Valor FIPE Atual
R$ 111.991,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 513083-2
Ano: 1996-3
MêsPreço
Jan/26R$ 111.991,00
Dez/25R$ 112.205,00
Nov/25R$ 112.374,00
Out/25R$ 112.645,00
Set/25R$ 113.007,00
Ago/25R$ 113.245,00
Jul/25R$ 113.427,00
Jun/25R$ 113.541,00
Mai/25R$ 113.769,00
Abr/25R$ 113.872,00
Mar/25R$ 114.044,00
Fev/25R$ 114.113,00

Entendendo a Tabela FIPE para a Scania T-143 H 450 4×2 2p a diesel (1996)

A Tabela FIPE é um referencial importante para quem atua no setor de seguros, compra de frotas ou avaliação de ativos usados. Para veículos de grande porte, especialmente caminhões e semirreboques, o documento de referência ajuda a calibrar prêmios, valores de indenização e cenários de reposição. Quando o assunto é a Scania T-143 H 450 4×2 2p a diesel de 1996, a leitura da tabela envolve não apenas o valor bruto indicado na base de dados, mas também a compreensão de como determinadas características influenciam o risco segurado. Este artigo tem como objetivo oferecer uma visão educativa e informativa sobre a composição do veículo, sua história dentro da linha Scania e, sobretudo, como interpretar aspectos da FIPE relevantes para seguros de caminhão e gestão de frotas. A ideia é ampliar a compreensão de profissionais de seguros, corretores e gestores de frota sobre como o histórico, a configuração e o estado de conservação impactam as condições de cobertura e o adequado dimensionamento de prêmios.

Sobre a marca Scania

Fundada na Suécia, a Scania é uma referência global quando o assunto é motorizações pesadas, caminhões e soluções de transporte. A marca construiu ao longo de décadas uma reputação associada à robustez, durabilidade e eficiência operacional. Em mercados onde o veículo de grande porte é parte essencial da cadeia logística, a Scania tornou-se sinônimo de confiabilidade em ambientes desafiadores, com redes de assistência técnica amplas e disponibilidade de peças em diferentes regiões. A proposta da Scania não se resume apenas ao desempenho bruto do motor, mas também à integração entre powertrain, chassis, suspensão e sistemas de controle, com foco na redução de custos operacionais ao longo da vida útil do veículo. Em termos de seguros, a presença de uma marca reconhecida por qualidade tende a influenciar percepções de confiabilidade e, em alguns casos, contribui para condições mais estáveis de cobertura quando acompanhada de manutenção regular e rastreabilidade de serviços.

Tabela FIPE SCANIA T-143 H 450 4×2 2p (diesel) 1996

A evolução da linha T da Scania

A linha T da Scania representa uma família de caminhões de alto desempenho lançada para atender às demandas de transporte de cargas pesadas. Ao longo dos anos, a série T passou por evoluções que trouxeram melhorias em eficiência de consumo, capacidade de carga, conforto do motorista e confiabilidade de motorização. No contexto de 1996, a coroa tecnológica da linha envolvia motores de alto torque, sistemas de injeção avançados para a época e uma transmissão projetada para lidar com trechos longos, rotas variadas e operações com cargas pesadas. A configuração 4×2, como a encontrada na T-143 H 450, era comum para aplicações em fretes de peso significativo com rodagem em asfalto, onde a estabilidade, a manobrabilidade e a capacidade de manter velocidades estáveis em trechos de subida ou em longas jornadas de entrega eram fatores cruciais. A designação “H” costuma remeter a variantes de cabine com algumas opções de conforto e espaço, integrando a combinação entre desempenho do motor e ergonomia para o motorista. Com esse pano de fundo histórico, entender a Tabela FIPE para esse modelo envolve reconhecer que, embora o valor seja uma referência, o custo final para reposição ou indenização depende de diversos critérios que vão além do número publicado na base de dados.

Ficha técnica da Scania T-143 H 450 4×2 2p (diesel) 1996

Para facilitar a compreensão, apresentamos a ficha técnica resumida, destacando os elementos que costumam compor a base de dados da FIPE e que costumam ter impacto na avaliação de seguro. Vale reforçar que, por se tratar de um veículo de grande porte com variantes históricas, os números podem variar conforme a configuração original, o estado de conservação e a eventual atualização de componentes ao longo da vida útil do veículo. Abaixo, os pontos-chave que costumam compor a ficha técnica desse modelo:

  • Motor: Diesel, em linha, turboalimentado, com configuração típica de seis cilindros. Disposição e tecnologia de injeção refletiam padrões da época, priorizando torque para transposição de cargas pesadas. Cilindrada estimada entre 12,0 e 12,7 litros.
  • Potência e torque: Aproximadamente 450 CV (ou HP) com torque na casa de 2.000 a 2.200 Nm, variando conforme a calibração de fábrica e modificações de campo.
  • Transmissão e tração: transmissão manual com múltiplas marchas, em conjunto com o trem de força 4×2. O conjunto de engrenagens foi desenhado para equilíbrio entre reboque de cargas elevadas e economia de combustível em trechos rodoviários.
  • Cabine e capacidades: cabine para dois ocupantes (2p), com layout típico da linha H para caminhões de média a larga aplicação. Embora os interiores variem conforme a configuração de fábrica e as opções de conforto, a ideia central é oferecer operacionalidade com espaço adequado para motorista e, quando aplicável, um segundo ocupante em jornadas estendidas.

Além desses itens centrais, outros aspectos que costumam constar na ficha técnica — como peso bruto total (PBT), comprimento, altura, entre-eixos, capacidade de carga útil, tipo de diferencial, freios e sistema de suspensão — também podem influenciar o valor na FIPE e, por consequência, a avaliação para seguro. Em peças históricas como a T-143 H 450, é comum que corretores e avaliadores foquem em dados de referência que permitam comparar com veículos similares do período, ajustando expectativas de custo de reposição, sinistralidade e manutenção de longo prazo. Portanto, ao consultar a FIPE para esse modelo, vale considerar não apenas o número publicado, mas o conjunto de características que o cercam: idade do veículo, observações de conservação, condições de motor e transmissão, além de eventuais intervenções de reparo ou atualização.

Como a FIPE influencia o seguro de caminhões e a gestão de frotas

Para seguradoras, o valor de referência da FIPE atua como piso para a indenização e como baliza para o cálculo de prêmios. Em caminhões de maior porte, a avaliação envolve uma série de fatores que se cruzam com o número da FIPE. A idade do veículo é um componente óbvio: unidades mais antigas, como é o caso de um modelo de 1996, costumam ter prazos de utilização limitados e maior probabilidade de desgaste de componentes críticos. No entanto, a história de manutenção, a quilometragem atual, o histórico de sinistros e o tipo de serviço realizado (cargas químicas, perecíveis, madeiras, carga geral etc.) também pesam consideravelmente na tarifa do seguro. A FIPE, por si só, não determina o prêmio final; ela serve como referência estável para um dado momento de mercado, sobre a base de valores históricos, com ajustes decorrentes de fatores de risco presentes na operação.

É comum que, ao trabalhar com corretores e seguradoras, o leitor encontre perguntas que ajudam a calibrar o seguro de um veículo como a Scania T-143 H 450: qual é o tipo de operação (rota urbana, rodoviária, regional), qual é o perfil de motorista, qual é a idade e histórico do ativo, qual é a estratégia de reposição (indenização total, reposição de ativos, cobertura de peças de reposição)? Em cada resposta, o preço calculado pela FIPE pode variar e, por consequência, o prêmio pode ser ajustado para refletir o risco de forma mais precisa. Além disso, empresas de seguros costumam considerar o valor de reposição integral para caminhões históricos ou raros, o que pode valorizar ou desvalorizar determinados itens, dependendo da disponibilidade de peças e da demanda de reposição no mercado de usados. Nesse contexto, a consulta à FIPE não é apenas uma etapa de número; é uma ferramenta para dimensionar riscos, planejar manutenções preventivas e estruturar contratos que protejam o patrimônio da frota com mais eficiência.

Considerações para leitura prática da Tabela FIPE neste modelo

Ao analisar a Tabela FIPE para a Scania T-143 H 450 4×2 2p diesel de 1996, leve em conta que a idade do veículo tende a deslocar o foco do valor para aspectos de uso e conservação. Em termos de seguro, itens como a quilometragem anual, o histórico de sinistros, a regularidade de revisões técnicas e a disponibilidade de peças de reposição influenciam diretamente o custo da apólice. Caminhões com histórico de manutenção completo e com peças originais em estoque costumam apresentar menor volatilidade de preço na indenização, mesmo quando o valor FIPE não reflita mais o valor de reposição original do ativo. Além disso, operações com maior nível de exposição em rotas de longa distância, regiões com infraestrutura de abastecimento limitada ou condições extremas de clima podem exigir coberturas adicionais — como proteção de carga, responsabilidade civil, roubo/furto e danos causados por terceiros — que, por sua vez, impactam o custo total do seguro. A leitura cuidadosa da FIPE, aliada a um levantamento detalhado da operação, permite que o corretor recomende coberturas mais alinhadas ao perfil específico da frota, sem exageros ou lacunas de proteção.

Para profissionais que gerenciam frotas com esse tipo de veículo, é útil manter um conjunto de dados atualizados: histórico de manutenção, documentação de inspeções, notas de serviço, relatório de sinistros, perfis de motor e transmissão, bem como os parsers de dados operacionais que indicam o uso típico (cargas, distâncias, tempo de operação). A FIPE funciona como uma referência estável, mas o valor efetivo de indenização depende de uma reconstrução de risco com base em informações reais do ativo e do contexto da operação. Nesse sentido, a integração entre a leitura da tabela, o histórico de manutenção e as políticas de seguro é fundamental para alcançar uma proteção eficaz com custo justo. A Scania, como fabricante, oferece uma linha de suporte técnico que ajuda a manter a frota em condições que minimizam desgastes prematuros e reduzem a probabilidade de sinistros, alinhando assim o conceito de segurança com a prática de gestão de custos.

Considerações finais e convite à cotação

Em síntese, a Tabela FIPE para a Scania T-143 H 450 4×2 2p a diesel de 1996 é uma ferramenta de referência que, quando bem interpretada, auxilia corretores, gestores de frota e proprietários a dimensionarem seguros, reposições e estratégias de manutenção com maior clareza. A marca Scania, reconhecida pela robustez e pela rede de suporte, agrega valor à operação, mas é essencial que a leitura da FIPE seja acompanhada de um histórico claro do veículo, da condição atual e da natureza da operação para chegar a uma proteção adequada e econômica. Lembre-se de que cada veículo em uma frota tem particularidades que influenciam o prêmio de seguro e a viabilidade de reposição, e é nesse equilíbrio entre valor de referência, estado de conservação e risco operacional que se encontra a chave para uma gestão de seguros eficiente.

Para quem busca alinhar proteção, custo e tranquilidade na operação com caminhões pesados como a Scania T-143 H 450, vale considerar uma cotação com a GT Seguros. Eles podem avaliar o seu perfil de frota, as rotas, o histórico de manutenção e as coberturas ideais para que você tenha a proteção adequada sem pagar além do necessário.