| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 37.303,00 |
| Fev/26 | R$ 37.386,00 |
| Jan/26 | R$ 37.469,00 |
| Dez/25 | R$ 37.541,00 |
| Nov/25 | R$ 36.665,00 |
| Out/25 | R$ 36.754,00 |
| Set/25 | R$ 36.872,00 |
| Ago/25 | R$ 36.950,00 |
| Jul/25 | R$ 37.010,00 |
| Jun/25 | R$ 37.048,00 |
| Mai/25 | R$ 37.123,00 |
| Abr/25 | R$ 37.157,00 |
Como a Tabela FIPE reflete a Hilux D4-D 4×4 2.5 102cv TB Diesel (2006): guias práticos para seguradoras e compradores
A Tabela FIPE é uma referência central para quem atua no mercado automotivo no Brasil, inclusive para quem compra, vende ou assegura um veículo. Quando falamos da Toyota Hilux 2006 com motor D4-D 2.5 102 cv, tração 4×4 e a especificação TB Diesel, compreender como essa base de dados se organiza ajuda tanto profissionais quanto consumidores a fazerem escolhas mais informadas. Neste texto, exploramos o que a FIPE considera ao classificar esse modelo, a ficha técnica correspondente e como esses dados impactam a avaliação de seguro. Não apresentaremos valores de venda ou custo neste artigo, pois esses dados são inseridos dinamicamente no topo do post conforme a atualização da tabela FIPE.
Antes de mergulhar nos detalhes do veículo, vale situar o papel da FIPE no ecossistema automotivo. A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) elabora mensalmente tabelas que balizam, de forma geral, a faixa de preços de veículos usados no mercado brasileiro. Esses valores funcionam como referência para negociações entre compradores e vendedores, para avaliações de seguros, financiamentos e até para cálculos de impostos. No caso de modelos com características específicas — como a Hilux 2006 com motor D4-D e tração 4×4 — a posição na tabela depende de fatores como o estado de conservação, o histórico de manutenção, a quilometragem e a configuração da carroceria. Entender essas nuances ajuda a interpretar melhor a cotação de seguros, que, por sua vez, costuma usar o valor FIPE como uma base de referência para o valor segurável do veículo.

Sobre a Toyota e a Hilux: robustez e legado no mercado de pickups
A Toyota é reconhecida mundialmente pela qualidade de construção, durabilidade e confiabilidade de seus veículos. Entre os modelos que marcaram época no Brasil, a Hilux ganhou notoriedade pela capacidade de enfrentar terrenos desafiadores sem abrir mão de conforto e de características modernas. A geração D4-D, que equipa a Hilux 2.5 102 cv 2006, ilustra bem esse DNA: motor diesel turboalimentado, robustez mecânica, câmbio simples de operar e um conjunto 4×4 que, quando bem utilizado, expõe a versatilidade de um veículo projetado para uso misto — urbano e off-road leve, além de atividades de trabalho intenso.
Essa combinação de atributos fez da Hilux uma opção frequente entre empresas, profissionais autônomos e entusiastas que valorizam a capacidade de carga, a confiabilidade e a possibilidade de rodar em terrenos não pavimentados. Por conta disso, o valor percebido na FIPE costuma carregar um componente de utilidade prática: veículos com potencial de serviço ativo por longos períodos tendem a manter um patamar estável na tabela, desde que a condição geral do exemplar esteja alinhada com as expectativas de desgaste natural de um carro com mais de uma década de uso. Em termos de seguro, esse cenário pode traduzir um equilíbrio entre custo-benefício e necessidade de coberturas que protegem tanto o veículo quanto a atividade para a qual ele é empregado.
Ficha técnica da Hilux D4-D 4×4 2.5 102cv TB Diesel (2006)
Abaixo estão os itens essenciais que compõem a ficha técnica deste modelo específico. Eles ajudam a entender o conjunto mecânico e as características que mais influenciam a valoração pela FIPE e, por consequência, o seguro.
- Motor: 2.5 litros diesel D-4D, turboalimentado, com potência aproximada de 102 cv
- Transmissão: manual de 5 velocidades; tração 4×4 com sistema D4-D, incluindo opções de reduzida para terrenos difíceis
- Combustível: diesel turbo; sistema de injeção direta, conhecido pela boa relação entre torque e economia para uso de trabalho
- Carroceria e configuração: pickup de cabine dupla (TB Diesel), com capacidade de carga típica para usos utilitários; versões 4×4 voltadas a atuação em estradas não pavimentadas e em condições de piso escorregadio
Observação importante: a Hilux 2006 com motor D4-D é um modelo que, pela sua configuração, costuma ter apelo tanto para uso profissional quanto para recreativo. Esses fatores influenciam a percepção de valor na FIPE, pois a demanda por peças de reposição originais, a estabilidade de manutenção e a disponibilidade de manutenção especializada pesam na avaliação de mercado. Embora a ficha técnica apresente dados estáveis, o histórico de uso, a quilometragem e o estado de conservação são determinantes para a composição final da faixa FIPE de um exemplar específico.
A Tabela FIPE e o modelo: como a referência se aplica a esse veículo
A relação entre a Hilux D4-D 4×4 2.5 102cv TB Diesel de 2006 e a FIPE envolve uma leitura cuidadosa de alguns elementos-chave. Primeiro, a especificação D4-D indica um motor diesel com injeção direta, que tende a manter melhor o valor de mercado entre diesel utilizáveis, principalmente em veículos de uso comercial. Em segundo lugar, a configuração 4×4 adiciona uma camada de versatilidade, o que pode influenciar a faixa de preço na FIPE, especialmente para exemplares com boa reputação de manutenção e histórico de uso em trilhas ou trabalho em terrenos difíceis. Por fim, a idade do veículo (mais de 15 anos) implica em depreciação, porém a demanda por peças de reposição originais e a disponibilidade de assistência técnica autorizada também ajudam a sustentar um patamar estável dentro da tabela.
Há nuances que os profissionais de seguro costumam destacar ao trabalhar com FIPE para esse modelo específico. A primeira diz respeito ao estado de conservação: veículos bem conservados, com revisões em dia e com histórico de manutenção documentado tendem a apresentar um valor FIPE mais alinhado ao potencial de mercado do exemplar. A segunda envolve o uso declarado: se o veículo é destinado ao trabalho ou a atividades que exigem carga e deslocamentos frequentes em condições adversas, a seguradora pode considerar isso na combinação de coberturas e na avaliação de risco. A terceira envolve fatores de configuração: alterações não originais, modificações de motor, suspensão ou componentes de tração podem afastar o veículo da faixa FIPE padrão, o que também aparece no cálculo de prêmio pelo maior risco ou pela exigência de valores seguráveis diferentes.
Para quem atua na área de corretagem de seguros, entender o comportamento histórico da FIPE para este tipo de Hilux é útil ao conversar com clientes que desejam entender como o valor segurável é definido. Em geral, modelos robustos com histórico confiável ajudam a estabilizar a percepção de preço, desde que as informações fornecidas sejam consistentes e verificáveis. Em termos práticos, isso significa que, na hora de fechar uma apólice, o corretor deve alinhar as expectativas do cliente com o que a FIPE realmente reflete naquele mês, levando em consideração o estado atual do veículo, a quilometragem e o uso pretendido. A partir desse alinhamento, a seguradora consegue oferecer pacotes de cobertura que sejam compatíveis com o valor segurável, sem exceder ou subestimar o risco envolvido.
Implicação prática para a contratação de seguro
Quando o objetivo é contratar um seguro para a Hilux D4-D 4×4 2.5 102cv TB Diesel 2006, a relação entre FIPE e apólice se dá, principalmente, pela determinação do valor segurável. Esse valor é a referência sobre a base da qual as coberturas são orçadas, incluindo indenizações por perda total, danos a terceiros, e itens adicionais como roubo, colisão, incêndio e assistência 24 horas. Um aspecto comum é que o prêmio de seguro tende a acompanhar o valor segurável: quanto maior o valor estimado pela FIPE, maior pode ser a parcela de proteção necessária para que o veículo mantenha o mesmo nível de cobertura. No entanto, é essencial observar que a FIPE não é a única variável: o histórico de sinistros, a idade do condutor, o perfil de uso (residência, trabalho, lazer) e o local de guarda do veículo também influenciam a composição final da apólice.
Além disso, a presença de tração 4×4 pode ter implicações específicas. Em casos de sinistros envolvendo terrenos off-road ou deslocamentos em áreas com maiores riscos de danos, a seguradora pode sugerir cláusulas adicionais para cobrir itens de manutenção ou de recuperação de veículo em condições mais severas. Por outro lado, a disponibilidade de dispositivos de proteção — como rastreadores, alarme antirroubo, e sensores de movimento — pode contribuir para margens de prêmio mais competitivas, principalmente em áreas com maior incidência de furtos de pick-ups. Sempre que possível, o uso de dispositivos de proteção e a atualização de informações junto à seguradora ajudam a calibrar a apólice com maior precisão.
Boas práticas para cotação e proteção do veículo
Para quem está próximo de fechar uma cotação ou de planejar a proteção deste veículo específico, algumas práticas ajudam a otimizar o contrato de seguro, sem abrir mão de coberturas essenciais. Abaixo estão orientações práticas, com até quatro pontos-chave por tópico, para facilitar o processo.
- Documente a rotina de manutenção: manter revisões em dia, inserir o histórico de serviços e trocas de peças aumenta a confiabilidade do valor FIPE refletido na apólice.
- Declare com precisão o uso do veículo: se o Hilux é usado para atividades profissionais, transporte de cargas ou deslocamentos em estradas de terra, isso deve constar na apólice para ajustar coberturas, franquias e limites de indenização.
- Inclua dispositivos de proteção: rastreador, alarme com monitoramento remoto e bloqueadores de estimação podem reduzir riscos de furto ou danos, contribuindo para condições de prêmio mais atraentes.
- Revise o valor segurável periodicamente: com o tempo, o estado do veículo, as revisões e as condições de mercado podem alterar o patamar da FIPE. Realizar revisões de cobertura mensal ou trimestralmente ajuda a evitar defasagens ou subseguro.
Para o corretor, a combinação entre a leitura da FIPE e as informações específicas do veículo é o que sustenta uma proposta sólida. A qualidade da documentação, a clareza sobre o uso e a transparência de informações ajudam a construir confiança com o cliente e reduzem a necessidade de alterações na apólice após a assinatura. Em termos de linguagem técnica, sempre que possível, alinhe as expectativas e explique de forma simples o que a FIPE representa, quais são as limitações da tabela e por que o valor segurável pode divergir de um valor de venda único, especialmente em modelos antigos como a Hilux de 2006, com configurações 4×4 e motor turbo-diesel D4-D.
Em resumo, a Hilux D4-D 4×4 2.5 102cv TB Diesel de 2006 é um veículo que carrega características de utilidade prática, robustez mecânica e uma boa presença no mercado de usados, aspectos que, quando bem interpretados pela FIPE, ajudam a embasar uma contratação de seguro adequada. A tabela funciona como uma bússola para orientar o risco e o custo da proteção, mas sempre precisa ser complementada por informações reais do exemplar específico. A combinação entre a confiabilidade histórica da marca, o perfil do veículo e a leitura atenta da FIPE coloca o corretor em posição de oferecer propostas justas, equilibrando proteção adequada, prêmios competitivos e tranquilidade para o proprietário.
Se você está buscando uma proteção que combine com a solidez deste modelo, a cotação com a GT Seguros se apresenta como uma opção prática para entender as possibilidades de cobertura, limites e condições que melhor atendem às suas necessidades. Uma avaliação cuidadosa do veículo, acompanhada de uma proposta bem estruturada, facilita a negociação entre cliente e seguradora, resultando em uma solução que protege o investimento e a funcionalidade do veículo no dia a dia.
Concluímos que compreender a interseção entre a Tabela FIPE e o modelo Hilux D4-D 4×4 2.5 102cv TB Diesel 2006 é uma prática valiosa para quem atua no ciclo de compra, venda ou proteção de seguro. Ao considerar a ficha técnica, o legado da marca e as nuances do cálculo de valor, você está melhor preparado para tomar decisões que combinam custo, cobertura e segurança — pilares essenciais na gestão de riscos do seu patrimônio.
Para quem busca proteção confiável e personalizável, considere fazer uma cotação com a GT Seguros e avaliar as opções de cobertura que melhor se adaptam ao seu perfil e ao uso pretendido do veículo.
