Valor FIPE Atual
R$ 8.970,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 825031-6
Ano: 1995-1
MêsPreço
Jan/26R$ 8.970,00
Dez/25R$ 8.988,00
Nov/25R$ 9.172,00
Out/25R$ 9.360,00
Set/25R$ 9.391,00
Ago/25R$ 9.299,00
Jul/25R$ 9.314,00
Jun/25R$ 9.324,00
Mai/25R$ 9.232,00
Abr/25R$ 9.241,00
Mar/25R$ 9.255,00
Fev/25R$ 9.261,00

Como a Tabela FIPE orienta a avaliação de seguro para a Suzuki RM 250 1995

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para a avaliação de veículos usados em seguros, financiamentos e negociações de venda. Quando pensamos na Suzuki RM 250 1995, um modelo emblemático do motocross dos anos 90, a FIPE cumpre o papel de fornecer um valor de referência diante do mercado. Este texto aborda o que é a Tabela FIPE, como ela se aplica aos modelos de motocicletas off‑road como a RM 250, e quais fatores influenciam o valor de referência para fins de seguro. A ideia central é explicar, de maneira educativa, como essa tabela ajuda a orientar escolhas de proteção, coberturas e valores segurados, sem entrar em números específicos de preço. A Suzuki, por sua vez, traz uma história marcada por inovação e desempenho no segmento de motos de competição, com uma tradição de confiabilidade e rede de assistência que favorece a interlocução com seguradoras e clientes que buscam proteção adequada para um modelo com pedigree esportivo.

Ficha técnica da Suzuki RM 250 1995

A Suzuki RM 250 1995 é uma motocicleta de competição destinada ao motocross, com características que destacaram o modelo na década de 1990. Abaixo está uma visão sintética da configuração típica desse ano, útil para entender o tipo de veículo que está sendo avaliado pela FIPE e seguradoras, bem como para embasar discussões sobre coberturas e necessidades de proteção.

Tabela FIPE SUZUKI RM 250 1995
  • Cilindrada e arquitetura do motor: motor de 2 tempos com aproximadamente 249 cm³, refrigerado a água, alimentado por carburador, desenvolvido para alta resposta em trilhas de pista e manobras de salto.
  • Transmissão: caixa de 6 velocidades, com embreagem adequada a uso agressivo em corridas e treinos, oferecendo boa progressividade em mudanças de marcha sob diferentes condições de solo.
  • Suspensão e chassis: sistema de suspensão dianteira com garfos ajustáveis, projetados para absorver impactos de saltos e rough sections, aliado a uma suspensão traseira com amortecedor/links que favorecem a estabilidade em trilhas irregulares; quadro estrutural aplicado aos padrões da época para equilíbrio entre rigidez e sensibilidade de manobra.
  • Sistema de frenagem e tração: freios a disco, hidráulicamente acionados, em ambas as extremidades, acionados por componentes de alto desempenho compatíveis com uso off‑road; tração por corrente, típica de motos de competição, com rodas adequadas para aderência em areia, terra batida e solo argiloso.

Esses itens formam a base técnica que a FIPE e as seguradoras consideram ao estimar o valor de referência de um veículo dessa época. Vale notar que pequenas variações podem existir conforme país de chegada, ajuste de fábrica específico e alterações promovidas pelo proprietário ao longo dos anos. O entendimento da ficha técnica é útil para quem busca coberturas que cubram a reposição ou indenização com correspondência à configuração original ou àquilo que permanece fiel ao projeto de fábrica.

Entendendo a Tabela FIPE e sua aplicação em motos usadas

A Tabela FIPE funciona como um levantamento de preços médios observados no mercado para veículos de uso semelhante, com atualização mensal. Para motos como a RM 250 1995, o objetivo é refletir, na medida do possível, o valor de reposição ou o valor de referência para aquisição e seguro, levando em conta o estado geral, quilometragem e originalidade do modelo. Enquanto os veículos novos possuem valores mais estáveis, motos antigas ou de uso específico (como motos de competição) costumam apresentar variações mais pronunciadas, inclusive entre estados do país, concessionárias, clubes e colecionadores. Por isso, entender a FIPE é essencial para o seguro: ela oferece uma base que, somada à avaliação individual da moto, ajuda a definir coberturas, limites de indenização e critérios de indenização em caso de sinistro.

Para quem não é especialista, vale considerar que a FIPE não substitui uma avaliação específica da seguradora, mas serve como referência de mercado. A seguradora pode, ainda, considerar ajustes adicionais dependendo de fatores como a originalidade de peças, histórico de manutenção, disponibilidade de documentação e a presença de alterações que não são originais de fábrica. O conjunto dessas informações compõe a avaliação de risco e, consequentemente, o valor segurado aplicado na apólice. No caso da Suzuki RM 250 1995, a combinação entre o legado da marca no off-road e as particularidades do modelo pode influenciar o entendimento de qual é o patamar de cobertura adequado para quem vive o dia a dia de trilhas, competições locais ou eventos de motocross amador.

Impacto da Tabela FIPE na apólice da Suzuki RM 250 1995

Quando uma apólice de seguro é elaborada, a FIPE atua como referência de valor de reposição ou de indenização. No universo das motos de competição, esse valor precisa refletir com acurácia o que um motociclista pagaria para repor um modelo semelhante, ou o que a seguradora pagaria para recompor o bem em caso de perda total ou roubo. A RM 250 1995, por ser um modelo com apelo histórico e características específicas, pode apresentar variações de valor dependendo se a moto está em estado de exposição de fábrica, com peças originais ou com substituições por componentes de terceiros. Em cenários de seguro, tais variações costumam se traduzir em ajustes de valor segurado, de acordo com políticas internas da seguradora e diretrizes da FIPE.

Nesse contexto, é comum que o estabelecimento de coberturas envolvendo danos parciais, roubo, furto qualificado, ou até indenização por perda total, leve em conta a necessidade de manter o alinhamento entre o valor segurado e o que a FIPE aponta como referência para aquele modelo específico. O objetivo é evitar situações em que o valor pago pela seguradora não cubra adequadamente o custo de reposição, especialmente quando há demanda de peças originais ou de itens que preservam a identidade de fábrica da RM 250 1995. Por isso, entender a relação entre FIPE, estado de conservação e condições de cobertura é fundamental para quem busca proteção sem surpresas no momento de acionar a apólice.

Variações que afetam o valor FIPE da Suzuki RM 250 1995

Existem fatores que podem provocar a variação do valor de referência da FIPE para uma Suzuki RM 250 1995. Compreendê-los ajuda o segurado a manter uma cobertura adequada e a planejar melhor a proteção de seu patrimônio. Entre os elementos que costumam influenciar a evolução do valor, destacam-se:

  • Conservação geral e originalidade: motos bem conservadas e com peças originais tendem a apresentar valores de referência mais próximos ao que o mercado paga por modelos equivalentes; modificações extremas ou aftermarket podem diminuir ou, em alguns casos, enfatizar o interesse de colecionadores, dependendo do contexto.
  • Histórico de manutenção: registros de revisões periódicas, trocas de fluidos, pastas de peças e assistência autorizada ajudam a sustentar o valor, pois indicam cuidado com o desempenho e a integridade mecânica.
  • Quilometragem efetiva e uso: motos de competição costumam ter quilometragem baixa em termos de uso diário, mas podem ter desgaste prematuro por treinos intensivos; o histórico de uso afeta a percepção de desgaste e, por consequência, o valor de referência.
  • Documentação e originalidade de componentes: possuir documentação de peças originais e da procedência, inclina o valor para uma posição mais estável na FIPE; alterações não originais podem exigir avaliação adicional pela seguradora.

É importante notar que cada seguradora pode ter critérios próprios para justificar variações no valor segurado com base nesses fatores. Por isso, o diálogo com o corretor de seguros é fundamental para alinhar expectativas, coberturas desejadas e comprovação documental necessária para obter uma proteção que combine com a realidade da sua RM 250 1995.

Boas práticas para preservar o valor de referência da FIPE

A manutenção de um valor de referência estável ao longo do tempo depende de ações simples, mas eficientes. Segue um conjunto de recomendações que ajudam a preservar a autenticidade e a condição da Suzuki RM 250 1995, contribuindo para uma avaliação mais fiel pela FIPE e pela seguradora:

  • Manter a moto original sempre que possível, preferindo peças de fábrica ou homologadas para substituição, para não comprometer a identidade do modelo.
  • Conservar documentação completa: manuais, notas fiscais de aquisição de peças originais, históricos de manutenção e quaisquer certificações de serviço efetuado. Esses documentos fortalecem a narrativa da condição da moto frente à FIPE e à seguradora.
  • Documentar visualmente a condição: fotos em boa qualidade de diferentes ângulos, mostrando motor, quadro, suspensão, rodas, freios e itens de desgaste. A documentação visual facilita a avaliação de estado de conservação ao longo do tempo.
  • Atualizar informações com o corretor: sempre que houver alterações relevantes, como troca de peças pertencentes a itens de segurança, suspensão ou sistema de freio, comunique o corretor para que a apólice reflita a configuração atual da moto.

Essas práticas não apenas ajudam a manter o valor de referência alinhado com o mercado, como também promovem tranquilidade na hora de acionar a seguradora, especialmente em cenários de sinistro envolvendo danos, perda ou roubo. Em modelos de competição, onde o custo de reposição pode ser sensivelmente influenciado pela disponibilidade de peças originais, esse cuidado se torna ainda mais relevante.

Para quem busca uma compreensão prática sobre como aplicar esse conhecimento à proteção de uma Suzuki RM 250 1995, vale lembrar: a Tabela FIPE não é o único elemento que determina a cobertura. A combinação entre o valor de referência, o estado de conservação, a documentação de originalidade e as coberturas contratadas forma o pacote de proteção de cada apólice. Entender esses elementos ajuda a discutir com clareza as opções de seguro, limites de indenização e condições de indenização com o corretor.

Além disso, é comum que seguradoras ofereçam opções de proteção específicas para motocicletas de competição ou uso esportivo, incluindo cláusulas que tratem de peças originais, assistência em estrada, transporte de risco e extensão de garantia para peças críticas. Avaliar essas opções com cuidado ajuda a personalizar a apólice de acordo com o uso real da RM 250 1995 e com as expectativas de proteção do proprietário.

O tema exato deste artigo, a Tabela FIPE SUZUKI RM 250 1995, estabelece a base para entender o cenário de referência, mas a prática segura envolve dialogar com o corretor, alinhar expectativas com a seguradora e manter a documentação em dia. Ao fazer esse conjunto de ações, o proprietário da RM 250 1995 pode alcançar uma cobertura que reflita com precisão o valor de reposição ou de indenização, sem surpresas no momento de acionar o seguro.

Em termos de cultura de marca, a Suzuki tem uma identidade forte no universo de off-road. A casa japonesa construiu uma reputação baseada em durabilidade, desempenho estável e suporte técnico que favorece pilotos e entusiastas que dependem de peças de reposição e assistência confiável. A RM 250 1995 é parte de uma linhagem que consolidou a presença da Suzuki no segmento de motocross, com histórias de equipes que buscaram desempenho em competições nacionais e regionais. Esse histórico influencia, de modo indireto, a percepção de valor de mercado e a confiança do consumidor ao buscar seguros que garantam não apenas a proteção, mas também a disponibilidade de recursos para reposição de componentes que mantêm a identidade e o funcionamento da motocicleta.

Por fim, lembrar que o seguro não é apenas uma obrigação legal ou uma despesa: é uma ferramenta de gestão de risco. A Tabela FIPE, aliada à avaliação técnica e à documentação adequada, ajuda a alinhar expectativas entre o proprietário e a seguradora, assegurando que o nível de proteção cubra adequadamente o investimento na RM 250 1995, sem distorções que comprometam a tranquilidade