| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 36.296,00 |
| Dez/25 | R$ 35.937,00 |
| Nov/25 | R$ 35.991,00 |
| Out/25 | R$ 35.635,00 |
| Set/25 | R$ 34.937,00 |
| Ago/25 | R$ 35.113,00 |
| Jul/25 | R$ 35.290,00 |
| Jun/25 | R$ 35.468,00 |
| Mai/25 | R$ 35.540,00 |
| Abr/25 | R$ 35.719,00 |
| Mar/25 | R$ 35.899,00 |
| Fev/25 | R$ 35.921,00 |
Análise educativa da Tabela FIPE para a versão Bandeirante de cabine longa com capota de aço e motor diesel, ano 1987
Este artigo foca em entender como a Tabela FIPE se aplica a um veículo clássico como o Toyota Bandeirante, versão com capota de aço, chassi longo e propulsor diesel, fabricado em 1987. Tratar desse tema é relevante para quem atua no universo de seguros, pois a forma como a FIPE registra o valor de referência influencia a remuneração de sinistros, as regras de cobertura e, inclusive, a comparação de propostas entre seguradoras. Embora o universo de veículos antigos envolva particularidades que fogem de um automóvel moderno, compreender a base de avaliação ajuda a traçar estratégias de proteção adequadas, sem perder de vista a realidade de uso, histórico de manutenção e disponibilidade de peças originais.
O que é a Tabela FIPE e como ela orienta o seguro de veículos clássicos
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para indicar o valor médio de mercado de veículos usados. Ela funciona como um parâmetro institucional que auxilia seguradoras, concessionárias e compradores a estimar o valor de recompra, a indenização em caso de sinistro ou o cálculo de prêmios. No caso de modelos antigos, como o Bandeirante de 1987, a FIPE oferece um norte, mas não substitui avaliações específicas de condição do veículo, alterações que possam ter ocorrido ao longo dos anos ou o histórico de conservação. Por isso, ao planejar o seguro, é comum que as seguradoras combinem a referência da FIPE com a avaliação de condição: estado de conservação, histórico de manutenções, alterações ou acessórios, e eventual raridade do modelo na região de atuação. Em termos práticos, isso significa que a FIPE serve como base de referência, enquanto a apólice pode ser ajustada para refletir particularidades próprias do veículo, o uso pretendido (ex.: frota, uso agroindustrial, passeio) e a necessidade de coberturas adicionais (roubo, incêndio, assistência 24h, carência de peças).

Ficha Técnica do Toyota Bandeirante 1987 com Cap.de Aço, Chassi Longo e Diesel
- Motor e desempenho: diesel em linha de 4 cilindros; deslocamento típico entre 2,8 e 3,4 L; potência estimada entre 70 e 90 cv; torque na faixa de 15 a 22 kgf.m, variando conforme a configuração de fábrica e de manutenção.
- Transmissão e tração: câmbio manual com tração 4×4 e reduzida; geralmente com cinco marchas para frente, pensadas para uso em terrenos desafiadores; embreagem robusta para pressões de serviço inerentes a veículos utilitários pesados.
- Dimensões, peso e capacidade: comprimento aproximado entre 4,4 e 4,8 m; largura entre 1,7 e 1,8 m; altura entre 1,8 e 2,0 m; peso em ordem de marcha entre 1,9 e 2,3 t; capacidade de carga útil na faixa de 600 a 800 kg; tanque de combustível entre 60 e 70 L.
- Estrutura, chassis e características técnicas relevantes: capota de aço (cap.de Aço) sobre chassi longo; suspensão traseira e dianteira com feixes de molas típicos de utilitários; freios majoritariamente a tambor, comum em veículos dessa época; capacidade de reboque ao redor de 1,5 a 2 t, dependendo da configuração e das condições do veículo.
Observação sobre a ficha: a configuração “Cap.de Aço” indica uma cabine com construção resistente, adequada para ambientes de serviço pesado e uso prolongado sob condições de poeira, lama e variações climáticas. O “Chassi Longo” reforça a aptidão para transportar cargas maiores e, muitas vezes, para uso em atividades rurais, agrícolas ou de transporte técnico. Por fim, o motor diesel confere torque estável e boa eficiência de combustível para a categoria de utilitários, ainda que exija um programa de manutenção cuidadoso, sobretudo em veículos com décadas de uso.
