Valor FIPE Atual
R$ 104.511,00
↓ 0,5% vs mês anterior
FIPE: 513209-6
Ano: 1998-3
MêsPreço
Jan/26R$ 104.511,00
Dez/25R$ 105.037,00
Nov/25R$ 103.998,00
Out/25R$ 106.121,00
Set/25R$ 106.655,00
Ago/25R$ 107.191,00
Jul/25R$ 107.730,00
Jun/25R$ 108.272,00
Mai/25R$ 108.817,00
Abr/25R$ 109.364,00
Mar/25R$ 109.914,00
Fev/25R$ 110.467,00

Guia completo para entender a Tabela FIPE do Scania T-124 GA 360 6×2 NZ 2p (diesel) – Millen, 1998

Contexto da Tabela FIPE e o modelo Scania de 1998

A Tabela FIPE é uma referência consolidada no Brasil para a avaliação de veículos usados, incluindo caminhões e demais veículos de carga. Ela funciona como um parâmetro de referência, reunindo dados de transações históricas para oferecer uma base padronizada que auxilia seguradoras, concessionárias e consumidores na tomada de decisão. Em se tratando de caminhões pesados como o Scania T-124 GA 360 6×2 NZ 2p (diesel), a FIPE desempenha um papel particularmente útil, pois consolida informações de diferentes regiões, idades e usos, reduzindo assim a assimetria de informações entre vendedor, comprador e a seguradora que analisa o risco de um veículo específico. No entanto, vale destacar que, para caminhões, a variação pode ser maior do que em automóveis de passeio devido a fatores operacionais, estado de conservação, histórico de manutenção e tipo de serviço exercido pelo veículo ao longo de sua vida útil. Por isso, entender a forma como a FIPE coleta dados, como é atualizada e como é aplicada pela seguradora é fundamental para quem gerencia riscos e procura um seguro adequado para esse tipo de ativo.

Sobre a marca Scania

A Scania é uma fabricante sueca renomada por sua linha de caminhões, ferramentas de transportes pesados e soluções de mobilidade com foco em desempenho, confiabilidade e eficiente rede de assistência técnica. Desde a sua fundação, a marca consolidou uma reputação baseada em motores robustos, torque elevado e durabilidade em condições de uso severo, características especialmente valorizadas no setor de logística e transporte de longas distâncias. Em termos de gestão de frotas, a Scania investe em tecnologia de motorizações modernas, sistemas de telemetria, diagnósticos remotos e opções de câmbio que favorecem a economia de combustível, a manutenção preditiva e a segurança de operação. Em termos de seguro, a presença de peças de reposição amplamente disponíveis e uma rede de assistência técnica bem estabelecida ajudam a reduzir o tempo de inatividade e facilitar sinistros, aspectos que, por sua vez, influenciam as avaliações de risco para esse tipo de veículo. Quando se analisa um modelo específico como o T-124 GA 360 6×2 NZ 2p, a percepção da marca como uma parceira na gestão de risco tende a trazer maior previsibilidade para seguradoras e para os proprietários de frotas.

Tabela FIPE SCANIA T-124 GA 360 6×2 NZ 2p (diesel) / Millen 1998

Ficha técnica do veículo (T-124 GA 360 6×2 NZ 2p) – Millen, 1998

A ficha técnica reúne características que ajudam a entender o comportamento do veículo em operações de transporte, bem como a complexidade de mantê-lo em condições adequadas. Abaixo, apresentam-se os aspectos centrais deste modelo, com foco em informações úteis para avaliação de seguro, manutenção e gestão da frota:

  • Configuração de eixos: 6×2 NZ 2p (dois eixos motrizes, com configuração que favorece estabilidade e capacidade de tração em longas distâncias).
  • Motor: diesel, turboalimentado, potência nominal de 360 cv, torque elevado para operações de carga pesada e subidas exigentes.
  • Transmissão: manual com várias marchas (com opção de câmbio automatizado Opticruise em versões específicas), adequada para controle fino em diferentes regimes de trabalho.
  • Cabine e capacidade de carga: cabine ampla para operações de longo curso, com boa ergonomia para motoristas e espaço de carga compatível com a configuração 6×2, mantendo equilíbrio entre peso próprio, capacidade de transportar mercadorias e requisitos legais de peso bruto.

Observação: a ficha técnica acima descreve o conjunto típico deste tipo de configuração Scania e do eixo NZ, com base no histórico de modelos da linha T-124. Em veículos usados, podem haver variações de acordo com alterações de fábrica, retrofit de componentes e condições de uso ao longo do tempo. Para fins de seguro e avaliação técnica, cada unidade deve ser verificada individualmente, incluindo estado do motor, sistema de freios, suspensão e conjunto de transmissão.

Como a Tabela FIPE se aplica a este modelo específico

Caberá à FIPE, ao compilar uma amostra de transações de caminhões com configurações semelhantes (em especial 6×2 NZ 2p e diesel), oferecer uma referência que seja representativa do restante do mercado de caminhões usados. Para o Scania T-124 GA 360 6×2 NZ 2p de Millen, 1998, a ideia central é capturar a variação de preço ao longo do tempo em função de fatores como idade, estado de conservação, histórico de manutenção, uso (tipo de serviço: rodoviário, urbano, mix), disponibilidade de peças, e a proximidade de mercados com maior demanda por este tipo de veículo. Em termos práticos, a FIPE oferece uma referência que pode orientar negociações entre comprador e vendedor, bem como servir de base para estimativas de seguro, financiamento e depreciação contábil. Contudo, por se tratar de caminhões usados com ciclos de uso significativamente distintos, é essencial que o avaliador de seguros integre informações de inspeção técnica detalhada e de histórico de manutenção para calibrar com maior precisão o risco envolvido e o custo provável de poluição, reparos e sansões operacionais. Em síntese, a FIPE atua como um norte de referência, enquanto a avaliação prática do risco requer uma leitura holística do estado do veículo.

Impacto da FIPE no seguro para caminhões como o Scania T-124 GA 360 6×2 NZ 2p

Quando seguradoras avaliam o prêmio de um caminhão pesado a partir da referência FIPE, alguns aspectos-chave costumam influenciar a decisão de risco, mesmo sem citar valores específicos. Abaixo, destacam-se itens relevantes para o modelo em questão:

  • Idade do veículo e tempo de uso: caminhões mais antigos costumam ter maior probabilidade de falhas e demanda por manutenção, o que pode impactar o perfil de risco.
  • Condição geral e histórico de manutenção: evidências de manutenções regulares, adesão a programas de troca de componentes críticos e histórico de intervenções preventivas reduzem a percepção de risco.
  • Tipo de uso e rotas operacionais: operações em trechos com alto desgaste ou em áreas de tráfego intenso podem influenciar a probabilidade de sinistros e necessidade de reparos.
  • Rede de assistência e disponibilidade de peças: uma má conectividade com serviços autorizados ou dificuldade de obtenção de peças para uma configuração específica pode ampliar o tempo de inatividade e o custo de reparos.

Boas práticas para segurados e profissionais de corretagem

Para quem atua na gestão de frotas e na corretagem de seguros, algumas práticas ajudam a alinhar as expectativas entre FIPE, avaliação de risco e apólices de proteção. Entre elas, destacam-se:

  • Documentação técnica atualizada: possuir manuais, dossiês de inspeção, comprovantes de manutenção e histórico de sinistros facilita a avaliação e evita surpresas durante a vigência da apólice.
  • Manutenção preventiva e planos de serviço: manter o caminhão dentro de programas de serviço recomendados pela Scania ou por redes autorizadas ajuda a sustentar o valor de uso e a confiabilidade operacional.
  • Inspeções periódicas e checklists de segurança: rotinas de revisão que cobrem freios, suspensão, pneus e sistemas críticos reduzem o risco de falhas durante a operação.
  • Avaliação de coberturas específicas: considerar opções de proteção contra roubo, danos a carga, responsabilidade civil e assistência em viagem de forma alinhada com o perfil de uso da frota.

Ao combinar as informações da FIPE com dados de inspeção técnica e histórico de uso, corretores e seguradoras podem chegar a uma leitura mais fiel do que o transporte de bens exige em termos de proteção. Para frotas de grande porte, essa integração de dados ajuda a desenhar soluções mais personalizadas, que atendem às necessidades operacionais sem abrir mão de uma proteção robusta contra imprevistos.

Conclusão: como utilizar a FIPE para o Scania T-124 GA 360 6×2 NZ 2p (diesel) – Millen, 1998

Em resumo, a Tabela FIPE oferece um referencial valioso para entender o posicionamento de caminhões usados no mercado, incluindo modelos icônicos como o Scania T-124 GA 360 6×2 NZ 2p. Embora sirva como guia, a avaliação de seguro não depende apenas de números; ela resulta da soma de condições técnicas, histórico de serviço, estado atual de conservação e o perfil de uso na operação. A Scania, com sua tradição de inovação, oferece ferramentas de motorização e gestão de frota que contribuem para maior confiabilidade e previsibilidade de desempenho ao longo da vida útil de uma frota. Para profissionais de seguros, esse conjunto de fatores ajuda a formular propostas mais alinhadas com o risco real, equilibrando proteção, custo e continuidade de operações. Se você está avaliando a cobertura do seu Scania