Valor FIPE Atual
R$ 179.232,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513210-0
Ano: 2006-3
MêsPreço
Jan/26R$ 179.232,00
Dez/25R$ 179.574,00
Nov/25R$ 179.844,00
Out/25R$ 180.277,00
Set/25R$ 179.898,00
Ago/25R$ 180.277,00
Jul/25R$ 180.096,00
Jun/25R$ 180.277,00
Mai/25R$ 179.986,00
Abr/25R$ 180.149,00
Mar/25R$ 180.422,00
Fev/25R$ 180.531,00

Análise detalhada da Tabela FIPE para o Scania T-124 GA 420 6×2 NZ 2p diesel, ano Millen 2006

A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado por corretores, seguradoras e proprietários para avaliar o valor de mercado de veículos remotamente parecidos com modelos anunciados. Para caminhões pesados e semileves, o valor de referência muda conforme o fabricante, a configuração do chassi, a aplicação, o tipo de motor e o tempo de uso. Quando falamos de uma unidade específica como o SCANIA T-124 GA 420 6×2 NZ 2p, diesel, ano Millen 2006, a linguagem técnica que envolve o veículo, bem como as variantes de cabina, eixo e transmissão, impacta diretamente na leitura da FIPE. Este artigo tem o objetivo de orientar leitores que atuam como corretores de seguros, aprendizes de avaliação e interessados em entender como a tabela se relaciona com esse conjunto particular de características. Vamos explorar não apenas a ficha técnica, mas também o posicionamento da marca Scania no mercado e como interpretar a tabela FIPE para este tipo de caminhão.

Sobre a marca Scania: tradição, tecnologia e confiabilidade no transporte pesado

A Scania é uma referência global no segmento de caminhões e motores pesados, conhecida pela robustez de suas linhas de montagem, pela engenharia de motorizações eficientes e pela integração entre motor, transmissão, eixo e cabine. Ao longo de décadas, a marca construiu uma reputação associada a durabilidade em operações de longa distância, tração em terrenos desafiadores e disponibilidade de rede de assistência técnica. No Brasil, o portfólio Scania consolidou-se com soluções específicas para transporte de cargas pesadas, logística de malha rodoviária e serviços de apoio ao cliente, tornando-a uma escolha comum entre frotistas que valorizam custo de propriedade, consumo operacional e valor de revenda estruturado pela FIPE. A linha T, em particular, marcou época ao oferecer combinações entre potência, configuração de eixos e cabina compatíveis com operações que exigem desempenho constante em subidas íngremes, combos de carga elevadas e durabilidade de componentes críticos, como motor, transmissão e sistema de suspensão.

Tabela FIPE SCANIA T-124 GA 420 6×2 NZ 2p (diesel) / Millen 2006

Ficha técnica do Scania T-124 GA 420 6×2 NZ 2p (Millen 2006)

  • Motor: diesel 12,7 litros, combustível de alto desempenho, com potência nominal de 420 cv e torque na faixa de aproximadamente 2.000 a 2.200 Nm, dependendo da configuração original de fábrica e da calibração para o mercado.
  • Transmissão: opção de transmissão manual de várias velocidades ou sistema automatizado Opticruise (ou equivalente Scania/ZF) com até 16 marchas, proporcionando trocas suaves em rotações ideais para peso alto e cargas longas.
  • Configuração de tração: 6×2 NZ, eixo dianteiro fixo com dois eixos traseiros motrizes, sendo um eixo auxiliar/torreta para suportar cargas elevadas e melhor distribuição de peso em estradas com trechos acidentados.
  • Cabine e aplicação: cabine de dois lugares (2p) com ergonomia voltada ao motorista e aliado a suspensões que priorizam conforto em viagens longas; carroçaria voltada para operações de frete pesado com boa estocagem de componentes e opção de configuração para longas distâncias (long haul) ou operações de distribuição com peso bruto total elevado.

Observação importante: valores de torque e potência exibidos na ficha podem variar por fatores de configuração de fábrica, mercado de atuação e eventuais atualizações técnicas aplicadas pela Scania ao longo da vida útil do veículo. Ao consultar a FIPE, esse tipo de variação pode influenciar a faixa de preço referencial para a unidade específica, principalmente quando há diferenciação entre motores, câmbios e eixos auxiliares. Para correção de valores de acordo com a configuração exata, recomenda-se cruzar a FIPE com informações do chassis, número do motor e histórico de manutenção.

Como interpretar a Tabela FIPE para caminhões Scania na prática

A Tabela FIPE para veículos de carga funciona como um referencial estatístico que agrega dados de mercado de unidades similares e exchange de ativos ao longo do tempo. Em caminhões pesados, o valor observável pela FIPE é amplamente influenciado por:

• Ano de fabricação e período de uso: caminhões mais novos tendem a estar em faixas com valores mais altos, enquanto unidades com mais de uma década costumam apresentar decrésimos graduais, influenciados pela depreciação tecnológica e pela demanda do mercado de usados.

• Configuração de cabina, eixo e transmissão: no caso do T-124 GA 420 6×2 NZ 2p, o conjunto 6×2 com eixo auxiliar, aliado a uma cabine de dois lugares, tende a oferecer uma faixa de valor que difere de versões 4×2, 4×2 com cama ou cabines diferenciadas para motorista e ajudante. A FIPE captura esse gradiente com base em registros de venda de unidades com especificações próximas.

• Estado geral e histórico de manutenção: caminhões de uso profissional, com histórico de manutenções regulares, têm maior probabilidade de manter valores próximos aos topes da faixa FIPE, especialmente quando há documentação de serviço e de reposição de componentes críticos, como sistemas de freios, suspensão e motor.

• Aplicação de uso e demanda setorial: a demanda por caminhões de 420 cv com tração 6×2 se dá principalmente em operações de transporte de carga pesada, construção civil e logística de longo curso com grande necessidade de potência e estabilidade de tração. Em cenários de sazonalidade ou de oferta de frota, o valor de mercado pode oscilar de acordo com a oferta disponível e com as tendências de frete no período de nossa consulta.

Para consultores de seguros, entender a influência desses fatores ajuda a calibrar a avaliação de risco. Um valor FIPE mais conservador pode ser adequado para seguro básico, enquanto um ajuste por valor de substituição, soma de custos de vigilância e disponibilidade de peças pode ser mais apropriado em contratos de seguro com cobertura de roubo e danos. A leitura da tabela deve conduzir a uma discussão com o cliente sobre a necessidade de coberturas adicionais, como garantia de peças, proteção de motor, e cobrança de franquias em casos de sinistro.

Implicações para seguros: como a FIPE orienta a cotação do Scania T-124 GA 420

Para corretores de seguros, a leitura da FIPE ajuda a definir limites de cobertura compatíveis com o valor de mercado da unidade. Em geral, a prática é: a cobertura não deve superar o valor de reposição do veículo, levando-se em conta o custo do equipamento novo ou equivalente, menos depreciação pela idade. Em caminhões com configuração específica, como o Scania T-124 GA 420 6×2 NZ 2p, a combinação entre potência, peso bruto total, configuração de eixo e cabine influencia o preço de prêmios, com variações de acordo com o perfil do usuário (frota, tempo de uso, perfil de rota, etc.). Um dos benefícios da FIPE é fornecer um ponto de referência objetivo que facilita a comunicação entre corretora, seguradora e cliente, ajudando a evitar subavaliação (sobretaxa por valor insuficiente) ou supervalorização (prêmios excessivos sem retorno adequado em caso de sinistro).

O que considerar ao analisar o veículo para seguradora e para o proprietário

Ao se deparar com uma unidade como a T-124 GA 420 6×2 NZ 2p, o corretor pode orientar o proprietário a considerar os seguintes aspectos na hora de fechar a cotação de seguro:

• Histórico de uso e manutenção: possuem impactos diretos na confiabilidade do veículo e na vida útil de componentes críticos. Um registro de manutenções preventivas e substituição de peças em intervalos recomendados aumenta a confiança da seguradora na durabilidade do ativo.

• Localização geográfica e condições de operação: áreas com exigência de sobrecarga de fretes, vias com pavimento em más condições ou longas distâncias podem exigir coberturas adicionais para riscos específicos, como danos por vias irregulares ou desgaste acelerado de componentes.

• Tipo de carga e requisitos de segurança: cargas perigosas, carga isolada ou transporte de materiais de alto peso podem demandar apólices com cláusulas de responsabilidade civil ampliadas, bem como garantias de continuidade de operação para evitar perda de receita em caso de imobilização do veículo.

• Valor de reposição versus depreciação: dependendo do acordo entre cliente e seguradora, pode ser mais interessante optar por uma apólice com reposição integral ou com participação de franquia. A FIPE ajuda a estabelecer o patamar de reposição apropriado, levando em conta a idade do veículo e o custo de substituição no mercado.

Além disso, é essencial manter a documentação em dia e registrar a identificação do veículo (VIN, chassi, motor) para facilitar a conferência de dados entre a seguradora, a FIPE e o proprietário. Quando bem utilizado, o sistema FIPE fornece uma referência estável para o cálculo de prêmios, reservas técnicas e processos de indenização, minimizando ruídos entre as partes envolvidas e reduzindo o tempo de aprovação de sinistros.

Considerações para o leitor: por que esse modelo específico importa para a carteira de seguros

O Scania T-124 GA 420 6×2 NZ 2p representa uma combinação de potência elevada, capacidade de carga significativa e configuração de eixo que a FIPE reconhece como distinta entre caminhões de meia-largura. Modelos com esse perfil costumam exigir análises específicas durante a cotação de seguro, pois o risco de sinistro pode ser maior em cenários de sobrecarga, desgaste de componentes de motor e transmissão, bem como em operações que envolvam contornos de rota com aclives repetidos. A avaliação da FIPE para esse tipo de veículo permite que corretores de seguros, proprietários e gestores de frotas conversem a partir de uma referência comum, assegurando que as diferenças entre unidades similares sejam consideradas de forma transparente e consistente no momento da contratação de apólices.

Vale ressaltar que a FIPE não substitui uma avaliação técnica detalhada do veículo em si. Em operações com frotas grandes, é comum que a seguradora peça uma inspeção adicional ou que se utilize o valor de reposição com base em uma curva de depreciação específica para caminhões, aliada à aquisição de componentes originais ou equivalentes de qualidade. A interação entre o registro FIPE e a avaliação prática do estado da unidade, com base em inspeções, pode ser decisiva para a definição de franquias, coberturas adicionais (como danos elétricos, riscos de roubo/XX) e para a escolha de opções de assistência 24h, carência de cobertura e extensão de garantia.

Resumo prático para o corretor de seguros

Para quem trabalha com seguros de frotas ou caminhões, a leitura da Tabela FIPE para o Scania T-124 GA 420 6×2 NZ 2p, ano Millen 2006, oferece uma base sólida para decisão sobre cobertura, prêmio e limites de indenização. Compreender a configuração do veículo, o desempenho do motor, a transmissão e a arquitetura de eixos ajuda a alinhar expectativas entre cliente e seguradora. A marca Scania, reconhecida pela durabilidade e pela rede de suporte, tende a transmitir confiança aos clientes, desde que a unidade mantenha um histórico de manutenção adequado e tenha documentação valiosa para comprovação de estado técnico. Quando o objetivo é proteger um ativo com alto potencial de perda financeira em caso de sinistro, a fusão entre dados FIPE, estado de conservação e necessidades operacionais cria uma base de negociação mais estável e transparente, fortalecendo a relação entre corretor, seguradora e cliente.

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