Valor FIPE Atual
R$ 149.111,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513098-0
Ano: 2006-3
MêsPreço
Mar/26R$ 149.111,00
Fev/26R$ 149.440,00
Jan/26R$ 150.155,00
Dez/25R$ 149.098,00
Nov/25R$ 149.322,00
Out/25R$ 149.682,00
Set/25R$ 150.163,00
Ago/25R$ 150.480,00
Jul/25R$ 150.722,00
Jun/25R$ 150.873,00
Mai/25R$ 151.176,00
Abr/25R$ 151.313,00

Análise detalhada do valor de referência FIPE e as especificações da SCANIA T-124 LA 360 6×2 NA 2p (diesel) 2006 para temas de seguro

Ficha Técnica da SCANIA T-124 LA 360 6×2 NA 2p (diesel) 2006

Ao estudar a Tabela FIPE para a SCANIA T-124 LA 360 6×2 NA 2p (diesel) 2006, é útil compreender a ficha técnica que embasa o entendimento do veículo como ativo de seguro. Este modelo pertence à linha T da Scania, reconhecida pela robustez, pela durabilidade dos componentes e pela capacidade de operar em condições de carga pesada por longos períodos. A seguir estão itens-chave da ficha técnica que costumam impactar diretamente na segurabilidade, no custo de operação e no planejamento de manutenção.

  • Motor e desempenho: diesel, configurado tipicamente como 6 cilindros em linha, com potência nominal em torno de 360 cv. O torque máximo fica entre faixas que favorecem a movimentação de cargas pesadas em segmentos de transporte rodoviário de PBT elevado. A geração de torque elevado facilita aceleração em subidas com carga, o que é relevante para relações de transmissão e consumo de combustível em operações reais.
  • Transmissão: opções de caixa manual com várias velocidades (comuns em caminhões pesados da época) ou transmissão automatizada integrada, como a solução Opticruise da própria Scania. A escolha influencia não apenas o conforto do motorista, mas também o consumo, a suavidade de marchas em trechos de subida e a confiabilidade de troca de marchas em condições de carga.
  • Configuração de eixo e capacidade de carga: 6×2 NA 2p, com eixo dianteiro simples e dois eixos traseiros com tração. Essa configuração favorece a distribuição de peso e a estabilidade em rodovias, além de permitir maiores capacidades de reboque em determinados cenários. O peso bruto total (PBT) típico varia entre faixas compatíveis com transporte de cargas pesadas, refletindo o uso em operações de frete de longo curso e logística de cargas volumosas.
  • Tanque de combustível e autonomia: a capacidade de combustível costuma ficar entre 300 e 400 litros, dependendo da configuração de tanqueagem escolhida pela montadora e pela carroceria instalada. A autonomia efetiva depende da combinação entre peso da carga, condições de tráfego, rota e estilo de condução, aspectos relevantes para planejamento de rotas, paradas técnicas e custos operacionais.

A Scania: história, confiabilidade e papel no transporte de cargas

Fundada na Suécia no início do século XX, a Scania tornou-se referência mundial em caminhões pesados, ônibus e motores industriais. A marca ganhou reconhecimento pela durabilidade de seus propulsores, pela engenharia voltada a alto desempenho em condições adversas e por soluções de manutenção que buscam reduzir paradas não programadas. Em frotas brasileiras, a Scania tem uma presença marcante, especialmente para operações de transportes de carga seca, carga líquida, granéis e serviços de logística de longo curso. Um dos pontos fortes da Scania é a rede de serviço e assistência técnica, que oferece suporte regional, peças originais e programas de manutenção preventiva. Essa estrutura é um elemento importante quando o corretor de seguros avalia o risco de indisponibilidade de veículo, bem como a frequência de sinistros envolvendo veículos pesados.

Tabela FIPE SCANIA T-124 LA 360 6×2 NA 2p (diesel) 2006

A linha T, na qual se enquadra a T-124 LA 360, é associada a propósitos de transporte de carga que exigem robustez, confiabilidade e desempenho em trechos com variações de altitude e condições de estrada. A escolha de uma SCANIA para frotas reflete, muitas vezes, uma estratégia de custo total de propriedade (TCO) que prioriza disponibilidade operacional, resale value e custos de manutenção previsíveis ao longo de sua vida útil. Esses fatores influenciam não apenas o planejamento de seguro, mas também as decisões de gestão de riscos, incluindo a escolha de coberturas adicionais e serviços de assistência.

O papel da Tabela FIPE na avaliação de seguros para caminhões pesados

A Tabela FIPE é um referencial de valores médios de reposição de veículos usados no Brasil, amplamente utilizado por seguradoras, avaliadores independentes e consumidor final. Para caminhões como a SCANIA T-124 LA 360 6×2 NA 2p (diesel) 2006, o valor FIPE serve como base para estimar o custo de reparação ou de reposição em caso de sinistro ou perda total. Vale destacar alguns aspectos importantes sobre como esse referencial impacta a gestão de seguros:

– Determinação de valor de indenização: em muitos regimes de seguro, o valor indenizado em caso de perda total ou de dano relevante está atrelado a um valor de mercado, que pode ser calculado com base na referência FIPE ou em metodologias equivalentes adotadas pela seguradora. O objetivo é alinhar a indenização ao valor de reposição ou de aquisição de um veículo similar no mercado de usados.

– Formação de prêmio: embora o preço do veículo não seja o único determinante, o valor de mercado influencia o preço do prêmio, já que veículos com maior valor de reposição costumam ter prêmios proporcionais mais elevados, devido ao maior custo de reparação e ao maior custo de substituição. Para a T-124 LA 360, esse fator é ponderado junto a outros elementos, como idade do veículo, histórico de sinistros, uso da frota e perfil do condutor.

– Observação sobre variações regionais e de modelo: a FIPE atualiza periodicamente as cotações conforme o mercado, a disponibilidade de peças e condições econômicas. Modelos com características específicas, como a configuração 6×2 NA 2p, podem apresentar variações regionais de valor, especialmente quando comparados entre estados com densidade de frota pesada diferente. O corretor precisa considerar essas nuances para evitar distorções na apólice.

Para operadores e tomadores de seguro, entender o relacionamento entre FIPE, as condições do veículo e as exigências da apólice ajuda a alinhar coberturas com o potencial de uso real. A FIPE não representa uma garantia de custo de reposição em todos os casos, mas é um ponto de referência sólido para iniciar a avaliação de riscos e de orçamentos.

Fatores de risco e coberturas recomendadas para a SCANIA T-124 LA 360 6×2 NA 2p

Ao planejar um seguro para uma caminhonagem pesada como a SCANIA T-124 LA 360, o corretor deve considerar fatores que podem impactar o prêmio e a eficácia da proteção. Entre esses fatores, destacam-se:

– Idade do veículo e estado de conservação: veículos de fabricação 2006 possuem maior probabilidade de exigir reparos com base na idade, desgaste de componentes e histórico de manutenção. O histórico de revisões, a qualidade da manutenção preventiva e a qualidade da carroceria influenciam o custo de sinistros, bem como a frequência de manutenção regular.

– Utilização e rota de operação: frotas que percorrem longas distâncias entre hubs logísticos, com eventual serviço de transporte de cargas sensíveis, podem estar expostas a maior risco de danos e roubo de carga. A modalidade de uso (frete nacional, transfronteiriço, cargas especiais) é um fator relevante para a seleção de coberturas adicionais, como proteção de carga, responsabilidade civil adicional e assistência em rota.

– Seguro de casco, responsabilidade civil, e cargas: para caminhões pesados, é comum combinar um seguro de casco (proteção do veículo contra colisão, incêndio, roubo) com responsabilidade civil (indenização a terceiros por danos causados no exercício da atividade). Adicionalmente, muitas frotas investem em cobertura de carga para proteger mercadorias durante o transporte. A escolha de coberturas depende do tipo de operação, do valor da carga transportada e da rede de clientes.

– Medidas de segurança e gestão de frotas: a adoção de dispositivos de rastreamento, telemetria, alarmes e controles de acesso pode reduzir prêmios ao demonstrar redução de riscos. Uma boa rotina de inspeções, manutenção preventiva e a observância de normas técnicas contribuem para menor probabilidade de ocorrências e, consequentemente, melhores condições de contratação.

Com relação às coberturas, a seguradora costuma sugerir itens que ajudam na proteção integral da operação: casco total com proteção de estruturas, acessórios e reboques, proteção de carga, responsabilidade civil do transportador, incêndio, roubo e colisão; assistência 24h na estrada, congelação de custos com reparos emergenciais, e, conforme necessidade, carro reserva para manter a continuidade da frota. A decisão sobre quais coberturas ativar depende do perfil do negócio, do orçamento disponível e da criticidade da disponibilidade da frota para as operações diárias.

Gestão prática de seguro para a SCANIA T-124: dicas para cotação com a GT Seguros

Antes de buscar a cotação, reúna informações sobre o veículo, sobre a frota e sobre as operações. Documentos de propriedade, histórico de manutenção, dados do proprietário e da empresa, além de informações sobre a rota e a natureza da carga, ajudam o corretor a oferecer uma proposta adequada. Considere também observar as seguintes práticas simples para otimizar a proteção e o custo:

– Mantenha a manutenção em dia: peças originais, revisões periódicas e registros de serviço contribuem para reduzir o risco de sinistros e ampliar a vida útil do veículo. Um histórico de manutenção sólido facilita a negociação de prêmios mais estáveis ao longo dos anos.

– Implante recursos de segurança: sensores de alarme, rastreamento veicular e telemetria podem reduzir o custo do seguro, pois demonstram menor probabilidade de roubo ou uso inadequado da frota. Esses dispositivos também ajudam na gestão de operações, melhorando a eficiência de rotas e a monitorização de consumo de combustível.

– Defina a cobertura com base na necessidade de negócio: para frotas que dependem de disponibilidade, considere coberturas com carro reserva e assistência em rota; para operações com menor risco