Valor FIPE Atual
R$ 3.696,00
↑ 1,6% vs mês anterior
FIPE: 850005-3
Ano: 2007-1
MêsPreço
Mar/26R$ 3.696,00
Fev/26R$ 3.638,00
Jan/26R$ 3.581,00
Dez/25R$ 3.525,00
Nov/25R$ 3.531,00
Out/25R$ 3.540,00
Set/25R$ 3.485,00
Ago/25R$ 3.431,00
Jul/25R$ 3.437,00
Jun/25R$ 3.441,00
Mai/25R$ 3.448,00
Abr/25R$ 3.452,00

Entenda como a Tabela FIPE classifica o SHINERAY XY 200-III 2007 e o que isso significa para o seguro

Sobre a marca Shineray: origem, atuação e posicionamento no mercado brasileiro

A Shineray é uma fabricante chinesa que, ao longo das últimas décadas, consolidou-se como uma referência de veículos de entrada no segmento de duas rodas, com uma linha que vai desde motocicletas de baixa cilindrada até quadriciclos e ATVs. No Brasil, a presença da marca se deu principalmente por meio de importadores independentes e redes autorizadas que trabalham com modelos acessíveis, voltados a quem procura custo-benefício, facilidade de manutenção e uso diário urbano. Em termos de história corporativa, a Shineray costuma enfatizar valores como inovação, eficiência de produção e uma estratégia de oferecer soluções simples, porém funcionais, para quem utiliza o veículo como meio de transporte principal ou secundário. É comum encontrar no portfólio da marca modelos com motorizações modestas, componentes de montadoras parceiras e uma linha que busca atender às necessidades de quem não exige alta performance, mas sim confiabilidade para trajetos curtos e médios. Para o setor de seguros, essa natureza de produto costuma influenciar a forma como as seguradoras avaliam o risco: veículos de entrada costumam ter peças de reposição mais acessíveis, consumo moderado e manutenção previsível, fatores que influenciam tanto o custo do seguro quanto as condições de indenização em caso de sinistro.

Ao considerar um modelo específico como o SHINERAY XY 200-III 2007, entender a origem da marca ajuda o consumidor a contextualizar não apenas a história de confiabilidade do fabricante, mas também a forma como o veículo é percebido pelo mercado secundário. Em termos práticos, quem busca uma cobertura de seguro precisa saber que o valor de reposição ou de indenização pode refletir a disponibilidade de peças, a rede de assistência técnica e o histórico de uso típico desse tipo de veículo. Esses elementos, por si sós, não definem a decisão de contratação, mas ajudam a entender por que determinados cenários de seguro aparecem com mais frequência em modelos de baixo a médio custo, como é o caso de muitos modelos da Shineray no Brasil.

Tabela FIPE SHINERAY XY 200-III 2007

O que é a Tabela FIPE e como ela impacta o seguro de um SHINERAY XY 200-III 2007

A Tabela FIPE é uma referência amplamente aceita no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), ela agrega dados provenientes de transações reais e avaliadores, oferecendo uma referência padronizada que facilita a comparação entre modelos, anos e condições de veículo. No contexto de seguros, a FIPE funciona como um norte para o valor de referência que orienta diversas operações: indenização em caso de perda total, reposição por semelhante, ou até mesmo a base para consultorias de avaliação de danos e para a definição de coberturas adicionais. Importante notar que a FIPE não é o único parâmetro utilizado pelas seguradoras; algumas empresas podem considerar a idade do veículo, o estado de conservação, o histórico de sinistros, a localização geográfica e o perfil do segurado. Ainda assim, para um modelo como o SHINERAY XY 200-III 2007, a tabela FIPE oferece uma linha de referência estável que facilita a tomada de decisão na hora de cotar seguro, comparar propostas e entender o impacto de ajustes no prêmio.

Este é um ponto relevante: a FIPE descreve valores de referência com base em condições médias de mercado. Um XY 200-III bem conservado, com documentação em dia e histórico de manutenção regular pode apresentar valor de referência diferente daquele encontrado por veículos com uso intenso, reparos estruturais não realizados ou modificações que alterem o estado original. Por isso, ao utilizar a FIPE como ponto de partida, é essencial que o segurado forneça informações precisas sobre o estado do veículo no momento da cotação. Tal prática reduz o descompasso entre o valor de referência e o valor efetivo de reposição, contribuindo para uma cobertura mais adequada e, consequentemente, para um prêmio que reflita de forma mais fiel o risco assumido pela seguradora.

Ficha técnica do SHINERAY XY 200-III 2007

Abaixo apresenta-se uma visão organizada de alguns dados técnicos típicos desse modelo, com foco no que costuma figurar na documentação de referência e na base de dados de seguradoras. Observa-se que pequenas variações podem ocorrer conforme a unidade específica, lote de fabricação ou ajustes regionais realizados pela rede de distribuição. O objetivo é oferecer um retrato técnico claro para orientar a leitura da Tabela FIPE e a compreensão do seguro.

  • Cilindrada e motor: 200 cm³, motor de 4 tempos, único e refrigerado a ar, alimentação por carburador (configuração comum em modelos da época).
  • Transmissão: 5 velocidades, câmbio manual, embreagem conventional, final de embreagem por corrente/arraste típica de motos de baixo a médio torque.

Além desses itens, a ficha técnica envolve dados estruturais e de desempenho. Em linhas gerais, o XY 200-III adota um conjunto que combina desempenho suficiente para deslocamentos urbanos com um peso moderado e dimensões compatíveis com ruas e trajetos de cidade. A seguir, descrevem-se aspectos mais amplos da ficha técnica para que o segurado tenha uma visão integrada do veículo:

Motor e desempenho: a cilindrada de 200 cm³ costuma contemplar uma faixa de potência efetiva que pode variar entre 12 e 16 cavalos de potência, conforme a calibragem de fábrica e a origem dos componentes. O torque no redor de 14 a 18 Nm costuma ser suficiente para manter o veículo estável em subidas moderadas e para recuperação em trechos urbanos com faixas de velocidade limitadas. Em termos de resposta, a relação entre peso do veículo, peso do motorista e geometria de transmissão costuma influenciar a experiência de condução, especialmente em trechos com vento lateral, aclives ou tráfego intenso.

Chassi, suspensão e freios: a configuração de suspensão dianteira com garfo telescópico e traseira com sistema de choque/monoamortecedor é comum em modelos desse patamar, proporcionando conforto básico para trajetos diários. Freios costumam ser a disco na dianteira e tambor na traseira, oferecendo uma combinação viável entre segurança e custo, sem a sofisticação de sistemas ABS ou freios radiais presentes em modelos mais recentes. A geometria de chassis, aliada à distribuição de peso, costuma favorecer a estabilidade em curvas suaves, sendo importante destacar que, como qualquer veículo de entrada, exige manutenção regular para manter o comportamento esperado em diferentes condições de pista.

Dimensões e peso: as medidas de comprimento, largura e altura costumam situar-se na faixa de aproximadamente 1,9 a 2,0 metros de comprimento, 0,75 metros de largura e 1,05 a 1,15 metros de altura. O entre-eixos geralmente fica entre 1,28 e 1,34 metros, o que impacta a manobrabilidade em ambientes urbanos. O peso total em ordem de marcha costuma variar entre 110 e 140 kg, com o tanque de combustível engajado. Essas dimensões influenciam diretamente a capacidade de reboque, o consumo de combustível e, claro, o valor de reposição na FIPE, já que veículos com maior peso costumam ter pegada de uso diferente no mercado de usados.

Capacidade de combustível e consumo: tanques com capacidade em torno de 10 a 12 litros são comuns, o que impacta o alcance urbano do veículo. O consumo médio pode ficar na faixa de 18 a 26 km por litro, dependendo de parâmetros como estilo de condução, peso do motorista, condições de tráfego e manutenção do veículo. Uma condução mais suave, com trocas de marcha em rotações mais moderadas, tende a melhorar o rendimento, o que por consequência pode influenciar na avaliação de custo-benefício na corrente de seguros — incluindo a percepção de desvalorização conforme o uso.

Notas de variação: vale enfatizar que, embora existam especificações típicas para o SHINERAY XY 200-III 2007, pequenas diferenças podem ocorrer entre unidades, especialmente quando consideradas alterações de fábrica, importação direta ou ajustes regionais realizados durante a fabricação. Por isso, para fins de cotação, o ideal é confirmar a ficha técnica específica da unidade que está sendo segurada, já que esse conjunto de dados influencia não apenas o valor de referência da FIPE, mas também fatores de risco, como a probabilidade de avarias, custo de peças de reposição e frequência de assistência técnica.

Como a FIPE auxilia na correta avaliação do seguro: leitura prática para o XY 200-III 2007

Ao contemplar a Tabela FIPE para o SHINERAY XY 200-III 2007, o leitor deve ter em mente que o objetivo da tabela é oferecer uma referência estável para o valor de mercado do veículo em uso. Esse valor é utilizado pelas seguradoras como base para várias coberturas, como indenização em caso de perda total, reposição por veículo semelhante e, muitas vezes, para a determinação de uma cobertura adicional que proteja o valor de uso atual do veículo. Em termos práticos, quanto maior o valor FIPE, maior tende a ser o valor segurado e, consequentemente, o prêmio esperado, desde que outros fatores de risco permaneçam constantes (estado do veículo, histórico de sinistros, perfil do motorista, etc.). Por outro lado, se o estado de conservação for inferior ao esperado, a seguradora pode considerar um valor de reposição mais baixo, reduzindo o prêmio, porém aumentando o risco de uma indenização aquém do que seria necessário para reparar ou substituir adequadamente o veículo.

Para o SHINERAY XY 200-III 2007, várias dimensões do seguro são impactadas pela leitura da FIPE. Primeiro, o valor da indenização depende, em parte, de o que a FIPE aponta como referência para aquele modelo e ano. Em segundo lugar, a FIPE influencia a decisão de incorporar coberturas adicionais, como proteção de acessórios, guinchos, assistência 24 horas, entre outras, que podem não impactar diretamente o prêmio base, mas que aumentam o custo total da apólice. Em terceiro lugar, a FIPE ajuda a calibrar o conceito de franquia: com um valor de referência maior, há maior sensibilidade à franquia em caso de sinistro, especialmente quando a seguradora utiliza reembolso de determinados itens ou reposição de peças originais.

Ao entrar no universo da cotação, é comum que o consultor de seguros peça informações como: ano exato de fabricação, estado de conservação, quilometragem, histórico de manutenção, número de proprietários, políticas de documentação regular, existência de modificações que afetem performance ou estética, Além disso, a verificação de atualizações mensais da FIPE é crucial, já que o valor de referência pode mudar ao longo do tempo. Por isso, manter os dados atualizados e compartilhar detalhes precisos fortalece a cotação e evita surpresas no momento da indenização. Em síntese, a leitura da FIPE para o SHINERAY XY 200-III 2007 orienta o planejamento de seguro, permitindo que o consumidor entenda como o prêmio pode se ajustar conforme a variação do valor de mercado e as escolhas de cobertura.

Boas práticas para cotar seguro com base na FIPE: orientação educativa

Para quem está planejando cotar um seguro para o SHINERAY XY 200-III 2007 com foco na leitura da FIPE, algumas diretrizes simples ajudam a obter propostas mais realistas e justas:

1) Confirme o ano-modelo exato e o estado do veículo: pequenos desvios entre o ano de fabricação, ano-modelo ou o estado de conservação podem provocar variações perceptíveis no valor de referência da FIPE. Forneça informações precisas sobre a quilometragem, histórico de manutenção e possíveis avarias.

2) Considere a possibilidade de coberturas adicionais: embora a base seja o valor FIPE, coberturas como assistência 24h, proteção de vidros, acessórios originais ou itens aftermarket podem influenciar o custo total da apólice. Avalie com cuidado o que é essencial para o uso do veículo no dia a dia.

3) Verifique a rede de assistência técnica e peças de reposição: veículos de entrada costumam ter disponibilidade de peças a baixo custo, o que pode influenciar o custo de reparos. Ter uma rede de apoio confiável pode reduzir o tempo de conserto, resultando em menor indisponibilidade e, em alguns casos, em prêmios mais estáveis ao longo do tempo.

4) Compare propostas de seguradoras diferentes: cada seguradora pode aplicar regras de avaliação de frota, políticas de sinistro e critérios de reajuste de prêmio de maneira distinta. Compare coberturas, limites, franquias e, principalmente, as notas de indenização para o modelo XY 200-III 2007, lembrando que o objetivo é alinhar custo com proteção efetiva.

Chamada final: por que considerar a cotação com a GT Seguros

Entender a relação entre a Tabela FIPE e o seguro do SHINERAY XY 200-III 2007 é um passo importante para quem busca equilíbrio entre custo e proteção. Ao planejar a contratação, procure informações constantes, mantenha a documentação em dia e valorize a transparência no relacionamento com a seguradora. A escolha de uma cobertura adequada pode fazer diferença na tranquilidade de uso diário, especialmente se o veículo circula em áreas com variação de tráfego e condições de estrada. Se desejar uma orientação personalizada e uma cotação sob medida para o SHINERAY XY 200-III 2007, a GT Seguros está à disposição para oferecer propostas que combinem competitividade de preço com cobertura completa, sempre com foco na sua segurança e na proteção do seu patrimônio.

Entre em contato para uma cotação com a GT Seguros e descubra opções que se alinham ao seu perfil de uso e às suas necessidades de proteção. Garantimos uma avaliação cuidadosa baseada na FIPE, no estado de conservação do veículo e em seu objetivo de seguro, para que você tenha a certeza de estar bem coberto em qualquer situação.