| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 60.293,00 |
| Jan/26 | R$ 60.064,00 |
| Dez/25 | R$ 60.179,00 |
| Nov/25 | R$ 60.271,00 |
| Out/25 | R$ 59.676,00 |
| Set/25 | R$ 58.506,00 |
| Ago/25 | R$ 58.630,00 |
| Jul/25 | R$ 58.724,00 |
| Jun/25 | R$ 58.144,00 |
| Mai/25 | R$ 57.569,00 |
| Abr/25 | R$ 57.665,00 |
| Mar/25 | R$ 57.095,00 |
Panorama da Tabela FIPE para a Hilux CD DLX 4×4 2.8 Diesel (1999)
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para avaliação de veículos usados, incluindo modelos robustos como a Toyota Hilux CD DLX 4×4 2.8 Diesel, ano de 1999. Este artigo tem como objetivo oferecer uma leitura educativa sobre como a FIPE classifica esse conjunto específico, quais são os aspectos técnicos que ajudam a entender seu comportamento no mercado de seguros e por que a marca Toyota, presente globalmente, confere uma percepção de valor estável para veículos com esse perfil. Importante destacar que, neste texto, não serão apresentados preços — os dados de preço costumam ser inseridos automaticamente no topo da publicação, conforme o fluxo da corretora de seguros. O foco aqui é a ficha técnica, o contexto da marca, o funcionamento da FIPE para seguros e os fatores que impactam o valor de reposição ao longo da vida útil do veículo.
Para profissionais de seguros, entender o que a FIPE captura sobre um utilitário 4×4 diesel tão clássico quanto a Hilux de 1999 é essencial. A Hilux, conhecida pela robustez, resistência a terrenos desafiadores e longa vida útil, costuma manter um equilíbrio entre custo de manutenção, disponibilidade de peças e desempenho em serviços de utilidade, como trabalho pesado, campo e atividades off-road. Quando se trata de uma picape de cabine simples ou estendida com tração 4×4, a FIPE diferencia entre configurações, estado de conservação, histórico de manutenção e quilometragem — fatores que, juntos, orientam a avaliação de seguro, o prêmio de cobertura e as condições contratuais de garantia educativa ao consumidor.

Ficha técnica resumida da Toyota Hilux CD DLX 4×4 2.8 Diesel (1999)
- Cilindrada e motor: diesel 2.8 L, 4 cilindros em linha, com injeção direta (configuração típica da linha da época para a Hilux brasileira)
- Transmissão e tração: transmissão manual de 5 marchas; sistema 4×4 com caixa de transferência e reduzida
- Dimensões e peso: comprimento aproximado em torno de 4,70 m; entre-eixos próximo de 2,80 m; peso próprio variando ao redor de 1.500 kg, com variações conforme configuração de cabine e opcionais
- Capacidade e desempenho: capacidade de carga útil próxima a 800–1.000 kg; tanque de combustível com capacidade suficiente para longas jornadas de trabalho; desempenho típico voltado para utilidade, durabilidade e resistência a terrenos desafiadores
Observação importante: embora a ficha técnica apresente valores aproximados, eles refletem as faixas usuais observadas para essa geração de Hilux no mercado brasileiro. Pequenas variações podem ocorrer conforme o lote de fabricação, opções de cabine (curta ou estendida) e o conjunto de equipamentos originais de cada veículo. A avaliação para seguros leva em conta, ainda, fatores como a condição mecânica, histórico de manutenção, número de proprietários e a quilometragem efetiva, que costumam ajustar o valor de referência utilizado pelas seguradoras na cotação de cobertura.
A marca Toyota: qualidade, durabilidade e presença global
A Toyota é uma das montadoras mais reconhecidas no mundo pela combinação de confiabilidade, durabilidade e valor de revenda. Fundada no Japão, a empresa construiu ao longo de décadas uma reputação sólida no segmento de utilitários leves e SUVs leves, com especial destaque para a linha Hilux. Em termos de engenharia, a Toyota tende a priorizar soluções que agem de forma eficiente no dia a dia do usuário: motores robustos, sistemas de transmissão que suportam trabalho pesado, e chassis que equilibram conforto com capacidade de carga. Esse compromisso com a qualidade é um dos pilares que afetam a percepção de valor da Hilux na FIPE. Além disso, a rede de assistência técnica, o suporte de peças originais e a disponibilidade de peças de reposição ao longo do tempo costumam contribuir para uma boa percepção de custo total de propriedade, o que, por consequência, influencia a avaliação de seguros e o valor de reposição referido pela FIPE.
Historicamente, a Hilux é associada a tarefas que exigem resposta confiável em condições adversas — estradas ruins, terrenos acidentados e uso contínuo em ambientes de trabalho. Esse perfil reforça a ideia de contínua utilidade e boa revenda entre públicos que valorizam durabilidade. Cada geração da Hilux trouxe atualizações de conforto, segurança e eficiência, o que, quando integrado à FIPE, resulta em faixas de avaliação sensíveis ao desgaste, às revisões em dia, à integridade da manutenção e ao estado estético de veículo com uso anterior. Assim, quem utiliza a Hilux CD DLX 4×4 2.8 Diesel de 1999 para atividades profissionais ou de lazer tem uma base de confiança que se traduz, também, em referências de seguros mais estáveis em alguns cenários, mantendo o diálogo entre custo de cobertura e proteção efetiva.
Como a FIPE é utilizada no seguro de veículos usados
A Tabela FIPE funciona como referência oficial para o valor de mercado de veículos usados no Brasil. No âmbito dos seguros automotivos, esse valor é utilizado de forma prática para orientar o cálculo do valor segurado (ou de reposição) e, por consequência, o prêmio de seguro. Em linhas gerais, as seguradoras utilizam o valor FIPE como referência básica para estabelecer o montante de indenização em caso de perda total ou para calibrar o valor de cobertura em casos de roubo, colisão e outros eventos cobertos pela apólice. O objetivo é alinhar o valor segurado com o preço de mercado, evitando distorções entre o que o cliente paga de prêmio e o que realmente é recuperável em caso de sinistro.
Além do valor de reposição, a FIPE também é consultada para ajustes de contratos de seguro de automóveis usados, especialmente quando o veículo passa por modificações ou alterações em seus componentes relevantes, como motor, câmbio, suspensão e itens de segurança. É comum que, para determinados casos, as seguradoras solicitem avaliações técnicas adicionais ou comprovantes de manutenção para confirmar a fidelidade da configuração apresentada pelo proprietário. Esse cuidado extra ajuda a manter a equidade entre as partes e a previsibilidade de custos ao longo do tempo de vigência da apólice.
Fatores que influenciam o valor FIPE da Hilux 1999 na prática de seguros
- Condição geral do veículo: estado da carroceria, ferrugem, pintura e renovação de componentes com impacto direto na atratividade de mercado.
- Quilometragem: veículos com quilometragem baixa tendem a ter valores FIPE mais altos em relação a unidades com uso intenso, desde que a manutenção tenha sido adequada.
- Histórico de manutenção: registros de revisões, troca de peças-chave e comprovantes de serviços ajudam a manter o valor de reposição mais robusto.
- Configuração e estado de itens de uso diário: itens como sistema de freios, suspensão, transmissão, sistema elétrico e componentes de proteção ao motorista podem influenciar o valor de mercado percebido pela FIPE.
Para quem contrata seguro, entender essas variáveis ajuda a evitar surpresas no momento de uma indenização. A Hilux CD DLX 4×4, pela sua natureza, costuma exigir atenção especial em itens de defesa e recuperação após sinistros, bem como na atualização de informações sobre estado de conservação. A FIPE reconhece que, apesar de uma mesma designação de modelo, as condições reais de uso variam amplamente conforme o histórico de manutenção, o tipo de uso (industrial, agrícola, recreativo) e o local de circulação. Por isso, a leitura precisa do relatório de veículos usados envolve não apenas números, mas uma leitura contextual sobre como aquele exemplar específico está inserido no ecossistema de seguros.
Impactos práticos para segurados e corretores
Para o cliente, compreender a influência da FIPE no seguro é essencial para planejar adequadamente o orçamento de proteção do veículo. Um valor FIPE mais alto tende, em geral, a traduzir-se em prêmios proporcionais mais robustos, pois a reposição tende a ser mais cara. Por outro lado, manter o veículo em bom estado, com histórico de manutenção transparente e quilometragem compatível com a idade, pode ajudar a assegurar valores de reposição mais competitivos. Corretores de seguros, por sua vez, utilizam a FIPE como base de negociação com as seguradoras, buscando acomodar as preferências do cliente sem perder a previsibilidade de custos e a viabilidade técnica da apólice.
Parâmetros adicionais que costumam influenciar a avaliação FIPE na Hilux 1999
Embora o conjunto de dados da FIPE seja padronizado, algumas particularidades podem impactar a leitura de valor na prática. A Hilux CD DLX 4×4 de 1999, por exemplo, pode apresentar variações com base em:
Estado de conservação geral, alterações não originais, histórico de sinistros, disponibilidade de peças de reposição originais e características regionais de mercado. A combinação desses elementos pode puxar o valor FIPE para cima ou para baixo dentro da faixa típica daquele ano-modelo. Em casos de veículos com histórico de uso comercial intenso, é comum observar ajustes na cobertura para considerar desgaste acelerado de componentes, o que pode, por sua vez, influenciar a política de prêmio.
Considerações finais sobre o caminho da FIPE e a proteção do seu veículo
Ao avaliar um veículo como a Hilux CD DLX 4×4 2.8 Diesel de 1999 pela lente da FIPE, é essencial equilibrar a leitura estatística com a compreensão prática de uso. A marca Toyota, associada a estabilidade e confiabilidade, facilita a percepção de valor para o comprador e para o segurado, especialmente quando o
