Valor FIPE Atual
R$ 10.708,00
↓ 0,6% vs mês anterior
FIPE: 825031-6
Ano: 1998-1
MêsPreço
Jan/26R$ 10.708,00
Dez/25R$ 10.774,00
Nov/25R$ 10.735,00
Out/25R$ 10.707,00
Set/25R$ 10.711,00
Ago/25R$ 10.606,00
Jul/25R$ 10.654,00
Jun/25R$ 10.622,00
Mai/25R$ 10.517,00
Abr/25R$ 10.528,00
Mar/25R$ 10.545,00
Fev/25R$ 10.552,00

Guia detalhado sobre a Tabela FIPE para a Suzuki RM 250 1998 e seus reflexos na proteção de seguros

A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos, incluindo motocicletas de alto desempenho como a Suzuki RM 250 1998. Este artigo explora o que a Tabela FIPE representa para uma moto de competição, os elementos da ficha técnica da RM 250 1998 e como esses dados influenciam a avaliação de risco e a aprovação de apólices de seguro. Embora o tema seja técnico, o objetivo é oferecer clareza educativa para proprietários, interessados em manter a proteção adequada sem surpresas, sempre alinhando a cobertura com o valor de mercado praticado pelo mercado na época de referência.

A importância da Tabela FIPE para motos de competição

A Tabela FIPE funciona como um barômetro de referência para o valor de reposição ou de venda de vários veículos no Brasil, incluindo motos de alto desempenho como a Suzuki RM 250 1998. Para uma motocicleta de off-road ou motocross, esse indicador ajuda seguradoras, corretores e proprietários a estabelecerem padrões de avaliação quando ocorrem eventos como perda total, roubo ou necessidade de reposição de peças. Mesmo que o RM 250 1998 seja um modelo antigo, ele ainda circula no universo de colecionadores, trilhas autorizadas ou clubes de motociclismo, o que faz com que o valor de referência anterior seja utilizado com cautela para fundamentar a indenização ou a avaliação de risco.

Tabela FIPE SUZUKI RM 250 1998

Ao interpretar a FIPE, alguns fatores entram no cálculo: a idade do modelo, a disponibilidade de peças originais, a incidência de sinistros em modelos similares, o estado de conservação e o histórico de uso. É comum que a SFPE (seguradora) leve em consideração a documentação do veículo, o histórico de antecedência de proprietários, a necessidade de peças originais de reposição e o custo de manutenção periódico. Em motos de corrida antigas, o valor pode ser mais estável quando preservado por colecionadores e por condições de uso em eventos autorizados, o que pode influenciar políticas de seguro com condições especiais, franquias diferentes para peças de alto custo e opções de cobertura de responsabilidade civil, colisão e incêndio com ajustes de prêmio condizentes com o risco agregado.

Nesse contexto, compreender a faixa de valor estimado pela FIPE para a Suzuki RM 250 1998 permite ao corretor sugerir coberturas que efetivamente protejam o proprietário, sem supervalorizar a apólice ou subdimensionar a proteção. Além disso, para quem utiliza a RM 250 1998 em eventos competitivos, é relevante alinhar a apólice com a atividade realizada, distinguindo uso urbano, recreativo ou competição esportiva, já que cada cenário possui características de risco distintas, como condições de piso, treinos em pistas e a possibilidade de treinos com pilotos convidados, todas com impactos no prêmio de seguro.

Ficha técnica Suzuki RM 250 1998

A Suzuki RM 250 1998 é uma motocicleta de competição de dois tempos, concebida para performance em provas de motocross. Abaixo segue uma ficha técnica apresentada de forma objetiva para apoiar a compreensão dos aspectos mecânicos e de engenharia relevantes em seguros de duas rodas clássicas. Para facilitar a leitura, as informações estão organizadas em blocos com pontos-chave da engenharia e configuração do modelo daquele ano.

  • Tipo de motor: 2 tempos, monocilíndro
  • Cilindrada aproximada: ~249 cm³
  • Refrigeração: líquida
  • Alimentação: carburador com sistema reed-valve
  • Transmissão: 6 velocidades
  • Embreagem: multidisco, banho de óleo
  • Sistema de partida: kick start
  • Suspensão dianteira: garfo telescópico de ~43 mm (configuração comum da época)

Observações importantes sobre a ficha: o RM 250 1998 priorizava leveza, resposta rápida do motor de dois tempos e uma entrega de torque característica dessa categoria. A configuração de suspensão, freios e ergonomia visava máxima tração em pistas de terra, com ajustes que permitiam ao piloto adaptar o conjunto à condição da pista. Em termos de peso, dimensões e capacidade de combustível, as especificações exatas variavam consoante a versão de fábrica e eventuais atualizações de concessionárias, sendo comum que proprietários mantenham referências iguais às do histórico de produção para avaliação de seguro, especialmente quando o veículo é mantido em condições originais ou restauradas para uso autorizado.

Para a proteção de um veículo com esse perfil, outras dimensões relevantes aparecem na prática de seguro, como o estado de conservação, o histórico de acidentes, a existência de itens originais de fábrica e a disponibilidade de peças de reposição. Além disso, a adequada verificação do documento do veículo, do licenciamento e do histórico de serviço contribui para um processo de cotação mais assertivo, com prazos de cobertura que reflitam o uso real do veículo e as dificuldades associadas à repelação de componentes de alto custo. Em resumo, a ficha técnica serve não apenas como referência mecânica, mas também como base para calibrar o nível de proteção adequado à RM 250 1998 e ao seu proprietário.

Sobre a marca Suzuki: legado e atuação no motociclismo

A Suzuki é uma fabricante japonesa com uma longa tradição no setor de duas rodas. Fundada em 1909, a empresa tem no segmento de motocicletas uma das áreas mais fortes de atuação, oferecendo desde modelos de passeio até motos de competição de alto desempenho. No esporte motorizado, a Suzuki construiu uma reputação sólida pela confiabilidade de seus motores, pela engenharia voltada à leveza do conjunto e pela capacidade de entregar resposta rápida em diferentes categorias de corrida. O legado da marca no motocross e no enduro é marcado por carreras de fábrica, aprimoramentos constantes e uma rede de concessionárias que facilita a manutenção, o que é um ponto relevante para proprietários que buscam coberturas com assistência especializada e peças originais.

Para o consumidor de seguros, conhecer o histórico da marca ajuda a entender padrões de confiabilidade associados a modelos históricos como a RM 250 1998.uma marca com foco em engenharia japonesa geralmente oferece uma base de peças de reposição estável, redes de atendimento técnico competente e disponibilidade de serviços de manutenção que reduzem o tempo de inatividade. No entanto, a idade de um modelo de 1998 exige avaliação cuidadosa pela seguradora: o estado de conservação, a disponibilidade de peças originais, o histórico de acidentabilidade do veículo e a forma de uso (competição, trilha ou uso recreativo) são fatores que podem influenciar significativamente o custo da apólice e as condições de indenização. Em termos educativos, entender a posição da Suzuki no mercado ajuda o público a reconhecer que proteção envolve não apenas coberturas básicas, mas também opções específicas para reduzir o risco de reparos caros em componentes de alto custo.

Como a FIPE é utilizada pelas seguradoras

As seguradoras utilizam a Tabela FIPE como referência para valorar veículos, inclusive motos de época ou modelos de competição quando enquadrados na apólice. A lógica é simples: quanto maior o valor de referência na FIPE, maior tende a ser o prêmio, pois o risco de sinistros envolve o custo de reposição de peças originais, mão de obra especializada e eventual necessidade de veículos substitutos. No caso de modelos como a RM 250 1998, o valor FIPE pode servir de base para definir limites de cobertura de roubo, dano parcial ou dano total, bem como para orientar a escolha entre coberturas adicionais, como proteção de peças originais, assistência 24 horas e transporte do veículo em caso de sinistro.

É comum que proprietários que trabalham com coleções ou com uso de demonstração em clubes de motociclismo encontrem particularidades na aplicação da FIPE: a disponibilidade de peças antigas, a possibilidade de restaurações com peças originais e a necessidade de documentação detalhada para justificar o valor de investimento. Nessas situações, o corretor de seguros pode sugerir cláusulas que expliquem a valorização ou depreciação, bem como condições especiais de indenização com base no estado de conservação aceito pela apólice. Em suma, a FIPE funciona como uma referência, mas a apólice se molda às particularidades do veículo, do uso previsto e do perfil do proprietário.

Impacto prático na cotação de seguros para a RM 250 1998

Para o processo de cotação, considerar a Tabela FIPE e a ficha técnica ajuda a chegar a uma cobertura que reflita o valor real do veículo, bem como as necessidades específicas do proprietário. Em motos de competição antigas, as seguradoras costumam propor combinações que contemplam:

  • Cobertura de terceiros e responsabilidade civil, para eventual dano a terceiros durante eventos autorizados
  • Cobertura contra roubo e furto qualificado, com possibilidade de cobertura restrita a peças originais
  • Proteção de acessórios e equipamentos originais de fábrica, com cláusulas de substituição por itens equivalentes
  • Indenização por danos estéticos ou funcionais compatíveis com o estado atual da motocicleta, levando em conta a depreciação baseada na FIPE

Além disso, o corretor pode orientar sobre condições de uso:
– uso recreativo e treinos em pista autorizada,
– participação em competições formais,
– armazenamento adequado para preservar o estado da moto e manter o valor de FIPE estável. Em todos os casos, quanto melhor for o nível de documentação (fotos, histórico de manutenção, comprovantes de serviço, peças originais), maior a probabilidade de se obter uma cobertura com condições vantajosas, incluindo franquias compatíveis com o perfil de uso.

Boas práticas para proteção e manutenção da RM 250 1998

Manter a Suzuki RM 250 1998 em bom estado não apenas preserva o valor de FIPE, mas também reduz o risco de sinistros e facilita a inspeção pela seguradora. Algumas práticas-chave são:

  • Manutenção preventiva regular, com registro de serviços e peças originais
  • Armazenamento adequado em ambiente seco e seguro, longe de intempéries
  • Atualização do estado de conservação com documentação fotográfica
  • Uso em pistas autorizadas, com respeito às regras locais de competição e aos padrões de segurança

É recomendável que o proprietário mantenha estoque de peças originais ou de reposição compatíveis com o modelo 1998, o que pode facilitar indenizações de peças danificadas ou substituições em caso de sinistro. Além disso, manter o veículo com a documentação em dia e apresentar um laudo técnico ou avaliação recente pode agilizar o processo de cotação e de eventual indenização pela seguradora.

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