| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 104.540,00 |
| Dez/25 | R$ 104.740,00 |
| Nov/25 | R$ 104.898,00 |
| Out/25 | R$ 105.151,00 |
| Set/25 | R$ 105.489,00 |
| Ago/25 | R$ 105.711,00 |
| Jul/25 | R$ 105.881,00 |
| Jun/25 | R$ 105.987,00 |
| Mai/25 | R$ 106.200,00 |
| Abr/25 | R$ 106.296,00 |
| Mar/25 | R$ 106.456,00 |
| Fev/25 | R$ 106.520,00 |
Análise detalhada da Tabela FIPE para a Scania T-124 GA 420 6×4 NZ 2p a diesel, ano 1999
Entenda a utilidade da Tabela FIPE para caminhões pesados
A Tabela FIPE funciona como referência amplamente utilizada por seguradoras, concessionárias e profissionais de gestão de frotas para estimar valores de reposição, de venda e de seguro de veículos. Embora seja comumente associada a carros de passeio, a FIPE também contempla caminhões e semirreboques, incluindo versões de cabine avançada, eixos e carrocerias específicas. Para modelos históricos como a Scania T-124 GA 420 6×4 NZ 2p (diesel) de 1999, a leitura da FIPE ajuda a entender o valor de mercado relativo ao período e, de forma indireta, a calibrar a cobertura de um seguro de frota ou de caminhão isolado. Nesse cenário, é importante reconhecer que o valor FIPE não é um preço fixo, mas um referencial anual que reflete condições de mercado, disponibilidade de peças, demanda por mão de obra especializada e idade do veículo. Assim, ao planejar a proteção de uma unidade com quase duas décadas de uso, o corretor de seguros utiliza a tabela como parte de uma avaliação mais abrangente, que considera histórico de manutenção, estado atual e tipo de operação.
Ficha Técnica da Scania T-124 GA 420 6×4 NZ 2p (diesel) — 1999
- Marca: Scania
- Modelo: T-124 GA 420 6×4 NZ 2p
- Ano de fabricação/modelo: 1999
- Cabine: 2 portas (2p)
- Configuração de chassis e tração: 6×4 (tração em dois eixos traseiros, adequado para semirreboque ou carga elevada)
- Motor: diesel, linha Scania, configuração inline de 6 cilindros
- Potência nominal: 420 cv (aproximadamente 309 kW)
- Deslocamento aproximado do motor: em torno de 12,6 a 12,8 litros
- Transmissão: manual de 16 velocidades (com opção de caixa automática/Opticruise disponível em versões ao longo da linha T; variações podem ocorrer conforme a configuração de fábrica e de mercado)
- Tipo de veículo: caminhão-trator/semirreboque na configuração 6×4, cujas aplicações comuns envolvem transporte de cargas pesadas em rodovias e longas distâncias
- Peso Bruto Total (PBT) estimado: até aproximadamente 40.000 kg, dependendo da configuração de carroceria, eixo e equipamento adicional
Observação: as especificações técnicas podem apresentar variações entre versões específicas, lotes de produção e modificações ao longo da vida útil do veículo. A leitura da ficha técnica deve considerar o estado atual da unidade, assim como qualquer adaptação de motor, transmissão ou cabine que tenha ocorrido ao longo dos anos.

Sobre a marca Scania: tradição em caminhões pesados
A Scania é, há décadas, referência mundial no segmento de caminhões pesados e semirreboques. Fundada na Suécia em 1891, a marca consolidou-se pela combinação entre robustez, tecnologia de motorização e uma extensa rede de serviços pós-venda. Para frotas que enfrentam trajetos longos, operações portuárias, transportes de cargas líquidas ou secas, a Scania se destaca pela durabilidade do motor, pela versatilidade de configurações de cabine e pela disponibilidade de soluções telemáticas que ajudam na gestão de rotas, consumo de combustível e manutenção preditiva. No caso específico da linha T-124 GA 420 6×4 NZ 2p, a reputação da Scania se traduz na capacidade de enfrentar exigências de peso e desempenho com confiabilidade. A marca investe em motores de alta eficiência, sistemas de freios avançados, e opções de transmissão que buscam equilíbrio entre potência e controle, fatores relevantes para seguradoras e para quem administra uma frota com esse tipo de veículo.
Contexto de FIPE para caminhões: como usar na avaliação de seguro
A FIPE oferece um referencial de valores que facilita a comparação entre opções de seguro, reposição e venda. Em caminhões de construção, rodoviários pesados ou semirreboques, a utilidade prática está em orientar a seguradora na definição de coberturas e no ajuste de prêmios, levando em conta a idade do equipamento, o tipo de uso e as condições de operação. Para um modelo como a Scania T-124 GA 420 6×4 NZ 2p (diesel) de 1999, a leitura da FIPE auxilia na compreensão de cenários em que a depreciação é mais acentuada e em que o custo de reposição pode exigir coberturas adicionais, como proteção contra roubo, incêndio e danos a terceiros em operações de alto risco. Além disso, o valor FIPE pode influenciar decisões de retenção de clientes, níveis de franquia, e a necessidade de coberturas específicas, como proteção de peças críticas, assistência 24 horas e monitoramento de frota. Em síntese, a FIPE funciona como base de referência para a negociação de seguro, desde que seja integrada a uma análise de risco completa, levando em conta as particularidades do veículo e de sua operação.
Fatores que influenciam a avaliação de seguro para esse modelo
- Número de anos de uso e a idade do veículo: unidades fabricadas em 1999 costumam exigir avaliações cuidadosas de conservação, disponibilidade de peças e histórico de manutenções.
- Condição mecânica e histórico de manutenção: motores, câmbio, suspensão e freios são itens-chave para determinar sinistralidade e custos de reparo.
- Tipo de operação e rota de operação: uso rodoviário de longa distância versus serviços de logística urbana altera o perfil de risco, consumo de combustível e exposição a danos.
- Histórico de sinistros e de manutenção regular: um histórico limpo com manutenções registradas tende a reduzir o prêmio quando a seguradora consegue validar a confiabilidade da frota.
Implicações para a gestão de frotas e para a proteção financeira
Quando se trabalha com veículos pesados de grande idade, a gestão de risco vai além da apólice. É comum que frotas adotem programas de manutenção preventiva, inspeções programadas e monitoramento de quilometragens para evitar falhas graves que possam impactar a continuidade das operações. A FIPE, nesse cenário, serve como referência de avaliação de valor agregado, enquanto o seguro atua como ferramenta de proteção contra perdas financeiras decorrentes de sinistros, danos a terceiros e paralisações. Integrar informações da ficha técnica com o histórico operacional e com os dados de disponibilidade de peças ajuda a criar coberturas mais alinhadas ao risco real de cada unidade. Em termos práticos, isso pode significar a escolha entre coberturas mais amplas, com assistência 24 horas, repatriamento, cobertura de carga e seguro de responsabilidade civil, versus opções mais contidas que priorizam custos iniciais. A decisão de cobertura deve considerar não apenas o valor FIPE, mas a função do veículo na cadeia de suprimentos, a geografia das operações e as exigências regulatórias aplic
