| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 108.722,00 |
| Fev/26 | R$ 111.750,00 |
| Jan/26 | R$ 112.719,00 |
| Dez/25 | R$ 112.404,00 |
| Nov/25 | R$ 110.488,00 |
| Out/25 | R$ 113.390,00 |
| Set/25 | R$ 111.043,00 |
| Ago/25 | R$ 112.469,00 |
| Jul/25 | R$ 111.960,00 |
| Jun/25 | R$ 110.706,00 |
| Mai/25 | R$ 110.625,00 |
| Abr/25 | R$ 107.502,00 |
Panorama da Tabela FIPE para a Hilux CD SRV 4×4 2.7 Flex 16V Aut. 2012 e a sua ficha técnica
Entendendo a Tabela FIPE e a relevância para seguros
A Tabela FIPE é amplamente utilizada como referência de valor de mercado de veículos usados no Brasil. Ela reúne dados que ajudam seguradoras, concessionárias e compradores a entenderem, de forma padronizada, a valorização de diferentes modelos ao longo do tempo. No contexto de seguros, o valor de referência da FIPE é comumente utilizado como base para cálculos de indenização em caso de perda total, roubo, incêndio ou danos de terceiros.
Para quem negocia o seguro de uma Toyota Hilux CD SRV 4×4 2.7 Flex 16V Aut. 2012, a FIPE serve como um norte técnico para estimar o valor segurável do veículo e, consequentemente, o peso da cobertura. Vale destacar que o valor FIPE não é necessariamente o preço de venda ou o custo de aquisição atual; ele é um parâmetro de referência que observa o mercado médio, levando em conta fatores como ano, versão, configurações de motor e itens de série. Por isso, ao solicitar uma cotação, é comum que a seguradora alinhe o valor segurado com a FIPE, ao mesmo tempo que considera o estado do veículo, a utilização (residencial, profissional, aluguel, frota) e o histórico do motorista.

Para quem administra riesgo e planejamento financeiro, entender a relação entre FIPE e apólice de seguro ajuda a evitar subseguro (quando o valor segurado é muito baixo) ou superseguro (quando o valor é desnecessariamente superior). No caso da Hilux 2012, que já carrega robustez, tradição de uso em trabalhos pesados e boa reputação em confiabilidade, a tabela FIPE tende a refletir um equilíbrio que favorece seguradoras e proprietários que buscam proteção adequada sem exageros de custo de prêmio.
Ficha Técnica da Toyota Hilux CD SRV 4×4 2.7 Flex 16V Aut. 2012
A Hilux nesta configuração representa uma combinação entre performance, utilidade e capacidade off-road típica da linha Toyota. Abaixo estão os elementos centrais da ficha técnica para essa versão, com foco na CD SRV 4×4 2.7 flex 16V com câmbio automático, do ano 2012:
- Motor e alimentação: 2.7 litros, quatro cilindros em linha, flex (gasolina e etanol); configuração 16V.
- Potência: em torno de 160 a 163 cv (gasolina) para a faixa de rpm próxima de 5.000 a 5.200 rpm, dependendo da calibração de fábrica.
- Torque: aproximadamente 24 kgf.m (cerca de 240 Nm) em faixa de rpm compatível com uso diário e off-road leve a moderado.
- Transmissão e tração: automática de 4 velocidades; tração 4×4 com opção de reduzida, adequada para terrenos variados, incluindo lama, barro e estradas não pavimentadas.
Observação: a Hilux CD SRV 4×4 2.7 Flex 16V Aut. 2012 é uma configuração de cabine dupla, voltada tanto para uso corporativo quanto para famílias que demandam espaço e robustez. O conjunto mecânico 2.7 flex é conhecido pela entrega estável de torque em diferentes regimes, o que facilita tanto o trânsito urbano quanto a condução em trilhas leves. O câmbio automático oferece conforto adicional em percursos mistos, especialmente em áreas com paradas frequentes, como em atividades de serviço e transporte de equipamentos.
A marca Toyota: confiabilidade, rede de assistência e valor de uso
A Toyota é reconhecida globalmente pela confiabilidade e pela durabilidade de seus veículos. No Brasil, a Hilux tornou-se sinônimo de desempenho sólido em uso utilitário e, ao mesmo tempo, oferece reservatório de itens de conforto que agradam ao usuário particular. A marca investe robustamente em rede de concessionárias, peças originais e treinamento técnico, o que reduz a indisponibilidade de peças e facilita manutenções preventivas. Esse ecossistema ajuda a manter a Hilux, mesmo com idade avançando, em operação estável e com boa resiliência no valor de revenda. Em termos de seguro, essa percepção de marca e a reputação de confiabilidade costumam influenciar positivamente as apólices, com impactos indiretos em fatores de risco avaliados pela seguradora, como necessidade de trocas frequentes de peças ou custos de reparo.
Outro aspecto relevante é a versatilidade da Hilux para diferentes usos. Em versões 4×4 com cabine dupla, há demanda tanto para uso profissional (transporte de ferramentas, deslocamento em locais de obra ou campo) quanto para uso familiar de fim de semana. Esse mix de usos pode impactar, na prática, a forma como a seguradora avalia o risco agregado, já que o veículo tende a ficar exposto a situações diversas, desde engates de reboque até deslocamentos em vias rurais. Por isso, entender o posicionamento da Toyota no mercado ajuda o corretor a orientar o cliente sobre a escolha de coberturas adicionais, como proteção contra roubo, assistência 24h, carro reserva, entre outras, sempre alinhadas ao valor FIPE da versão em questão.
Como a FIPE influencia a apólice de seguro deste modelo
Ao compor uma cotação para a Hilux CD SRV 4×4 2.7 Flex 16V Aut. 2012, as seguradoras costumam usar a FIPE como referência para determinar o valor segurável. Esse valor, por sua vez, serve para calcular o prêmio da apólice, cotas de depreciação, indenização em caso de sinistro e limites de cobertura. O objetivo é equilibrar a proteção oferecida com a realidade de mercado, levando em conta que a Hilux 4×4 pode ter componentes específicos de maior custo, como o sistema de tração, a suspensão reforçada e itens de utilidade da cabine dupla. Em termos práticos, isso significa que a FIPE funciona como uma linha de base que evita tanto a subproteção quanto o superseguro, promovendo uma cobertura que reflita o valor de mercado do carro na versão 2012, com o estado típico de uso daquele tempo.
Além disso, a FIPE não é estática. Ela é atualizada periodicamente para refletir variações de mercado, quedas de preço, picos de demanda e mudanças de configuração de modelos. Em termos de seguro, isso implica que, ao longo de sua vigência, a apólice pode exigir reajustes vinculados à FIPE para manter a cobertura adequada ao valor do veículo. Por isso, manter a avaliação atualizada do veículo, especialmente após manutenção significativa ou alterações de equipamentos, é uma prática recomendada para quem busca manter o seguro alinhado com o valor de mercado referenciado pela FIPE.
Fatores que afetam o valor segurado e o custo do seguro
Alguns aspectos práticos influenciam o valor segurado e, consequentemente, o custo da apólice para a Hilux 2012 neste formato. Abaixo seguem quatro fatores que costumam pesar na avaliação de risco pelas seguradoras:
- Uso do veículo: se o veículo é empregado para atividades profissionais, transporte de cargas ou aluguel, o risco agregado pode aumentar, levando a uma cobertura com limites diferenciados e, às vezes, a prêmios mais elevados.
- Perfil do motorista: idade, tempo de habilitação e histórico de sinistros impactam a percepção de risco pela seguradora e podem influenciar o custo da apólice.
- Condição de conservação: danos estruturais não reparados, alterações não originais ou aftermarket que não estejam comprovadas podem alterar o valor segurável conforme a FIPE e exigem ajustes na apólice.
- Sistema de segurança e garagem: dispositivos de proteção (alarme, imobilizador, rastreador) e o tipo de garagem (garagem coberta ou não) costumam influenciar o prêmio, pois reduzem a probabilidade de furto ou dano.
Dicas para otimizar a apólice sem perder a proteção
Para quem busca equilíbrio entre proteção adequada e custo de prêmio, algumas estratégias costumam funcionar bem na prática. Aqui vão sugestões que costumam ser úteis na hora de configurar a cobertura da Hilux 2012, sempre lembrando de alinhar com as opções oferecidas pela GT Seguros ou pela sua corretora de confiança:
- Configure limitadores de cobertura compatíveis com a FIPE: mantenha o valor segurado próximo ao valor de referência sem exceder o necessário para evitar prêmio elevado.
- Considere acrescentar itens de proteção: alarme, rastreador, imobilizador e assistência 24h podem reduzir o risco de perda total e facilitar a negociação de prêmios com desconto por segurança.
- Escolha coberturas com bom equilíbrio entre responsabilidade civil, colisão e I.A. (indenização a terceiros, acidentes com desconhecidos, etc.): avalie as necessidades reais de uso e o orçamento.
- Faça manutenção preventiva e registre as trocas de peças originais: estoques de peças, histórico de revisões e qualidade de reparos ajudam a preservar o valor FIPE do veículo.
Conclusão e próximos passos
Para quem considera adquirir ou manter uma Toyota Hilux CD SRV 4×4 2.7 Flex 16V Aut. 2012, entender o papel da Tabela FIPE e a ficha técnica do veículo é fundamental para orientar decisões de seguro com segurança. A FIPE oferece uma referência estável que facilita a comparação entre propostas, permitindo que o proprietário faça escolhas mais conscientes sobre coberturas, limites e serviços adicionais. Além disso, a reputação da Toyota no que diz respeito à robustez, à disponibilidade de peças e à rede de assistência reforça a confiança de que propostas de seguro podem ser bem ajustadas para esse tipo de veículo, mesmo com a idade avançando e com o uso variado que muitas Hilux passam a ter ao longo dos anos.
Se você busca mais clareza sobre as opções de cobertura, limites e ajustes com base na Tabela FIPE para esse modelo específico, a GT Seguros está pronta para orientar. Para conhecer opções de cobertura com base na Tabela FIPE deste modelo, faça uma cotação com a GT Seguros.
