação de ativos usados. A ficha técnica, associada ao histórico da marca e às práticas de gestão de risco, forma o tripé que orienta decisões mais seguras e eficientes. Para quem busca uma proteção de qualidade, a cotação com a GT Seguros pode ser um próximo passo suave e alinhado com as necessidades de uma operação de transporte confiável e bem gerida. Solicite uma cotação com a GT Seguros e garanta uma cobertura que acompanhe o desempenho da sua frota, com foco em disponibilidade, proteção de ativos e apoio rápido em qualquer operação.
