| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 125.064,00 |
| Dez/25 | R$ 123.826,00 |
| Nov/25 | R$ 124.013,00 |
| Out/25 | R$ 124.312,00 |
| Set/25 | R$ 123.202,00 |
| Ago/25 | R$ 123.462,00 |
| Jul/25 | R$ 123.660,00 |
| Jun/25 | R$ 122.436,00 |
| Mai/25 | R$ 122.682,00 |
| Abr/25 | R$ 125.186,00 |
| Mar/25 | R$ 125.375,00 |
| Fev/25 | R$ 125.452,00 |
Entenda como a Tabela FIPE se aplica ao SCANIA T-124 LA 420 6×2 2p (diesel) 2000 e o que isso significa para seguros
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados, incluindo caminhões pesados. Ela funciona como uma base estruturada que considera idade, modelo, versão e estado de conservação para indicar faixas de preço que orientam negociações, avaliações de seguro, financiamentos e decisões de reposição de frota. Para quem trabalha com transportes e seguros, entender a lógica da FIPE ajuda a planejar estratégias de proteção veicular, margem de margem financeira e planejamento de danos. No caso específico do SCANIA T-124 LA 420 6×2 2p (diesel) 2000, a referência FIPE serve como ponto de partida para compreender como o valor de um veículo desta configuração evoluiu ao longo de programas de condução e manutenção, bem como como as variações de estado, quilometragem e uso impactam a percepção de risco para seguradoras.
Ficha técnica do SCANIA T-124 LA 420 6×2 2p (diesel) 2000
O SCANIA T-124 LA 420 pertence à linha T da Scania, reconhecida pela robustez, conforto do motorista e capacidade de atendimento a operações pesadas. Em termos de utilização, este tipo de caminhão é frequentemente escolhido para transportes de longa distância, distribuição pesada ou comboios de alto trecho, onde a capacidade de carga e a durabilidade do conjunto mecânico são fatores decisivos. A seguir, uma visão resumida da ficha técnica prática para este modelo e configuração típica de 2000:

- Motor: diesel, 6 cilindros em linha, deslocamento estimado entre 12,0 e 12,7 litros; potência nominal de aproximadamente 420 cv (aprox. 309 kW); torque máximo significativo para trabalhos de baixa velocidade com carga pesada.
- Transmissão: manual de várias marchas (tipicamente entre 9 e 16 marchas) ou opção automatizada Scania Opticruise, voltadas à demanda de motorista e eficiência de operação.
- Tração e eixo: configuração 6×2, com dois eixos traseiros motrizes e eixo dianteiro simples; cabine LA (cabine alongada) adequada a longas jornadas e serviços de transporte de carga volumosa.
- Peso e capacidade: Peso Bruto Total (PBT) típico em torno de 25.000 kg; capacidade de carga útil entre 20.000 e 22.000 kg, variando conforme o conjunto de eixo, suspensão e configuração do chassi.
Essa combinação de motor potente, chassi robusto e opções de transmissão posiciona o T-124 LA 420 como uma solução de negócio capaz de sustentar operações exigentes. A configuração 6×2 oferece equilíbrio entre tração, estabilidade em rodagem pesada e capacidade de carga, o que é particularmente relevante quando se avalia a viabilidade econômica de operações em rodovias com longos trechos e cargas numerosas. Ainda que o fabricante tenha evoluído ao longo dos anos, a essência das especificações de 2000 permanece como referência para comparar com séries modernas da linha Scania e com outros modelos de peso semelhante no mercado de usados.
Sobre a marca Scania: tradição, inovação e rede de suporte
A Scania é uma fabricante sueca com mais de um século de atuação no segmento de caminhões, ônibus e motores industriais. O legado da marca está diretamente ligado à durabilidade, confiabilidade e à capacidade de oferecer soluções integradas para frotas, desde a performance do motor até a gestão de manutenção e telemetria. Em termos de atuação, a Scania construiu uma rede de serviços global que facilita a disponibilidade de peças, assistência técnica e treinamentos para motoristas, o que ajuda a manter caminhões de grande porte fora de oficinas por menos tempo do que seria aceitável em outras marcas.
Além da robustez mecânica, a Scania investe fortemente em tecnologia de segurança, conforto e eficiência de combustível. Sistemas de freios com controle eletrônico, gestão de torque e embreagem, suspensão adaptativa e cabines projetadas com foco em ergonomia são exemplos que ajudam na redução do desgaste, menor fadiga do motorista e maior segurança operacional. Esses atributos contribuem para a valorização residual de modelos Scania ao longo do tempo, refletindo positivamente na percepção de valor em avaliações de mercado e, por consequência, na gestão de seguros e de risco de frota.
Outra dimensão relevante é a rede de suporte pós-venda. A disponibilidade de peças originais, programas de manutenção preventiva e serviços de diagnóstico ajudam a manter a disponibilidade da frota e reduzem a variabilidade de custos com manutenção. No contexto de seguros, isso se traduz na previsibilidade de custos de reparo e na confiabilidade de reposição de peças, elementos que influenciam as estratégias de cobertura, franquias e limites de indenização adotadas pelas seguradoras.
Por fim, a marca Scania tem tradição de manter valor de uso por períodos mais longos em frotas bem gerenciadas, especialmente quando aliada a uma política de manutenção programada e boas práticas de operação. Essa combinação de confiabilidade mecânica, suporte de rede e gestão de ativos faz do SCANIA T-124 LA 420 6×2 uma opção reconhecida entre empresas que demandam performance estável em operações de peso bruto elevado e com alta exigência de disponibilidade de frota.
Implicações da Tabela FIPE para seguros e gestão de risco
A Tabela FIPE funciona como uma referência comum entre seguradoras, clientes, corretores e avaliadores de veículos usados. No segmento de caminhões pesados, essa referência ajuda a calibrar o prêmio inicial de seguro, bem como a definir cenários de cobertura que façam sentido para o perfil de uso e de risco da operação. Para modelos como o SCANIA T-124 LA 420 6×2 2p (diesel) 2000, a FIPE evidencia faixas de valor que ajudam a alinhar expectativas entre proprietário de frota e companhia de seguros, especialmente quando se trata de veículos mais antigos, com histórico de desgaste e com tecnologia de geração anterior.
Do ponto de vista prático, a FIPE impacta várias dimensões da gestão de seguros. Em primeiro lugar, o valor de referência influencia a taxa de prêmio, a base de cálculo de cobertura e o valor a ser indenizado em caso de sinistro. Em segundo lugar, quanto mais próximo o estado do veículo estiver do estado de excelência para o seu ano/modelo, mais próximas tendem a ficar as cotações de seguro com pacotes abrangentes. Em terceiro lugar, para frotas, a FIPE facilita a comparação entre cenários: substituição gradual por modelos mais novos, atualização de contrato de seguro ou reorganização de rotas. Em quarto lugar, a idade do veículo costuma ser associada a um maior custo de reparo relativo, já que a disponibilidade de peças e a complexidade de reparos podem exigir abordagens específicas de cobertura, incluindo proteção de casco, responsabilidade civil e itens de proteção financeira contra danos a terceiros.
É importante notar que a FIPE é uma referência de mercado e não um preço fixo. O valor refletem médias observadas em determinados períodos e podem divergir de acordo com o estado de conservação, quilometragem, condições de uso e histórico de sinistros. Por isso, corretores e seguradoras costumam complementar a referência FIPE com informações adicionais — como a idade do veículo, a manutenção preventiva, a presença de dispositivos de telemetria, o histórico de acidentes e a configuração exata de eixo e cabine — para oferecer uma cotação que reflita com maior fidelidade o risco envolvido e a proteção necessária para a frota.
Nesse panorama, compreender o peso da FIPE para o SCANIA T-124 LA 420 6×2 2p (diesel) 2000 é essencial para quem coordena operações de transportes ou negocia seguros. A cada atualização da tabela, surgem novas faixas de referência que podem impactar a composição de pacotes de seguro, a política de manutenção e a decisão de reposição de ativos de frota. Em termos de precificação, o objetivo é equilibrar o custo de proteção com a disponibilidade de equipamentos confiáveis, evitando exposições desnecessárias a riscos que poderiam comprometer operações logísticas críticas.
Para quem gerencia seguros de caminhões, vale também considerar a integração entre FIPE, dados de telemetria da frota e o histórico de manutenção. Sistemas de monitoramento podem fornecer informações objetivas sobre o uso real do veículo, o que ajuda a ajustar o prêmio com justiça e precisão, além de permitir planejamento de inspeções e substituições com base em padrões de desgaste. Em última análise, a combinação entre uma referência de mercado sólida (FIPE), conhecimento técnico sobre o SCANIA T-124 LA 420 6×2 2p (diesel) 2000 e uma gestão de frota proativa resulta em coberturas mais alinhadas com a real necessidade de proteção, bem como em condições de seguro mais estáveis ao longo do tempo.
Se o objetivo é comparar opções de cobertura para este modelo específico,
