| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 33.299,00 |
| Fev/26 | R$ 33.373,00 |
| Jan/26 | R$ 33.541,00 |
| Dez/25 | R$ 34.758,00 |
| Nov/25 | R$ 34.811,00 |
| Out/25 | R$ 34.895,00 |
| Set/25 | R$ 35.008,00 |
| Ago/25 | R$ 35.082,00 |
| Jul/25 | R$ 35.139,00 |
| Jun/25 | R$ 33.951,00 |
| Mai/25 | R$ 34.122,00 |
| Abr/25 | R$ 34.294,00 |
Como interpretar a Tabela FIPE para a versão 1.5 16V 115cv Mec. 2009 do Subaru Impreza
A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para a depreciação de veículos usados no Brasil. Ela serve de base para seguradoras, lojas de concessionárias e consumidores ao estimar o valor de referência do carro em determinada época, levando em conta características como origem, versão, motor, câmbio e tração. Quando o assunto é contratação de seguro, compreender a função da FIPE ajuda a entender por que algumas coberturas dependem de valores de referência distintos e como isso pode influenciar a escolha de franquias, coberturas adicionais e limites de indenização. No caso específico do Subaru Impreza 1.5 16V 115cv Mec. 2009, a tabela funciona como uma carta de navegação para compreender o valor de mercado apontado pelas seguradoras, sem, contudo, substituir a avaliação prática realizada na hora de sinistros ou na renovação de apólices. A ideia central é que o valor referenciado pela FIPE funcione como uma referência estável, que, combinada a dados de quilometragem, estado de conservação e histórico de manutenção, orienta a composição de coberturas, prêmios e condições contratuais.
Ficha Técnica do Subaru Impreza 1.5 16V 115cv Mec. 2009
Para fins de compreensão técnica, é importante conhecer os aspectos estruturais e operacionais que caracterizam essa versão do Impreza. Abaixo estão os itens-chave que costumam compor a ficha técnica desse modelo específico, com ênfase na configuração mais comum para a versão citada:

- Motor: 1.5 L, 16V, boxer (cylindrada próxima de 1.5 litro), gasolina
- Potência e torque: aproximadamente 115 cv; torque em faixas típicas da faixa de rotação relevante para uso diário
- Transmissão e tração: câmbio manual; tração integral ( AWD )
- Dimensões e peso: dimensões externas compatíveis com hatches médios da época; peso aproximado em linha com veículos compactos com tração integral
Observação: os números acima seguem a configuração típica da versão citada e de modelos similares na linha Impreza 1.5. Valores específicos de cada exemplar podem variar conforme o lote de fabricação, acabamento e ajustes regionais. O objetivo é oferecer uma base para leitura da ficha técnica, facilitando a comparação com outras opções e a compreensão geral do que cada especificação representa no dia a dia de uso, seguro e manutenção.
Sobre a marca Subaru
A Subaru é reconhecida por uma identidade tecnológica marcada pela propulsão inteligente e pela prioridade dada à tração integral constante, especialmente em modelos voltados para desempenho, robustez e aplicação em diferentes condições de condução. A filosofia da marca valoriza a engenharia horizontalmente oposta (boxer engine), que contribui para o baixo centro de gravidade, equilíbrio de peso e resposta de dirigibilidade estável. No contexto de seguros, essa herança tecnológica influencia positivamente a percepção de risco: veículos com sistema de tração integral bem atuante costumam apresentar padrões de desgaste diferentes, exigindo avaliações específicas de reparabilidade, disponibilidade de peças originais e custo de manutenção. Além disso, a rede de concessionárias e assistência técnica da Subaru, presente inclusive em diversos mercados latino-americanos, pode contribuir para um atendimento mais ágil em situações de sinistro, com foco em recuperação rápida do veículo. Em termos de histórico, a Subaru construiu uma reputação de confiabilidade, o que impacta, de maneira indireta, a percepção de risco pela seguradora e, por consequência, a consistência de propostas de cobertura ao longo dos anos. Vale ressaltar que, apesar da imagem de confiabilidade, cada veículo é único; a condição atual, a quilometragem e o histórico de revisões pesam na avaliação de risco adotada pela seguradora.
Por que a FIPE é relevante para seguros
Ao contratar um seguro, as seguradoras utilizam a Tabela FIPE como referência para estimar o valor de reposição ou indenização em caso de sinistro. Esse parâmetro influencia diretamente a forma como as coberturas de casco (roubo, colisão, incêndio) são estruturadas, bem como as margens de proteção para peças originais e de reposição. Existem ganhos práticos em entender esse mecanismo:
- Definição do valor de referência: a FIPE oferece uma estimativa que funciona como contrato de referência para indenização, especialmente em situações de perda total ou de substituição de componentes.
- Ajuste de prêmios: muitas seguradoras utilizam a variação da FIPE ao longo do tempo para calibrar o custo do prêmio, o que pode impactar a periodicidade de reajustes ou revisões de apólice.
- Franquias e coberturas adicionais: a compreensão da variação de valor ajuda a decidir entre manter apenas a cobertura básica ou investir em coberturas adicionais, como proteção de vidros, assistência 24h e carro reserva, que podem ter impactos proporcionais conforme o valor referenciado.
- Transparência ao cliente: conhecer a referência FIPE facilita o diálogo com o corretor, promovendo escolhas mais conscientes sobre limites de indenização, valores de reparo e políticas de depreciação aplicadas pela seguradora.
É comum que o valor de referência da FIPE para o Subaru Impreza 1.5 16V 115cv Mec. 2009 varie conforme o estado de conservação do veículo, a quilometragem atual e o histórico de revisões. Por isso, mesmo com a mesma versão, veículos parecidos podem receber índices de avaliação distintos entre seguradoras. Para o consumidor, isso reforça a importância de manter a documentação de manutenção em dia, guardando notas fiscais, manuais e comprovantes de troca de peças, o que pode facilitar a caracterização de um estado de conservação favorável durante a avaliação de sinistros.
Fatores que influenciam o valor FIPE deste modelo específico
Ao analisar o Subaru Impreza 1.5 16V 115cv Mec. 2009, é útil considerar uma série de elementos que costumam impactar o valor de referência na FIPE. Embora a tabela ofereça um valor base, o estado real do veículo, o histórico de uso e a disponibilidade de peças de reposição em determinadas regiões podem fazer diferença no fechamento da indenização ou na definição da cobertura. Seguem alguns aspectos relevantes:
Idade do veículo e histórico de uso: veículos mais antigos tendem a sofrer depreciação mais acentuada, porém, casos em que a unidade foi bem conservada, com revisões periódicas e poucas intervenções, podem apresentar uma avaliação mais estável em termos de valor relativo. A idade, especialmente para modelos com tecnologia de tração integral, contribui para a probabilidade de custos de reparo mais elevados em determinados componentes, o que pode influenciar a percepção de risco da seguradora. Quilometragem atual e padrões de uso: quanto maior a quilometragem, maior a probabilidade de desgaste em itens como suspensão, freios, sistema de transmissão e componentes do motor. O histórico de uso — urbano intenso, viagens longas, condições de estrada — também pode afetar o estado de conservação. Peças originais e disponibilidade: para carros com tração nas quatro rodas e componentes específicos da marca, o custo de reposição pode ser elevado se peças originais não estiverem amplamente disponíveis no mercado. A rede de assistência técnica autorizada e a disponibilidade de peças em estoque local acabam influenciando prêmios e condições de cobertura. Manutenção documentada: revisões em periodicidades recomendadas, trocas de componentes críticos (como correias, velas, filtros, fluídos, pastilhas) e registros de serviço ajudam a demonstrar cuidado com o veículo, o que tende a reduzir o risco de sinistros recorrentes. Condição geral de conservação: tudo, desde a pintura até o estado interno, o funcionamento do ar-condicionado, a integridade do interior e a presença de corrosões ou danos, pode impactar a avaliação de valor pela FIPE, moldando, em última instância, a visão da seguradora sobre o custo de reparos em caso de acidente.
Além desses fatores, é útil pensar na configuração do veículo. A versão com câmbio manual e tração integral, típica da linha Impreza, costuma exigir avaliação detalhada de componentes como sistema de transmissão, torque do motor e rigidez estrutural em colisões. A presença de itens como airbags, sistemas de segurança ativa, controles de estabilidade e freios ABS também constroem o perfil de risco da seguradora. Por fim, o histórico de sinistros anteriores, a posse de itens de proteção veicular (alarme, rastreador, imobilizador) e o uso por parte do proprietário podem afetar prêmios e condições contratuais ao longo do tempo.
Como interpretar o uso da FIPE no cenário de contratação de seguro
Quando uma corretora de seguros avalia um veículo para emissão de uma apólice, a FIPE entra como uma referência que facilita a comunicação entre cliente e seguradora. Em termos práticos, o processo costuma seguir alguns passos úteis para o comprador:
1) Identificação da versão e dados do veículo: ao informar a versão (1.5 16V 115cv Mec.), a seguradora já situa a avaliação de riscos com base nas especificações técnicas, desempenho esperado e assistência necessária em situações de sinistro. 2) Consulta da referência FIPE: o banco de dados utilizará o valor de referência para aquela configuração e ano, servindo como base para cálculo de seguridade básica, franquias e coberturas adicionais. 3) Análise de estado de conservação: o estado real do veículo, obtido por meio de vistoria ou de documentação apresentada, pode levar a ajustes na avaliação de valor, com impactos diretos em prêmios ou limites de indenização. 4) Definição de coberturas: com base no valor de referência e no histórico de uso, a seguradora propõe coberturas como casco, roubo/furto, incêndio, responsabilidade civil, proteção de acessórios e opcionais, entre outras modalidades. 5) Acompanhamento de reajustes: a FIPE pode flutuar ao longo do tempo, o que implica revisões de contrato ou atualização de valores de referência, quando aplicável, para manter a competitividade do seguro.
Neste contexto, o leitor pode sentir que a FIPE funciona como um “termômetro” do mercado de usados, conectando a condição real do veículo ao custo da proteção. A boa notícia é que, com a orientação de uma corretora de seguros, é possível alinhar o valor de referência com as coberturas mais adequadas ao perfil do proprietário, mantendo a proteção necessária sem pagar por serviços desnecessários. O Subaru Impreza, com sua proposta de valor, exige atenção especial a itens de tração, segurança ativa e disponibilidade de peças, fatores que costumam influenciar o custo total do seguro ao longo dos anos.
É comum que proprietários de Subaru, especialmente modelos com AWD, busquem um equilíbrio entre proteção abrangente e custo sustentável. A escolha de franquias mais altas ou de coberturas específicas, como proteção contra danos a rodas, pneus e vidros, pode ser strategicamente ajustada com base na avaliação FIPE e no uso real do veículo. Em todos os casos, o objetivo é manter a proteção adequada às suas necessidades, sem perder de vista o valor de mercado do carro, que a FIPE, de forma responsável, tenta codificar para refletir uma realidade de mercado que é dinâmica e sujeita a variações regionais.
Ao longo do tempo, o conhecimento sobre a Tabela FIPE e o entendimento da ficha técnica de um Subaru Impreza 1.5 16V 115cv Mec. 2009 ajudam o proprietário a planejar melhor o seguro. Isso inclui pensar não apenas no preço da apólice, mas nas consequências de um eventual sinistro, como a disponibilidade de peças originais, a rede de assistência, a facilidade de reparo e o tempo de entrega de um veículo substituto, quando pertinente. Esses fatores, somados ao conhecimento técnico do veículo, fortalecem a decisão de proteção adequada, mantendo o uso do carro seguro, previsível e economicamente responsável.
Para quem busca orientação especializada sobre a melhor forma de proteger um Subaru Impreza 1.5 16V 115cv Mec. 2009, a relação com uma corretora de seguros confiável é indispensável. Uma equipe experiente pode explicar como a FIPE e o estado do veículo interagem para compor o pacote de coberturas, quais são as opções de franquia que melhor equilibram custo e proteção, e como ajustar a apólice ao longo dos anos, conforme mudanças no uso, no valor de mercado e na disponibilidade de peças de reposição. A ideia central é ter uma apólice que não apenas cubra perdas, mas que também proporcione tranquilidade para o dia a dia, sem surpresas no bolso em momentos decisivos.
Em termos práticos, manter o veículo com manutenções em dia, conservar os itens de segurança em bom estado e documentar as intervenções de serviço ajudam a sustentar um perfil de risco mais baixo. Isso pode se traduzir em condições de seguro mais estáveis, com possibilidades de escolher coberturas que realmente agregam valor ao perfil do condutor e do carro. O Subaru Impreza, com sua identificação de marca ligada a performance e confiabilidade, pode se beneficiar de planos de seguro que reconheçam esse histórico, valorizando o cuidado com o veículo, a higiene da documentação e a previsibilidade de uso.
Quando o assunto é leitura de mercado, lembrar que a FIPE não é o único determinante para o custo do seguro é essencial. O preço da apólice também é influenciado por fatores como faixa etária do condutor, histórico de sinistros, local de circulação, uso do veículo (urbano, rodovias, viagens), perfil de condução e a presença de dispositivos de segurança. Por isso, a combinação de uma boa ficha técnica, uma avaliação fiel do estado do veículo e uma consultoria especializada pode fazer a diferença entre uma apólice enxuta, bem ajustada, e uma cobertura excessiva ou inadequada para a realidade do dia a dia.
Se desejar, a equipe da GT Seguros pode auxiliar com uma leitura personalizada do seu caso. Para uma orientação sob medida, considere fazer uma cotação com a GT Seguros.
