| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 87.015,00 |
| Dez/25 | R$ 88.966,00 |
| Nov/25 | R$ 90.007,00 |
| Out/25 | R$ 90.460,00 |
| Set/25 | R$ 90.521,00 |
| Ago/25 | R$ 90.618,00 |
| Jul/25 | R$ 89.380,00 |
| Jun/25 | R$ 89.830,00 |
| Mai/25 | R$ 90.282,00 |
| Abr/25 | R$ 90.207,00 |
| Mar/25 | R$ 90.661,00 |
| Fev/25 | R$ 88.358,00 |
Entenda como a Tabela FIPE influencia a avaliação de um Toyota Hilux 3.0 D-4D 4×4 de 2006 e o que observar na ficha técnica para seguros
A Tabela FIPE é referência frequente no mercado brasileiro para estimar o valor de veículos usados, servindo como base para cálculos de seguros, financiamentos, compras e avaliações em geral. Quando o tema é uma pickup robusta como a Toyota Hilux CD SRV D4-D 4×4 3.0 D-4D de 2006, entender como esse conjunto de dados funciona ajuda o leitor a interpretar melhor como as seguradoras definem coberturas, franquias e condições contratuais. Este artigo explora, de forma educativa e objetiva, como a FIPE reflete as particularidades desse modelo, quais aspectos da ficha técnica impactam o valor de referência e como manter o veículo conservado pode influenciar a proteção contratada pela corretora de seguros.
Ficha técnica da Toyota Hilux CD SRV D4-D 4×4 3.0 D-4D 2006
A Hilux, reconhecida mundialmente pela durabilidade, acumula décadas de presença no mercado de picapes robustas. A versão CD SRV D4-D 4×4 de 2006 corresponde a uma configuração com cabine dupla, tração nas quatro rodas e motor diesel turbo D-4D, voltado a uso misto entre serviço pesado e uso diário na família. Abaixo estão os itens-chave da ficha técnica que costumam impactar diretamente na avaliação de mercado pela FIPE e, por consequência, na leitura de seguros.

- Motor: 3.0 litros, diesel turbo D-4D (injeção direta), com intercooler; código 1KD-FTV em muitas unidades.
- Potência: em torno de 165 cv, com variações de acordo com o mercado e a regulamentação local.
- Torque: próximo de 36 kgf·m, fornecido em faixa de rotações que privilegia retomadas em terreno misto e carga.
- Transmissão: manual de 5 velocidades; transmissão robusta, própria para trabalho com carga.
Além desses itens básicos, outros aspectos da configuração contribuem para a avaliação de referência da FIPE, como a tração 4×4 com opções de caixa de transferência (por exemplo, 4H/4L) para uso em terrenos desiguais, bem como a cabine dupla (CD) que acomoda até cinco ocupantes com configuração de espaço típico de picape de trabalho. A capacidade de carga útil, o tamanho do tanque de combustível e a capacidade de reboque também aparecem como critérios relevantes em catálogos de referência de veículos usados.
- Tração: 4×4 com opções de transferência (4H/4L), adequado para off-road leve a moderado e condições de piso escorregadio.
- Cabine: dupla (CD), oferecendo espaço para cinco ocupantes e configuração de banco traseiro razoável para uso cotidiano.
- Capacidade de carga útil: típica entre 800 kg e 1,0 tonelada, variando conforme estado de conservação, opcionais e modificação de carroceria.
- Tanque de combustível: aproximadamente 75–80 litros, adequado para longas jornadas com reserva de combustível.
É importante reforçar que números de desempenho, capacidade ou dimensões podem sofrer variações conforme o país, a linha de produção e as especificações originais de cada unidade. Em relação à FIPE, o que vale é a consolidação de dados de mercado que alimentam o valor referencial para aquela versão específica com cabine dupla, motor D-4D, 4×4 e ano-base correspondente. Assim, a percepção de risco, o custo de manutenção e a necessidade de coberturas adicionais — como assistência 24h, carro reserva ou cobertura contra furtos — acabam por se refletir na proposta de seguro ofertada pela GT Seguros ou por outras corretoras.
A marca Toyota: história, confiabilidade e papel na contratação de seguros
A Toyota é uma das montadoras com presença global mais destacadas pela confiabilidade de seus veículos e pela rede de assistência que cobre praticamente todos os continentes. Quando se fala de Hilux, o foco está na combinação entre robustez, capacidade de carga e facilidade de manutenção — características muito valorizadas por frotistas, profissionais autônomos e famílias que precisam de um veículo para uso misto. A tradição japonesa de qualidade, aliada ao conceito de melhoria contínua do Toyota Production System (TPS), está presente na prática diária de proprietários.
Ao se considerar a aquisição de uma Hilux 2006, o atendimento de serviços, a disponibilidade de peças originais e a reputação de durabilidade influenciam, direta ou indiretamente, o valor de reposição e a percepção de risco para a seguradora. A marca, nesse contexto, oferece benefícios naturais para seguros que desejam coberturas estáveis ao longo de muitos anos de uso, especialmente em modelos 4×4 com motor D-4D, reconhecidos pela sua robustez em condições de trabalho pesado. Além disso, históricos de confiabilidade da Toyota ajudam a reduzir estatísticas de sinistros para quem mantém uma manutenção preventiva regular, o que costuma ser valorizado pelas seguradoras na hora de determinar o prêmio ou as condições contratuais.
Para o proprietário moderno, compreender o posicionamento da marca ajuda a alinhar expectativas com o seguro contratado. Em termos práticos, isso se traduz em uma cobertura que considera não apenas o valor atual do veículo, mas também o custo de reposição, o valor de peças originais e o custo de mão de obra, que costumam ser estáveis em modelos da mesma linha ao longo de anos. Assim, a relação entre o carro e a seguradora faz mais sentido quando há uma leitura clara da ficha técnica, do histórico de manutenção e da forma como a FIPE reflete o conjunto de características da Hilux D4-D 4×4 de 2006.
Como a FIPE funciona para esse modelo específico e por que isso importa para seguros
A Tabela FIPE baseia-se em dados de mercado coletados de anúncios, negociações e transações ocorridas no período de referência. Ela agrega valores de veículos usados por versão, ano, e estado de conservação, o que permite às seguradoras estimarem o valor de reparação em caso de sinistro, ou o valor de referência para compor o valor segurado. No caso da Hilux CD SRV D4-D 4×4 3.0 D-4D de 2006, a FIPE reconhece a combinação de cabine dupla, tração 4×4 e motor diesel específico, diferenciando-a de outras Hilux com configuração 4×2, cabine simples (CS) ou motores diferentes. Em termos práticos, isso significa:
- O valor de referência para a apólice considera a versão exata (CD SRV D4-D 4×4) e o ano de fabricação, não apenas a linha genérica da Hilux.
- Condicionantes como quilometragem, histórico de manutenção e estado de conservação impactam o ajuste do valor de referência pela FIPE, o que, por sua vez, reflete no prêmio final da apólice.
- Boas práticas de manutenção e documentação consolidam um valor de referência mais estável, ajudando a reduzir riscos para a seguradora e, consequentemente, potenciais variações de prêmio.
- A FIPE é atualizada mensalmente, o que significa que o valor de referência pode variar conforme a demanda de mercado, disponibilidade de peças e percepção de custo de substituição ao longo do tempo.
É comum que o setor de seguros utilize o valor FIPE como referência primária para a indenização de danos parciais ou totais, ou como base para o cálculo de franquias e cobertura de acessórios. Contudo, é essencial entender que o valor de saldo de indenização pode diferir do preço de compra ou de venda de uma unidade específica, especialmente se houver particularidades como modificações, personalizações ou histórico de sinistros. Por isso, a leitura da FIPE deve ocorrer acompanhada de uma avaliação técnica e documental do veículo, preferencialmente com orientação de profissionais de seguros que conheçam a linha Hilux D4-D 4×4 em detalhe.
Fatores que influenciam o valor FIPE para a Hilux 2006 3.0 D4-D 4×4
Para entender melhor como o FIPE lida com esse modelo, vale observar quais elementos costumam impactar o valor de referência:
- Condição geral do veículo: presença de danos, histórico de colisões, desgaste de componentes de uso intenso (carga, suspensão, freios) e estado estético afetam a percepção de valor pela tabela.
- Quilometragem: unidades com menor quilometragem tendem a manter maior valor de referência, especialmente se acompanhadas de manutenção regular documentada.
- Conservação e idade: veículos bem preservados e com histórico de revisões em dia costumam ter melhor posicionamento na FIPE.
- Versão e configuração: cabine dupla, tração 4×4 e motor D-4D são fatores que distinguem esse modelo de outras Hilux, influenciando diretamente o valor de referência na base da FIPE.
Esses fatores também orientam a leitura para o tema do seguro. Por exemplo, uma Hilux bem mantida, com ficha de serviços regular, peças originais e histórico de manutenção disponível facilita o trabalho do corretor, que pode propor coberturas mais vantajosas com base no valor referencial atual. Em contrapartida, uma unidade com histórico de sinistros, modificações não aprovadas pela fabricante ou acessórios inadequados pode exigir avaliação mais cuidadosa do seguro, com ajustes de prêmio, franquias ou condições específicas de cobertura.
Como interpretar a FIPE para esse modelo na hora de escolher coberturas
Ao planejar a proteção de uma Hilux 2006 com configuração D4-D 4×4, a leitura da FIPE serve como ponto de partida para entender o risco associado ao veículo. Abaixo, algumas diretrizes úteis para quem está buscando seguro com foco em esse modelo:
- Considere o valor de referência da versão completa: cabine dupla, tração 4×4 e motor D-4D tendem a ter um valor específico dentro da linha FIPE, diferente de outras Hilux com menos equipamentos ou com tração traseira simples.
- Informe corretamente a configuração: ao solicitar cotação, descreva a cabine (CD), a versão SRV, a motorização D4-D 3.0 e a tração 4×4 para que a seguradora utilize o código correto na precificação.
- Inclua histórico de manutenção: guias de revisões, notas fiscais de peças originais e serviços realizados aumentam a chance de uma proposta mais estável e justa, com menos ressalvas de coberturas.
- Avalie coberturas adicionais com base no uso: para uma Hilux 4×4, é comum considerar assistência 24h, carro reserva, cobertura de acessórios originais e garantia de peças para reparos, especialmente se a missão do veículo envolve trabalho em áreas rurais ou de difícil acesso.
Em resumo, a FIPE funciona como uma bússola que aponta o valor de referência para a linha da Hilux com cabine dupla e motor D4-D 4×4 2006. A partir desse norte, o corretor de seguros ajusta o prêmio, as coberturas, a franquia e as condições de indenização, levando em conta fatores específicos da unidade e do uso pretendido. A boa prática é manter um conjunto de documentos que comprovem a condição, manutenção e histórico do veículo, para que o valor de indenização em caso de sinistro reflita com maior fidelidade o que o carro representa no seu estado atual, naquilo que se refere à FIPE e às práticas de seguro.
Dicas para preservar o valor e a segurança da Hilux D4-D 4×4
Manter a Hilux em bom estado não é apenas manter o carro funcionando; implica também preservar o valor de referência que a FIPE pode refletir na apólice de seguro. Abaixo, algumas recomendações práticas que ajudam nesse objetivo:
- Realize revisões periódicas em concessionárias autorizadas ou oficinas de confiança, com uso de peças originais ou de qualidade equivalente reconhecida pela Toyota.
- Documente todas as manutenções: guias de serviço, notas fiscais, registros de troca de itens de desgaste e de componentes da linha D4-D, como filtros, correias, sistemas de alimentação e sistema de injeção.
- Cuide da carroceria e das partes externas: inspeções para evitar ferrugem, riscos e danos que podem impactar o valor de mercado. Pintura e retoques devem ser feitos de forma adequada.
- Planeje a proteção com seguro adequado: avalie coberturas de terceiros, colisão, incêndio, roubo/furto, assistência 24h e carro reserva, buscando um equilíbrio entre custo do prêmio e nível de proteção necessário ao uso do veículo.
Para quem utiliza a Hilux para atividades profissionais que exigem confiabilidade e disponibilidade, uma apólice com cobertura abrangente pode representar tranquilidade para operações que demandam tempo e presença no campo, sem surpresas no dia a dia. A FIPE, nesse contexto, funciona como referência estável para o entendimento de valor da frota ou do veículo particular, mas o ideal é alinhar essa referência com o cenário real de uso e com o histórico do carro apresentados pela documentação.
É comum que proprietários de Hilux 2006 com configuração D4-D 4×4 procurem orientações sobre a melhor forma de estruturar a cobertura, especialmente para risco de roubo, danos a terceiros, danos ao próprio veículo e riscos de responsabilidade civil. Abaixo, uma síntese de considerações que costumam aparecer nas conversas com corretores especializados na área de seguros automotivos.
- Risco de roubo e danos totais: versões 4×4 costumam ter maior interesse de seguradoras, mas também maior custo de reposição de peças originais, o que pode impactar o prêmio final na FIPE-based valuation.
- Proteção de acessórios originais: granéis de proteção, racks, guinchos ou caixas de acessórios podem precisar de cobertura adicional para evitar desvalorizações em caso de sinistro.
- Custos de reparo com peças genuínas: a disponibilidade de peças originais da Toyota para a Hilux 2006 pode influenciar prazos e custos de reparo, o que por sua vez afeta a avaliação da seguradora.
- Histórico de uso: uso profissional intenso, longos deslocamentos entre planta e campo ou uso em estradas de terra pode exigir coberturas específicas de assistência e reparo em locais remotos.
Ao planejar a contratação de seguro, é aconselhável conversar com um consultor de seguros que entenda as particularidades da Hilux D4-D 4×4 de 2006, bem como como a FIPE se relaciona com o seu caso concreto. A escolha de coberturas, limites de indenização, franquias e serviços adicionais deve ser personalizada, considerando o uso do veículo e o orçamento disponível para a contratação.
Conclui-se que a Tabela FIPE é uma ferramenta valiosa para entender o valor de mercado da Hilux 3.0 D-4D 4×4 2006, mas a leitura precisa ser acompanhada de informações técnicas, histórico de manutenção e as necessidades reais de proteção oferecidas pela apólice. Com essa abordagem, é possível alinhar o seguro às expectativas de autonomia, segurança e custo-benefício, sempre com a orientação de uma corretora experiente.
Se você está buscando tranquilidade para a sua Hilux e quer alinhar a proteção com o valor de mercado atualizado pela FIPE, vale considerar uma cotação com a GT Seguros, pensando em coberturas que atendam ao uso específico do seu veículo e ao seu perfil de motorista. A sua segurança e a proteção do seu patrimônio começam com escolhas bem fundamentadas.
