| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 29.020,00 |
| Dez/25 | R$ 29.076,00 |
| Nov/25 | R$ 29.120,00 |
| Out/25 | R$ 28.832,00 |
| Set/25 | R$ 28.267,00 |
| Ago/25 | R$ 28.327,00 |
| Jul/25 | R$ 28.374,00 |
| Jun/25 | R$ 28.403,00 |
| Mai/25 | R$ 28.461,00 |
| Abr/25 | R$ 28.488,00 |
| Mar/25 | R$ 28.371,00 |
| Fev/25 | R$ 28.241,00 |
Como a Tabela FIPE orienta o seguro da Toyota Hilux CD 4×2 2.4 Diesel 1996
Para quem utiliza uma Toyota Hilux 1996 com cabine dupla (CD) e tração 4×2, entender o papel da Tabela FIPE no processo de seguro é essencial. A FIPE, ou Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, fornece um referencial de preço de veículos usados, baseado em dados de mercado, anúncios e consultorias. Embora o valor FIPE não seja o preço de venda de um carro específico, ele funciona como base para que seguradoras estimem o capital segurado, o valor de indenização em caso de sinistro e a definição de prêmios. Em veículos com mais de duas décadas, como a Hilux 1996, esse referencial ajuda a calibrar o seguro, mas precisa ser visto em conjunto com a condição real do veículo e o histórico de uso.
Ficha técnica resumida da Hilux CD 4×2 2.4 Diesel (1996)
- Modelo/versão: Toyota Hilux CD 4×2 2.4 Diesel (1996)
- Motorização: motor 4 cilindros em linha, diesel, aproximadamente 2.4 L de deslocamento
- Transmissão: manual de 5 velocidades
- Tração: 4×2 (traseira) com cabine dupla
Especificações-chave da caminhonete
- Potência: aproximadamente entre 75 e 85 cv
- Torque: aproximadamente 16 kgf.m
- Capacidade de carga útil: até cerca de 650 kg
- Tanque de combustível: em torno de 60 litros
Por que a marca Toyota merece atenção ao falar de seguros
A Toyota tornou-se um dos nomes mais confiáveis no segmento automotivo global. A empresa construiu uma reputação sólida com foco em durabilidade, simplicidade de manutenção e valorização de longo prazo. Em linhas gerais, os veículos da marca são escolhidos por quem depende do carro para o cotidiano, atividades profissionais ou uso rural, justamente por oferecerem robustez, peças em estoque e rede de assistência técnica ampla. Quando se analisa um Toyota Hilux dos anos 1990, a percepção de qualidade e a disponibilidade de peças de reposição costumam ser fatores relevantes para a seguradora, influenciando não apenas o prêmio, mas também a opção de coberturas de reposição, assistência 24h e serviços de recuperação em caso de imprevistos.

Para o cliente, entender o que a marca representa pode trazer tranquilidade na hora de contratar ou renovar o seguro. A Hilux, especialmente na configuração CD 4×2 do período, costuma ser associada a veículos de trabalho — robustez, boa capacidade de carga e desempenho estável em estradas de diferentes condições. Isso se reflete no entendimento que a seguradora tem sobre o comportamento do veículo: menor propensão a falhas críticas quando bem mantido, boa resistência a corrosão com cuidados adequados e, em muitos casos, uma base de peças amplamente disponível no mercado de reposição.
Como a Tabela FIPE se relaciona com o valor de seguro
A FIPE não é um preço fixo de venda, mas sim um referencial de mercado utilizado para estimar o valor de reposição ou indenização em seguradoras. No caso da Hilux CD 4×2 2.4 Diesel de 1996, os valores FIPE costumam refletir a média de negociações entre vender/comprar nesse modelo específico, levando em conta a idade, a configuração (cabine dupla, diesel, 4×2) e a condição típica de uso. Esse referencial é útil para assegurar que o capital segurado cubra a reposição do veículo com condições semelhantes às do período de referência, evitando tanto subseguro quanto sobrecusto indevido. No entanto, o valor FIPE pode divergir do preço efetivo de peças, mão de obra e de eventuais adaptações que o veículo possa ter adquirido ao longo dos anos.
É comum que seguros utilizem o valor FIPE como piso para a indenização em casos de perda total. Ainda assim, é fundamental reconhecer que alguns fatores do veículo particular — como a quilometragem, o estado da carroceria, alterações não originais, histórico de sinistros e a disponibilidade de peças para modelos específicos — podem exigir ajustes no prêmio ou no capital segurado. Por isso, o apontamento da FIPE funciona como base, e não como sentença final, no cálculo do seguro da Hilux 1996.
Fatores que influenciam o valor segurado além da FIPE
- Condição física: danos na lataria, ferrugem, amassados e pintura desgastada reduzem o valor de reposição aos olhos da seguradora, a menos que sejam reparados com qualidade.
- Quilometragem: veículos com uso intenso tendem a apresentar maior probabilidade de desgaste em componentes como suspensão, motor e sistema de transmissão, o que pode impactar o prêmio.
- Histórico de manutenção: histórico completo e recente de revisões, com registros de troca de peças críticas, auxilia na avaliação de risco e pode favorecer taxas mais estáveis.
- Versão e acessórios: itens originais ou de fábrica, como ar-condicionado, sistema de som, itens de segurança e proteção de carroceria, podem influenciar positivamente no valor de reposição.
Riscos específicos de uma Hilux antiga e como se proteger
Veículos com mais de 25 anos costumam exigir atenção redobrada. Enquanto a Hilux é reconhecida pela durabilidade, é comum que componentes de desgaste natural, como componentes da suspensão, freios, sistema de injeção diesel e filtros, exijam manutenção mais frequente para evitar falhas que elevem o custo com sinistros ou com reposição de peças. A prática de manter um cronograma básico de revisões, substituição de fluídos, velas (quando aplicável), filtros, correias e correção de qualquer vazamento é essencial. Além disso, manter o veículo armazenado em local coberto, com vigilância básica, ajuda a preservar a lataria e o acabamento, o que, por sua vez, influencia positivamente o valor de indenização, caso necessário.
Ao planejar o seguro da Hilux 1996, vale considerar coberturas que façam sentido para o uso real. Por exemplo, se a caminhonete é empregada para transporte de cargas ou para atividades rurais, é prudente avaliar coberturas adicionais de roubo específico de ferramentas, acessórios de reboque e proteção de vidros. A proteção contra danos a terceiros, danos causados por terceiros, colisões e incêndio permanece como pilares, mas ajustes podem ser feitos com base nas necessidades reais do usuário e no perfil de uso do veículo.
Boas práticas ao lidar com a tabela FIPE e o seguro da Hilux
Para quem está avaliando ou renovando o seguro, algumas atitudes facilitam a relação entre FIPE e prêmio final:
Primeiro, é útil fazer um levantamento de mercado do seu veículo específico, levando em conta a condição atual, histórico de manutenções e qualquer modificação que possa ter ocorrido ao longo do tempo. Em segundo lugar, mantenha a documentação em dia, com notas de serviços, fichas de inspeção e recibos de peças originais. Ter esse histórico facilita o entendimento da seguradora sobre o risco que está sendo assumido. Em terceiro lugar, avalie o custo-benefício de diferentes franquias. Franquias menores costumam elevar o custo do prêmio, mas reduzem o desembolso em caso de sinistro; já franquias maiores reduzem o prêmio, porém aumentam o desembolso em uma eventual indenização. Por fim, não se limite a apenas consultar o preço FIPE: converse com o corretor sobre cenários factíveis, cobertura de assistência 24h, reposição de veículo e a possibilidade de bundles com outros seguros (como serviço de proteção veicular ou seguro empresarial se a Hilux for usada na atividade profissional).
Um olhar educativo sobre o seguro de veículos antigos
Veículos de idade avançada, como a Hilux de 1996, exigem um olhar educativo sobre o seguro. A idade do carro traz vantagens e desvantagens: por um lado, a desvalorização pode ser mais acentuada, o que reduz o prêmio em alguns casos; por outro, a maior exigência de peças pode tornar a reposição mais cara. O segredo está em equilibrar o custo de seguro com a necessidade real de proteção: se a Hilux depende do negócio ou do dia a dia, é inteligente manter coberturas amplas que protejam contra roubo, colisões, danos a terceiros e danos parciais, bem como contar com assistência 24h para emergências na estrada. A escolha de coberturas adicionais, como carro reserva ou cobertura de itens internos, pode fazer diferença na tranquilidade de quem usa esse veículo para atividades constantes.
Além disso, vale lembrar que a FIPE é apenas um ingrediente do cálculo. A seguradora analisa, entre outros fatores, o histórico de sinistros do veículo, o perfil do motorista, a região de circulação e a regularidade com que o veículo é utilizado. Em áreas com maior incidência de roubo ou vandalismo, o prêmio pode refletir esses riscos. Em trajetos curtos ou utilização sazonal, algumas seguradoras podem ajustar o seguro para refletir o menor uso em determinadas épocas do ano. Em resumo, a FIPE oferece uma referência estável, mas o valor final do seguro depende de uma avaliação completa do risco pelo corretor.
Reflexões finais para quem negocia seguro da Hilux 1996
Para quem possui uma Hilux CD 4×2 2.4 Diesel de 1996, entender a relação entre o valor de mercado estimado pela FIPE e as características específicas do veículo ajuda a tomar decisões mais informadas no momento de contratar ou renovar o seguro. A combinação entre a robustez histórica da marca Toyota, a configuração de cabine dupla útil para trabalho e o estado de conservação do veículo influencia, sim, os números apresentados pela seguradora. Por isso, vale investir tempo na avaliação de condições, registro de manutenções e na escolha de coberturas que realmente protejam o uso cotidiano da Hilux.
Se você está buscando uma orientação prática para entender exatamente qual é a melhor forma de proteger o seu Toyota Hilux CD 4×2 2.4
