Valor FIPE Atual
R$ 78.435,00
↓ 1,8% vs mês anterior
FIPE: 002104-0
Ano: 2009-1
MêsPreço
Mar/26R$ 78.435,00
Fev/26R$ 79.895,00
Jan/26R$ 80.149,00
Dez/25R$ 80.521,00
Nov/25R$ 79.788,00
Out/25R$ 79.298,00
Set/25R$ 79.189,00
Ago/25R$ 78.214,00
Jul/25R$ 78.908,00
Jun/25R$ 79.268,00
Mai/25R$ 79.753,00
Abr/25R$ 78.251,00

Guia detalhado sobre a Tabela FIPE para a Toyota Hilux CD SR 4×2 2.7 16V/2.7 Flex Mec. 2009

A Tabela FIPE é um referencial de mercado amplamente utilizado por seguradoras, avaliadores e compradores para estimar o valor de veículos usados. No universo da proteção veicular, entender como esse índice funciona ajuda a esclarecer como são calculados os valores de cobertura, as opções de seguro e as diversas circunstâncias que influenciam o prêmio. Quando o assunto é a Toyota Hilux CD SR 4×2 2.7 16V/2.7 Flex Mec. 2009, o público que frequentemente consulta corretores de seguros encontra particularidades que dialogam com a história do veículo, a reputação da marca e o uso típico desse modelo no dia a dia — seja como veículo de uso particular, seja como ferramenta de trabalho leve.

> Este texto aborda especificamente o tema exato da Tabela FIPE para a Toyota Hilux CD SR 4×2 2.7 16V/2.7 Flex Mec. 2009, trazendo informações estruturadas sobre a ficha técnica, o papel da marca, o que a FIPE representa para o seguro e dicas práticas para quem está buscando proteção veicular adequada. Importa lembrar que o objetivo não é apresentar preços, valores ou cotações, já que esses dados costumam ser inseridos automaticamente no topo do post pela plataforma, conforme combinado com a corretora. A seguir, você encontrará uma visão educativa e informativa, com foco em compreensão e planejamento de seguro, mantendo o tom profissional de um blog de corretora.

Tabela FIPE Toyota Hilux CD SR 4×2 2.7 16V/2.7 Flex Mec. 2009

Ficha técnica resumida da Hilux CD SR 4×2 2.7 16V/2.7 Flex Mec. 2009

  • Motor, transmissão e tração: motor 2.7L 16V (opção flex disponível), câmbio manual de 5 velocidades, tração 4×2.
  • Carroceria e cabine: cabine dupla com caçamba (layout típico da versão SR, adaptado para uso misto de trabalho e passeio).
  • Dimensões e espaço: comprimento aproximado de 4,75 metros; entre-eixos cerca de 2,75 metros; largura em torno de 1,78 metros.
  • Capacidade e tanque: tanque de combustível com capacidade típica entre 70 e 80 litros; carga útil comum na faixa de uso da cabine dupla fica em torno de 650 kg, dependendo da configuração e dos equipamentos adicionais.

Observação: os valores acima correspondem a referências típicas para a configuração citada (2009, CD SR, 4×2, 2.7 16V/2.7 Flex Mec). Variações de turbo, pacote de opcionais, peso de equipamentos adicionais e ajustes regionais podem alterar as especificações exatas. Em qualquer caso, a ficha técnica funciona como norte para a seguradora estimar o valor de cobertura, a depender da configuração específica do veículo e do histórico do proprietário.

Sobre a marca Toyota

A Toyota é reconhecida mundialmente pela combinação entre qualidade de engenharia, confiabilidade e valor de revenda estável ao longo do tempo. No segmento de picapes médias no Brasil, a Hilux ocupa posição de destaque por sua robustez, resistência a condições variadas de uso e facilidade de manutenção — características que costumam se traduzir em menor incidência de sinistros graves quando comparadas a alguns concorrentes, em particular em aplicações que exigem durabilidade em trajetos urbanos mistos com trechos de maior intensidade de uso. A história da marca no mundo inteiro está associada ao conceito de “construção durável”, o que influencia positivamente a percepção de valor de revenda. O respeito à qualidade, aliados a um ecossistema de peças de reposição amplamente disponível, facilita as negociações em seguros de carro usados, incluindo modelos da linha Hilux com mais de uma década de vida, como a unidade citada.

Além disso, a Toyota, ao longo dos anos, tem investido em segurança, conforto e eficiência de seus modelos, o que mobiliza fabricantes de seguro a reavaliar periodicidade de coberturas, avaliações de risco e opções de proteção. O resultado é um cenário em que corretores de seguros costumam orientar clientes sobre como equilibrar custo de prêmio e coberturas necessárias, aproveitando-se de fatores de confiabilidade do veículo, histórico de manutenção e tipo de uso (padrão urbano, estrada, trabalho leve ou frota). Para proprietários de Hilux 2009, isso se traduz na importância de manter documentos, manutenções em dia e um perfil de uso claro, para que a apólice reflita o valor real do bem ao longo do tempo, sem exageros ou subestimativas que comprometam a proteção em caso de sinistro.

A Tabela FIPE e o seguro: como esse parâmetro é utilizado

A Tabela FIPE representa um banco de dados consolidado que registra valores médios de venda de veículos usados no mercado brasileiro, com atualização mensal. Em seguros, esse índice serve de referência para estabelecer o valor de referência do veículo segurado, o que influencia diretamente a base de cálculo de coberturas como dano total, indenização em caso de roubo/furto e limites de cobertura de terceiros. No entanto, é importante entender alguns pontos-chave sobre o uso da FIPE em apólices de seguro:

1) Valor de referência versus preço de aquisição. O valor FIPE não é a etiqueta de venda nem o preço de compra do veículo. Ele funciona como uma referência de mercado, levando em conta a desvalorização típica ao longo do tempo, a condição do carro, a quilometragem e a região onde ele circula. A seguradora usa essa referência para definir o capital segurado, que precisa refletir, ao menos aproximadamente, o valor de reposição ou de indenização em caso de sinistro.

2) Impacto no prêmio. O capital segurado é um dos principais componentes que influenciam o valor do prêmio. Quando o FIPE aponta um valor de referência mais elevado, o custo do seguro tende a aumentar, porque a indenização máxima possível também pode ser maior. Por outro lado, valores de referência mais baixos costumam reduzir o prêmio, desde que estejam alinhados à realidade de uso e conservação do veículo. Por isso, é essencial manter a ficha técnica atualizada e informar a seguradora sobre eventuais modificações no veículo (alterações na motorização, acessórios, caçamba, pneus, entre outros) que possam alterar o valor de reposição.

3) Coberturas adicionais. Além da cobertura básica contra colisões e roubo/furto, muitas apólices oferecem opções de proteção a partir de limites de danos a terceiros, incêndio, eletroeletrônicos, pane seca, e até substituição em caso de perda total. Em veículos com boa reputação de confiabilidade, como a Hilux, é comum que o estudo de risco leve em conta a possibilidade de recuperação de peças originais e a disponibilidade de assistência técnica, o que pode influenciar a aceitação de coberturas específicas e o custo de determinadas coberturas adicionais.

4) Verificação periódica. Como o valor FIPE é atualizado mensalmente, é recomendável revisar o capital segurado ao renovar a apólice. Um ajuste pontual pode evitar tanto a subproteção, que deixa o segurado descoberto em sinistros, quanto o pagamento de prêmios desnecessários por valores acima do real valor de reposição.

Para quem possui a Toyota Hilux CD SR 4×2 2.7 16V/2.7 Flex Mec. 2009, compreender esse relacionamento entre FIPE e seguro é essencial para tomar decisões mais informadas. Um corretor experiente vai cruzar o valor de referência com o estado de conservação do veículo, a quilometragem, o histórico de manutenções e o perfil de uso para orientar sobre o capital segurado ideal, bem como sobre coberturas que façam sentido para o tipo de veículo que é a Hilux — especialmente se ela for utilizada de maneira frequente em trajetos com maior demanda de robustez e confiabilidade.

Notas práticas para quem tem uma Hilux 2009 e busca proteção adequada

Ao planejar ou renovar o seguro de uma Hilux 2009, alguns aspectos práticos costumam fazer diferença entre uma apólice que oferece proteção adequada e outra que deixa lacunas. A seguir, apresento considerações úteis para orientar a decisão, mantendo o foco no tema exato da Tabela FIPE e na aplicação desse índice na cobertura de um veículo dessa configuração:

1) Documentação em dia. Tenha em mãos todos os documentos do veículo, comprovante de propriedade e histórico de manutenção. O registro de revisões e consertos pode influenciar a aceitação de determinadas coberturas, principalmente no que diz respeito a danos a itens mecânicos sensíveis e a componentes originais. A transparência ao corretor facilita a definição do capital segurado compatível com o valor de reposição e o estado real do veículo.

2) Registros de sinistros e histórico de uso. Se o veículo já esteve envolvido em acidentes, mesmo que recuperado, ou se houve substituição de componentes, comunique ao corretor. Isso ajuda na avaliação de risco e evita surpresas na indenização. Veículos com histórico limpo costumam ter condições mais favoráveis de prêmio, desde que o restante das condições de uso seja compatível com a proteção desejada.

3) Acessórios e modificações. A Hilux, por ser uma plataforma robusta, costuma receber acessórios que podem impactar o valor de reposição. Lista de itens como capotas, proteções, faróis auxiliares, trilhos de caçamba e rodas especiais devem ser comunicados ao corretor, para que o valor de referência da FIPE reflita essas alterações. Peças originais tendem a facilitar a reposição e manter o valor de indenização mais próximo do esperado, enquanto acessórios after-market podem exigir avaliação específica, dependendo da política da seguradora.

Guia detalhado sobre a Tabela FIPE para a Toyota Hilux CD SR 4×2 2.7 16V/2.7 Flex Mec. 2009