Valor FIPE Atual
R$ 2.433,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 825030-8
Ano: 1992-1
MêsPreço
Mar/26R$ 2.433,00
Fev/26R$ 2.439,00
Jan/26R$ 2.445,00
Dez/25R$ 2.450,00
Nov/25R$ 2.454,00
Out/25R$ 2.460,00
Set/25R$ 2.468,00
Ago/25R$ 2.474,00
Jul/25R$ 2.478,00
Jun/25R$ 2.481,00
Mai/25R$ 2.486,00
Abr/25R$ 2.489,00

Entendendo a Tabela FIPE e suas implicações para a Suzuki RM 125, 1992

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para determinar valores de revenda, indenizações e, de modo geral, orientar decisões de mercado. Quando falamos de motos de uso recreativo ou de competição, como a Suzuki RM 125 do ano de 1992, compreender o que a FIPE representa e como ela impacta a contratação de seguros pode fazer diferença na hora de contratar uma apólice adequada. Este artigo aborda, de forma educativa, conceitos-chave sobre a Tabela FIPE aplicados à Suzuki RM 125 1992, ajudando o leitor a entender por que o valor de referência pode influenciar o preço do seguro, sem entrar nos valores específicos, que são inseridos automaticamente no topo do post conforme o funcionamento da plataforma.

A Suzuki e a tradição da marca no motociclismo

A Suzuki é uma das marcas mais reconhecidas no mundo das duas rodas, com uma trajetória que começou no Japão no início do século XX, consolidando-se ao longo das décadas como referência em inovação, desempenho e confiabilidade. No universo das motocicletas, a linha RM, especialmente as versões de competição, é marcante pela proposta de leveza, resposta ágil do motor e suspensão afinada para trilhas com saltos e curvas fechadas. A RM 125, em particular, faz parte de uma herança de modelos que combinaram engenharia precisa com a busca por desempenho em surpresas de pista. Ao pensar em seguros, a reputação da marca muitas vezes se traduz em percepções de confiabilidade, disponibilidade de peças originais e histórico de manutenção, fatores que, somados, ajudam a moldar o perfil de risco avaliado pelas seguradoras. Entender esse histórico é relevante para quem valoriza não apenas o custo do seguro, mas também a tranquilidade de manter a motocicleta em condições ideais de uso, especialmente quando se trata de modelos de 1992 que já possuem décadas de existência e demanda especializada por peças de reposição.

Tabela FIPE SUZUKI RM 125 1992

O que é a Tabela FIPE e como funciona para seguros

A FIPE, ou Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, é responsável por consolidar preços médios de venda de veículos usados no Brasil. A Tabela FIPE serve como referência padrão para a maioria das transações, inclusive para o cálculo de seguros. Em termos práticos, o valor FIPE é utilizado pelos seguradores como base para determinar o denominado “valor de indenização” em casos de sinistro, bem como para estimar o valor de cobertura recomendado. Embora seja uma referência consolidada, o valor FIPE não necessariamente reflete o preço atual de venda de uma moto específica em cada região ou estado, nem leva em conta particularidades como o estado de conservação, histórico de uso (recreativo, competição ou uso diário), modificações ou peças substituídas. Por isso, ao observar a Tabela FIPE para a Suzuki RM 125 1992, é essencial reconhecer que o valor de referência funciona como um marco, não como uma cobrança exata do preço de mercado de uma unidade específica. A leitura correta envolve considerar o contexto do veículo, as condições reais e o objetivo de seguro, que pode exigir ajustes na cobertura para respeitar as particularidades da motocicleta.

Ficha técnica da Suzuki RM 125 1992 (resumo técnico)

A Suzuki RM 125 do ano 1992 pertence à linha de motocross da montadora e, como tal, carrega características próprias de um modelo pensado para competição, com foco em desempenho, leveza e dinamismo. A ficha técnica a seguir oferece um resumo estruturado, útil para entender o que era típico daquele período, sem entrar em números sensíveis que possam variar entre unidades, lojas e condições de uso. Observe que pequenas variações podem ocorrer conforme o lote de produção, condições de manutenção e modificações que o usuário possa ter feito ao longo do tempo.

  • Cilindrada e motor: 125 cm³, motor 2 tempos, monocilíndrico, projetado para entrega rápida de torque em faixas de rotações elevadas típicas de motocross.
  • Refrigeração e alimentação: sistema de refrigeração líquida que ajuda a manter a temperatura estável durante sessões de corrida, com alimentação por carburador, comum em modelos da década de 1990.
  • Transmissão e derradeiro: câmbio de várias velocidades (geralmente 6 velocidades) com embreagem adequada para uso esportivo, proporcionando mudanças de marcha rápidas e controladas em trampas de piso, ressaltando a necessidade de manutenções periódicas para manter o conjunto em boa forma.
  • Chassi, suspensão e freios: quadro em liga de alta rigidez adequado ao uso de competição, suspensão dianteira por garfo telescópico e traseira com sistema de amortecimento, projetados para lidar com impactos de circuito off-road; freios, com especificação típica de cada geração, exigindo verificação regular de pastilhas/ discos e alinhamento para manter a capacidade de frenagem em pista.

É importante entender que, embora a ficha técnica acima descreva capacidades comuns daquela RM125 1992, o estado de conservação, a originalidade das peças e o histórico de manutenção pesam de forma decisiva na avaliação de risco pela seguradora. Peças originais, histórico de revisões e padrões de uso adequados tendem a favorecer condições de seguro mais estáveis, enquanto modificações incompatíveis ou peças não originais podem influenciar a percepção de risco de forma contrária. Assim, quem possui uma RM125 1992 deve reunir informações de manutenção, notas de serviço e documentação de alterações para facilitar a avaliação pela seguradora e garantir uma cobertura compatível com o uso pretendido.

Fatores que influenciam o valor FIPE para motos clássicas

Quando se analisa a Tabela FIPE para motos como a Suzuki RM 125 1992, vários fatores vão além do simples número de série ou do ano de fabricação. O valor de referência tende a refinar-se de acordo com atributos que ajudam a explicar por que um mesmo modelo pode apresentar faixas de preço distintas entre unidades. Abaixo estão os principais elementos que impactam o valor FIPE de motos como a RM125, especialmente em coleções, restaurações ou uso em competições:

  • Condição física e originalidade: motos bem conservadas, com peças originais e sem modificações significativas costumam ter uma referência mais elevada na FIPE, pois mantêm o valor de mercado próximo ao original de fábrica.
  • Quilometragem efetiva e uso histórico: menor desgaste relacionado a uso recreativo moderado tende a manter o valor de referência, ao passo que histórico de uso intenso, especialmente em competições não documentadas, pode reduzir a avaliação.
  • Documentação e histórico de manutenção: registros de manutenção, comprovantes de revisões, histórico de sinistros e restauros ajudam a sustentar o valor de referência, especialmente quando se trata de peças originais ou de reposição compatíveis com o modelo.
  • Peças de reposição e modificações: a disponibilidade de peças originais e a qualidade de eventuais modificações podem influenciar a percepção de valor. Modificações funcionais que melhoram desempenho podem ser vistas como positivas para uso específico, desde que estejam bem documentadas e compatíveis com o restante do conjunto.

Como a FIPE impacta a precificação de seguros para a RM125

Para as seguradoras, o valor FIPE funciona como uma referência de mercado que ajuda a estabelecer uma linha de base na apólice. Em termos práticos, o valor FIPE serve para definir o “valor de indenização” em caso de perda total ou roubo, bem como para orientar a definição de coberturas e franquias. Em motos de coleção ou de uso específico como as RM125 de 1992, o valor de referência pode sofrer ajustes com base em fatores adicionais listados acima, que refletem o estado real do ativo. Além disso, modelos de motocicletas com menos disponibilidade de peças ou com histórico de modificações específicas podem exigir avaliações mais detalhadas por parte da seguradora, para que a apólice cubra exatamente o que o proprietário possui. Por isso, compreender a interface entre FIPE, estado de conservação e uso pretendido é essencial para obter uma proteção que realmente corresponda aos riscos e necessidades do segurado.

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