Valor FIPE Atual
R$ 88.405,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513081-6
Ano: 1997-3
MêsPreço
Mar/26R$ 88.405,00
Fev/26R$ 88.600,00
Jan/26R$ 88.796,00
Dez/25R$ 88.966,00
Nov/25R$ 89.100,00
Out/25R$ 89.315,00
Set/25R$ 89.602,00
Ago/25R$ 89.791,00
Jul/25R$ 89.935,00
Jun/25R$ 90.026,00
Mai/25R$ 90.207,00
Abr/25R$ 90.289,00

Guia detalhado da Tabela FIPE para o SCANIA T-124 LA 420 4×2 NA 2p diesel de 1997

A Tabela FIPE é referência essencial para quem opera ou compra caminhões usados no Brasil, pois aponta o valor típico de reposição de veículos usados, servindo de base para seguros, avaliações de sinistros e negociações entre compradores e vendedores. Quando o tema é o SCANIA T-124 LA 420 4×2 NA 2p diesel, ano 1997, entender como a FIPE representa esse modelo específico ajuda a corretoras de seguros e proprietários a alinhar expectativas sobre cobertura, indenização e reposição. Este texto não traz valores monetários, pois os preços são apresentados no topo do post automaticamente, mas oferece uma visão educativa sobre a ficha técnica, a força da marca e as implicações da FIPE para o seguro deste caminhão clássico. A ideia é oferecer conteúdo claro, técnico e útil para quem toma decisões de proteção veicular com base na tabela de referência.

Visão geral da linha T-124 e da configuração 4×2 NA 2p

A linha Scania T-124, lançada para responder às necessidades de transporte de média a pesada capacidade de carga, é um marco da engenharia sueca aplicada ao transporte rodoviário de grande porte. Em termos de configuração, o rótulo 4×2 indica que o veículo tem dois eixos motrizes na traseira e não dispõe de tração nas rodas dianteiras — uma configuração comum para caminhões de distribuição de carga em longas distâncias, onde a capacidade de reboque, a estabilidade em estradas e a robustez do chassi são mais relevantes do que a tração integral típica de aplicações mais pesadas. O termo NA (normalmente “não articulado” ou “não ativo” em algumas fichas) aponta para a linha de cabina fixa e sem articulação, com a cabine de 2 portas (2p) adequada para operações em áreas urbanas e rodoviárias com entradas de garagem mais limitadas. A combinação T-124 LA 420 4×2 é, portanto, uma configuração destinada a serviços de transporte de carga de peso considerável, com motor potente e robusto, capaz de percorrer longas distâncias com confiabilidade e conforto para o motorista, aspectos que influenciam diretamente o custo operacional e, por consequência, o custo segurado sobre o valor FIPE.

Tabela FIPE SCANIA T-124 LA 420 4×2 NA 2p (diesel) 1997

É importante notar que, no universo de seguros, o histórico de uso também importa: caminhões desse porte costumam ter maior probabilidade de exposição a condições adversas, como trechos com demanda alta de consumo de combustível, uso em eixos rodoviários com variações de pavimento e exigência de manutenção regular, o que afeta a estimativa de risco e o regime de coberturas. A FIPE, por sua vez, reflete o valor de mercado percebido para esse conjunto específico de características — marca, modelo, ano, configuração e estado de conservação — em seu período de referência. Entender essas nuances ajuda proprietários e corretores a dialogar com mais precisão com as seguradoras, evitando surpresas no momento de uma indenização ou de reajustes contratuais.

Ficha técnica do SCANIA T-124 LA 420 4×2 NA 2p (diesel) 1997

  • Fabricante: Scania
  • Marca/modelo: T-124 LA 420 4×2
  • Ano de fabricação/versão: 1997 (modelo representativo da série T-124 na faixa de produção)
  • Tipo de veículo: Caminhão com cabine 2 portas (2p), configuração 4×2
  • Motor: Diesel, seis cilindros em linha, deslocamento próximo de 12,7 litros, potência máxima de aproximadamente 420 cv
  • Transmissão: Manual, típica de caminhões de série, com faixa de 9 a 12 marchas conforme configuração de transmissão e mercado
  • Torque máximo: Em torno de 1.900 Nm (valor típico para esse conjunto motor-transmissão na época)
  • Capacidade de peso e carga: Peso Bruto Total (PBT) geralmente entre 25.000 kg e 32.000 kg, com carga útil que pode chegar perto de 18.000 kg, dependendo da configuração final, eixo, rodas e especificações locais
  • Tipo de tração: 4×2 (duas rodas motrizes traseiras) – adequado para rodovias e trechos de médio a longo curso
  • Sistema de freios: Tipicamente equipado com freios a tambor nas rodas traseiras com possibilidade de ABS/ EBS em versões específicas ou com opcionais; freios de serviço de alta capacidade para caminhões pesados
  • Cabine: Cabine com duas portas, espaço para motorista e, em versões específicas, ajudantes de motorista, com controles e instrumentos voltados à operação em longas jornadas

As especificações acima retratam uma leitura de ficha técnica comum para o SCANIA T-124 LA 420 4×2 NA 2p diesel de 1997. Em fichas reais de Fiat/Scania FIPE, há variações regionais e de equipagem que podem alterar alguns valores de torque, potência exata, ou faixa de PBT. Por isso, ao consultar a FIPE para esse modelo, é essencial confirmar as informações de referência para o estado, a kilometragem e a configuração específicas do exemplar disponível no levantamento de mercado de uma determinada cidade ou região.

Sobre a marca Scania

Scania é uma fabricante sueca reconhecida mundialmente pela robustez e pela confiabilidade de seus caminhões e ônibus. Fundada em 1891, a empresa construiu uma reputação sólida ao longo de décadas, com ênfase em performance de longo curso, facilidade de manutenção e redes de assistência técnica amplas, que cobrem grande parte do território com oficinas autorizadas, peças originais e suporte logístico. A Scania investe fortemente em tecnologia para reduzir consumo de combustível, melhorar a durabilidade de componentes críticos (motor, transmissão, eixo e freios) e aumentar a segurança de operação. Em termos de seguros, isso se traduz em determinados atributos que influenciam o grau de risco percebido pela seguradora: menor probabilidade de falha catastrófica em determinados intervalos de uso, maior previsibilidade de manutenção quando o veículo é bem cuidado, e uma rede de assistência que facilita avaliações de sinistro, recuperação de veículo e reposição de peças. Além disso, a gama T-124 representa uma linha de caminhões conhecidamente utilizada para transporte de cargas pesadas em rodovias brasileiras e internacionais, o que torna o modelo alvo frequente de avaliação de risco por parte das seguradoras.

A cultura de manutenção da Scania, aliada à disponibilidade de peças originais e a uma rede de serviço bem estabelecida, costuma influenciar positivamente a confiança de seguradoras na hora de estimar prazos de indenização e a qualidade de reparo em caso de sinistro. Para motoristas e operadores, isso também se traduz em disponibilidade de peças e menor tempo de indisponibilidade em oficinas autorizadas, fatores que impactam a expectativa de custo de seguro e de continuidade das operações logísticas. Em resumo, a marca Scania soma características que, quando bem geridas, ajudam a manter o custo de seguro sob controle e a performance de operação do veículo, mesmo em equipamentos mais antigos, como o T-124 LA 420 4×2 de 1997.

Como a Tabela FIPE refletiu o SCANIA T-124 LA 420 4×2 NA 2p diesel de 1997

A Tabela FIPE funciona como um repositório de valores médios de reposição de veículos usados, produzido com base em transações reais de mercado, consulta de tabelas oficiais e ajustes sazonais. Para caminhões nessa linha, a FIPE leva em consideração atributos como o fabricante, o modelo, a geração (no caso, T-124), a configuração de eixo (4×2), a cabine (2 portas), o tipo de motor (diesel), a faixa de potência e o ano de fabricação. Em termos práticos, isso significa que o “valor FIPE” pretendido pelo modelo SCANIA T-124 LA 420 4×2 NA 2p diesel de 1997 representa uma média de valor de mercado para unidades com características equivalentes ao modelo citado, numa data de referência específica. Vale destacar que esse valor não é fixo; ele se altera com o tempo, com variações regionais de oferta e demanda, com o estado de conservação, com a quilometragem e com a configuração de equipamento. Por isso, na prática, seguradoras costumam usar o FIPE como uma linha de base para estabelecer o valor de reposição ou o valor segurado, ajustando-o conforme o estado do veículo e as coberturas contratadas.

Para quem atua na área de seguros, a compreensão dessa leitura de FIPE é crucial: quando o veículo é um caminhão clássico ou com idade superior a 20 anos, o valor de reposição pode ser ajustado para refletir a disponibilidade de peças, as atualizações de segurança e o desempenho do mercado de caminhões usados. Em muitos casos, as apólices incluem cláusulas que preveem reposição por valor de referência FIPE ou valor de mercado, com os devidos ajustes. O objetivo é evitar que a indenização seja desproporcionalmente inferior ao custo de reposição ou construção de uma substituição compatível com a operação do transportador. Assim, a FIPE funciona como uma bússola: dá o norte do valor de reposição, mas cada caso é ajustado pela realidade da unidade específica, pelo uso que ela recebe e pela seguradora.

Fatores que influenciam o valor FIPE para esse modelo

  • Idade do veículo: caminhões mais velhos tendem a ter valores FIPE mais baixos, refletindo desgaste, disponibilidade de peças e demanda de mercado.
  • Quilometragem e condições de uso: unidades com baixa quilometragem e histórico de manutenção regular costumam apresentar valores mais estáveis na FIPE.
  • Condição estética e mecânica: estado da cabine, painel, motor, sistema de transmissão e freios influencia a avaliação de pontuação de conservação que a FIPE considera em seu cálculo de referência.
  • Procedência de serviços e histórico de sinistros: carros com manutenção regular em rede autorizada, com registros de serviço e sem histórico de sinistros graves, costumam apresentar melhor posicionamento na curva FIPE do que unidades sem esse suporte documental.

Observa-se que a FIPE não é uma regra rígida, mas um ponto de referência. O segurado pode, em alguns casos, negociar com a seguradora uma cobertura baseada no valor de reposição calculado com o FIPE, ajustando-o conforme as peculiaridades da sua operação, como contratos de frota, garantias adicionais, ou a necessidade de manter a continuidade de serviço em situações críticas, por exemplo, demanda logística ininterrupta. Por isso, conhecer o valor de FIPE ajuda o proprietário do SCANIA T-124 LA 420 4×2 NA 2p diesel de 1997 a planejar melhor seu orçamento de seguro, entender as faixas de indenização e discutir com a corretora a melhor estratégia de cobertura.

Implicações práticas para o seguro do SCANIA T-124 LA 420 4×2 NA 2p

Para operadores logísticos, transportadores e frotistas, a proteção de caminhões como o T-124 requer uma combinação de coberturas que cubram não apenas o veículo, mas também os ativos envolvidos na operação — carga, riscos de terceiros e interrupção de negócios. A FIPE, nesse contexto, atua como a espinha dorsal de avaliação de valor, e o corretor de seguros desempenha um papel fundamental ao traduzir esse valor em termos de cobertura, franquias, e limites. Ao negociar, é comum considerar:

  • Conteúdo da apólice de casco (cobertura total, com ou sem franquia, para danos ao veículo em acidentes, incêndio, alagamentos etc.).
  • Seguro de cargas e responsabilidade civil para proteger terceiros e mercadorias transportadas, especialmente em operações intermunicipais.
  • Assistência 24 horas, com guincho, reposição de veículo ou encaminhamento para oficinas autorizadas, crucial para manter operações de entrega em dia.
  • Requisitos de proteção de ativos, como rastreadores, telemetria e controles de uso, para reduzir o risco de roubo e melhorar a gestão da frota.

Além disso, a FIPE facilita a comparação entre propostas de seguradoras, pois oferece uma referência comum de valor. É comum que as seguradoras ajustem o valor segurado de acordo com a idade do veículo, estado de conservação, e histórico de manutenção. Caminhões