| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 1.242,00 |
| Fev/26 | R$ 1.245,00 |
| Jan/26 | R$ 1.248,00 |
| Dez/25 | R$ 1.251,00 |
| Nov/25 | R$ 1.253,00 |
| Out/25 | R$ 1.257,00 |
| Set/25 | R$ 1.262,00 |
| Ago/25 | R$ 1.265,00 |
| Jul/25 | R$ 1.268,00 |
| Jun/25 | R$ 1.270,00 |
| Mai/25 | R$ 1.273,00 |
| Abr/25 | R$ 1.275,00 |
Análise detalhada da Tabela FIPE para a Suzuki Katana 125 de 1996: como compreender referência de valores e impactos no seguro
A Tabela FIPE é uma ferramenta amplamente utilizada no mercado brasileiro para embasar a reposição de veículos usados, incluindo motocicletas como a Suzuki Katana 125, fabricada em 1996. Embora o uso principal seja a referência de preço para transações, o universo FIPE também influencia decisões de seguros, financiamento e avaliação de sinistros. Neste artigo, exploramos o que é a Tabela FIPE, como ler as informações associadas à Suzuki Katana 125 de 1996, a importância da ficha técnica, e como essa referência pode impactar a proteção oferecida pela sua apólice de seguros. A proposta é apresentar um diagnóstico educativo e prático, para que você, leitor, compreenda melhor a lógica por trás da avaliação de risco e das coberturas, sem entrar em números de valor meramente numéricos.
Ficha técnica da Suzuki Katana 125 (1996): elementos-chave para entender o veículo
- Motorização e desempenho: motor de 125 cm³, 4 tempos, arrefecimento a ar, com transmissão de 5 velocidades. Este conjunto era comum em motos de entrada na década de 1990, priorizando confiabilidade, economia de combustível e manuseio amigável para uso urbano.
- Alimentação e características dinâmicas: sistema de alimentação por carburador, o que exigia ajustes simples de sincronização e calibração conforme o combustível e as condições de uso. A potência, típica de modelos dessa categoria, garantia resposta adequada para deslocamentos diários, sem agressividade extrema.
- Chassi, suspensão e frenagem: quadro leve, suspensões compatíveis com o peso e o uso pretendido pela Katana 125. Dianteira (garfo telescópico) e traseira (monoamortiguador) ofereciam equilíbrio entre conforto e estabilidade. O sistema de frenagem seguia o padrão da época, com configuração que priorizava segurança no trânsito urbano e em rodovias de curta extensão.
- Dimensões básicas e capacidade: peso aproximado dentro da faixa esperada para motos de 125 cm³ daquela época, tanque com capacidade suficiente para percursos diários, o que ajuda a estimar autonomia entre paradas. Esses dados influenciam não apenas a condução, mas também avaliações de custo em seguros e de reposição de peças.
Observação importante: a ficha técnica acima registra atributos centrais para a Katana 125 de 1996, mantendo foco nos aspectos que costumam interessar tanto ao consumidor quanto ao setor de seguros. Aspectos como manuais do proprietário, histórico de serviços, estado de conservação e modificações podem alterar levemente o desempenho e, por consequência, a percepção de risco pelos seguradores. O objetivo é apresentar uma visão clara, sem entrar em detalhes operacionais que dependem de cada unidade específica.

O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguros de motocicletas
A Tabela FIPE, elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) e amplamente reconhecida no Brasil, consolida preços médios de referência para veículos usados com base em dados de mercado. Embora tais valores variem conforme a configuração, o estado de conservação, a quilometragem e a região, a tabela funciona como um referencial central para diversas operações — compra, venda, financiamento e, principalmente, seguros. Em termos de seguro, o valor de referência proveniente da FIPE costuma servir como base para a definição do valor segurado, que é a quantia estimada para reposição ou indenização em caso de sinistro total ou parcial. A lógica é oferecer uma proteção compatível com o que o mercado considera aceitável, evitando sub ou supervalorização que possa distorcer o custo do seguro.
Para o proprietário da Suzuki Katana 125 de 1996, entender a finalidade da FIPE ajuda a alinhar expectativas com a corretora de seguros. Quando a seguradora solicita a confirmação de valores ou recomenda uma faixa de cobertura, a referência FIPE converge para um parâmetro objetivo que facilita a tomada de decisão — desde a escolha de coberturas adicionais até a definição de franquias e assistências. Além disso, a FIPE está sujeita a atualizações periódicas, refletindo mudanças no mercado de usados, na oferta de peças originais e na disponibilidade de modelos clássos. Por isso, manter a documentação do veículo e um histórico de manutenção facilita a consulta e a validação de informações junto à seguradora.
Fatores que influenciam o valor de referência na Tabela FIPE para modelos clássicos
Modelos históricos, como a Suzuki Katana 125 de 1996, costumam apresentar particularidades nas avaliações FIPE. Abaixo, destacamos fatores educativos que costumam impactar a forma como a referência é percebida pela seguradora, sem entrar em valores numéricos específicos:
Estado de conservação: motocicletas bem cuidadas, com histórico de manutenção regular, tendem a manter uma referência mais estável, enquanto sinais de desgaste acentuado, corrosão ou danos estruturais podem reduzir o valor de referência. Quaisquer modificações não originais, especialmente em componentes do motor, suspensão ou freios, podem influenciar o entendimento do risco pelo segurador e, por consequência, o valor segurado.
Originalidade e peças de reposição: motos com peças originais, sempre que possível, costumam ser avaliadas de forma mais favorável. A presença de peças aftermarket de qualidade pode ser aceita, desde que documentada, porém pode gerar ajuste na avaliação conforme políticas da seguradora. A disponibilidade de peças para um modelo clássico pode afetar a reposição em caso de sinistro e, portanto, o custo total de indenização ou reparo.
Quilometragem e uso: o histórico de uso diário, viagens curtas, longos deslocamentos ou participação em eventos de colecionadores pode influenciar a percepção de desgaste. Em veículos antigos, a quilometragem pode ser menos determinante do que o padrão de uso, a tarefa de conservação e o registro de manutenções.
Mercado regional e demanda de peças: regiões com maior demanda por modelos clássicos podem ter variações de disponibilidade de peças originais, o que impacta o custo de reposição. Além disso, a percepção de valor pode variar conforme o interesse de colecionadores e entusiastas locais.
Histórico de sinistros e pendências: um histórico de seguro com poucos sinistros ou sem pendências pode favorecer condições mais estáveis de cobertura. Em contrapartida, sinistros recorrentes, mesmo que de menor gravidade, podem influenciar a percepção de risco pela seguradora e, eventualmente, levar a ajustes na apólice.
Compreender esses fatores ajuda o proprietário a manter a documentação organizada e a planejar escolhas de proteção de forma consciente. A Tabela FIPE é um referencial estável, mas a forma como cada veículo é apresentado à seguradora — estado, histórico, modificações — também é decisiva na configuração da cobertura adequada.
Implicações da FIPE para as opções de seguro da Suzuki Katana 125 (1996)
Ao contratar ou renovar um seguro, entender como a referência FIPE influencia as opções disponíveis pode gerar economia e proteção mais adequada. Alguns aspectos a considerar estão na relação entre o valor segurado, a franquia, a cobertura de peças originais e a assistência veicular. Em termos práticos, o valor segurado determina, entre outros pontos, o teto de indenização em caso de sinistro total; já a franquia representa a parte do custo que o segurado compartilha com a seguradora em determinados tipos de sinistro. Modelos clássicos, pelo seu caráter de especialização, costumam exigir atenção extra quanto à cobertura de peças originais, assistência em caso de imobilização e disponibilidade de peças de reposição. Dessa forma, a leitura da Tabela FIPE capacita o corretor de seguros a propor pacotes mais alinhados com o perfil de uso, o estado de conservação e as expectativas do segurado, sem depender apenas de valores numéricos fixos.
É comum que seguros destinados a motocicletas com décadas de existência incluam coberturas adicionais que ajudam a manter o patrimônio do titular, como proteção contra roubo/furto qualificado, cobertura de acessórios originais ou especificação de uso em eventos de baixa probabilidade de sinistro. A relação entre FIPE e esse conjunto de coberturas é uma demonstração prática de como a referência de mercado serve para calibrar o risco, além de facilitar a comunicação entre o proprietário e a seguradora. Em resumo, a FIPE não apenas orienta o preço de reposição, mas também atua como baliza confiável para a construção de uma proteção que esteja de acordo com o valor real de uso e com as peculiaridades de modelos clássicos, como a Suzuki Katana 125 de 1996.
A Suzuki como marca: tradição, inovação e presença no mercado
A Suzuki é uma das marcas com presença histórica no segmento de motocicletas, conhecida por combinar confiabilidade, inovação tecnológica e uma linha de produtos que atende desde o uso urbano até o desempenho esportivo. A trajetória da marca inclui investimentos significativos em tecnologia de motores, eletrônica embarcada e soluções de segurança, o que se reflete na capacidade de manter modelos de várias épocas em circulação com boa aceitação no mercado de usados. Quando pensamos em um modelo clássico como a Katana 125 de 1996, a herança da Suzuki aparece na percepção de robustez, facilidade de manutenção e disponibilidade de peças, fatores que influenciam a avaliação de seguros, a demanda de serviços de assistência e a confiança do proprietário ao manter o veículo ativo. Além disso, a marca tem mostrado capacidade de evoluir seu portfólio sem perder a identidade de qualidade associada ao conceito “Katana” — uma linha que, historicamente, carrega o espírito de esportividade com foco na usabilidade diária.
Para os profissionais de seguros, a reputação da marca pode ser observada por meio de indicadores indiretos: consistência de reposição de peças, disponibilidade de rede de assistência técnica e histórico de confiabilidade reportado por clientes. Em termos educativos, entender a marca ajuda o segurado a comunicar melhor o estado do veículo, especialmente quando o modelo é mais antigo e pode exigir peças específicas. A Suzuki, nesse contexto, oferece um referência de confiabilidade que facilita a construção de coberturas estáveis, desde que o proprietário mantenha a manutenção atualizada, guarde notas de serviço e preserve o histórico de revisões.
Boas práticas para leitura da Tabela FIPE e proteção do seu Katana 125 (1996)
Para que a leitura da Tabela FIPE seja útil e não apenas teórica, seguem diretrizes práticas que ajudam na proteção do veículo e na negociação com a seguradora, sem depender de valores numéricos fixos:
1) Mantenha o histórico de manutenção em dia: guias de serviço, trocas de óleo, calibragem de pneus, estado dos freios e registros de eventuais reparos. Um histórico bem documentado facilita a avaliação de risco pela seguradora e pode resultar em condições mais estáveis de cobertura.
2) Preserve peças originais quando possível: a originalidade costuma impactar positivamente a percepção de valor e a possibilidade de reposição com itens compatíveis. Em casos de peças não originais, documente a procedência, a qualidade e a compatibilidade com o modelo.
3) Registre a quilometragem e o uso: dados consistentes sobre o padrão de uso ajudam a construir um perfil de risco mais preciso. Mantenha registros que demonstrem uso cotidiano, participação em eventos ou situações especiais que o modelo tenha enfrentado.
4) Consulte o corretor com antecedência: ao planejar mudanças na apólice, como adesão de coberturas adicionais, procure um profissional capacitado para orientar sobre como a FIPE pode influenciar a seleção de coberturas, franquias e limites de indenização, evitando surpresas ou lacunas de proteção.
Essas práticas não apenas ajudam a manter o veículo bem conservado, como também colaboram para que a relação entre FIPE e seguro seja transparente, eficiente e alinhada com o valor de uso da moto. Vale reforçar que a Tabela FIPE é uma referência, não uma obrigação rígida; a seguradora pode considerar outros parâmetros ao definir o valor segurado, especialmente em modelos clássicos com particularidades de mercado. O objetivo é ter uma visão integrada, onde o histórico, a condição e as particularidades do modelo são tratadas de forma coesa.
Ao final, quem observa com atenção a influência da FIPE sobre as escolhas de proteção tende a obter uma cobertura mais adequada ao perfil do veículo. A Suzuki Katana 125, apesar de sua idade, pode continuar a oferecer desempenho satisfatório com a devida atenção à conservação, às peças originais e à documentação adequada. A chave é compreender como cada elemento do processo de avaliação se relaciona com a experiência de uso e com a segurança financeira do dono da moto.
Se estiver buscando uma orientação prática sobre a proteção da Suzuki Katana 125 (1996) com base na Tabela FIPE e em necessidades reais de uso, a leitura cuidadosa das informações, associada a uma análise personalizada com um corretor, pode trazer mais tranquilidade na hora de fechar o seguro, garantindo a cobertura adequada sem cobranças indevidas ou lacunas de proteção. O processo de avaliação e a comunicação entre proprietário e seguradora são aspectos centrais para alcançar esse equilíbrio entre custo e proteção.
Considerando a importância da proteção, pense na sua necessidade específica: deslocamento diário, participação em eventos de motociclistas, ou uso exclusivo para lazer. Cada cenário demanda uma abordagem distinta em relação às coberturas, franquias e serviços de assistência. O objetivo é construir uma solução de seguros que acompanhe o seu estilo de uso, com o respaldo de informações consistentes sobre o modelo e a sua trajetória no mercado.
Em síntese, a Tabela FIPE para a Suzuki Katana 125 de 1996 funciona como uma bússola de referência no universo de seguros de veículos usados. Ao alinhar as informações técnicas do veículo, o histórico de uso e a reputação da marca com as práticas de proteção, é possível alcançar um equilíbrio entre segurança, custo e tranquilidade. A prática educativa apresentada aqui visa facilitar esse caminho, ajudando você a tomar decisões mais informadas ao planejar a proteção da sua motocicleta.
Para facilitar ainda mais o seu planejamento, pense em uma etapa final simples: avalie suas necessidades de proteção com base no uso real da Katana 125 e na importância que a moto tem em sua rotina. Assim, você terá uma base sólida para conversar com o profissional da área e chegar a uma solução de seguro que combine com o seu estilo de condução e com o valor que você atribui à sua moto. E quando o assunto é proteção de patrimônio, cada detalhe conta para que você tenha tranquilidade na estrada, sem surpresas desagradáveis.
Se desejar, obtenha uma cotação com a GT Seguros para entender como a proteção da Suzuki Katana 125 (1996) pode ser ajustada ao seu perfil de uso, com foco em coberturas essenciais e condições adequadas ao seu orçamento.
