| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 122.191,00 |
| Dez/25 | R$ 118.059,00 |
| Nov/25 | R$ 118.237,00 |
| Out/25 | R$ 118.522,00 |
| Set/25 | R$ 118.903,00 |
| Ago/25 | R$ 121.952,00 |
| Jul/25 | R$ 122.148,00 |
| Jun/25 | R$ 122.271,00 |
| Mai/25 | R$ 122.517,00 |
| Abr/25 | R$ 122.628,00 |
| Mar/25 | R$ 122.814,00 |
| Fev/25 | R$ 122.161,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para o Scania T-124 LA 360 6×2 NA 2p Diesel de 2002
A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado pelo mercado para padronizar a avaliação de veículos usados. Quando falamos de caminhões pesados, como o Scania T-124 LA 360 6×2 NA 2p, esse referencial se torna fundamental para seguradoras, concessionárias e frotistas. Este artigo explora a aplicação da Tabela FIPE nesse modelo específico, abordando tanto o aspecto técnico do veículo quanto a lógica de seguro que costuma acompanhar esse tipo de operação. O objetivo é oferecer uma leitura educativa e prática para profissionais de corretagem, gestores de frota e interessados em entender como o valor de referência impacta a contratação de seguros, a depreciação e a reposição de peças.
O que é a Tabela FIPE e como ela impacta seguros de caminhões
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) coleta periodicamente valores médios de venda de veículos usados no território nacional. Esses valores servem como referência para diversas operações, incluindo seguros, financiamentos e impostos. No caso de caminhões pesados, a função da FIPE vai além de indicar o preço de compra ou de venda: ela ajuda a calibrar o valor segurado, estimando a depreciação ao longo do tempo e oferecendo um parâmetro objetivo para indenizações em caso de sinistros. Ao se tratar de uma carroceria pesada como o Scania T-124 LA 360 6×2 NA 2p, a avaliação pela FIPE costuma considerar fatores como a configuração de eixos, o estado do motor, o histórico de manutenção, a quilometragem e o histórico de acidentes.

É comum que seguradoras utilizem o valor FIPE como base de referência ao estabelecer a soma segurada ou o valor de reposição a novo — especialmente quando não há um preço de venda recente para o veículo. Em operações com frotistas, o FIPE ajuda também a orientar negociações de prêmios, já que veículos com configurações específicas de transporte de carga, como o eixo 6×2, costumam ter perfis de risco diferentes em relação a caminhões com 4×2 ou 6×4. Por isso, entender o que a FIPE capta e o que ela não captura é essencial para uma correta avaliação de risco e para a construção de uma apólice que realmente reflita a realidade de uso.
Para o corretor de seguros, isso significa traduzir números em proteção prática: manter a cobertura adequada com base no valor de reposição ou de indenização, considerar a possibilidade de reposição de componentes críticos e acompanhar a depreciação de itens como motor, sistema de transmissão, eixo e freios. Ao lidar com um modelo como o Scania T-124 LA 360 6×2 NA 2p, a leitura técnico-comercial do veículo ajuda a separar aquilo que é valorizado pela FIPE daquilo que depende de políticas internas da seguradora, da idade do veículo, da manutenção e de medidas preventivas adotadas pelo proprietário da frota.
Outro ponto relevante é a relação entre FIPE e políticas de renovação de frota. Muitas empresas optam por contratos que preveem reposição de ativos com base em faixas de idade ou de uso, em que o valor FIPE atua como uma referência para ajustar o capex e o opex. Quando o caminhão é utilizado em rotas de longo curso com transporte de cargas sensíveis, o valor segurado pode impactar diretamente na forma de cálculo de bônus por risco, franquias e limites de indenização. Nesse contexto, o conhecimento técnico do veículo, aliado à leitura da FIPE, oferece uma base sólida para decisões de seguro mais transparentes e alinhadas com o contexto da operação.
Ficha Técnica do Scania T-124 LA 360 6×2 NA 2p (2002)
- Marca: Scania
- Modelo: T-124 LA 360 6×2 NA 2p
- Ano de fabricação: 2002
- Tipo de motor: Diesel, 6 cilindros em linha
- Cilindrada aproximada: 9,0 litros (faixa típica para a linha T-124)
- Potência nominal: 360 cv (aprox. 265 kW)
- Torque: em torno de 1800–2000 Nm (faixa comum para esse conjunto motor-transmissão)
- Transmissão: manual, múltiplas marchas (tipicamente 9 velocidades em configurações da época)
- Alimentação: Diesel
- Configuração de eixos: 6×2 (dois eixos de tração, com arraste traseiro típico de caminhões de 2 eixos motores)
- Peso Bruto Total (PBT): estimado entre 18.000 kg e 24.000 kg, dependendo da configuração específica e da configuração de carroceria
- Comprimento aproximado: 8,5 a 9,9 metros (varia conforme a carroceria e o chassi)
- Largura: em torno de 2,4 a 2,5 metros
- Altura: aproximadamente 3,6 metros
- Capacidade de carga útil: faixa ampla, com esquemas com carga útil entre 12.000 e 15.000 kg, dependendo do conjunto de eixos, carroceria e configurações do fabricante
- Tipo de carroceria típico: rígido com possível configuração para puxar semirreboques, muito usado em transporte de carga pesada, longas distâncias e fretes de alto volume
Observação: as especificações acima refletem a leitura técnica comum para o conjunto T-124 da linha LA 360 e podem variar conforme a configuração exata do veículo, a carroceria instalada, o país de operação e modificações feitas pelo proprietário. Em qualquer avaliação de FIPE ou de seguro, vale confirmar com a nota fiscal, o certificado de conformidade e o manual do fabricante para confirmar números como cilindrada, potência, torque, PBT e dimensões precisas. A ficha técnica ajuda a orientar o processo de cotação de seguro, de mão de obra de manutenção e de planejamento de substituição, caso haja sinistro ou desgastes acumulados.
Sobre a marca Scania
A Scania é uma fabricante sueca de caminhões, ônibus e motores industriais com uma história marcada pela inovação, robustez e foco em eficiência operacional. Fundada no final do século XIX, a marca consolidou-se ao longo das décadas como referência em desempenho de frota, especialmente para aplicações de transporte de carga pesada, rodoviário de longo curso e serviços de logística. A Scania construiu uma reputação com ênfase em durabilidade, tecnologia de motor e eficiência de combustível, elementos cruciais para operações que exigem confiabilidade em jornadas longas, clima adverso e condições de estrada diversas.
Alguns pontos que ajudam a entender a posição da Scania no mercado de caminhões pesados incluem:
- Rede global de assistência técnica e rede de peças original, o que facilita a manutenção e a disponibilidade de frota em diferentes regiões.
- Compromisso com a inovação tecnológica, incluindo soluções de telemática, diagnóstico remoto e motores com níveis avançados de emissões que buscam maior eficiência operacional.
- Histórico de parceria com frotistas para fornecer opções de configuração de eixos, chassis e carrocerias alinhadas às necessidades de cada segmento de transporte.
- Enfoque na segurança do veículo, com sistemas de freio, estabilidade e controle que ajudam a reduzir o risco operacional e, consequentemente, a sinistralidade da frota.
Para quem administra uma frota com Scania T-124 ou modelos similares, a escolha de um caminhão nesta linha costuma estar associada não apenas à capacidade de carga, mas também à consistência de desempenho em condições de trabalho intensivo. A marca costuma oferecer opções de personalização que permitem adaptar o veículo a diferentes tipos de carga, trajetos e rotas, contribuindo para um ciclo de vida útil maior quando aliadas a boas práticas de manutenção preventiva e monitoramento de telemetria. Esses elementos, por sua vez, se conectam ao tema da Tabela FIPE: ao alinhar o valor de reposição com a configuração específica do veículo, a seguradora consegue calibrar melhor o prêmio, as coberturas e as condições de indenização durante a vigência do seguro.
Pontos-chave para seguradoras e frotistas ao trabalhar com o T-124 LA 360 6×2 NA 2p
Ao planejar a cobertura de seguro para esse tipo de caminhão, alguns aspectos práticos costumam influenciar bastante a avaliação de risco e o custo do prêmio. Abaixo, apresento pontos-chave que costumam aparecer em análises de FIPE e na prática de corretagem, com linguagem educativa para facilitar a tomada de decisão:
- Condição do motor e histórico de manutenção: motores diesel de grande capacidade exigem manutenção regular, uso de peças originais e registro de revisões. Um histórico de troca de óleo, filtros, correias e pontos de desgaste é fator determinante para avaliação de sinistralidade.
- Quilometragem e tipo de uso: frotas que acumulam alta quilometragem anual podem ter desgaste mais acelerado de componentes como turbo, embreagem e sistema de transmissão. Além disso, a operação em diferentes perfis de rota (cidade, rodovia, trechos com desnível) impacta o desgaste relativo aos freios e à suspensão.
- Configuração de eixos e peso bruto: o 6×2 oferece vantagens de tração em determinadas condições, mas também exige atenção aos limites de peso por eixo, desgaste de componentes de suspensão e risco de danos em estradas ruins. A FIPE considera a configuração, quando disponível, como parte da valorização e da precificação do seguro.
- Histórico de sinistros e telemetria: acidentes anteriores, sinistros com carga, roubos ou tentativas de arrombamento influenciam o perfil de risco. Sistemas de telemetria que monitoram velocidade, freios e comportamento do motorista podem reduzir custos com sinistros, o que costuma se refletir em prêmios mais competitivos.
Além disso, o valor FIPE atua como referencial estável para comparação de orçamentos entre seguradoras, facilitando a tomada de decisão para quem administra uma frota tributada por esse tipo de veículo pesado. Para quem atua com a venda ou renovação de apólice, entender a engenharia do veículo — desde o motor até a carroceria e ergonomia do posto de condução — ajuda a explicar ao cliente por que certos itens têm peso maior na composição do prêmio e por que a cobertura de danos a motor, transmissão e eixo é com frequência uma linha de proteção essencial para caminhões desse porte.
Outro aspecto relevante é a relação entre a FIPE e as políticas de reposição de frota. Em termos práticos, muitos contratos de seguro levam em conta a possibilidade de reposição por modelos equivalentes ou superiores ao fim da vigência. Nesse cenário, o valor FIPE serve como guia para o montante a ser assegurado, com base no que se encontra de referência no mercado no momento da contratação. O objetivo é evitar descompasso entre o valor segurado e o custo de reposição, minimizando lacunas de cobertura que poderiam prejudicar o proprietário da frota em eventual sinistro.
Conectando FIPE, Scania e proteção da frota
Quando se pensa na proteção de uma frota que utiliza Scania T-124 ou modelos equivalentes, a sinergia entre a avaliação FIPE e as estratégias de seguro se mostra crucial. A Tabela FIPE oferece uma linha de referência prática, enquanto a expertise da corretora traduz esse referencial em condições de cobertura, franquias, limites de indenização e opções de assistência 24 horas. Em termos simples, FIPE ajuda a saber “quanto vale” o ativo para fins de indenização, e a corretagem transforma esse conhecimento em proteção adequada para o dia a dia da operação.
Essa abordagem é especialmente útil em contratos com diferentes tipos de carga — por exemplo, cargas frágeis versus cargas pesadas, ou cargas em que o preço de reposição pode variar de forma significativa. A FIPE não é um valor único e imutável; ela se atualiza com o tempo, refletindo mudanças de mercado, disponibilidade de peças e condições econômicas. Por isso, manter a leitura atualizada com a FIPE e alinhar com as condições de seguros da GT Seguros oferece uma base sólida para conduzir a gestão de riscos de forma responsável e eficiente.
Para equipes de gestão de risco, vale também considerar a integração de telemática com a apólice. Sensores de motor, monitoramento de trajetória, rastreamento de chilometragem e alertas de comportamento de condução ajudam a reduzir sinistralidade e, por consequência, os custos de seguro ao longo do tempo. Em termos de educação, essa é uma prática que demonstra como ciência de dados, engenharia automotiva e gestão de frotas podem convergir para resultados mais estáveis e previsíveis.
Conclusão e convite à cotação
O conjunto T-124 LA 360 6×2 NA 2p, de 2002, é um exemplo claro de como a combinação entre uma configuração de veículo pesado, a leitura da Tabela FIPE e as práticas de seguro pode orientar decisões de gestão de risco com mais clareza. A FIPE fornece o referencial de valor, mas é a leitura de manutenção, de uso real e de condições de operação que realmente molda o custo e a cobertura. Ao entender essas camadas — desde a ficha técnica até a aplicação prática no dia a dia da frota — corretores, gestores e proprietários ganham uma ferramenta poderosa para proteger ativos, reduzir custos com sinistros e manter a operação com maior previsibilidade.
Se você busca alinhar as necessidades da sua frota com uma apólice que reflita com fidelidade a realidade de uso e o valor de reposição do Scania T-124 LA 360 6×2 NA 2p, pense na importância de uma análise bem fundamentada pela Tabela FIPE e pela experiência de uma corretora especializada. Uma cotação com a GT Seguros pode ser o passo rápido para avançar nesse alinhamento, com condições personalizadas para o seu tipo de operação.
