| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 90.444,00 |
| Dez/25 | R$ 92.164,00 |
| Nov/25 | R$ 92.751,00 |
| Out/25 | R$ 93.298,00 |
| Set/25 | R$ 94.417,00 |
| Ago/25 | R$ 96.406,00 |
| Jul/25 | R$ 99.903,00 |
| Jun/25 | R$ 96.525,00 |
| Mai/25 | R$ 98.669,00 |
| Abr/25 | R$ 99.269,00 |
| Mar/25 | R$ 95.913,00 |
| Fev/25 | R$ 93.331,00 |
Guia prático: como a Tabela FIPE orienta a avaliação de seguro da Toyota Hilux CS D4-D 4×2 2.5 16V 102cv TB Diesel 2011
A Tabela FIPE funciona como uma referência consolidada no Brasil para o valor de mercado de veículos usados. Quando falamos da Toyota Hilux CS D4-D 4×2 2.5 16V 102cv TB Diesel, ano 2011, esse índice ajuda seguradoras a estimar o valor segurado, a definir coberturas adequadas e, por consequência, a calcular o prêmio de seguro. A Hilux dessa geração é reconhecida pela robustez, pela disponibilidade de peças e pela rede de assistência da marca, fatores que influenciam diretamente o custo de propriedade e a sinistralidade. Este artigo detalha como o valor FIPE se conecta à proteção do seu veículo, complementando a ficha técnica com contexto da marca, além de oferecer orientações para você entender melhor a apólice de seguro da sua Hilux 2011.
Ficha técnica da Toyota Hilux CS D4-D 4×2 2.5 16V 102cv TB Diesel 2011
Abaixo estão os pontos técnicos mais relevantes para avaliação de seguro e para entender o perfil do veículo, sem entrar em extremo tecnicismo. Estes dados ajudam a embasar a decisão sobre valor assegurado, coberturas e eventuais acessórios que possam impactar o prêmio.

- Motor: diesel 2.5 litros D-4D, 4 cilindros; potência próxima de 102 cv
- Transmissão e tração: manual de 5 marchas; tração 4×2 (caminhonete com cabine simples)
- Suspensão e chassis: dianteira tipo MacPherson; eixo rígido traseiro com molas; configuração pensada para uso urbano e fora de estrada leve
- Capacidades e dimensões básicas: tanque de combustível em torno de 80 litros; peso aproximado em ordem de marcha variável conforme configuração, carga útil e cabine
O conjunto motor-trânsito da Hilux CS D4-D 4×2 favorece uma dirigibilidade estável, aliada a uma capacidade de serviço versátil para trabalho pesado em trajetos mistos – urbano, rodoviário e, em alguns casos, estradas com menos pavimento. A turbocompressão do D-4D, associada ao torque disponível em faixas de rotação moderadas, facilita a retomada com carga, sem exigir pedal de embreagem forçado em situações de tráfego comum. Em termos de seguro, essa combinação de robustez, confiabilidade e manutenção relativamente previsível costuma ser um ponto positivo, desde que o veículo tenha histórico de serviço regular e peças acessíveis, o que é típico para a Hilux no mercado brasileiro.
Sobre a marca Toyota: confiabilidade, rede de assistência e valor de revenda
A Toyota, marca japonesa com presença global, consolidou ao longo de décadas uma reputação ligada à confiabilidade, durabilidade e custo de manutenção previsível. No segmento de SUVs, utilitários leves e picapes, a Toyota costuma oferecer motores robustos, componentes de qualidade e uma rede de concessionárias ampla, o que facilita tanto a manutenção quanto a localização de peças de reposição. Além disso, a marca quebra um estigma comum entre proprietários de veículos de uso comercial: a Hilux costuma manter um valor de revenda sólido, o que é relevante na hora de estimar o valor segurado. Ao escolher uma cobertura de seguro para uma Hilux 2011, muitos consumidores consideram não apenas o preço do prêmio, mas também a disponibilidade de peças originais, a experiência de atendimento da rede e a possibilidade de reposição rápida em caso de sinistro. A reputação da Toyota inspira confiança entre seguradoras e consumidores, o que frequentemente se reflete em condições de apólice mais estáveis para modelos com histórico robusto de desempenho e manutenção regular.
Para quem utiliza a Hilux em atividades profissionais, a percepção de valor de marca pode influenciar o custo total de propriedade, incluindo seguro, manutenção e depreciação. A tranquilidade associada à disponibilidade de assistência técnica autorizada, aliada à previsibilidade de peças e mão de obra, costuma reduzir a incerteza na hora de contratar um seguro. Por outro lado, a Hilux 2011 pode apresentar cenários exigentes para apólices — como proteção de itens adicionais, rastreamento de veículo, ou seguros de responsabilidade civil voltados a contextos de uso empresarial — que, se bem estruturados, tendem a equilibrar o custo anual de proteção com o risco real de roubo, colisão ou danos causados por terceiros.
O papel da FIPE na apólice de seguro: como o valor de referência orienta a proteção
A Tabela FIPE é amplamente utilizada pelas seguradoras para fundamentar a cotação de prêmios e a definição do valor segurado. Ao tratar de um veículo como a Hilux CS D4-D 4×2 2.5 16V 102cv TB Diesel 2011, os itens a seguir costumam fazer parte do raciocínio do underwriter:
- Valor de referência: a FIPE serve como referência do valor de mercado atual, que serve de base para indenização em casos de colisão total ou de perda total. Embora cada seguradora tenha seus próprios critérios, a FIPE ajuda a padronizar o que é considerado valor justo no momento da contratação e no cenário de sinistro.
- Atualização periódica: quanto mais recente o índice utilizado pela seguradora, mais próximo do valor de mercado o prêmio tende a ficar. O uso de FIPE atualizado evita subavaliação que poderia deixar o segurado sem cobertura adequada na hora de uma indenização e, por outro lado, evita superfaturamento quando o mercado recua.
- Quilometragem e idade: a avaliação baseada na FIPE leva em conta a idade do veículo e a quilometragem atual. Veículos mais antigos com baixa quilometragem podem ter valores de reposição diferentes daqueles com uso intenso, o que se reflete no valor segurado e no prêmio final.
- Acessórios e modificações: itens originais de fábrica elevam o valor de referência de mercado, enquanto acessórios não originais ou alterações podem exigir avaliação adicional. Em alguns casos, a seguradora pode concordar com a inclusão de acessórios de segurança como parte da cobertura, desde que comprovados por nota fiscal e documentação apropriada.
Na prática, isso significa que, ao solicitar uma cotação para a Hilux 2011, o corretor observa o valor FIPE para estabelecer o capital segurado. Um capital maior, acompanhado de coberturas compatíveis (roubo, colisão, incêndio, dano a terceiros, etc.), tende a impactar o prêmio. Por outro lado, manter o valor segurado alinhado com FIPE ajuda a evitar surpresas: nem subseguro (quando o capital é insuficiente para reconstruir o veículo) nem sobreseguro (quando o prêmio fica desproporcional ao risco).
Como a FIPE influencia escolhas de coberturas e estratégias de seguro para a Hilux
Além do valor segurado, o índice FIPE também influencia decisões sobre cobertura, franquias e opcionais de proteção. Considere as seguintes diretrizes como guia educativo para uma contratação mais consciente:
- Escolha de coberturas compatíveis com o uso da Hilux: se o veículo é aplicado principalmente para trabalho, vale a pena considerar coberturas que protejam contra danos a terceiros, colisões e roubo/furto, mantendo o valor segurado correspondente ao seu valor de mercado atual (FIPE).
- Franquias proporcionais ao risco: ao trabalhar com um veículo de uso profissional, a franquia pode ser ajustada para equilibrar o prêmio com o custo potencial de um sinistro, especialmente se o veículo estiver em áreas com maior incidência de roubos ou vandalismo.
- Rastreamento e dispositivos de segurança: a instalação de rastreador ou sistemas antifurto licenciados pela seguradora pode reduzir o prêmio, especialmente se a Hilux operar em trajetos com maior exposição a riscos ou em horários de menor tráfego.
- Documentação de modificações e acessórios originais: manter notas fiscais de acessórios originais ajuda a justificar o valor segurado. Em caso de sinistro, a documentação facilita a reposição de componentes compatíveis com o valor FIPE refletido na apólice.
Dicas práticas para alinhar FIPE e seguro da Hilux 2011
Para quem busca uma proteção eficiente e com boa relação custo-benefício, vale seguir algumas sugestões que ajudam a alinhar FIPE com as coberturas contratadas:
- Atualize mensalmente o valor segurado com base na leitura da FIPE correspondente ao mês de contratação ou de reajustes sazonais. Isso mantém o capital protegido compatível com o mercado.
- Considere coberturas adicionais que a Hilux tende a exigir, como danos a acessórios fixos importantes (banco, estofados, para-choques) ou equipamentos de uso profissional (racks, capas de proteção) — desde que devidamente declarados e avaliados.
- Procure uma seguradora que ofereça opções de franquia ajustáveis e termos de indenização compatíveis com o valor FIPE. Uma franquia mais alta pode reduzir o prêmio, desde que esteja alinhada ao nível de risco aceito pelo segurado.
Conclusão
Para quem utiliza a Toyota Hilux CS D4-D 4×2 2.5 16V 102cv TB Diesel 2011, a Tabela FIPE não é apenas um número: é uma referência prática que ajuda a entender o valor de mercado atual, a planejar o custo de proteção adequado e a orientar escolhas de coberturas que façam sentido no dia a dia. Conhecer a relação entre valor de mercado, uso do veículo e as coberturas disponíveis permite que o proprietário da Hilux tenha mais controle sobre o custo do seguro, sem abrir mão da proteção necessária contra roubo, colisões ou sinistros eventuais. Ao decidir pela melhor apólice, leve em conta também a reputação da marca, a disponibilidade de peças, a qualidade da assistência técnica e a rede de serviços da concessionária, fatores que contribuem para uma experiência de seguro mais estável ao longo dos anos.
Para uma proteção sob medida, faça uma cotação com a GT Seguros e compare opções de coberturas compatíveis com o valor de mercado indicado pela FIPE.
