| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 73.274,00 |
| Jan/26 | R$ 74.453,00 |
| Dez/25 | R$ 72.890,00 |
| Nov/25 | R$ 74.587,00 |
| Out/25 | R$ 76.713,00 |
| Set/25 | R$ 76.960,00 |
Guia completo da Tabela FIPE para a Suzuki GSX-S1000 2026 e seus impactos no mercado
A Tabela FIPE é frequentemente citada em negociações, seguros e avaliações de mercado de veículos. Para quem acompanha motos de alto desempenho, como a Suzuki GSX-S1000 2026, entender como essa referência funciona ajuda a interpretar as oscilações de preço, o valor de revenda e os impactos na hora de contratar seguro. Embora o preço exato varie conforme estado, concessionária, ano de fabricação e condições do veículo, a FIPE serve como base padronizada para balizar negociações e decisões de seguro. No caso da GSX-S1000 2026, que chega ao mercado com uma evolução de estilo, performance e conectividade, a leitura da tabela fica ainda mais relevante para quem busca equilíbrio entre valor de mercado e custo de proteção.
O que é a Tabela FIPE e como ela orienta o mercado
A Tabela FIPE, elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, consolidou-se como referência nacional para estimar o valor de veículos usados, seminovos e, em alguns casos, semi-novos. Ela não é um preço fixo, mas uma média calculada com base em transações, anúncios e pesquisas de mercado. No universo das motos, especialmente modelos de performance como a GSX-S1000 2026, a FIPE ajuda a:

- Definir referência de valor para seguro, financiamento e avaliação de risco, evitando variações extremas entre regiões;
- Comparar o valor de mercado entre as gerações ou atualizações da mesma linha, considerando mudanças de ano/modelo;
- Mapear tendências de demanda, com impacto indireto na precificação de peças, mão de obra e disponibilidade no mercado de usados;
- Educar o consumidor sobre o cenário de depreciação típica de motocicletas de alto desempenho, que pode ter queda de valor mais acelerada após os primeiros anos.
Para quem atua no seguro, a FIPE não substitui a avaliação individual do veículo, que considera quilometragem, estado de conservação, histórico de sinistros, customizações e alterações de origem. Porém, ela oferece um ponto de partida objetivo para calibrar coberturas, franquias e limites, especialmente ao tratar de modelos que coexistem entre mercado de usados e renovação de estoque autorizado pelas montadoras.
Ficha técnica resumida da Suzuki GSX-S1000 2026
- Motor: 999 cm³, quatro cilindros em linha, refrigeração líquida, DOHC, potência voltada para curvas rápidas e entrega de torque útil em rotações intermediárias.
- Transmissão: 6 velocidades, embreagem assistida com deslizante, proporcionando mudanças suaves e controle em condução agressiva.
- Chassi e suspensão: quadro de aço, garfo dianteiro invertido com ajuste de preload e amortecimento, conjunto traseiro monoconcha com configuração ajustável; freios com ABS.
- Capacidade e ergonomia: tanque de combustível com capacidade de cerca de 17 litros; assento em altura adequada para esportividade e conforto em uso urbano e em estrada; peso em ordem de marcha balanceado para manobrabilidade.
A GSX-S1000 2026 mantém a herança da família GSX-S de naked sport, combinando a esportividade de uma superbike com a praticidade de uso diário. O motor de alta resposta, aliado a uma geometria de chassi projetada para agilidade, favorece uma condução que transita bem entre curva e reta. Em termos de ergonômica, a posição de pilotagem prioriza o controle, sem sacrificar o conforto em viagens mais longas, o que é um ponto valorizado no cálculo de seguro, já que o perfil do condutor tende a ter menos variações imprevisíveis durante o trajeto. A GSX-S1000 2026 também revela a evolução tecnológica da Suzuki, incorporando sistemas de assistência e controle que ajudam na condução sob diferentes condições climáticas e de piso, influenciando diretamente a percepção de risco para seguradoras e compradores.
A GSX-S1000 2026 no portfólio da Suzuki: marca e legado
A Suzuki, fundada no Japão em 1909, é reconhecida mundialmente pela engenharia robusta, confiabilidade e pela capacidade de combinar performance com praticidade. No segmento de motorcycles, a marca tem um percurso sólido em competições, com participação consistente em corridas de grande expressão, como MotoGP, que influencia o desenvolvimento de tecnologia aplicada às motos de estrada. Esse histórico de competição se traduz em produtos voltados para performance estável, com foco em controle, ergonomia e custo de manutenção sob um patamar de equilíbrio entre preço e valor de uso.
Para o mercado brasileiro, a Suzuki tem um papel relevante ao oferecer modelos que costumam ter um custo de aquisição competitivo em relação a rivais internacionais, combinando qualidade de montagem com rede de assistência técnica bem estruturada. A GSX-S1000 2026, como parte dessa linha, reforça a ideia de que performance não precisa vir acompanhada apenas de luxo: é possível ter uma moto com DNA esportivo, tecnologia de ponta para segurança e confiabilidade para uso diário, sem abrir mão de uma relação custo-benefício atraente ao usuário final. Esse posicionamento impacta diretamente o seguro, pois facilita a justificativa de custos de reposição, disponibilidade de peças originais e reposiciona a avaliação de risco associada ao modelo nos portfólios de seguradoras.
Além do desempenho, a Suzuki investe em conectividade e recursos que ajudam o piloto a extrair o máximo da experiência de condução, sem comprometer a segurança. Itens como ABS, sistemas de controle de tração e modos de pilotagem podem estar presentes em versões específicas, o que influencia a percepção de risco por parte das seguradoras, já que tecnologia de suspensão e controle reduz a probabilidade de perdas acidentais devido a deslizes ou perda de aderência. A marca também prioriza redes de assistência técnica e disponibilidade de peças, fatores que ajudam a manter o custo de propriedade sob controle, algo valorizado no cálculo de prêmios de seguro ao longo do tempo.
Impacto da FIPE no seguro da GSX-S1000 2026
Ao considerar o seguro da Suzuki GSX-S1000 2026, a FIPE atua como base para o valor de referência da motocicleta no momento da contratação. Seguradoras costumam utilizar o valor da FIPE para estabelecer o capital segurado, o que, por sua vez, influencia a soma segurada, o prêmio e a necessidade de coberturas adicionais. Modelos de alta performance, como a GSX-S1000, costumam exigir análise mais detalhada, pois o custo de reposição pode envolver peças originais, mão de obra especializada e eventuais itens de alto valor que compõem o conjunto de proteção.
Alguns pontos relevantes para o seguro, vinculados à leitura da FIPE, incluem:
- Depreciação: motos de alta performance tendem a ter depreciação diferenciada, com variações dependendo do quilometragem, estado de conservação e histórico de acidentes.
- Valor de reposição: em caso de sinistro total, o capital segurado pode ser baseado na FIPE ou em termos de cobertura de reposição com valor integral, conforme a apólice contratada.
- Peças e manutenção: a disponibilidade de peças originais e o custo de mão de obra influenciam o prêmio. Modelos com componente tecnológico avançado costumam ter juros de seguro mais estáveis quando há rede de assistência bem estruturada.
- Perfil do condutor: motocicletas de alto desempenho, associadas a maior velocidade média e maior probabilidade de sinistro em cenários urbanos, podem impactar a premiação, exigindo condições de uso, bônus/malus e até limites de quilometragem anual.
Para o consumidor, entender a diferença entre o valor de mercado observado pela FIPE e o preço de compra pode ser útil para negociações futuras, principalmente em transações de usados ou na renovação de seguros. A FIPE não substitui uma avaliação in loco, mas funciona como norte para confirmar se a oferta está dentro de uma faixa reconhecida pelo mercado. Ao alinhar o valor de referência com as coberturas desejadas (roubo, incêndio, parte de acessórios, assistência 24h, entre outras), o seguro pode ficar mais adequado ao uso pretendido da GSX-S1000 2026.
Considerações sobre a marca, a confiabilidade e o custo de propriedade
Compradores e seguradoras costumam avaliar a GSX-S1000 2026 não apenas pela performance, mas pela confiabilidade da linha Suzuki. A marca investe em tecnologia de motor, sistema de freios e chassis que buscam equilíbrio entre agilidade, controle e durabilidade. Em termos de custo de propriedade, vale considerar a disponibilidade de peças originais, a facilidade de manutenção e o custo de serviço técnico, que tende a ser estável quando a rede de concessionárias oferece suporte contínuo. Além disso, a valorização de automações e recursos de segurança pode favorecer a escolha de coberturas mais completas, reduzindo o risco de sinistros graves e, por consequência, o custo efetivo de propriedade ao longo de vida útil da motocicleta.
Ao planejar a aquisição de uma GSX-S1000 2026 ou a contratação de seguro para ela, vale observar também o mercado de usados. A FIPE oferece uma referência ao que se observa em transações entre particulares e grandes redes, o que ajuda no planejamento de orçamento, na avaliação de propostas de trade-in ou troca com concessionárias e na negociação de prêmios. A combinação entre a estima baseada na FIPE e a avaliação do estado real da moto no momento da venda ou seguro pode trazer mais tranquilidade ao dono, especialmente em cenários de oscilações econômicas ou variações de disponibilidade de peças.
Como a GSX-S1000 2026 pode influenciar a escolha de coberturas
Para quem busca proteção, é fundamental alinhar as coberturas com o uso pretendido da GSX-S1000 2026. Coberturas comuns, como colisão,
