| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 98.491,00 |
| Dez/25 | R$ 99.130,00 |
| Nov/25 | R$ 99.743,00 |
| Out/25 | R$ 100.269,00 |
| Set/25 | R$ 100.773,00 |
| Ago/25 | R$ 101.280,00 |
| Jul/25 | R$ 98.239,00 |
| Jun/25 | R$ 98.733,00 |
| Mai/25 | R$ 96.491,00 |
| Abr/25 | R$ 99.991,00 |
| Mar/25 | R$ 100.660,00 |
| Fev/25 | R$ 100.991,00 |
Entenda como a Tabela FIPE influencia a avaliação do Toyota Hilux CD SRV D4-D 4×2 3.0 163cv Diesel 2009 para seguros
A Tabela FIPE é uma referência indispensável no mercado automotivo brasileiro para avaliar o valor de veículos usados. Quando o tema é seguro, esse referencial não serve apenas para embasar o prêmio, mas também para orientar coberturas, indenizações e reconhecimentos de perdas. No caso do Toyota Hilux CD SRV D4-D 4×2, ano 2009, dotado do motor 3.0 turbodiesel D-4D com potência anunciada de 163 cv, a leitura da tabela ajuda tanto o segurado quanto a corretora a alinhar expectativas sobre o custo de uma proteção adequada, bem como a compreender os impactos de eventuais sinistros ou depreciação ao longo do tempo. A relação entre o valor FIPE e o seguro não é automática, mas serve como base sólida para decisões mais seguras e bem fundamentadas.
Ficha Técnica do Toyota Hilux CD SRV D4-D 4×2 (2009)
O Toyota Hilux é reconhecido pela robustez e pela versatilidade, características que, em versões como a CD SRV D4-D 4×2 de 2009, se traduzem em uma pick-up com foco tanto em uso profissional quanto em uso familiar. Abaixo estão os aspectos técnicos mais relevantes para entender a base de avaliação e a performance do veículo no dia a dia, sobretudo no contexto de seguro.

- Motor e desempenho: motor 3.0 D-4D turbodiesel, quatro cilindros em linha, com potência declarada de 163 cv. Potência e torque são fatores que influenciam o desempenho em aclives, transporte de carga e retomadas em estrada.
- Transmissão e tração: câmbio manual de 5 marchas; tração 4×2, com boa capacidade de atuação em ambientes urbanos e estradas pavimentadas, característica típica de versões 4×2 destinadas a uso rodoviário.
- Carroceria e cabine: cabine dupla (CD) na configuração SRV, com espaço para ocupantes e espaço de carga moderado, adequada para trabalho diário e deslocamentos com fácil acomodação de passageiros.
- Dimensões e capacidade: veículo equilibrado entre porte externo e manobrabilidade, com autonomia suficiente para trajetos mistos entre cidade e estrada. A caçamba oferece utilidade para transporte de cargas leves a moderadas, mantendo a flexibilidade necessária aos usuários.
A marca Toyota: tradição, inovação e confiabilidade
A Toyota conquistou ao longo de décadas uma reputação sólida pela qualidade de fabricação, durabilidade e confiabilidade de seus veículos. A Hilux, irmã de trabalho da linha, é particularmente reconhecida por suportar condições desafiadoras sem abrir mão do conforto e da segurança. Por que isso importa para o seguro? Em primeiro lugar, a percepção de risco associada a um veículo com histórico de robustez tende a influenciar positivamente a confiança das seguradoras, especialmente quando o modelo tem manutenção regular e peças de reposição disponíveis. Em segundo lugar, a rede de assistência técnica da Toyota, aliada a componentes de origem, costuma reduzir o tempo de reparo, o que pode impactar a experiência de sinistro e a resposta da seguradora em pedidos de indenização ou de crédito para reparo.
O portfólio da marca reforça valores que ajudam no processo de proteção: engenharia focada em durabilidade, uso eficiente de materiais e uma linha de motores que, em variantes como o 3.0 D-4D, procura equilibrar desempenho com consumo. Mesmo em anos anteriores, a Hilux manteve uma identidade de veículo robusto, capaz de enfrentar trechos ruins, vias de terra e serviços comerciais. Essa percepção de resistência, somada à disponibilidade de peças e à rede de assistência, influencia não apenas a experiência do proprietário, mas também o termos de cobertura e as condições de indenização discutidas com a corretora. Além disso, a Toyota tem histórico de atualizações de segurança e de conforto em gerações subsequentes, o que acrescenta valor de reposição para modelos usados, ainda que tal valor seja balizado pela FIPE na avaliação do veículo em seguro.
Quando se pensa em contratar seguro para um Hilux 2009, é útil lembrar que a marca não apenas representa uma reputação, mas também um ecossistema de serviços: inspeções regulares, histórico de manutenção acessível, disponibilidade de peças originais e uma rede de assistência que costuma facilitar a gestão de sinistros. Esses elementos ajudam a moldar o prêmio de forma mais estável ao longo do tempo, evitando picos significativos em decorrência de indisponibilidade de peças ou de reparos demorados. Em termos práticos, isso significa que, para proprietários deste modelo, manter o veículo com manutenção em dia, com comprovantes, pode favorecer condições mais competitivas de seguro e acelerar o processo de sinistro caso algo ocorra.
Por que a Tabela FIPE é relevante para o seguro do Hilux 2009
A Tabela FIPE serve como referência de valor de mercado para veículos usados no Brasil. Para o seguro, esse parâmetro ajuda a estabelecer o montante de cobertura adequado, o que impacta diretamente na indenização em caso de perda total ou de danos graves. Em termos simples, quanto maior o valor FIPE do veículo, maior tende a ser o custo da proteção (quando se opta por coberturas completas) e, ao mesmo tempo, maior pode ser o aluguel de peças de reposição ou o valor da franquia, dependendo das regras da seguradora. Em veículos como o Hilux CD SRV D4-D 4×2 2009, a FIPE costuma refletir não apenas o preço de reposição de um exemplar em condição aceitável, mas também o estado de conservação, o histórico de uso e a disponibilidade de peças originais para aquela geração específica.
Além disso, a FIPE também é um referencial de depreciação que auxilia na decisão sobre coberturas adicionais, como proteção contra roubo, incêndio, colisão, vidro e itens internos, bem como na avaliação de indenizações em caso de sinistro. Embora cada seguradora tenha suas próprias políticas de prêmios, bônus ou descontos, a referência FIPE oferece uma base comum para comparação entre propostas e para entender de forma clara como o valor do veículo influencia o custo global da proteção. Por fim, é importante notar que, em certos cenários, o valor de mercado efetivo pode divergir do FIPE, especialmente se o veículo apresentar condições especiais, personalizações ou histórico de manutenção excepcional. Nesses casos, a avaliação da seguradora pode considerar avaliações independentes para ajuste de cobertura.
Dicas úteis ao contratar seguro para o Hilux CD SRV D4-D 4×2 (2009)
Ao pensar em proteção para este modelo específico, algumas estratégias ajudam a obter uma apólice mais adequada sem surpresas no momento de acionar o seguro. Abaixo estão quatro orientações diretas, fáceis de aplicar no dia a dia.
- Informe exatamente a versão: ao buscar a cotação, mencione o conjunto completo “Hilux CD SRV D4-D 4×2, 3.0, 163 cv, Diesel, ano 2009” para evitar ambiguidades que possam impactar o valor da cobertura.
- Documentação de manutenção: mantenha em dia as revisões e guarde notas fiscais ou comprovantes de serviços, especialmente de itens críticos (troca de peças de motor, sistema de freios, suspensão e componentes de segurança). Isso pode facilitar a comprovação de bom estado e favorecer condições de prêmio mais estáveis.
- Escolha coberturas condizentes com o uso: para Hilux utilizados em trabalho ou transporte de carga, considere coberturas que incluam danos a terceiros, incêndio, roubo, colisão e granizo, além de assistência 24h. Avalie a necessidade de cobertura para acessórios originais e itens de cabine que possam ter valor relevante na indenização.
- Franquias e valor de reconstrução: ajuste as franquias de acordo com o seu perfil de uso e com a tapabilidade financeira. Franquias mais altas costumam reduzir o prêmio, mas é essencial que o valor de reconstrução e o custo de reparo façam sentido para seus objetivos de proteção a longo prazo.
Outra consideração relevante é refletir sobre o perfil de uso do veículo. Hilux com cabine dupla é frequentemente utilizado tanto para deslocamentos familiares quanto para atividades profissionais que demandam transporte de ferramentas, equipamentos ou mercadorias. Esse cômputo multifuncional pode influenciar a escolha de coberturas específicas, como proteção a danos a equipamentos de trabalho ou a acessórios instalados no veículo. Conversar com uma corretora capacitada, que compreenda as particularidades do uso da Hilux, facilita a personalização da apólice, evitando lacunas de cobertura ou sobrecusto desnecessário.
Ao comparar propostas, lembre-se de que nem todo valor informado pela FIPE se traduz diretamente no prêmio de seguro. A seguradora leva em conta fatores adicionais, como histórico de sinistros do proprietário, local de circulação, finalidade do uso (profissional ou pessoal), frequência de uso e até mesmo a região de residência. Este conjunto de variáveis pode modular o custo da proteção e, em algumas situações, justificar ajustes na cobertura para manter uma relação custo-benefício adequada ao seu orçamento.
Por fim, vale enfatizar que a tomada de decisão informada não se restringe à escolha de coberturas. A avaliação correta do veículo pela FIPE, associada à percepção de risco pela seguradora e à qualidade da assistência disponível, cria uma base estável para uma proteção confiável ao longo dos anos. A Hilux de 2009, com seu DNA de veículo utilitário durável, pode oferecer uma boa combinação entre custo de seguro e capacidade de uso, desde que as escolhas de cobertura estejam alinhadas ao seu real uso e às suas necessidades financeiras.
Se você está revisando a proteção deste modelo específico, considere uma cotação com a GT Seguros para entender as opções disponíveis e encontrar a solução que melhor atenda ao seu perfil. Uma cotação rápida pode revelar condições competitivas sem comprometer o nível de proteção que você precisa.
