| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 7.937,00 |
| Dez/25 | R$ 7.784,00 |
| Nov/25 | R$ 8.067,00 |
| Out/25 | R$ 7.840,00 |
| Set/25 | R$ 7.575,00 |
| Ago/25 | R$ 7.591,00 |
| Jul/25 | R$ 7.335,00 |
| Jun/25 | R$ 7.087,00 |
| Mai/25 | R$ 6.848,00 |
| Abr/25 | R$ 6.855,00 |
| Mar/25 | R$ 7.104,00 |
| Fev/25 | R$ 7.348,00 |
Guia detalhado sobre a Tabela FIPE para a Suzuki GSR 125 2016 e a ficha técnica do modelo
Quando o assunto é seguro veicular, entender como funciona a Tabela FIPE e como ela se relaciona com a avaliação de um veículo é essencial para proprietários e profissionais do setor. No caso da Suzuki GSR 125, ano/modelo 2016, a tabela FIPE é frequentemente consultada para embasar decisões de cobertura, indenizações, depreciação e limites de garantia. Este artigo explora, de maneira educativa, a relação entre a Tabela FIPE, a Suzuki GSR 125 de 2016 e a ficha técnica do modelo, trazendo ainda informações relevantes sobre a marca e o cenário de seguros no qual esse veículo se insere. Ao longo do texto, você encontrará referências úteis para entender como o valor de referência influencia contratos de seguro, além de dicas para aproveitar melhor a contratação com a GT Seguros, sem interromper a leitura com números de preço específicos, que serão inseridos automaticamente no topo da página.
Ficha técnica resumida da Suzuki GSR 125 (2016)
A ficha técnica de uma motocicleta é um conjunto de informações estratégicas para avaliação de risco no seguro. A Suzuki GSR 125, modelo 2016, combina simplicidade, confiabilidade e praticidade para quem busca mobilidade urbana com desempenho suficiente para deslocamentos diários. A seguir, uma síntese objetiva, organizada para facilitar a compreensão de quem atua no mercado de seguros:

- Motor e desempenho: motor de 4 tempos, monocilíndrico, com funcionamento estável para uso urbano; configurações típicas de baixo a médio regime de giro, pensadas para economia de combustível e resposta adequada ao tráfego diário.
- Transmissão e chassi: transmissão de várias marchas (geralmente 5 velocidades) conectada a um conjunto de quadro leve, visando agilidade em manobras e conforto ao pilotar em ruas da cidade.
- Suspensão, freios e segurança: dianteira com garfo, traseira com sistema de suspensão dependente (monoamortecedor), freios com configuração comum na época (freio dianteiro com disco e traseiro com tambor em algumas versões) para equilibrar custo, peso e capacidade de frenagem adequada ao uso cotidiano.
- Dimensões, peso e capacidades: peso em ordem de marcha compatível com motocicletas de pequeno porte, tanque de combustível com capacidade suficiente para deslocamentos diários, além de rodas em aro moderado, que asseguram estabilidade na circulação urbana.
Observação importante: as especificações podem variar conforme a versão e o lote de produção. Em linhas gerais, a GSR 125 de 2016 foi pensada para oferecer confiabilidade, consumo moderado e facilidade de manutenção, características valorizadas por quem utiliza a moto como meio de transporte principal ou como segundo veículo para situações práticas do dia a dia. Ao considerar a contratação de seguro, essas informações ajudam a calibrar o valor de reposição, as coberturas recomendadas e o nível de proteção necessário para o bem em questão.
Entendendo a Tabela FIPE e a Suzuki GSR 125 2016
A Tabela FIPE, administrada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), é a referência oficial para estimar o valor de mercado de veículos usados no Brasil. Em seguros, esse valor serve como base para calcular prêmios, indenizações e depreciação em caso de sinistro. Para a Suzuki GSR 125 2016, a tabela FIPE oferece um valor de referência que varia mensalmente conforme a oferta, demanda, condições do mercado de segunda mão e outros fatores macroeconômicos. Importante: o objetivo da FIPE é padronizar uma referência objetiva, não importando o estado de conservação ou histórico de uso específico do veículo em cada caso particular. Por isso, quando um corretor de seguros utiliza a Tabela FIPE na precificação, o valor de referência pode ser ajustado de acordo com a situação real do veículo, como quilometragem, conservação, acessórios instalados, entre outros elementos de risco.
Como a FIPE influencia o seguro da Suzuki GSR 125? Em linhas gerais, o valor de referência da tabela impacta diretamente em três frentes importantes:
- Definição da indenização em caso de perda total: o montante pago pela seguradora pode seguir o valor de referência FIPE ou pode haver negociação embasada nesse parâmetro, para assegurar que a indenização reflita o custo de reposição no mercado.
- Cálculo do prêmio: o valor de referência FIPE serve como parâmetro para a avaliação do risco e, consequentemente, para a determinação do prêmio. Veículos com valores de reposição mais altos costumam ter prêmios proporcionais ao valor, incluindo a necessidade de coberturas adicionais.
- Depreciação e vigência de coberturas: a FIPE ajuda a estimar a depreciação ao longo do tempo, o que pode influenciar decisões sobre coberturas de vidro, acessórios e itens de proteção contratados.
Para quem contrata seguro, entender a relação entre a FIPE e a Suzuki GSR 125 2016 é fundamental para evitar surpresas na hora de acionar a cobertura. Além disso, a FIPE serve como referência para avaliações em propostas de compra e venda, avaliação de garantias estendidas e revisões de contrato. É conveniente lembrar que o mercado pode apresentar: variações regionais, condições de uso, histórico de sinistros, modificações não originais e acessórios adicionais; todos esses fatores podem influenciar, de forma relevante, o valor de avaliação do veículo além do valor de referência da FIPE. Por isso, é essencial trabalhar com um corretor que conheça a fundo o veículo e o histórico de sinistros, a fim de interpretar corretamente a Tabela FIPE no contexto da Suzuki GSR 125 2016.
A marca Suzuki e o seu papel no seguro de motocicletas
A Suzuki é uma das marcas globais com presença consolidada no segmento de motocicletas de baixa e média cilindrada. No Brasil, a Suzuki se destacou historicamente pela combinação de confiabilidade, custo de manutenção contido e uma rede de assistência técnica que facilita a vida de quem utiliza a moto para deslocamentos diários. A GSR 125, em especial, carrega traços de uma linha que privilegia a praticidade no dia a dia sem abrir mão de um desempenho suficiente para uso urbano, o que torna o modelo popular entre jovens motoristas, profissionais que precisam de deslocamento eficiente e entusiastas que buscam uma moto de uso cotidiano com manutenção previsível.
Do ponto de vista do seguro, a reputação da marca influencia positivamente o processo de precificação em diversos aspectos. Primeiro, marcas com histórico de confiabilidade tendem a apresentar menos apelos de risco para as seguradoras, o que pode refletir em condições de prêmio mais estáveis ao longo do tempo. Em segundo lugar, a rede de assistência técnica associada à marca pode reduzir custos de manutenção, o que, indiretamente, também contribui para cenários de sinistro com menores impactos para a seguradora e para o segurado. Por fim, a familiaridade com peças originais, disponibilidade de repostos e documentação de histórico de serviço ajudam a construir um perfil de risco menos volátil, o que facilita a análise da Tabela FIPE no contexto de cada contrato de seguro.
Para quem busca proteção adequada, é essencial avaliar o uso pretendido da motocicleta, a frequência de pilotagem, o local de circulação e as condições de tráfego. A Suzuki GSR 125 2016, com seu conjunto mecânico simples e eficiente, costuma atender bem quem procura uma solução econômica sem abrir mão de uma moto robusta para o dia a dia. Esse equilíbrio entre custo de aquisição, custo de manutenção e desempenho básico é um atrativo para seguradoras quando definem coberturas, limites de garantia e franquias, especialmente em propostas que envolvem seguros de terceiros, compreensivos ou com proteção para acessórios aftermarket aplicados ao veículo.
Como usar a Tabela FIPE ao contratar seguro para a Suzuki GSR 125 2016
Ao formalizar uma apólice para a Suzuki GSR 125 2016, é comum que o corretor utilize a Tabela FIPE como referência para estabelecer o valor de referência do bem. Esse valor, por sua vez, orienta a escolha de coberturas, limites e tipos de indenização. Abaixo, pontos-chave para entender esse processo, sem entrar em dados de preço específicos:
1) Valor de referência e reposição: a FIPE oferece um valor de referência que serve para orientar a indenização em caso de sinistro. Em seguros, é comum que a indenização siga esse valor ou seja ajustada pela condição real do veículo, mantendo o equilíbrio entre o custo do bem e o amparo financeiro oferecido pela apólice.
2) Coberturas adequadas: para motos de porte 125, as coberturas mais comuns incluem danos causados a terceiros, danos próprios, roubo/furto, dano a acessórios, entre outras. A escolha de coberturas deve levar em conta o uso diário da moto, o ambiente em que circula e a importância de manter o equipamento protegido contra avarias ou perdas.
3) Franquias e prêmios: a relação entre a FIPE e o prêmio envolve a avaliação do risco. Franquias mais altas costumam reduzir o prêmio, porém aumentam o custo em caso de sinistro. A análise deve equilibrar o custo periódico com a necessidade de cobertura em diferentes cenários de risco.
4) Revalorização e depreciação ao longo do tempo: a FIPE é atualizada periodicamente, refletindo mudanças no mercado; isso significa que a relevância da tabela pode variar conforme o período. Manter a apólice atualizada com o valor correto evita surpresas futuras, principalmente em renovações ou novas propostas de seguro.
Além desses pontos, o corretor pode sugerir limites adicionais de cobertura, como proteção de acessórios, cobertura para peças de aftermarket instaladas pela concessionária ou pelo proprietário, e assistências complementares (guarda de documentos, carro reserva, chaveiro, entre outros). Tudo isso deve ser ajustado com base na realidade do veículo, nas necessidades do proprietário e na avaliação de risco da região onde ele atua. A tabela FIPE é, portanto, um norte estratégico, mas a efetividade de uma apólice depende da compreensão do risco, do uso do bem e das particularidades da operação diária da moto.
Conte com a GT Seguros para uma cotação alinhada com a realidade da Suzuki GSR 125 2016
O universo de seguros para motocicletas envolve escolhas que afetam não apenas o orçamento, mas também a proteção real do bem. A Suzuki GSR 125 2016, com sua proposta de uso urbano e manutenção relativamente simples, encontra na Tabela FIPE um referencial consistente para orientar decisões de cobertura, sem perder de vista as particularidades de cada proprietário. Ao planejar ou revisar uma apólice, vale a pena considerar como a FIPE, a marca e o perfil de uso influenciam no equilíbrio entre custo, proteção e tranquilidade no dia a dia. Se você busca uma orientação prática, precisa entender quais coberturas são mais relevantes para o seu caso e deseja uma avaliação objetiva sobre o valor de reposição e as condições de indenização, uma cotação com a GT Seguros pode ser o próximo passo. A GT Seguros oferece análise especializada para motos de pequeno porte, levando em conta o valor de referência FIPE, o uso real do veículo e as particularidades do seu dia a dia, para que você tenha a tranquilidade necessária em cada deslocamento.
Resumo: a Tabela FIPE da Suzuki GSR 125 2016 serve como uma referência crucial para seguros, e entender seus fundamentos ajuda a tomar decisões informadas sobre coberturas, prêmios e indenizações. A marca Suzuki, com sua tradição de confiabilidade, complementa esse cenário, oferecendo um conjunto de atributos que favorecem a avaliação de risco pela seguradora e, consequentemente, a construção de uma apólice mais ajustada à realidade do proprietário. Ao combinar o conhecimento da FIPE com a ficha técnica da moto e a experiência de um corretor qualificado, você pode obter uma proteção mais eficaz, sem pagar além do necessário. Para escrever as orientações finais da sua escolha de seguro, consulte a GT Seguros e peça uma cotação personalizada que reflita o uso real da Suzuki GSR 125 2016 e o seu perfil de risco.
