Valor FIPE Atual
R$ 144.315,00
↓ 0,5% vs mês anterior
FIPE: 513088-3
Ano: 2005-3
MêsPreço
Jan/26R$ 144.315,00
Dez/25R$ 145.041,00
Nov/25R$ 145.259,00
Out/25R$ 143.354,00
Set/25R$ 143.815,00
Ago/25R$ 144.118,00
Jul/25R$ 144.349,00
Jun/25R$ 144.494,00
Mai/25R$ 144.784,00
Abr/25R$ 144.915,00
Mar/25R$ 145.133,00
Fev/25R$ 145.863,00

Análise detalhada do SCANIA T-124 LA 400 6×2 NA 2p (diesel) 2005 segundo a Tabela FIPE

Para profissionais de corretagem de seguros e gestores de frotas, entender como a Tabela FIPE reflete o valor de referência de um veículo pesado é essencial para a precificação de coberturas, depreciação e indenizações. Este artigo foca no modelo SCANIA T-124 LA 400 6×2 NA 2p (diesel) de 2005, conectando a ficha técnica à aplicação prática da Tabela FIPE no contexto de seguros de caminhões. Ressaltamos que os valores monetários (preços de referência) são inseridos automaticamente no topo deste post, conforme o fluxo de atualização da simulação. O objetivo aqui é oferecer clareza sobre as características do veículo, seu peso específico na avaliação da segurabilidade e as implicações para a formação de prêmios.

Por que a Tabela FIPE importa para caminhões pesados

A Tabela FIPE atua como referência nacional para a avaliação de veículos usados e de reposição em muitos ramos, inclusive no seguro de frota. Em termos práticos, o valor FIPE serve como base para:

Tabela FIPE SCANIA T-124 LA 400 6×2 NA 2p (diesel) 2005
  • Definir o valor de referência para cobertura de prêmio de casco, indenização parcial ou total;
  • Estimar a depreciação entre modelos, idades e configurações de cabine e motor;
  • Padronizar a avaliação de sinistros em casos de perda total, onde o custo de reposição precisa ser compatível com o valor de mercado;
  • Conferir consistência entre o veículo segurado e as informações técnicas constantes no contrato.

Para caminhões como o SCANIA T-124 LA 400 6×2 NA 2p, a Tabela FIPE leva em conta fatores como idade do veículo, configuração de motor, tipo de cabine, número de eixos e o histórico de uso. Esses elementos influenciam o valor de referência e, consequentemente, o que fica elegível para cobertura e qual o nível de prêmio adequado. Em operações de corretagem, entender essas nuances ajuda a oferecer soluções alinhadas ao perfil da frota, ao uso pretendido e às condições de seguro exigidas pelo contrato.

Sobre a marca: Scania e o papel do T-124

A Scania é reconhecida internacionalmente pela robustez, eficiência e inovação em caminhões pesados, de atendimento a aplicações de longo percurso, frete pesado e operações de logística que exigem alto desempenho em condições desafiadoras. O portfólio da marca inclui linhas de motorizações avançadas, transmissão integrada e sistemas de frenagem que favorecem a segurança e a confiabilidade em rodovias brasileiras e em rotas comerciais complexas.

O modelo T-124, dentro da linha T da Scania, representa uma tradição de projeto voltada para a combinação entre desempenho de propulsão e versatilidade na configuração de eixo. A nomenclatura LA 400 sugere especificação de motorização com 400 cavalos de potência, uma cifra consistente com aplicações de transporte de cargas pesadas. Em 2005, os caminhões Scania já apresentavam avanços na integração entre motor, transmissão e sistema de freios, aliando confiabilidade mecânica a soluções de conforto para o motorista em jornadas extensas. Essa combinação impacta diretamente a proposta de seguro: maior robustez pode influenciar positivamente na percepção de risco, desde que a manutenção esteja em dia e o histórico de sinistros seja favorável.

Ficha técnica do Scania T-124 LA 400 6×2 NA 2p (2005)

  • Máquina/marca: Scania
  • Modelo: T-124 LA 400 6×2 NA 2p
  • Ano de fabricação: 2005
  • Categoria/configuração: caminhão pesado com eixo traseiro 6×2
  • Cabine: 2 portas (2p)
  • Propulsor: motor diesel turboalimentado, 6 cilindros em linha
  • Potência máxima: aproximadamente 400 cavalos
  • Cilindrada: em torno de 12 até 12,7 litros (varia conforme a versão)
  • Torque máximo: na faixa de 1.900–2.100 Nm
  • Transmissão: opções manuais ou automatizadas (ex.: transmissão tipo Opticruise) com várias marchas
  • Disposição de eixos: 6×2 (dois eixos traseiros acionados)
  • Capacidade de peso bruto total (PBT): configurável, com possibilidade de até cerca de 32.000 kg dependendo da implementação

Observação sobre o item “NA 2p”: essa designação faz parte da codificação do veículo na FIPE, referindo-se a uma configuração específica de cabine e número de portas. Em catálogos de referência, esse conjunto de siglas ajuda a distinguir entre variantes de motorização, cabine e chassis, fatores que, por sua vez, influenciam diretamente o valor de referência e o custo de seguro.

Contexto de uso e considerações técnicas para frota

O SCANIA T-124 LA 400 6×2 NA 2p de 2005 é comumente encontrado em operações que demandam capacidade de carga elevada e boa eficiência em longas distâncias. A configuração 6×2 oferece uma combinação entre estabilidade de tração e carga útil, sendo adequada para transporte de cargas pesadas, tornou-se comum em operações com semirreboques ou traçados volumosos. Em frota, a escolha por esse tipo de modelo costuma considerar não apenas a capacidade de transporte, mas também o custo de manutenção, disponibilidade de peças, rede de assistência técnica e o histórico de confiabilidade da linha Scania.

Do ponto de vista técnico, veículos de 2005 que ainda operam na linha de frente costumam exigir atenção especial a componentes como o sistema de injeção, turbocompressor, sistema de arrefecimento e freios. A idade do motor e o desgaste de componentes mecânicos podem impactar o consumo, o desempenho e o risco de falhas em operações de campo. A previsibilidade de falhas e a disponibilidade de peças originais são fatores-chave para a gestão de risco na seguradora e para a viabilidade econômica da operação de cópia de caminhões com esse perfil.

Para equipes de manutenção, informações técnicas como torque do motor, especificação de câmbio e capacidades de eixo ajudam a planejar serviços preventivos, a estimar o tempo de inatividade em avarias e a calcular o custo total de propriedade ao longo da vida útil do veículo. Na prática, modelos como o T-124 com motor 400 cv costumam exigir inspeções regulares de componentes de alto desgaste, como embreagem, sistema de transmissão, freios assistidos por retarders e o sistema de resfriamento, além de verificar a condição do conjunto de rodas, pneus e suspensão, que impactam diretamente na performance de carga e na segurança do conjunto.

Impacto da FIPE no seguro: aspectos práticos

Ao avaliar uma frota com SCANIA T-124 LA 400 6×2 NA 2p, as seguradoras costumam considerar o valor de referência FIPE como referência para o valor de mercado do veículo. Esse parâmetro alimenta o cálculo de prêmios de casco, bem como a definição de coberturas adicionais, como proteção contra danos a terceiros, incêndio, roubo e colisões. Em termos práticos, quanto maior o valor de referência FIPE, maior tende a ser o prêmio de cobertura, desde que outros fatores de risco (quilometragem, histórico de sinistros, utilização na operação, etc.) permaneçam constantes.

Além do valor FIPE, a idade do veículo, o tipo de transmissão, a configuração de cabine e os outros itens de spec são considerados para ajuste de risco. Caminhões com cabines mais simples podem ter perfis de risco distintos de versões mais modernas com sistemas de segurança adicionais. Da mesma forma, a rede de assistência técnica da Scania, a disponibilidade de peças originais e o histórico de manutenção da frota influenciam a confiabilidade percebida pela seguradora. Assim, um veículo de 2005 com histórico de manutenções em dia e com boa documentação tende a apresentar condições de seguro mais estáveis que unidades com histórico irregular ou uso intenso sem suporte técnico adequado.

Boas práticas para quem administra a frota com esse modelo

Para otimizar o custo total de propriedade e facilitar a gestão de seguros, algumas práticas úteis incluem:

  • Manter registros completos de manutenção, incluindo trocas de óleo, filtros, pastilhas de freio e inspeções de transmissão;
  • Realizar inspeções periódicas de motores, injeção eletrônica e sistemas de arrefecimento, com ênfase em componentes sujeitos a desgaste em motores de alta potência;
  • Aferir regularmente a calibragem de freios, suspensão e pneus, para manter a estabilidade em diferentes condições de rodagem;
  • Disponibilizar à seguradora toda a documentação técnica, incluindo configuração de eixo, especificações do motor e histórico de sinistros, para facilitar uma avaliação de risco mais precisa.

O resultado de seguir boas práticas pode se traduzir em prêmios mais estáveis, menor probabilidade de sinistros e maior previsibilidade de custo de seguro, o que é especialmente útil para empresas com operações contínuas e contratos de transporte de longo prazo.

Chamada discreta à cotação com a GT Seguros

Para quem busca alinhar proteção adequada a esse perfil de veículo, considerar uma cotação com a GT Seguros pode ser uma opção prática. Eles costumam oferecer soluções sob medida para caminhões, levando em conta a configuração FIPE, o uso da frota e as necessidades específicas da operação.