Valor FIPE Atual
R$ 149.549,00
↑ 1,2% vs mês anterior
FIPE: 002110-5
Ano: 2017-1
MêsPreço
Mar/26R$ 149.549,00
Fev/26R$ 147.773,00
Jan/26R$ 146.770,00
Dez/25R$ 147.097,00
Nov/25R$ 146.658,00
Out/25R$ 144.250,00
Set/25R$ 146.016,00
Ago/25R$ 146.985,00
Jul/25R$ 143.775,00
Jun/25R$ 144.498,00
Mai/25R$ 145.225,00
Abr/25R$ 145.929,00

Entenda a Tabela FIPE para a Toyota Hilux CD SR 4×2 2.7 16V/2.7 Flex Aut. 2017

A Tabela FIPE, mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), funciona como um referencial amplo para o valor de mercado de veí- culos usados no Brasil. Em seguros, financiamentos, recompra e até na hora de estipular o valor de indenização em caso de perda total, esse índice serve como ponto de partida para o que muitos chamam de “valor de referência” do automóvel. Quando o veículo é uma Toyota Hilux CD SR 4×2 2.7 16V/2.7 Flex Aut. 2017, esse referencial ganha contorno específico devido a características próprias da linha Hilux, do conjunto mecânico, do acabamento e da configuração cabine dupla (CD) — fatores que influenciam o comportamento do mercado, a disponibilidade de peças e a percepção de valor pelo consumidor e por seguradoras. Ao entender a aplicação da FIPE para esse modelo, você passa a ter uma base mais clara para discutir coberturas, franquias e faixas de indenização com a seguradora, especialmente quando o objetivo é alinhar o seguro ao valor de mercado praticado na data da avaliação.

Como funciona a Tabela FIPE na prática

A Tabela FIPE é atualizada periodicamente com dados de transações de veículos usados, levando em conta flutuações do mercado, disponibilidade de peças, custo de manutenção e popularidade de determinados modelos. Em termos práticos, as seguradoras costumam consultar o valor FIPE correspondente ao veículo e à versão específica — no nosso caso, a Hilux CD SR 4×2 2.7 16V/2.7 Flex Aut. 2017 — para estimar o valor segurável ou o valor a ser ressarcido em caso de sinistro. É comum observar que, entre diferentes versões da mesma geração, as variações de preço refletem diferenças de motorização, de transmissão, de configuração de cabine (dupla ou simples), de itens de segurança e de acabamento. Por isso, ao pensar no seguro, vale confirmar com a seguradora a que código FIPE o orçamento está vinculado, bem como quais itens de cobertura são considerados para aquela categoria de veículo.

Tabela FIPE Toyota Hilux CD SR 4×2 2.7 16V/2.7 Flex Aut. 2017

Para veículos que saem da linha de produção por alguns anos, o valor FIPE tende a mostrar uma tendência de queda gradual, já que o mercado de usados costuma priorizar modelos mais novos, com tecnologias atualizadas e menor histórico de manutenção. Porém, para veículos com boa reputação de confiabilidade e disponibilidade de peças, como a Hilux, a depreciação pode ser mais estável ao longo de certos ciclos de mercado. Em termos de seguro, isso se traduz em variações graduais no valor assegurado ao longo do tempo, o que impacta diretamente na estimativa de prêmio. Assim, entender o comportamento da FIPE ao longo do tempo pode ajudar o segurado a renegociar coberturas ou reajustes, especialmente quando a renovação de apólice se aproxima.

É importante destacar que a tabela FIPE não é o único fator para a definição de prêmio. A seguradora também considera critérios como: perfil de risco do motorista, histórico de sinistros, uso do veículo (residência, deslocamento para trabalho, atividades comerciais), local de circulação, opções de coberturas (roubo/furto, colisão, incêndio, terceiros) e o valor de reconstrução em caso de perda total. Ainda assim, o valor FIPE serve como referência sólida para que o proprietário tenha segurança de que o preço base não é inflacionado ou defasado, e que o seguro guarda uma coerência com o mercado de usados para esse modelo específico.

Ficha técnica do Toyota Hilux CD SR 4×2 2.7 16V/2.7 Flex Aut. 2017

Abaixo, apresentamos uma visão consolidada da ficha técnica para a configuração citada. Vale lembrar que pequenas variações podem existir entre unidades, dependendo do mercado e de eventuais atualizações de componentes. A ideia é oferecer um panorama técnico claro sobre o veículo, ajudando na compreensão do que a Tabela FIPE está refletindo para esse modelo específico.

  • Motorização: motor 2.7 litros 16V flex (capacidade de atuação com gasolina ou etanol), com configuração de quatro cilindros em linha e tecnologia de duplo overhead cam (DOHC).
  • Transmissão: automática de 6 velocidades, com opções de trocas manuais via modo sequencial em alguns mercados, proporcionando conforto de uso urbano e boa resposta em rodovias.
  • Tração e cabine: tração 4×2, cabine dupla (CD) com acabamento SR, oferecendo espaço para passageiros e malotes, aliado a uma configuração comum de suspensões e conforto a bordo.
  • Capacidade: payload (carga útil) compatível com uso misto de trabalho e uso familiar, tanque de combustível com capacidade em torno de 70–80 litros, e dimensões externas típicas de uma pickup de cabine dupla, com entre-eixos que favorece estabilidade e espaço interno.

É relevante observar que, apesar de o conjunto de especificações parecer compacto, o conjunto mecânico da Hilux nessa configuração foi projetado para oferecer robustez, resistência a condições de trabalho pesado e boa durabilidade em diferentes tipos de terreno. Esses atributos costumam ser valorizados por seguradoras na avaliação de risco e, por consequência, na determinação de coberturas e percentuais de franquia. Para o comprador ou proprietário que utiliza a Hilux como veículo principal para deslocamento diário, serviços e atividades de campo, a percepção de confiabilidade transmite segurança adicional tanto na condução quanto na proteção de patrimônio que envolve o seguro automotivo.

Sobre a marca Toyota

A Toyota é uma das marcas mais reconhecidas globalmente pela confiabilidade, durabilidade e eficiência de seus veículos. Fundada em 1937, a Toyota cresceu para se tornar uma referência em qualidade de engenharia, com uma rede de produção e distribuição presente em diversos continentes. A Hilux, desde a sua origem, carrega o atributo de picape robusta, criada para equilibrar uso profissional e diário, com foco em resistência a cargas, desempenho em terrenos desafiadores e valor de revenda ao longo do tempo. Ao longo das décadas, a marca também investiu fortemente em tecnologia de propulsão mais eficiente, sistemas de segurança ativos e passivos, bem como em soluções de conectividade para atender às necessidades de motoristas modernos. No Brasil, a presença da Toyota é marcada pela confiabilidade percebida, pela disponibilidade de serviço de assistência técnica e por uma rede de peças que facilita a manutenção de modelos como a Hilux, o que, por sua vez, impacta positivamente na avaliação de seguros e na depreciação do veículo ao longo dos anos.

Esse cenário de marca reforça uma percepção de valor estável entre proprietários e seguradoras, especialmente para modelos que combinam capacidade de trabalho com conforto de uso. Quando a Hilux CD SR 4×2 aparece na Tabela FIPE, a referência de mercado tende a refletir não apenas o preço de compra, mas também a previsibilidade de custos de manutenção e disponibilidade de peças originais, fatores importantes no cálculo de prêmios e de depreciação indenizável em eventuais sinistros. Por isso, entender a relação entre a reputação da marca, as características da linha Hilux e os dados da FIPE ajuda o consumidor a planejar melhor as necessidades de proteção veicular, equilibrando cobertura, custo e tranquilidade.

A relação prática entre FIPE e o seguro da Hilux

Quando o assunto é seguro, a Tabela FIPE serve como referência para a definição do que normalmente se chama valor de mercado do veículo. Esse valor é utilizado em diferentes cenários no seguro automotivo: indenização em caso de perda total, reposição de peças originais em casos de danos, e até no cálculo de determinadas coberturas parciais. No caso da Toyota Hilux CD SR 4×2 2.7 16V/2.7 Flex Aut. 2017, aweza de a FIPE inclui fatores específicos da categoria cabina dupla, da configuração SR e da motorização 2.7, o que reforça a necessidade de manter o histórico de manutenção em dia, bem como de armazenar documentos que comprovem as condições do veículo ao longo do tempo. Quanto mais alinhado o valor de referência com o valor efetivo de mercado da sua unidade, menor a probabilidade de haver divergências entre o valor segurado e o valor de reposição, algo que pode impactar diretamente na satisfação com a cobertura caso haja sinistro.

Para o proprietário, isso significa que, ao renovar a apólice ou ao fazer um orçamento, é essencial indicar precisamente a versão do veículo (CD SR 4×2 2.7 16V/2.7Flex Aut. 2017) e a situação atual do carro na FIPE, para que o seguro possa refletir com fidelidade o valor de mercado. Em muitos casos, pequenas variações na descrição criada pelo consultor de seguros podem levar a diferenças no prêmio final. Portanto, manter a documentação em dia, registrar modificações relevantes (quando autorizadas) e confirmar sempre a combinação exata de motor, carroceria, transmissão e itens de acabamento ajuda a evitar surpresas na hora de acionar a apólice. Afinal, o objetivo de um seguro não é apenas cobrir um acidente, mas também oferecer tranquilidade com base no valor real do seu veículo no momento da contratação e ao longo da vigência do contrato.

Cuidados práticos ao lidar com a Tabela FIPE e a Hilux

Alguns aspectos merecem atenção especial para quem possui uma Toyota Hilux CD SR 4×2 2.7 16V/2.7 Flex Aut. 2017 e quer conduzir a apólice com mais assertividade. Primeiro, verifique o código FIPE atribuído pela seguradora à versão exata do veículo. Pequenas diferenças de nomenclatura podem gerar divergências no valor de referência utilizado para cobertura. Em segundo lugar, mantenha atualizadas as informações sobre o uso do veículo, o que pode influenciar o risco associado (por exemplo, usosetor, viagens mais longas, maior frequência de trajeto urbano, ou deslocamentos para atividades de trabalho com carga leve). Terceiro, controle a condição de conservação do carro. A Hilux é um veículo que, a depender do uso, pode acumular desgaste em itens como mecânica, suspensão e carroceria; manter um histórico de manutenção com notas e recibos facilita a avaliação pela seguradora. Por fim, avalie a necessidade de coberturas adicionais, como proteção a terceiros, acidente com carretas, roubo/furto e danos a acessórios originais. Tudo isso pode influenciar o custo da apólice, mas, ao final, a proteção adequada para o seu perfil costuma trazer mais tranquilidade no dia a dia.

Em resumo, a Tabela FIPE para a Toyota Hilux CD SR 4×2 2.7 16V/2.7 Flex Aut. 2017 funciona como referência de valor de mercado que guiará as negociações com seguradoras, ajudando a manter o alinhamento entre o valor do veículo e a cobertura contratada. Ao considerar o uso da FIPE como base, é possível obter uma apólice mais precisa, que respeita o valor real do veículo ao longo do tempo, respeitando as necessidades de proteção de quem depende da Hilux para trabalho e uso pessoal.

Se você está buscando uma forma de garantir uma proteção sob medida para a sua Hilux, com cobertura adequada ao valor de mercado atual, uma opção discreta e eficiente é obter uma cotação com a GT Seguros. Eles trabalham com visão educativa sobre os diferentes cenários de seguro e podem orientar você na escolha da cobertura mais adequada, com foco na relação custo/benefício e no alinhamento ao valor da Tabela FIPE para a configuração específica da sua caminhonete.

Resumo: a Tabela FIPE para a Toyota Hilux CD SR 4×2 2.7 16V/2.7 Flex Aut. 2017 é um ponto de referência essencial que facilita a negociação de seguros, avaliações de valor e tomadas de decisão conscientes. Ao entender como esse índice se relaciona com a ficha técnica, a reputação da marca e as necessidades do dia a dia, você tem condições de escolher coberturas mais adequadas sem perder de vista o custo efetivo da proteção. Com a Hilux, a robustez e o legado da marca ajudam a compor um cenário de seguro estável, no qual o valor de mercado e a qualidade da proteção caminham juntos.

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