Valor FIPE Atual
R$ 113.537,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 513075-1
Ano: 1999-3
MêsPreço
Jan/26R$ 113.537,00
Dez/25R$ 112.413,00
Nov/25R$ 112.582,00
Out/25R$ 112.853,00
Set/25R$ 113.216,00
Ago/25R$ 113.455,00
Jul/25R$ 113.637,00
Jun/25R$ 113.751,00
Mai/25R$ 113.979,00
Abr/25R$ 114.082,00
Mar/25R$ 112.953,00
Fev/25R$ 111.835,00

Panorama técnico e fatores de avaliação para a Scania T-114 GB 360 4×2 NZ 2p (diesel) 1999

Quando pensamos na Tabela FIPE aplicada a um veículo pesado de fornecimento de serviços e transporte, como a Scania T-114 GB 360 4×2 NZ 2p diesel, entendemos que o valor de referência não é apenas uma curiosidade de mercado. Para corretoras de seguros, a leitura precisa da ficha técnica, da configuração de chassis e da reputação da marca também orienta a construção de coberturas adequadas, o dimensionamento de coberturas de casco, responsabilidade civil e até as exigências de inspeção veicular. O presente texto traz uma visão educativa, com foco na ficha técnica prática, no papel da FIPE como referência de avaliação e nos aspectos relevantes para entender o seguro e o custo de proteção desse modelo específico, fabricado em 1999. A Tabela FIPE, cuja posição é mostrada no topo do post, serve como referência para investidores, compradores e seguradoras avaliarem de modo padronizado o valor histórico de mercado de caminhões dessa geração..

Ficha técnica prática

  • Motor: diesel turbo com intercooler, configurado em linha de 6 cilindros, aproximadamente 12,0 a 12,7 litros de deslocamento. Potência máxima de 360 cv (265 kW), com torque perto de 1.700 Nm, disponível em faixa de regime comum de caminhões de longas distâncias. Este conjunto motor-transmissão é característico das gerações T da Scania, visando equilíbrio entre desempenho de rodagem e economia de combustível para operações de média e longa distância.
  • Transmissão e marchas: transmissão manual com várias marchas (tipicamente 9 velocidades na configuração comum da época para esse conjunto), com diferencial traseiro adequado a uma configuração 4×2 NZ. A opção por câmbio manual facilita reparos e manutenção em unidades mais antigas, embora a operação possa exigir treinamento específico para manter rotação de motor e consumo alinhados aos objetivos de transporte de carga.
  • Configuração de eixo e cabine: 4×2 NZ, com cabine NZ (cabine de altura compacta para operações com maior manobrabilidade, muitas vezes com 2 portas – 2p). Esta configuração é adequada para aplicações de transporte de carga líquida e seca com reboque, oferecendo boa relação entre alcance, peso próprio e espaço para o motorista em jornadas prolongadas, mantendo a habitabilidade exigida para turnos de longa duração.
  • Freios, suspensão e pneus: freios a ar com sistema de serviço robusto, geralmente com assistência de ABS como opção – conforme o pacote original e as adaptações feitas ao longo dos anos. Suspensão dianteira e traseira balanceada para suportar o peso da carga com conforto relativo. Pneus na medida típica para caminhões pesados da época, como 315/80 R22.5, com rodas de aro grande que privilegiam estabilidade em curvas e durabilidade em longas distâncias. Capacidade de carga e peso bruto total aproximados variam conforme configuração de eixo, cabine e eixo traseiro, mas o veículo costuma transitar com PBT (peso bruto total) na faixa de carga útil compatível com caminhões versáteis de 28.000 kg a 32.000 kg, dependendo de adaptação para reboque e dos componentes usados pelo proprietário original.

Essa ficha técnica resume as características centrais para quem atua no ramo de seguros de veículos comerciais. Embora os números possam variar conforme o fabricante, o país de montagem, upgrades de motor e alterações nas suspensões, a base permanece: motor diesel de alta capacidade, transmissão com várias marchas, e uma configuração de chassis que favorece uso em fretamento, distribuição de carga e operações de entrega em diferentes segmentos logísticos. Em termos de seguro, cada um desses itens tem impacto direto: o tipo de motor determina custos de reposição e reparo, a transmissão influencia o valor das peças de reposição e a complexidade de conserto, e a configuração de eixo afeta o perfil de risco em acidentes e o desgaste de componentes de direção e freio. Além disso, o estado geral de manutenção do conjunto motriz, a disponibilidade de peças originais Scania e o histórico de manutenção registrado no veículo pesam na definição de prêmio e coberturas ideais.

Tabela FIPE SCANIA T-114 GB 360 4×2 NZ 2p (diesel) 1999

Sobre a marca Scania

A Scania é uma das marcas mais reconhecidas no segmento de caminhões pesados e ônibus, com uma herança que se estende por décadas de inovação, engenharia e redes de serviço globais. A marca ganhou credibilidade justamente pela robustez de seus motores, pela confiabilidade em condições extremas e pela capacidade de oferecer soluções integradas de transporte — desde o motor até a transmissão, passando por sistemas de freio, suspensão e eletrônica. Em termos de seguros, essa reputação pode favorecer avaliações positivas,: caminhões Scania costumam apresentar boa disponibilidade de peças, ampla rede de assistência técnica e histórico de atualização de componentes para desempenho e segurança. Todos esses fatores influenciam, de maneira prática, a determinação de valores de cobertura e de manutenção de risco para frotas que utilizam modelos T em mercados com demandas de logística intensas. A linha T, que inclui variantes como a T-114 GB 360, ficou conhecida pela combinação entre desempenho de operação, conforto para o motorista e versatilidade na configuração de chassi e cabine, atendendo a diferentes necessidades de transporte de carga. Em mercados usados, esse conjunto é valorizado por manter uma base de peças estáveis e pela disponibilidade de atualizações de software e hardware que ajudam a manter a performance com o passar dos anos.

Para corretores de seguros, entender a identidade da marca vai além da simples identificação do fabricante. Envolve o conhecimento de como a rede de assistência técnica, a disponibilidade de peças originais e o histórico de reliability afetam custos de substituição, tempo de inatividade e, por consequência, o risco de interrupções operacionais — fatores que influenciam diretamente o prêmio, as franquias e as opções de coberturas oferecidas aos clientes que operam com caminhões Scania. Em termos gerais, uma caminhonete pesada com histórico de manutenção consistente, peças originais e uma rede de suporte sólida tende a apresentar sinistros com menor severidade quando comparada a modelos sem esse lastro de suporte, mesmo que o valor de substituição seja elevado pela idade do veículo. Por isso, a orientação para clientes que têm esse tipo de veículo muitas vezes envolve recomendações de pacotes de proteção com coberturas específicas para reboque, terceiros transportados, avarias a cargas, danos de motor e, em alguns casos, proteção para furtos de componentes sensíveis ao sistema de alinhamento e freio.

A Tabela FIPE e o seguro de caminhões: como esse referencial funciona para este modelo

A Tabela FIPE funciona como uma referência de preço médio de mercado para veículos usados no Brasil. Ela é amplamente utilizada por seguradoras, concessionárias e compradores para cruzar informações de valor ao se estudarem prêmios, cobertura de casco, limites de responsabilidade civil e opções de financiamento. No entanto, para caminhões pesados como a Scania T-114 GB 360 4×2 NZ 2p diesel de 1999, o papel da FIPE não se restringe apenas a um número de referência, mas também a uma bússola que orienta a leitura de dados complementares que realmente ajudam a calibrar o risco e o custo da proteção. Em primeiro lugar, o valor de referência da FIPE para este modelo reflete o equilíbrio entre a disponibilidade de peças, a rede de assistência, o histórico de uso em operações de transporte e, naturalmente, a idade do veículo. Em segundo lugar, para seguradoras, a curva de depreciação associada ao tempo é um componente crítico: caminhões de quase 25 anos de idade tendem a ter prazos de cobertura diferenciados, com possibilidades de franquias mais altas para danos ocorridos fora de perímetros de garantia, além de opções de proteção específicas para componentes sensíveis com maior probabilidade de falha em operações de longa distância, como o motor, o sistema de freio e a transmissão.

Para o corretor, compreender a relação entre a FIPE e a realidade operacional do veículo é fundamental. A FIPE oferece o referencial de preço, mas a seguradora avalia uma série de fatores adicionais que, juntos, definem o prêmio final. Entre esses fatores, destacam-se: a condição de conservação geral do veículo, a quilometragem média anual (que pode influenciar a liquidez de reposição de peças usadas), o histórico de sinistros, a existência de melhorias e atualizações técnicas feitas pela frota proprietária (por exemplo, upgrades de freios, sistemas de diagnósticos e software de gestão), bem como a presença de recursos de proteção (alarmas, rastreadores, sensores de carga, etc.). Tudo isso pode resultar em variações de prêmio mesmo com valores FIPE próximos, demonstrando que o preço de mercado não é o único determinante da robustez de uma cobertura. Em suma, para clientes com Scania T-114 GB 360, a FIPE ajuda na base de avaliação, mas a seguradora, com dados operacionais, séries de manutenção e estado funcional, define o que realmente está coberto e com qual nível de proteção e custo.

Além disso, vale destacar que para proprietários de caminhões usados em rotas com alta demanda de entrega, corretores devem observar a possibilidade de adotar coberturas adicionais de carga, proteção contra danos à carroceria de reboques, bem como garantias de assistência 24 horas em áreas remotas. A integração de rastreadores e sensores de telemetria pode reduzir o custo de seguro ao demonstrar maior controle sobre o risco de roubo, vandalismo ou acidentes. Em veículos antigos, a manutenção preventiva, o registro de históricos de serviço com notas fiscais e a documentação de inspeção periódica elevam a confiabilidade do segurado e podem contribuir para condições mais favoráveis na proposta de seguro. Logo, a relação entre FIPE, gestão de risco, e estratégia de seguro é multifacetada e demanda uma leitura detalhada pelo corretor para entregar ao cliente uma solução sob medida, que combine proteção adequada com custo justo.

Em termos práticos, ao trabalhar com um veículo como a Scania T-114 GB 360 4×2 NZ 2p diesel de 1999, o especialista em seguros costuma estruturar a proposta considerando: o valor de referência da FIPE, o custo estimado de reposição com peças originais, a probabilidade de falhas graves em componentes de motor e freio, o tempo de inatividade potencial em caso de sinistro e as necessidades específicas de cobertura de carga. É comum que a apólice inclua: casco para veículo, responsabilidade civil, proteção de cargas, danos elétricos, assistência 24 horas, e opções de rastreamento para reduzir o risco de roubo e facilitar a recuperação do veículo. A combinação desses elementos com a leitura calibrada da FIPE resulta em soluções que atendem tanto frotas quanto motoristas autônomos que operam com o T-114, valorizando a segurança, a continuidade dos negócios e a tranquilidade do segurado.

É importante notar que a legislação e as práticas de seguros podem exigir documentação adicional para caminhões com esse perfil, incluindo histórico de CNH do condutor, dados de licenciamento, comprovante de manutenção e eventuais laudos de inspeção veicular. A integração com o atendimento da GT Seguros facilita a organização dessas informações, ajudando o cliente a obter uma cotação rápida, clara e alinhada às necessidades do seu negócio. A leitura dos números FIPE é apenas o ponto de partida; o verdadeiro avanço está na construção de um conjunto de coberturas que proteja tanto o veículo quanto a operação de transporte como um todo. E, para quem busca uma solução de proteção que combine experiência, qualidade de atendimento e eficiência na gestão de riscos, a escolha certa é trabalhar com profissionais qualificados que entendem o universo de caminhões Scania e a dinâmica da FIPE aplicada a seguros.

Ao final, vale reforçar que, apesar de a Tabela FIPE oferecer um referência valiosa de mercado, cada caso é único. A avaliação de risco depende não apenas do veículo, mas também de quem o conduz, da rota percorrida, da carga transportada e da infraestrutura de suporte disponível. Por isso, a consultoria de uma corretora especializada e o apoio de uma seguradora com experiência em transportes pesados são fundamentais para construir uma proteção que seja, de fato, proporcional ao risco operacional do Scania T-114 GB 360 4×2 NZ 2p diesel, modelo de 1999, que continua a ser uma referência para quem demanda robustez e confiabilidade em operações de transporte.

Se você está cuidando da proteção do seu veículo e da sua operação, não perca a oportunidade de conhecer as opções da GT Seguros. Para proteger seu Scania com a cobertura adequada, considere solicitar uma cotação com a GT Seguros.